:: ‘Espaço do Leitor’
DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) MAIS RESPEITO COM O PRÉDIO HISTÓRICO MAIS IMPORTANTE DE ILHÉUS.
2) HÁ 21 ANOS ATRÁS, O ABRAÇO DOS AMIGOS QUE PARTICIPARAM DA FESTA DE ENTREGA DO TÍTULO DE CIDADÃO ILHEENSE A JOSÉ LEITE DE SOUZA NO CLUBE SOCIAL DE ILHÉUS (11).
3) A FOTO DESTAQUE DA SEMANA.
MISSA DE TRIGÉSIMO DIA DO DILMO
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito)
PSICOMUNDO – POR QUE AS PESSOAS ADOENCEM?
Muito difícil obter uma resposta globalizada acerca de tão importante assunto! São atribuídos a fatores, às vezes, alheios à vontade da espécie humana. Existem infinidades de causas que tornam fáceis esses indesejáveis acontecimentos que destroem vidas. O saneamento básico mostra grandes desigualdades entre as regiões brasileiras no acesso ao tratamento de condutores de detritos causadores de imundícies.
Quando paira as dificuldades para a condução dos trabalhos de limpezas públicas, desencadeiam-se os males persistentes de muitas doenças como diarréia e febre amarela, decorrentes da ausência de serviços de água tratada e a presença de esgotos correndo a céu aberto. E a população pobre e desavisada sobre essas inevitáveis tramas dos inúmeros agentes do mal continua vivendo as intempéries das inexistentes orientações sobre a higiene pessoal, e assim vão sendo destruídos lentamente.
A cidade de Ilhéus se encontra assim e deverá continuar passando por esses males, devido à determinante falta de recursos e os essenciais meios administrativos. Há uma grande necessidade de projetos de obras de prioridades. Em muitos casos, por serem as obras de saneamento básico como invisíveis pela lógica eleitoral, ou seja, serviços que não dão votos são lançados fortes comentários de que as autoridades preferiram construir postos de saúde e hospitais em vez de tratar da causa das doenças, o que é apenas conversa prenunciada, deixando de lado os esgotos jogados indiscriminadamente na natureza que sofre com essas inusitadas agressões.
Alfredo Amorim da Silveira em “10TAQUES”
Filho de Tertuliano Lauro Moura e Alzira Figueiredo Moura nasceu em Ilhéus em 10 de outubro de 1930, era o mais velho dos irmãos, Lísnio e Normand.
Estudou no Colégio Afonso de Carvalho no Ginásio de Ilhéus (IME) e no CEAMEV até o 4º ano ginasial.
Foi trabalhar com o pai em sua fazenda em Pimenteira, quando seu pai vendeu a fazenda foi trabalhar no transporte público, comprou duas Kombis e foi fazer a linha centro cidade nova, depois colocou mais duas no aeroporto, que faziam também transporte para as cidades vizinhas. Também foi dono de uma borracharia na Av.Itabuna.
Trabalhou no Banco Itaú como avaliador de sinistros. Em 1973 foi trabalhar na Prefeitura de Ilhéus no setor de limpeza pública e estradas (conservação e abertura de ramais). Aposentou-se em 2.000 quando era prefeito Antônio Olimpio.
Casou-se com Nirci Dória de Araujo com quem teve quatro filhos, Milton, Normand, Mirian e Hélio.
Quando o porto de Ilhéus era na baia do Pontal, ele e o amigo Omar Sá (Mazinho), em protesto para que fosse começada a construção do Porto do Malhado, altas horas da noite, soltaram duas alvarengas, uma grande, de ferro, “Dália”, e outra menor, que saíram à deriva e foram parar depois do morro de Pernambuco, ninguém ficou sabendo, até hoje, que foram eles os autores desta façanha.
No dia 29 de junho foi operado do coração em Salvador com o Dr. Nilzo, colocou uma ponte safena e uma coronária e mudou a válvula da aorta, tudo deu certo e Hélio vai continuar no nosso meio por muito mais tempo.
Onde está a Revitalização?
Caro Rabat, boa noite
Estamos há três meses do fim do prazo para as obras de «REVITALIZAÇÃO e URBANIZAÇÃO do trecho entre o Opaba e a Ceplus, essa é a atual situação. É lamentável, por onde se anda se vê apenas abandono e descaso total do dinheiro público. E cadê esses quase R$ 4 milhões investidos pelo Ministério do Turismo??? O Prazo vence dia 30/11/2013, as tais obras teriam iniciado em 2009…
LAMENTÁVEL!!!
—
Glauber Fonseca
Falecimento
Uma “briminha” subiu, hoje, para encontrar com o nosso Criador.
Lúcia Mascarenhas Nassari (LUCINHA) já foi sepultada alí na Vitória onde está (?) a maioria da nossa tribo.
Até pensei em ir lá abraçar os herdeiros de Abudê da Bahia. Ainda estou baqueado por conta da minha última ida lá na Vitória. Por isso fiquei aqui no meu canto e em Orações
Estou enviando um caminhão de beijos pra Juquinha fazer a distribuição uniforme para assuntos de solidariedade na dor da saudade …
Para quem tem um pezinho no além fica a certeza de que, logo logo, estaremos juntos revivendo histórias e fatos dessa nossa rápida passagem por aqui…
Mais beijos e abraços pra todos daí.
Roberto Rabat Chame e Família.
RIO MARAVILHA
Quando adolescente, via na TV filmes e reportagens sobre países europeus e norte americanos e notava as ruas e praças limpíssimas, sem um papel no chão sequer. Aquilo me deixava embasbacado e, ao mesmo tempo, curioso. Me questionava: por que aqui no Brasil não é assim? O tempo foi passando e fui entendendo melhor. A primeira coisa é a Educação, nas suas mais variadas e abrangentes vertentes, desde a chamada educação de berço até a educação escolar e acadêmica. A segunda coisa é a questão cultural, o traço de um povo e seus costumes. A terceira coisa é a legislação, que deve ser bem feita e bem cumprida.
Os europeus, japoneses e norte americanos vão bem na Educação que nos falta. A disciplina desses povos também é anos-luz à frente dos nossos maus costumes. Por fim, lá a lei existe, é dura e, em geral, cumprida à risca pela maioria dos cidadãos; isso por que as penas são severa e eficientemente aplicadas.
Quando, ainda adolescente, descobri que na Europa existiam leis que multavam o cidadão que jogasse um papel de bala na rua, pensava: isso nunca vai acontecer aqui. Hoje estou pagando a língua. A cidade do Rio de Janeiro começa a por em prática esse tipo de lei. Um grande passo e um grande exemplo para o resto do País. Como nada é perfeito, os mais radicais logo logo vão começar os protestos, apelidando de “indústria das multas”. Se a lei vai pegar, não sei, mas que o Rio deu um passo à frente, sem dúvida.
O ruim é que apenas as multas não são suficientes para que nossas ruas ganhem o visual europeu. Precisamos de décadas e gerações movidas não só a multas, mas a Educação, conscientização e mudança de hábitos e costumes. Somos um dos povos mais inteligentes e criativos do planeta. Uma boa lapidada e chegaremos lá. Só não sei quando, mas chegaremos.
Nilson Pessoa
ILHÉUS ENTRE OS MORTOS E OS FERIDOS
Para ler em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito)
—
Rezende.
Sem ônibus
A cidade de Ilhéus amanheceu sem os buzús. Manifestantes impediram a saída deles das garagens.
O centro da cidade está praticamente parado. Lojas ainda não abriram.
Motoboys, vans e kombis tentam dar conta da demanda.
A cidade está morta.
A FOTO DOS SONHOS
Pra quem ainda não sabe, Salvador é a cidade mais barulhenta do Brasil. O som abusivo em veículos tem grande parcela de culpa nisso. A todo volume, a preferência “musical” da maioria dos infratores está restrita ao arrocha, ao pornopagodão baiano e ao “importado” pornofunk carioca (igualzinho aqui).
Por ser a cidade mais barulhenta do Brasil, as autoridade de Salvador têm de agir com dureza, na criação de leis municipais pesadas e no efetivo cumprimento delas; além disso, não podem abrir mão das frequentes campanhas de conscientização à população.
Para que Ilhéus não vire uma Salvador, já está na hora dos nossos legisladores municipais e demais autoridades abrirem os olhos para a problemática da poluição sonora e começarem a agir de forma séria e enérgica contra os infratores, sem passar a mão na cabeça nem fazer vista grossa – pelo contrário – aperfeiçoando e endurecendo a lei e aplicando-a com rigor.
Nilson Pessoa































































