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:: ‘Espaço do Leitor’

PSICOMUNDO <> ATENTADOS ATRIBUÍDOS POR MALDADES HUMANAS <>

O que vamos relatar foi extraído de atenciosa conversa diante das próprias vítimas, os pobres considerados por alguns como “indigentes”! Estamos falando simplesmente de pessoas que vivem em extrema miséria, entretanto, servem de cobaias que mostra o lado da falsa caridade que certos cidadãos, autênticos precursores da falta de caridade, contudo, vivem propalando as promessas com cantigas de profetas para aparecerem em destaques de primeira página nas colunas sociais. São duras serpentes ligadas ao mundo da destruição de seres humanos, aqueles desligados das situações dramáticas dos politiqueiros que reinam e governam o nosso País.

Quem já parou para conversar com gente de rua que vem aumentando todos os dias a nossa população? Verificamos tantas pessoas desconhecidas e maltratadas espalhadas na cidade de Ilhéus. Podemos chamar de gente nova em nossa cidade, ou mesmo que foram despejados pelas nossas ruas e bairros, trazidos por criminosos administradores anônimos de outros municípios. Converse com eles procurando saber de onde vieram e sintam o que falsos cristãos com onda de bom samaritano fizeram da vida desses pobres.

Quantos brasileiros são usados como instrumentos de manobras em épocas de eleições no mundo dos famigerados políticos oportunistas espalhados por todo o Brasil! O tempo não vai lhes oferecer dias melhores, e sozinhos se encarregarão da sua final trajetória social e humana. Muitos foram enganados, alguém deixou claro que eles vieram dar um passeio e foram deixados nas sarjetas de outras comunidades carentes como a nossa. Pobres, sem recursos financeiros, sem casas para sentir um pouco da qualidade de homem destinado a uma civilização que busca trabalho para realizar sonhos imagináveis.

Bastante degradante o perfil humano de muitas pessoas que encontramos nas ruas de Ilhéus e maldosamente foram destinadas a esses tipos manobras populacionais. Transferidas dos antigos domicílios e barbaramente há muito tempo passam fome, não tomam banho nem dormem numa cama, esperando um novo dia amanhecer para começar a peregrinação de sua desconfortável rotina. Tem gente até que riem dessa gente e outros exclamam sem saber como ajudar, e assim essa situação fica na estranha frase “toma que o problema é seu”!

Precisamos acabar com essas atitudes criminosas contra as vidas dos pobres e necessitados de amparo social. Temos a certeza que naturalmente os agentes que estão cometendo tantos crimes de deslocamentos de pessoas para outros destinos, serão punidos por suas próprias consciências num juízo final. O mal nunca alcança a proeminência estendida pelo mundo inteiro traduzido pela elevação da benevolência do bem interior dos seres criados por Deus. O que é bom permanecerá sempre às vistas de todos e os sensatos seguirão as estradas dignas, basta possuir sentimentos pacíficos.

São fatos com fortes atentados contra a vida de pobres pessoas inocentes que passaram a ficar em piores condições quando aqui desembarcaram. E agora, culpar a quem essas mazelas que marcam e denigrem profundamente a reputação de uma cidade tão bonita como a nossa em que apenas assistimos esse ingrato espetáculo sem encontrar a justa solução. Em que posição estará os seus administradores, tão bem remunerados por nossa população para colocar em ação a assistência social do município? E, como podemos sentir plena satisfação vendo tantas destruições de forma lentas e ignoradas por quem são destinados a manter Ilhéus livre da tantas irregularidades com poucos planejamentos? E, aliás, existem planos políticos apenas no âmbito criminoso de enganar, sempre olhando nos olhos através de escolhas, pessoas tristes por serem objetos usados para levar ao poder tantos administradores que os punem com tacanho abandono.

Quantos caminhos percorreram e percorrem tantas criaturas humanas de todas as camadas sociais e não vêm, nem ainda imaginaram a existência de tantas pessoas de índoles tão mesquinhas. Tudo isso nos faz parar e pensar sobre a classe política na sombra da inércia. Acham que administram tão exemplarmente os nossos municípios, estados e nosso país. O mais intrigante é quando tomamos conhecimento do que são capazes para tornarem coisas sérias em assuntos meramente resolvidos através da aparência com traços de requintes de maldades. E no final atribuem que são autênticos promotores da ordem, da paz e da solidariedade. Tem ações de homens que são piores de que bichos irracionais e não encontramos meios de entender se fazem parte de uma civilização humana e solidaria em beneficio do bem. Quando afinal os supostos políticos eleitos para representar os Brasil e defender os brasileiros, os deixaram livres de tantas misérias causadas pelos descasos da ganância em detrimento de enriquecimentos ilícitos em nosso País? PENSEM NISSO!!!

EDUARDO AFONSO – Ilhéus – Bahia

UMAS E OUTRAS DA CIDADE (XXVIII)

(NOTAS DE BELMONTE – ‘BEBEL’ PARA OS MAIS CHEGADOS)

No fim dos anos 60 do passado século pintavam em Bebel oriundos do Rio de Janeiro, José Januário, Mario Roberto e Caio Jarbas, irmãos na flor da idade, garotões sarados e, bem de dindim. Na capital carioca viviam no bairro do Leblon sob custódia do tio Tantão (de registro Sebastião Gomes de Oliveira). Do rol de famílias de abastados cacauicultores, chegavam para ajudar o pai Luís Gomes a tocar as propriedades cacaueiras que margeavam o Jequitinhonha (subindo o rio) até o distrito de Cachoeirinha.

O mais novo, o mais boêmio e ao qual se prende esta Notas era José Januário, que de prima recebeu dos autóctones, por apreciar o tipo de short, o cognome de Zé Bermuda. Mal, mal arriou as malas o chegante tratou de dar um tempo ao preestabelecido objetivo para se dedicar a outro: o de se enturmar com a rapaziada local, rapaziada esta que tinha, como maior preocupação, curtir a vida, não estando nem um tiquinho assim preocupada –por ainda faltar-lhe consciência política– com o regime ditatorial que o país vivenciava. Bom falante, de sotaque carioca, Zé Bermuda não encontrou barreiras para adaptar-se aos costumes dos conterrâneos. Nessa época as festinhas nos clubes América, Flamengo, nas sedes das sociedades filarmônicas Lyra Popular e 15 de Setembro, no Clube dos Carregadores dentre outros espaços, complementadas pela fama da cidade de produzir invejáveis safras de mulheres bonitas na Região do Cacau, faziam a pequena Bebel efervescer. E havia também –como a não ficar para trás desta produção feminina– um grupo de rapazes nascido de maneira natural e nomeado pelas próprias meninas de “boas-pintas”, que o Zé entrou sem necessitar de seleção.

Eram festas diversas –e se davam com intensa participação de nativos e visitantes–, inclusive de cunho religiosas. É numa dessas, a de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade que, Marta Viana, loura adolescente, bonita, avançada e chegada de Salvador se bateu com Zé Bermuda não dando outra: se apaixonaram à primeira vista. Num breve relato, esse festejo ocorre de 7 a 16 de julho de cada ano na Praça da Matriz onde a igreja da santa está situada, meio a missas e novenas festivas, barracas e a alegria contagiante dos partícipes. Sim, num piscar de olhos já estavam aboletados na barraca de Zeca de Pepino, um amigo da moçada, a planejarem os primeiros passos a dois. Comerciante matreiro, carnavalesco dos bons, exímio tocador de timbau e cantor nas horas vagas, Zeca não hesitou em dar uma força ao ‘love’ do neófito casal com os clássicos de sua carreira solo. Foi deste modo que, entre cervejinhas, batidinhas de caju à moda da casa e, um ‘tapinha’ de leve coisa e tal na ‘inocente marijuana de inocentes tempos’, o dia amanheceu sinalizado pelo foguetório da missa. Nesse momento, embebecidos pelas flechadas de cupido, tomaram uma decisão: se casar aproveitando a folga do Padre João ao término da celebração eucarística. Logo Zé Bermuda mandou avisar a mãe, dona Irma, e pediu-lhe que trouxesse flores. A progenitora com o impacto da notícia de imediato procurou saber da moça. Soube estar hospedada com a ex-prefeita Nirinha e sob os cuidados de Altair Resende, uma amiga de Gei Viana, pai da jovem e homem forte do cacau no pedaço. Enquanto os comentários da

inesperada núpcia tomavam conta das ruas, os futuros cônjuges, ligeiros, não titubearam nos preparativos. No altar os padrinhos Ronaldo Perninha, Maria Adalcy, Romualdo Tourinho, Solange Melo, o casal, amigos e o Padre João já selando o matrimônio quando de súbito ecoa na frente da igreja: –Abra a porta, Padre João!, abra a porta! Era a protetora da nubente em tom meio aflito a empurrar a porta entreaberta do templo. Não tardou a chegar o delegado Jorge Paternostro e com outro brado dominar o ambiente: –Padre João, um instante. Estou com o BO da dona Altair; assim sendo este enlace matrimonial está impedido. Cumpra-se.

E a ordem foi cumprida.

Este escrevinhador pertenceu, jogando a modéstia às favas, ao time dos ‘boas-pintas’ e participou de poucas e boas com o protagonista do açodado casamento. Recentes relatos revelam que tempos depois a protagonista, sem mais o viço da juventude teve um relacionamento com Carlos Antônio (Totonho ou Velho Tota para os amigos), outro pertencente ao quadro dos ‘pintudos’. :: LEIA MAIS »

VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE DITADURA?

Nasci às vésperas da Ditadura de 1964. Com ela convivi meus primeiros 22 anos de vida, mas, desde os 12 de idade, tinha uma certa consciência daquilo. Naquela época, já acompanhava noticiários – inclusive os alternativos – e cheguei a ler muitos Pasquim e Última Hora. Lembro bem da polícia descendo o cacete em manifestantes, lembro também do AI-5, das palavras “censura” e “subversivo” (as mais faladas de todas), lembro ainda das tantas notícias sobre tortura, encarceramento, exílio, sumiço ou extermínio de jovens opositores ao regime.
Ditadura tem de todo tipo e ainda há remanescentes nos quatro cantos do mundo, sobretudo África e América Latina, não à toa regiões do planeta pontuadas pela pobreza e subdesenvolvimento.
Há ditaduras de direita, de esquerda, civis, militares, populistas, impositivas e até “democráticas”; nesta última, pasme, os ditadores são eleitos pelo povo! Em geral,  uma característica típica desse regime de governo são os laços estreitos com ilicitudes.
Coincidentemente, a ditadura venezuelana teve sua origem nas mãos de um militar paraquedista, só que populista e de esquerda, em vez de liberal de extrema direita. Não importa, nenhuma delas presta.
No Brasil, tivemos aquela Ditadura estabelecida há pouco mais de meio século e que durou vinte e um anos; entretanto, tenho visto no atual governo eleito pelo povo vários traços, pronunciamentos, atitudes e medidas impostas que me remetem àquela época, àquele passado, algo como eu estar voltando no tempo e retrocedendo meio século. Um verdadeiro retrocesso, esta é a palavra. Tudo isso em plena quase terceira década do século XXI.
E eu pensando que já tinha visto de tudo.
Nilson Pessoa

TRÂNSITO DE VEÍCULOS, ZONA SUL ILHÉUS.

SOS Ponte do Pontal.

A Zona Sul precisa urgentemente desse equipamento.

Os veículos que sai da zona sul e se destinam zona norte, centro da cidade e outros locais após a Ponte Lomanto Junior para acessar a ponte utiliza avenida Lomanto Junior, esse é caminho normal para ultrapassar ponte e seguir seu roteiro, nesse trecho o transito é moroso demanda tempo para chegar na ponte para reduzir o tempo é feito uma alternância de percurso utilizando ruas do condomínio da Sapetinga para reduzir tempo de percurso para passar pela ponte. Esse procedimento em parte é feito com desobediências as normas de transito e colocam veículos e pedestre em situação de risco, citamos alguns a seguir:

Avenida Lions Internacional (aonde está situada a Capela da Sapetinga e o fundo do mercado GBarbosa) acessam a esquerda as ruas 1, 2 e 3 da Sapetinga sem observar as normas de transito para entrar nessas transversais.

Avenida Sapetinga que recebe as ruas 1, 2, 3, e demais ruas desse condomínio chegando na Avenida Lomanto Junior aonde está situada as sinaleiras que controla o movimento de veículos nessa área. Nessa Avenida os motoristas ordeiros sequem em fila indiana para acessar a Lomanto Junior em direção a ponte. Motoristas que não obedecem às normas de circulação de veículos nas vias urbanas trafegam na contramão pondo em risco veículos e pedestres que utilizam essa área. Alguns motoristas além de circularem na contramão fazem fila dupla na faixa de retenção da sinaleira.

As ruas 2 e 11 do Condomínio Jardim Pontal acessam a Avenida Lomanto com placa de transito proibindo dobrar esquerda os motoristas ignoram essa sinalização.

Superintendência de transito deve coibir essas irregularidades no transito, evitando problemas futuros.

Essa situação é desrespeito aos motoristas que circulam obedecendo as normas de circulação de veículos em vias urbanas.

Desejamos bons serviços e boa segurança a todos nós cidadãos.

[email protected]

Ilhéus, 30 de maio de 2019

FILA DUPLA FAIXA DE RETENÇÂO

AV. SAPETINGA VEICULO NA CONTRAMÃO

AVENIDA SAPETINGA VEICULO NA CONTRA MÃO

O PREFEITO E O EXCESSO DE DESPESA COM PESSOAL

Por Gustavo Kruschewsky

“A responsabilidade pelo eficiente emprego de recursos

Públicos deve ser a meta do administrador diligente”.

JORGE FERNANDES

Segundo JOÃO FELDER: “A primeira história sobre Tribunal de Contas com punições é relatada no tempo em que FELIPE IV, o Belo, era Rei da França. Conta-se que lá existia a Corte de Contase. Ao lado dela havia um pátio onde eram decapitados todos os condenados pelo mau uso do dinheiro público”. Contudo, não há necessidade de se pensar num sistema cruel dessa natureza aqui no Brasil, considerando que se tem outros tipos de punições no nosso ordenamento jurídico aqui no País. Só precisa da sua regular aplicabilidade e acabar com o “jeitinho brasileiro de se mudar as coisas”.

A – LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar nº 101 de 2000 vem perdendo a sua higidez. Surgiu com algumas finalidades, em tese para não desequilibrar as receitas com enormes aumentos abusivos a exemplo de contratação de pessoal.

Começa a cambalear com o surgimento de uma novidade: FOI SANCIONADA A LEI COMPLEMENTAR Nº 164 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018, que modifica o art. 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal. A referida Lei foi sancionada pelo Presidente da Câmara dos Deputados Federais que estava interinamente no posto de Presidente da República. Assim sendo é uma forma de aprovar fim de punição para determinados municípios que “estourarem limite de gasto com pessoal”.

O art. 1.º da referida Lei Complementar prevê que: “O artigo 23 da Lei Complementar n.º 101, de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), passa a vigorar acrescido dos seguintes §§ 5º e 6º.

§ 5º – As restrições previstas no § 3º deste artigo (art. 23 da LRF) não se aplicam ao Município em caso de receita real superior a 10% (dez por cento), em comparação ao correspondente quadrimestre do exercício financeiro anterior, devido a: I – diminuição das transferências recebidas do Fundo de Participação dos Municípios decorrente de concessão de isenções tributárias pela União; e II – diminuição das receitas recebidas de royalties e participação especiais.

§ 6º – O disposto no § 5º deste artigo só se aplica caso a despesa total com pessoal do quadrimestre vigente não ultrapasse o limite percentual previsto no art. 19 desta Lei Complementar, considerada, para este cálculo, a receita corrente líquida do quadrimestre correspondente do ano anterior atualizada monetariamente”. Esta Lei

Complementar entrou em vigor na data de sua publicação, 18 dezembro de 2018, e já tem efeitos no exercício financeiro de 2019.

Todavia, independente da mudança atual do artigo 23 da LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, se o Prefeito do Município for diligente e perceber que está havendo excesso de despesa com pessoal na sua gestão, às vezes causado pelo Alcaide que lhe antecedeu, ultrapassando os limites de gastos de (54%) da receita líquida, sendo beneficiado ou não pelos critérios estabelecidos no que dispõe a Lei Complementar 164 e precisar despedir funcionários para regularizar as contas públicas municipais, deve assim proceder: :: LEIA MAIS »

Protótipo de um mundo melhor: Paiva Netto

Ao assistirmos às cerimônias de abertura dos Jogos Olímpicos, enquanto desfilam, diante dos nossos olhos, centenas de nações representadas por seus mais destacados atletas, somos levados a refletir sobre a magia benéfica das Olimpíadas. O esporte é capaz de congregar, nem que apenas durante a sua realização, as mais díspares culturas, etnias, regimes e economias do planeta, pois isso é do seu espírito original. O idioma utilizado para comunicar-se é o da saudável competitividade. A barreira a ser vencida é o limite do corpo, dos milésimos de segundo ou dos centímetros das marcas recordes.

É evidente que o doping deve ser decididamente combatido.

A Vila Olímpica, apesar das naturais falhas humanas, não deixa de ser protótipo de um mundo melhor. Dizer o contrário seria negar os benefícios que as práticas desportivas trazem. Os desencontros que sempre ocorrem onde atuam os homens existem para ser corrigidos, ora! Lá se respira a diferença. Compartilham-se os sonhos dos jovens de países desenvolvidos, emergentes e subdesenvolvidos. Trata-se de imagem emblemática da globalização do Amor Fraterno que há décadas defendemos e cuja tese mandamos à Organização das Nações Unidas (ONU), numa publicação especial, por ela divulgada nos seus seis idiomas oficiais: árabe, chinês, espanhol, francês, inglês e russo.

Esse cenário que convida à Paz reporta-nos ao Templo da Boa Vontade, uma das Sete Maravilhas de Brasília/DF, que diariamente vivencia as Olimpíadas do Espírito. Muito a propósito, em 21/10/2019, ele completa 30 anos.

Um pouco de História

Em 1896, o Rei Jorge I (1660-1727), da Grécia, abria em Atenas a moderna fase das Olimpíadas. O imperador romanoTeodósio I (347-395) encerrara, em 393 da chamada Era Cristã, o primeiro período dos famosos jogos que imortalizaram Olímpia, cidade situada na parte ocidental da península do Peloponeso. Considerou-os pagãos. Pelo espaço de 1.500 anos a ideia ficou adormecida, até que o Barão Pierre de Coubertin(1863-1937), em 1892, para uma nova época nos esportes, iniciou as providências que, em 1894, levaram ao “Congresso pelo restabelecimento dos Jogos Olímpicos”, o que se deu em 1896 na milenar capital helênica. Milhares de pessoas viram a competição entre treze países em nove modalidades: atletismo, natação, ciclismo, luta, halterofilismo, tênis, ginástica, esgrima e tiro. Participaram 285 atletas. No princípio quase ninguém acreditava na retomada dos jogos. Em Paris, 1900, houve a primeira participação das mulheres: seis concorreram nas provas de tênis. O Brasil ingressou nas competições somente em 1920, em Antuérpia, Bélgica. De lá trouxe a sua primeira medalha de ouro: Guilherme Paraense (1884-1968), pistola automática, na prova de tiro.

Conta a mitologia grega que da luta entre Zeus e Cronos pela posse da Terra nasceram os Jogos Olímpicos, que ao longo de toda a Antiguidade observaram caráter religioso. Em 776 AD, fixaram-se em Olímpia que, também de quatro em quatro anos, promovia uma “reunião de Paz, Fraternidade, cooperação e amizade entre os povos”. Sob a mesma invocação, De Coubertin resgatou aquelas empolgantes disputas para os nossos dias. É dele esta consideração que se tornou conceito máximo das Olimpíadas: “O importante não é vencer, mas competir”.

Boas lembranças

Sempre amei os esportes. Meu pai, Bruno Simões de Paiva(1911-2000), gostava de nadar, remar e fazer musculação. Era um touro.

Recordo-me de que, quando menino, jogava descalço, com meus colegas de infância, futebol no chão de cimento (vejam só!) da vila em que, por um bom tempo, morei. Só de pensar, sinto calafrios na espinha (risos). Os blocos eram separados entre si com frestas suficientes para quebrar os dedos de qualquer um, à menor topada, o que nunca aconteceu. Graças a Deus! E depois há os que não acreditam em milagres (risos). (…) Nadei com meu pai e com o meu primo Orlando, em Paquetá, na Pedra de Guaratiba, Urca, Copacabana, no Rio de Janeiro. Com outros jovens, armava arraiais para a festa de São João, num terreno baldio. Também, andei de bicicleta à beça. Contudo, mais do que isso, apreciava ler e preencher palavras cruzadas. Esta era a minha paixão maior: a leitura, costume desenvolvido pelo forte incentivo do seu Bruno.

Estamos aqui torcendo pelo sucesso de nossos atletas. A eles, dedico este meu pensamento: Todas as vitórias estão decididamente ao nosso alcance pela força do nosso próprio e valoroso trabalho.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

[email protected] — www.boavontade.com

CARA DE PAU

Quer me irritar?

Basta você ser alguém sem nenhuma necessidade especial e me pedir para passar à frente, na fila do caixa do supermercado.

Acontece muito, acontece sempre e eu sempre nego.

É o famoso jeitinho brasileiro, onde, mais do que uma eventual “pressa”, o que está mesmo entranhado no microchip cerebral do(a) impertinente é a brasileiríssima malandragem.

O(a) sujeito(a) não quer nem saber se esperei muito na fila, menos ainda se eu tenho tanta ou mais pressa do que ele(a). O negócio é se dar bem e não olhar às custas de quem.

Quando digo que, mais do que a pressa, o que vale para eles é a esperteza, eu tenho minhas razões.

O caso mais recente aconteceu no exato Domingo de Páscoa. Um sujeito estava com quatro itens nas mãos e me pediu pra passar à minha frente no momento em que eu seria atendido no caixa. Neguei, e ele ainda ouviu de mim um sermão, não sobre a ressurreição de Cristo, mas sobre maus costumes.

O cara sequer tinha se dado o trabalho de perceber que eu estava com pouquíssimos itens no carrinho (10) e que o check out seria rápido, coisa de 3 minutos. O que valia para ele, acima de tudo, era “adiantar o lado”, sem sequer pensar se estaria me afetando. E tem mais: para os espertalhões, não importa se o supermercado tem caixas preferenciais ou de poucos itens, o lema é sempre “ser esperto e desviar das regras”.

É por essas e outras que sempre digo: mais cara de pau do que aquele que fura a fila na surdina, é o que pede pra furar.

Nilson Pessoa

O PASSADO E O PRESENTE EM ILHÉUS

Autor: Gustavo Kruschewsky

Naquele tempo, continuava se insurgindo em Ilhéus a briga na disputa do “poder” de políticas públicas. Existiam “ilustres” candidatos a cargos públicos, que jogavam limpo na disputa eleitoral, mas também surgiram muitos churdos que se envolveram na “política” utilizando-se do exercício da “arte” de captação de sufrágio, e com suas equipes formavam verdadeiros currais eleitorais. A coisa era feita com a colaboração das figuras de alguns “coronéis” – com decorrer do tempo de muitos empresários – que tinham poderio no meio rural e em vários bairros e distritos de Ilhéus. Era uma corrente que funcionava. Hoje – com o advento da tecnologia – dá-se o nome de REDE. Confiavam na expressiva votação, graças às providências do “voto de cabresto”, o famoso voto comprado, que subsiste historicamente até os nossos dias em época de “democracia” no Brasil.

Vale lembrar que a disputa pelo poder público naquela época em Ilhéus era tipo o conservadorismo e o liberalismo. Faz lembrar o que opera nos dias de hoje nos Estados Unidos da América do Norte – Democratas versus Republicanos! Conta a história que alguns clãs de posses em Ilhéus travavam essa luta “ideológica”. Algumas famílias construíram seu patrimônio através do labor próprio e outras tantas cumularam riquezas através de ter muito prestígio com instituições importantes do município. Alguns desses “líderes” ocuparam a cadeira de alcaide do município de Ilhéus.

A verdade é que os eleitores daquela época, que pertenciam mormente à massa – considerada excluída – nunca souberam o que significa CONSERVADORISMO ou LIBERALISMO. É, até hoje, uma linguagem para encher linguiça, que a massa e muita gente do povo não entendem, ainda usada pela elite “política” dos tempos atuais. Sendo assim, esses “eleitores”, a maioria de cabrestos, não conheciam nem de longe o subterrâneo do processo político da cidade de Ilhéus. Eles eram abertamente comprados em troca do voto – era

a cultura da época – que até hoje existe – utilizada em pleitos municipais, que finalmente decidiam as eleições. Naquele tempo não era crime a captação de sufrágio. Só com o advento da Lei 9.504, de 1997 – prevista no artigo 41-A – tornou-se ilicitude a captação de sufrágio, a famosa compra de votos. Antes, porém, prevalecia a máxima jurídica que ainda está a viger no país, que: “não existe crime sem lei anterior que a defina nem pena sem prévia cominação legal”, considerando que não existia legislação à época que normatizasse essa prática.

A vida em Ilhéus ainda era bastante provinciana, apesar do seu tempo de existência. A população citadina já se aproximava dos quarenta mil habitantes. As ruas de poucos bairros existentes não eram todas calçadas, como se amarga ainda nos dias atuais. Os distritos, pior ainda! Se não fosse o transporte através de trem se teria dificuldades ainda maiores de se chegar até a alguns deles. Hoje, nem os ônibus conseguem transitar pela precariedade das estradas e dos “transportes” públicos.

Existia somente um estabelecimento bancário na cidade. Escolas, apenas a municipal – que depois tornou-se referência na cidade – e em fase embrionária o conhecido Instituto Nossa senhora da Piedade, que existe até hoje já bem estruturado e modernizado. Devido ao aumento populacional havia necessidade urgente de criação de mais escolas públicas e de outras particulares. Com o tempo surgiu a Escola Eduardo Siqueira, no bairro nobre denominado Cidade Nova (que hoje já não é tão nobre); Escola Afonso de Carvalho, bem no centro da cidade, e outras talvez de melhores portes em termos estruturais. Assim foi se desenvolvendo a educação sistemática na velha cidade do São Jorge dos Ilhéus que diga – se de passagem tem boa nota de aprovação. :: LEIA MAIS »

LIVRO: CACAU UM BEM DA NATUREZA PARA PROVEITO DO HOMEM

Luiz Ferreira da Silva

Altenides Caldeira Moreau

Quem nunca se deliciou com uma barra ou bolo de chocolate? E muitos nem sabem do esforço dos pioneiros do cacau, chamados pejorativamente de “coronéis”; dos peões que labutam sol-a-sol e nem dos burros que carregam o cacau colhido e operam outras funções nas roças! O livro vai lhes contar.

A quatro mãos, escrevemos esta obra como gratidão ao fruto-ouro, numa nova visão sobre a planta dadivosa, na tentativa de divulgar, em primeiro plano, as suas propriedades fito-ecológicas.

A obra acaba de ser publicada pela Editora VIA LITTERARUM (www.vleditora.com.br

Vendas. Através dos autores: [email protected] e [email protected]; ou da própria editora: [email protected]

(R$ 30,00 (incluindo porte registrado)

RESUMo

Os autores, servidores da CEPLAC, se sentem agraciados pelo cacau, fruto-ouro que lhes facultou excepcionais condições por toda trajetória profissional, razão pela qual escreveram a presente obra como forma de gratidão.

Através de 15 capítulos, em síntese enfocam:

Ø. A epopeia dos pioneiros homens que, com esforço e luta, inclusive beligerante, implantaram a lavoura cacaueira, deixando ensinamentos para as gerações subsequentes, criando uma história agrícola sem igual.

Ø. As características do cultivo e posterior beneficiamento de suas sementes, além da interação do cacaueiro com o meio fitogeográfico da Mata Atlântica.

Ø. A importância da cacauicultura nos aspectos sociais, econômicos, ecológicos, além de se constituir num vetor de atração financeira e epicentro de desenvolvimento rural.

Ø. O chocolate, pelas suas características alimentícias, energéticas e até, como muitos acreditam, afrodisíacas, sem se esquecer do seu encanto que exerce entre as mulheres, companheiro nas suas crises emocionais, sobretudo ligadas a uma desdita amorosa.

Ø. As crises da cacauicultura em 1931 e 1957, ocasionando a intervenção do Estado com a criação do ICB e da CEPLAC, bem como a atual que se arrasta por mais de 20 anos.

Dessa forma, com uma linguagem simples e concisa, pretendem os autores dispor aos leitores as informações necessárias para ajuizarem sobre o valor deste cultivo para a região, para a Bahia e para o Brasil, podendo até ser considerado como Patrimônio Nacional.

 

REFLEXÃO PARA SEMANA SANTA

PROVIMENTO DE DEUS

Autor Gustavo Kruschewsky

Deus provê:

Sabedoria para suportar e vencer as dificuldades da vida!

Deus provê:

Cérebro inteligente com conduta honesta e disposição para obter prosperidade!

Deus provê:

A consciência humana para um eterno aprendizado!

Deus provê:

Coragem para superar situações perigosas!

Deus provê:

Amor para coadjuvar outras pessoas que tem problemas!

Deus ouve:

Muitas preces e em resposta abre caminhos dando oportunidades magníficas!

Atos humanos sem sabedoria, sem conduta honesta, sem coragem e sem amor,

Não são providos por Deus

O QUE FALTA AO BRASIL

O titulo acima, publicado em 12.04.2919 é de Pedro Dória, articulista do Globo, estadão e vários outros importantes veículos de comunicação da terra brasilis. Fincado ao pé da serra do jequitibá, aqui em Macuco, pensei com meus botão e exclamei!!!! PQP; Aleluia, enfim apareceu um cabra de coragem e vai descascar tudo, vai contar a verdade………vamos saber a verdadeira historia da terrinha e pode ser o começo da redenção.

Todos, sem exceção, ficarão a par do quanto é necessário que o povo perceba a mediocridade do meio musical, esportivo (sem exceção, com louvor para o futebol), da imprensa televisiva com as novelas, que insistem em dizer cultural, mas na verdade é um festival de putaria que invade os lares da familia  brasilis   a partir das 18:30 com o poder  imperial de bagunçar com o querer do povo; perceber que a imprensa livre é essencial, mas no seu bojo ela  tem que ser honesta,informando com imparcialidade; perceber que essa desigualdade social e econômica é criminosa,que os poderes que regem a nossa democracia estão podres , que a verdadeira reforma  é a POLITICA e definir  como fazê-la cabe ao povo. Ela é a mãe de todas as reformas e as demais virão a reboque.

Volto ao Pedro Dória e ele diz “O AUMENTO DO PIB ESTA CADA VEZ MAIS, ANCORADO COM O CRESCIMENTO DIGITAL”. E eu pensando que o homi seria o macho que ia botar a boca do trombone e dizer O QUE FALTA AO BRASIL..?

O Dória é historiador, cientista político, doutor, professor, ver tratar-se de um homem de vastos conhecimentos, porem, decepciona,cai na vala comum, torna-se insensível e  medíocre. FDP vá enganar a mãe do seu irmão.

Pedro macuco

12.04.2019

Casa Amarela realiza seminário

“Afeto e limite, um elo de amor”

Em tempos e em que as famílias estão cheias de anseios e incertezas, procurando sempre a melhor maneira de educar suas crianças, a Escola & Brinquedoteca A Casa Amarela vai promover o seminário “Afeto e limite, um elo de amor”. O evento acontece neste sábado (13), das 08h30 às 11h30, no auditório da Faculdade de Ilhéus. As falas serão conduzidas pela pediatra Alba Ikuta e pela psicóloga e psicopedagoga Edla Soares.

As inscrições para o seminário podem ser feitas na escola ou através do link disponível na página do Facebook da Casa Amarela (https://forms.gle/7qyQzZHJr5StKgiEA). “A princípio, o evento seria voltado apenas às famílias das nossas crianças e corpo técnico. Mas, diante da procura e relevância do tema, abrimos para o público externo. Acreditamos que será um momento de troca e aprendizagens”, explica a diretora pedagógica, Sara Lemos.

Para participar do seminário, está sendo solicitada a doação de caixas de chocolate para a Páscoa Solidária, ação promovida anualmente pela Escola & Brinquedoteca A Casa Amarela. Neste ano, as guloseimas arrecadadas serão destinadas aos estudantes da Escola Municipal Antônio Sérgio Carneiro, em Olivença.





















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