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:: ‘Espaço do Leitor’

Alerta à população

Paiva Netto

 O Ministério da Saúde declara 26 de abril Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, campanha em que alerta a sociedade para o aumento dos casos de pressão arterial alta.

De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, de 2012 para 2016, o número de brasileiros com o problema subiu de 24,3% para 25,7%. O levantamento aponta que a doença atinge todas as idades, principalmente os idosos. Foram abordados 53 mil adultos. Entre as pessoas com 65 anos ou mais, a porcentagem chegou a 64,2%, contra 59,2% em 2012. De acordo com o estudo, a proporção de hipertensos é maior entre mulheres (27,5%) do que entre homens (23,6%).

A Sociedade Brasileira de Hipertensão, em parceria com o Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia, esclarece que 50% das pessoas desconhecem o seu estado de pressão alta, e dos que sabem, apenas 25% buscam realmente um tratamento. Este assunto deve, nos dias atuais, também ser tratado com os jovens. De acordo com o Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes (Erica), que analisou dados de 73 mil estudantes de 12 a 17 anos, de escolas públicas e privadas de 124 municípios de todo o país, um em cada dez adolescentes apresenta hipertensão arterial. A pesquisa, conduzida entre 2013 e 2014 por diversas universidades brasileiras e financiada pelo Ministério da Saúde, mostra que essa alteração somado ao excesso de peso (sobrepeso ou obesidade) e taxas acima do recomendável de colesterol total ampliam o risco de morte por infarto e favorecem o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes.

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COTIDIANO

PORTA DE ESCOLA.

Diariamente alunos são transportados para escola em diversos tipos de transporte. Direcionamos alunos que os pais levam para escola. Nesse particular que queremos relatar o transporte de carros pelos pais. A escola é local que a criança/adolescente aprende as primeiras letras e prosseguido os estudos atingem a formação profissional se incorporando a sociedade de acordo sua formação profissional. Voltamos a fase escolar em que os pais levam seu filho para escola nos seus automóveis em algumas situações observamos a escola como local de aprendizado e local que se aprende a compartilhar com os colegas lições acadêmicas aprende a respeitar o seu colega e ter uma convivência entre seus companheiros e a respeitar as leis do pais para uma convivência promissora na sociedade. No entanto alguns pais dão exemplo negativo no desembarque de seus filhos na porta da escola, estacionam os seus veículos em locais indevidos que prejudicam aos outros pais e o transito de carros nas porta da escola. Pais reflitam vocês levam os filhos para aprender respeitar seus colegas e de forma absurda param e estacionam de forma irregular na parta das escolas para desembarquem de seus filhos.

MOTOCICLISTA

Art. 57 do Código de Transito Brasileiro.

“Os ciclomotores devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito da pista sempre que não houver acostamento ou faixa própria a eles destinada, proibida a sua circulação nas vias de trânsito rápido e sobre as calçadas das vias urbanas”.

Os motociclistas circulam sem observar o ART. 57 do CNT que orienta as motos sobre posição ser seguida nas pistas de rolamento.

Motociclista ultrapassa veículos pela esquerda e direita tem momentos que motos ultrapassam os veículos simultaneamente pela esquerda e direita. Circulam zig zag havendo situações das motos colidirem frontalmente devido essas operações arriscadas, atinge retrovisores dos automóveis. Ao estacionar posicionam suas motos na frente e fundo dos veículos dificultando o movimento dos veículos. Tal situação não é pertinente todos motociclistas.

As faixas duplas de divisão de faixas de rolamento não são obedecidas levando a insegurança aos motoristas que circulem por essas vias e existem situações grotescas de circularem por cima dos passeios.

[email protected]

RODA DE SAMBA

Autismo e desafios da inclusão

Paiva Netto

Para ampliar a conscientização de todos, alguns temas devem estar sempre em pauta. Um deles é o autismo, que atinge mais de dois milhões de brasileiros e representa 70 milhões de pessoas no mundo, cerca de 1% da população mundial, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

O diagnóstico precoce pode fazer enorme diferença no desenvolvimento do indivíduo. Este, ainda que seja portador de limitação física ou psíquica, possui a extraordinária capacidade para se adaptar e alcançar importantes objetivos de vida. O mundo está repleto de exemplos. O que falta, às vezes, é o devido investimento no Capital de Deus, ou seja, na própria criatura humana.

Sintomas e cuidados

Alguns autistas apresentam determinadas habilidades que superam as da média da população. “Eles têm bastante facilidade para números, decorar, resolver expressões matemáticas e para várias questões diferenciadas da vida. Mas não conseguem dar funcionalidade a isso”, explica a assistente social Simone Bruschi.

Um ponto que prejudica o acompanhamento especializado do autista é, num primeiro momento, a negação do problema, situação frequente no seio familiar. Simone, integrante da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (Abads), em entrevista ao programa Sociedade Solidária, da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), comenta: “Quando falamos do autismo, abordamos algo que não se pode identificar por exame de sangue, eletroencefalograma, tomografia. E o diagnóstico é muito difícil de ser aceito pela família. Existe a avaliação clínica — que é muito rica —, porém, os familiares sempre questionam: ‘Ah, não. Acho que pode ser algo diferente’”.

Nesses casos, de acordo com Simone, devem-se buscar outros profissionais, inclusive para que também eles se envolvam na vida dessa família, dessa criança ou desse adolescente.

É fundamental procurar um especialista ao perceber na criança qualquer indício constante de preferir ficar sozinha, de apatia diante dos brinquedos, de não reclamar por ser deixada no berço, em vez do colo dos pais. “Existem famílias que só começam a levar para o tratamento na idade escolar, quando o professor sinaliza: ‘Olha, o seu filho precisa de auxílio’. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as possibilidades de tratamento.” :: LEIA MAIS »

PARA ONDE VAI A CEPLAC?

Luiz Ferreira da Silva, 82

Pesquisador aposentado e ex-diretor do CEPEC

[email protected]

E pensar que um Organização que já fora modelo e até reverenciada pela EMBRAPA e pelo IICA, ademais de ter sido elogiada pelo Presidente Geisel – “Feliz do Brasil se tivesse muitas CEPLACs no Brasil!” – esteja vagando à deriva e não se sabe o que fazer dela, como fosse um estorvo para o Ministério da Agricultura?!

Muitas conjecturas estão sendo discutidas sobre o seu futuro, desde ser pareada com a UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, BA), reduzida ao CEPEC com o reforço da Extensão ou “doada” à Embrapa, que apenas absorveria a pesquisa.

Recentemente, essa última alternativa voltou à baila, agora com o argumento que aquele modelo da CEPLAC – Pesquisa, Ensino, Extensão e Apoio ao Desenvolvimento – estava esgotado e só existia na cabeça de saudosistas.

Isso não é verdade, pois a integração desse cavalete operacional proporciona o real desenvolvimento de uma região, mercê da integração das partes de modo sistêmico no uso racional dos recursos da terra.

Simplesmente transformar uma organização de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) em um Centro de Produto da EMBRAPA, pode até ser uma solução emergencial ante ao debacle institucional em que se encontra e falta de recursos, mas nunca como uma solução inteligente, mas naquela de se perder os anéis, para salvar os dedos. Uma solução, pois, de viés puramente economicista, considerando o atual caos do país, quebrado e com poucas perspectivas de retornar, a curto prazo, ao grau desenvolvimentista de anos pretéritos. E, jamais, que o cavalete institucional – esteja superado!

Recorro, para me justificar, ao Projeto americano, o “Land Grant College”, implantado pelo Presidente Roosevelt, em 1930, voltado ao desenvolvimento de uma região pobre, cujas ações perduram até hoje (TVA – Tenesee Valley Authority). E continua produzindo frutos a exemplo da fundação de uma Universidade Regional.

E inclusive, o CEPEC vai se apequenar com tal absorção, pois é mais complexo que as unidades de pesquisa da EMBRAPA, por ser um misto de produto e recursos, dispondo de uma rede experimental que atende ao cacau, aos cultivos diversificados e aos recursos naturais, haja vista os diversos estudos procedidos na Mata Atlântica Sul baiana (Pedologia, Fitogeografia, Geologia, Clima, Botânica, Hidrologia, Fotogrametria), tornando-a ímpar em matéria do conhecimento integrado de sua fisiografia.

É lógico que o modelo tem que ser revisado. O momento é bem diferente da década de 60, sobretudo em relação do boom tecnológico nas diversas áreas do conhecimento.

Neste contexto, a Extensão Rural, considerando o avanço da tecnologia agropecuária de precisão pari passu ao uso da TI (Tecnologia da Informação), teria que ser revista, pois sua estrutura é pesada e custosa.

Em 06 de janeiro de 1980, o Sistema Globo de Televisão lançou o Globo Rural, revolucionando a difusão de tecnologia no meio rural, constituindo-se no marco nesta nova visão de se interagir com os produtores agropecuários.

Nestes 36 anos, surgiram canais específicos e técnicas de comunicação foram desenvolvidas pari passu à TI (Tecnologia da Informação), eivada de aplicativos cibernéticos e mão-de-obra especializada em ciência da computação.

Estão aí os meios de informação e aprendizagem, notadamente canais de Tv e a Internet, sociabilizando ensinamentos de forma massificada. Neste particular, recorro à minha esposa, Airma, no nosso início matrimonial, recém-chegada à Itabuna, junho de 1964. Imediatamente se matriculou num curso de culinária, quando hoje é só ligar a TV e dispor de aulas com riqueza de detalhes.

Com base nesse raciocínio, pois nunca fui extensionista, e parando para pensar, provoco esta nova maneira de se levar a informação ao agricultor, não mais no “corpo-a-corpo” como dantes, no qual surge a figura de um outro extensionista, mais especializado em TI do que em Fitotecnia, diferentemente de outrora.

E para finalizar permitam-me esclarecer, como da velha guarda ceplaqueana – “socio fundador do CEPEC/1963” -, que a minha defesa do modelo da CEPLAC, nada tem de saudosismo, mas fundamentado em visão holística da utilização integrada dos recursos naturais, com o Homem em seu epicentro. (Maceió, AL, 30 de março de 2.019).

OLIVENÇA – Uma Delícia de Recanto

Autor- Gustavo Kruschewsky

Mar, areia e água doce, compondo o cenário

Brilhando com a ajuda da LUA

Contentes com a presença do sol

A chuva molhando a mata e limpando a larga e a estreita RUA

Tudo é festa, alegria e sossego

Não importa nem o tempo nem a HORA

Nas águas, na areia e na terra

Acontece mesmo, desde os tempos de OUTRORA

Nossa Senhora das Escadas, Igreja construída no ano de 1.700

Longos anos de atração TURÍSTICA

Acolhe na sua simplicidade

Quem tem e não tem visão MÍSTICA

A Tororomba é bastante agradável

O visitante conhece e passa a GOSTAR

Aproveita a oportunidade

Para na água santa se BANHAR

Árvore é extraída da mata e descascada

Até hoje uma gostosa DIVERSÃO

É tradição indígena e dos jesuítas

Criando a festa da puxada do mastro de SÃO SEBASTIÃO

Com tanta beleza e alegria

Ainda nesse LUGAR

Existe um confortável condomínio

O seu nome é JUBIABÁ

Quando se olha para o oceano

Tem cabecinhas à VISTA

Não é nenhum peixe nadando

É a prancha e o SURFISTA

Quem descobriu essa bela região

Não foi nenhum ESTRANGEIRO

E o morador nato

Foi o índio o PRIMEIRO

Daí criou-se uma cultura

Que até hoje é VENERADA

Atrai milhares de pessoas

Em qualquer dia ou TEMPORADA

O nome desse lugar

Quando visitar se CONVENÇA

É uma delícia de recanto

É a bela e histórica OLIVENÇA.

AÍ A RAZÃO DA DÚVIDA, DA PULGA NA ORELHA

O fato de o governador Rui Costa anunciar a realização –através de vídeo que começou a rolar na web em fevereiro de 2018– da estrada Belmonte a Canavieiras e, daí para cá, silenciar, põe uma pulga atrás da orelha deste escrevinhador.

As promessas de construção desta rodovia, como registradas em outros escrevinhados, tiveram origem há umas duas décadas nos palanques eleitorais. Os governantes Cesar Borges, ACM, Paulo Souto e Jacques Wagner já protagonizaram em praças públicas juramentos de realiza-la, mas as juras esvaiam-se sempre em alegações um tanto esfarrapadas ao respeitável público do sul da Bahia. Entre elas, uma era useira e vezeira: a de ser onerosa, haja vista algumas obras de arte no trajeto. Entretanto, tal onerosidade era por demais questionável, não só pela importância do empreendimento para a região sul-baiana, mas também por ser ‘café pequeno’ –em termos de hoje– em comparação a projetada ponte Salvador/Itaparica, mesmo o governo baiano entrando só com 25% dos 7,6 bilhões de reais do total orçado. A Bebel/Canes (como os mais chegados tratam as duas cidades) distará cerca de 30km segundo traçados mais longos e, portanto, mais econômicos (comporta também uma ponte sobre o Jequitinhonha de mais ou menos 500m); aliás, delineamentos que (os gestores mencionados chegaram a ter a iniciativa de faze-los) devem abundar em alguma gaveta bem lacrada da administração baiana.

No vídeo o mandatário diz claramente que o projeto desta ligação rodoviária está em fase de conclusão e inclusive já haver autorizado o Marcos (possivelmente alguém ligado a alguma secretaria do ramo) licitar a obra logo ele estivesse pronto. Sim, e que viria à Região Cacaueira proclamar a boa nova.

A gravação, repetimos, data do 2º mês de 2018. Embora o sentimento de frustação com este elo domine a população cá da banda sulina da Bahia, o anunciado na internet na época ascendeu de novo suas esperanças, mas até agora, um ano depois, nem um sussurro a respeito pintou no ar. Aí a razão da dúvida, da pulga na orelha.

Sua Excelência tem reiterado na imprensa priorizar a educação, saúde, a segurança e –ao cenário econômico estagnado do país– a necessidade que teve de ajustar as contas pública nos quatros anos da gestão passada para organizar as finanças do estado. Ademais, mesmo sem prevê uma melhora da conjuntura no exercício atual, ele afirma “Seguiremos nesse ritmo de responsabilidades fiscal e financeira, mas também garantindo que a Bahia seja o estado de maior investimento no Brasil”.

Pois bem. Apesar da mensagem alvissareira (a da rodovia saída da prancheta) não haver ecoada no pedaço até o momento, a frase aspada pode ser vista como um alento, pois, como se sabe, estrada é investimento e, é de se crer que o governador –com a prevista inauguração para o meio do ano da ponte Ilhéus/Pontal e a implementação da futura Salvador/Itaparica– tenha colocado em pauta que esta ligação desestagnará via terrestre as chamadas Costa do Descobrimento e Costa do Cacau e, com efeito, incrementará o turismo, enfim, a economia, de um modo geral, da Região Sul da Bahia. Claro, são conjecturas, mas

mesmo o tempo urgindo e o histórico das promessas contraste com o anseio regional, o sonho da Bebel/Canes pode não ser tão sombrio, porque (tirando uma aqui de analista político rasteiro) os quase 76% de votos dos baianos a Rui Correria, carinhosa alcunha do governante pelo seu dinamismo administrativo, parece ter muito a ver com a sua vontade e orgulho de cumprir o que tem prometido.

Heckel Januário

Em tempo: o referido vídeo fora publicado uma semana depois que o parlamentar estadual Jânio Natal e o prefeito de Belmonte, Janival Borges estiveram em audiência com o governador. Na ocasião este escrevinhador saiu com o escrito titulado ‘Só Me Resta Acreditar’, que somara –pela construção da Bebel/Canes– a um bom número de outros anteriores; infelizmente surfados na onda das fake news das promessas governamentais passadas. A expectativa é que este escrito tenha sido surfado na crista de uma notícia-verdade.

CONTAGEM REGRESSIVA PARA A 7ª CONFERENCIA DE SAÚDE DO MUNICIPIO DE ILHÉUS

Está prevista para os dias 25 e 26 de Abril de 2019 a nossa conferencia de saúde, em breve estaremos divulgando em outros meios de comunicação assim que os folders estiverem prontos. Lembramos que Atualmente os desafios para a defesa da saúde se avolumaram para dimensões colossais, tendo dois pilares fundamentais. O primeiro pilar de desafios diz respeito à resistência aos mais violentos ataques aos princípios e diretrizes do SUS, realizados por forças que buscam uma contratação social para esse direito aos moldes anteriores a 1988. O segundo pilar de desafios trata da formulação de políticas que possam desenvolver o SUS, na direção da superação de seus gargalos, que não são poucos. O desafio atual é conseguir a contribuição de cada usuário, profissional de saúde, gestor e prestador, para que a gestão participativa, vestida da bandeira da Democracia e Saúde, possa ser uma poderosa guardiã da Constituição Federal na defesa do Direito Humano Fundamental à Saúde. Defender o SUS significa defender ações e serviços de saúde para a totalidade da população brasileira, sendo que para mais de 75% desta população o SUS é a única opção de assistência à saúde, e defender conquistas que são exemplos para o mundo.

A Constituição Federal de 1988 vem sendo atacada desde sua promulgação, o que impôs barreiras para efetivação de políticas públicas que dessem materialidade aos seus apontamentos, como o Direito à Saúde e ao Bem-Estar Social. Todavia, os mais duros ataques ao Estado Democrático de Direito, preconizado pela Constituição Federal de 1988, foram feitos justamente ao seu caráter Democrático e de Direito. O Estado Democrático diz respeito à soberania, à vontade popular e ao respeito às minorias O Estado de Direito significa o acesso ao direito à cidadania através de políticas públicas. Dessa forma, ao não respeitar a soberania da vontade popular de uma eleição majoritária e ao instituir a Emenda Constitucional nº 95 de 2016, que congela os gastos públicos por 20 anos, descumpriu “romperam” o nosso contrato social.

Sempre é oportuno lembrar o registro legal e o acúmulo produzido até o momento, principalmente quando se prepara uma Conferência Nacional de Saúde em um contexto de tamanha complexidade como o atual, onde os níveis de saúde da população mostram contradições e perigosos retrocessos. Esse processo de conferência, assim como os Conselhos, representam uma verdadeira reforma na condição de funcionamento democrático do Estado, ampliando as relações entre democracia representativa e democracia participativa direta, de caráter ascendente, iniciando seu processo nos níveis municipais, estaduais, distrital, culminando com a etapa nacional.

O Conselho Municipal de saúde de Ilhéus já vem realizando a estruturação das pré-conferencias, e realizando contatos com lideranças nos bairros da nossa cidade, estamos priorizando os distritos também, a saúde é para todos e agora é momento de união para aqueles que defendem a existência do SUS. Com o intuito de ouvir as dificuldades e aprender também como lidar com estas dificuldades e fazer a transformação junto com ações que serão discutidos nos eixos propostos para esta conferencia, segundo meu amigo Yolando Souza, pessoa muito respeitada “O SUS É O MELHOR PLANO DE SAÚDE EXISTENTE”. E nós Brasileiros somos privilegiados por tê-lo no nosso país.

Então o CMSI conclama a população para que se faça presente pois a participação popular será ativa, as propostas apresentadas e aprovadas serão levadas pelos Delegados aprovados, para a Conferência Estadual, e nos dois dias de evento, aqueles que se fizerem inscritos participem dos debates, discussões e elaboração de propostas nos eixos temáticos. tais propostas serão a realidade da sua comunidade

Os inteligentes Burros do CACAU

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisado aposentado da CEPLAC/CEPEC

[email protected]

O burro é um híbrido resultante do cruzamento do jumento com a égua ou do cavalo com a jumenta, com características de ambas as raças, notadamente rusticidade e pernas longas que lhe proporciona maior velocidade e adaptação a caminhos acidentados.

Como é sabido, a cacauicultura fora implantada em condições de relevo fortemente ondulados e até pedregosos, além de não dispor de infraestrutura viária, impossibilitando o transporte em veículos motorizados.

Por necessidade, o pioneiro recorreu ao burro por inteligência em mão dupla. Este, ajudando-o nas tarefas pesadas e aquele provendo-o de um bom capim colonião acrescido de colmos de cana e outros produtos da Natureza, incluindo a própria casaca do cacau.

Em seu trabalho árduo, ora subindo e descendo pelas ladeiras íngremes com os “caçoás” pesados de cacau mole, ora trotando pelas ruas levando as sementes beneficiadas aos armazéns de exportação, esse forte muar se destacou na lavoura cacaueira. E, ademais, outras cargas em suas jornadas cotidianas, inclusive nas cidades. Quem não se lembra dos areeiros do rio cachoeira, em Itabuna, com seus fortes muares carregando areias para as construções?

E dessa forma, passou a ser um instrumento agrícola importante, sem o qual milhares de cacauais não seriam viáveis nas áreas montanhosas de Morro Redondo, na serra das trempes, nos altos de Camacã, no vale rochoso do Almada, nos pendentes íngremes de Ubaitaba; tampouco nos solos encharcados dos grandes rios, Pardo e Jequitinhonha.

Vale a pena lembrar o jumento, também com função relevante no Nordeste. Luiz Gonzaga, assim descreveu seu incansável trabalho pelas terras secas e vegetação espinhenta, cantando:

Arrastou lenha, madeira, pedra, cal, cimento, tijolo, telha

Fez açude, estrada de rodagem,

Carregou água pra casa do homem

Fez a feira e serviu de montaria

Também o Padre Vieira que, em sua defesa, tentando conscientizar o homem valor daquele aparente frágil animal, alcunhou a frase – o jumento é nosso irmão, em gratidão ao seu trabalho em prol do homem do semiárido, tanto no meio rural, quanto no urbano, ora carregando os produtos agrícolas, ora os ancorotes de água para saciar a sede .da população.

Igual razão o burro do cacau, assim poderia ser considerado na região, pois como aquele dá o seu suor e nem sempre é recompensado.

Pois bem. É difícil entender a razão pela qual o homem xinga de burro referindo-se a falta de inteligência ou a um ato insensato de alguém, numa interpretação sem sentido e destituída de razão, denegrindo esses animais, tão úteis?!

Então, gente, sobretudo do Sul-da-Bahia, já é tempo do merecido reconhecimento ao “burro-animal”, pelo seu trabalho fundamental à lavoura cacaueira, eliminando-se, ademais, a pecha de “burro-acéfalo” dada pelo homem, injustamente. (In. Livro no prelo – “CACAU, BEM DA NATUREZA PARA PROVEITO DO HOMEM” – Luiz Ferreira & A. C. Moreau)

SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO NO BAIRRO DO MALHADO – UM NOVO OLHAR CULTURAL.

Por Gustavo Kruschewsky

É sempre assim, o novo assusta! Se as mudanças das novas sinalizações horizontais, efetuadas recentemente no Bairro do Malhado na cidade de Ilhéus-Bahia, pelo Poder Público Municipal, estiverem tecnicamente indo de encontro às regras de trânsito, aí sim, é pertinente a devida reação e reclamação popular.

As pessoas, de um modo geral, não estão acostumadas com mudanças. É preciso resolver o problema para muitos tipos de veículos. Nesses traçados novos de sinalização horizontal, no histórico e simpático Bairro do Malhado, tem lugar para o trânsito de bicicleta, de cadeirante, de ônibus, caminhão, carro de passeio e área para estacionamento…O que falta mais? Ora, se o ônibus estacionar – no ponto da Litorânea Norte por exemplo – a bicicleta e o cadeirante esperam atrás e no sentido contrário a mesma coisa. Quando o ônibus continuar no seu trajeto o cadeirante e/ou o ciclista prosseguirão.

Não é fácil resolver o trânsito de tantos veículos na pista, considerando que bicicleta, cadeira de rodas e similares devem ser considerados VEÍCULOS DE PROPULSÃO HUMANA. Observe o que diz Cláudia Mara de Almeida Rabelo Viegas, no artigo de sua lavra intitulado “O princípio da supremacia do interesse público, uma visão crítica da sua devida conformação e aplicação”: Diz a articulista: “Vale trazer à baila a existência do princípio da supremacia do interesse público, o qual informa todo o direito administrativo direcionando as condutas dos agentes”.

Continua a articulista: “Ocorre que, no âmbito das relações sociais, vão surgir conflitos entre o interesse público e o interesse privado, de forma que, ocorrendo este conflito, há de prevalecer o interesse público, isto é, aquele que atende um maior número de pessoas. Essa é uma ideia defendida por ilustres autores, os quais sempre induziram os seus leitores a pensar desta forma, não possibilitando aos mesmos uma visão crítica acerca desse assunto. Diante disso vamos tentar demonstrar que o princípio da supremacia do interesse público é de extrema importância no Direito, todavia, a sua aplicação deve ser limitada, uma vez que os direitos individuais também clamam pela sua observância”.

Nessa toada, verifica-se que essa nova SINALIZAÇÃO HORIZONTAL OSTENSIVA que se tem agora no Malhado, caracteriza-se um raiar ou despontar de TRÂNSITO SOLIDÁRIO. Solidariedade é o que falta em muita gente nos dias atuais. Vamos esperar e torcer e contribuir para que essa implantação de nova sinalização possibilite segurança “viária” para motoristas e pedestres e que sejam evitados acidentes diários. É sem dúvida uma nova visão cultural. Parabéns à Administração pública do Município de Ilhéus.

Um alerta: Andando devagar nas pistas todos irão e voltarão ilesos e em paz para os seus lares ou outros destinos. Vale dizer que em muitos países, a exemplo dos USA, os motoristas não podem passar de 25 a 30 km por hora em vias públicas urbanas movimentadas. Portanto, vamos conduzir qualquer tipo de veículo com bastante prudência para se evitar acidentes que podem ser fatais.

A foto abaixo apenas exemplificando, dentre tantas outras que estão postadas na time line – – página do facebook deste articulista – Gustavo Kruschewsky, são de sinalização horizontal de trânsito de via urbana de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, que recebeu premiação internacional.

O GANHO DO DINHEIRO

Por Gustavo Kruschewsky

Existem várias maneiras de se ganhar dinheiro nos dias atuais.  Na aposta em jogo, doação, ilegalmente e laborando. Algumas pessoas afirmam que imprecando a Deus, com fé, consegue-se reverter o quadro e resolver problemas financeiros, aliás isso é o que se vê em muitas agremiações rotuladas de religiosas que se utilizam dos “fieis” – através de várias estratégias – a fim de armazenar grandes fortunas em bens materiais.

A falta de dinheiro é um dos maiores males da atualidade, proporciona limitações severas na liberdade do ser humano, surgem enfermidades. Os mais fortes resistem mais ao enlanguescimento. O humor malogra-se, ou seja, vai para as cucuias. Muitas vezes este tipo de situação leva à prática de ações delituosas de toda a espécie em pessoas que tem tendências. O desespero se instala no espírito da pessoa que tem tendência ao exercício do crime e se junta a grupos com o mesmo sentimento de armazenar fortunas ilegalmente a todo custo. O indivíduo pode virar bicho, porque perde a tão falada – e para ele utópica – cidadania prevista em estatutos, leis orgânicas e constituições de Estado e Federal.

É doloroso ver o filho fora da escola. Ver exaurir o crédito na mercearia. Faltar o recurso para pagar o aluguel e as taxas cobradas de uso do imóvel. Não ter dinheiro para comprar roupa e calçado. Faltar a grana para pagar a condução. Inexistir o poder de compra do remédio para ser restabelecido de uma doença. Pior ainda, não se ter acesso a uma assistência médica decente. E o desemprego continuando e se alastrando no país, apesar de informações jornalísticas apontarem que este fato de natureza moral, social e política está diminuindo.

No tocante à sorte em jogo, as loterias federais e o jogo do bicho são alguns meios de esperança posto ao alcance de todos, para tentar ganhar algum dinheiro ou até mesmo ficar rico para o resto da vida.

Ora, para tentar a sorte é necessário ter dinheiro. É um perigo. O efeito pode ser contrário. Existem pessoas que gastam fortunas com o jogo e só perdem dinheiro. Portanto, quem não tem dinheiro perderá a oportunidade de ganhar dinheiro apostando na sorte.

A segunda hipótese é receber dinheiro por doação. Normalmente, o dinheiro doado por alguém a outrem tem prazo determinado e certos limites. Por exemplo: A pensão alimentícia fática ou legal, que não deixa de ser uma doação, retira a liberdade de quem a recebe. A não observância de certas regras previstas em lei pode ocasionar a perda do pensionamento. Outro exemplo é o programa Bolsa Família, criado pelo governo federal, só leva ao estímulo da ociosidade e faz cercear a capacidade de muita gente de se desenvolver e trabalhar, porque falta emprego. É o próprio governo isentando-se da responsabilidade de proporcionar condições a diferentes empresas de serem instaladas nas cidades a fim de gerar empregos para a população, onde o governo deve reduzir as absurdas taxas e impostos que os empresários – mormente os mais fracos – tem de pagá-los acrescidos à política dos excessivos direitos trabalhistas a exemplo do trabalhador urbano. É preciso, pelo menos, uma revisão na Carta Magna. A falta de emprego para milhões de pessoas é prejuízo também para o próprio Estado que diminui a sua arrecadação que será empregada em benefício da própria população.

Ganho de dinheiro ilegal, é a pior forma de obtê-lo e está sendo desde priscas eras a mais comum hoje no Brasil. Tem pessoas que tem inclinação e o desígnio de ganhar dinheiro agindo através de roubo, furto, assalto a banco, sequestro e sequestro relâmpago. Existem pessoas que exercem funções públicas, obviamente, que não são todas, com o escopo apenas de corromper. Subtraem dinheiro dos cofres públicos e/ou exigem propinas e percentuais de empreiteiras e de fornecedores, através de compras feitas para órgãos públicos que “dirigem”. As próprias pessoas de bem, a polícia e a justiça devem tomar providências severas para que estes tipos de pessoas sejam punidas. HOJE, A EXEMPLO DA OPERAÇÃO LAVA JATO, os infratores estão sendo penalizados. Vale dizer que quem paga propina (corruptor passivo) também está cometendo este tipo de delito.

Logo, todas estas formas citadas de se ganhar dinheiro são possíveis no Brasil. Mas, o modelo sonhado por todos, verdadeiramente o mais seguro e que garante uma maior segurança emocional vem se tornando cada vez mais difícil, é o ganho do dinheiro com o trabalho fruto do emprego.

Fatos comprovam que muitas pessoas ativas e do bem nos municípios do Brasil estão desempregadas. O ser humano desempregado fica com a alma desencantada. O estado do indivíduo sem trabalho remunerado caracteriza o vilipêndio, verdadeiro desprezo ao próximo. É uma humilhação. Só o emprego fará renascer, na alma da pessoa que estava desempregada, o encantamento e o sentimento verdadeiro de se ver como uma pessoa legítima, ou seja, que recebe o dinheiro genuíno, que vem de fonte original, fruto puro do seu próprio trabalho, e que será recompensada com a devida aposentadoria – depois de alcançar a idade – pré-estabelecida pela legislação previdenciária.

Humberto Maturana assim se expressou: “Se não vemos o outro como o outro legítimo, não nos importamos, esse é o nosso problema. Não vemos, não expandimos nossa visão, agimos colocando fronteiras”.

 

O lobo de Gúbio

Paiva Netto

 Conta-nos o livro I Fioretti, de Francisco de Assis (1181 ou 1182-1226), que, ao tempo em que o respeitado taumaturgo vivia em Gúbio, um lobo grande e feroz, devorador de bichos e de pessoas, despertava imenso pavor em todos os moradores.Por compaixão, o Santo de Assis, embora muitos o desaconselhassem, de maneira decidida, procura o animal e, ao encontrá-lo, ordena: “Vem aqui, frei lobo! Eu te mando da parte de Cristo que não faças mal nem a mim nem a ninguém.

De imediato, o terrível carniceiro fecha sua mandíbula e cessa sua agitação. Obediente, seguiria as determinações daquele que lhe refreara os instintos assassinos. Após relatar ao canídeo os tremendos malefícios que causara, o bendito interventor propôs o estabelecimento da paz entre a fera convertida e os habitantes de Gúbio: “Ouvi, meus Irmãos: frei lobo, que está aqui na frente de vós, me prometeu e jurou que vai fazer as pazes convosco e que não vai mais vos ofender em coisa alguma, e vós prometeis dar-lhe cada dia as coisas necessárias, e eu entro como fiador dele”. 

Selado o pacto, ambas as partes cumpririam o prometido, e o lobo, agora bom, perpetuaria a memória viva daquele milagre empreendido pelo mais célebre filho de Assis: “Depois o lobo viveu dois anos em Gúbio e entrava domesticamente pelas casas, de porta em porta, sem fazer mal a ninguém, e sem que o fizessem para ele. E foi alimentado cortesmente pelo povo. E mesmo andando assim pela terra e pelas casas, nunca um cão ladrava atrás dele”.

Por isso, não me canso de dizer que não existe, na Sublime Criação, nenhum ser fadado à danação eterna. Se assim fosse, Deus seria pior que o mais cruel dos homens. Como afirmo em meu livro Os mortos não morrem, oportunidade para a redenção jamais falta na Justiça Divina. O próprio Cristo asseverou: “Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento” (Evangelho de Jesus, segundoMarcos, 2:17.

 Nossa Segurança Infalível

Jesus, o Provedor Celeste, nossa Segurança Infalível, já nos brindou com o segredo da proteção e da fartura espiritual e material, tantas vezes recomendado pelo saudoso Alziro Zarur (1914-1979) e batizado por ele como “A Fórmula Urgentíssima de Jesus”. Por se tratar de Economia no mais alto sentido espiritual, costumo chamá-la de A Fórmula Econômica do Cristo“Buscai primeiramente o Reino de Deus e Sua Justiça, e todas as coisas materiais vos serão acrescentadas”(Evangelho do Cristo, segundo Mateus, 6:33).

O que mais quereremos, senão cumprir o divino mandato de nossa agenda espiritual, prometida por nós mesmos quando da descida ao plano terrestre?

Em O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, encontramos este sério alertamento nas respostas às perguntas 467 e 468, na parte 2, capítulo 9o“Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal”:

  1. Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?

—“Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam, ou aos que, pelos seus pensamentos, os atraem.” :: LEIA MAIS »





















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