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:: ‘Gastronomia’

RECEITA DE DOMINGO: BOBÓ DE CAMARÃO

Ingredientes                                              Quantidade

Camarão 25/1                                             250 Gramas

Mandioca (descascada cortada em            300 Gramas

toletes e retirado o fio central)

Pimentão vermelho                                   15 Gramas

Pimentão verde                                          15 Gramas

Tomate débora                                            30 Gramas

Cebola pêra                                                 30 Gramas

Alho roxo                                                     02 Dentes

Azeite de dendê                                         30 Gramas

Azeite de oliva                                            15 Mililitros

Leite de coco                                               100 Mililitros

Pimenta de cheiro picada                                    Q.B.

Sal refinado                                                 Q.B.

Água                                                             1 ½ Litro

Coentro fresco                                            Q.B.

 

MODO DE PREPARO:

 

1. Limpar os camarões e fazer um caldo com as cascas, cabeças e água. Pode adicionar aparas de cenoura, talos de coentro, salsa, cebola, qualquer aromático.

2. Cozinhar a mandioca com sal no caldo de camarão e processar ainda quente com um pouco do caldo. Reservar.

3. Suar (refogar) o alho esmagado no azeite de oliva, juntar a cebola, grosseiramente picada, puxar os camarões até ficarem rosados, retirar somente os camarões, e reservar.

4. Suar os pimentões e os tomates, sem pele e sem sementes, picados grosseiramente, na panela com a cebola e o alho, acrescentar as folhas do coentro e cozinhar um pouco.

5. Processar esta mistura, ainda quente (ou manter sem processar) retornar ao fogo, acrescentar o leite de coco, o azeite de dendê, a mandioca processada e cozinhar mexendo até dar o ponto.

6. Finalizar, juntando o camarão.

Fonte da matéria: Módulo de Cozinha Brasileira da Universidade Anhembi Morumbi.

Até lá! Au revoir!

 

Aline Fidelman                                                                                  

35 anos, Ilhéus-Ba.

Gastrônoma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo

Especializada em docência pela Leiths School of Food & Wine – Londres

Perfil Profissional: 3 anos de experiência de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, área de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.

Contato: fidelman.a@gmail.com

DIFERENÇA ENTRE CRÈME FOUETTÉE, CHANTILLY E CREME AZEDO

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CRÈME FOUETTÉE (CREME DE LEITE FRESCO BATIDO)

Ao bater o creme de leite fresco gelado os glóbulos de gordura se consolidam fazendo com que o creme absorva ar e assim, fique mais espesso. É muito utilizado na confeitaria compondo várias produções. Seu grau de firmeza vai variar de acordo com a sua utilização. O creme de leite pode ser batido puro (crème fouettée) ou adoçado e aromatizado (creme chantilly), mas é essencial que o creme e a vasilha onde ele for batido estejam bem gelados, pois o creme em temperaturas mais altas tende a quebrar.

CRÈME CHANTILLY
A única diferença do Crème Chantilly e do Crème Fouettée é que o Creme Chantilly contém baunilha (açúcar vanille – de baunilha, extrato de baunilha ou sementes)

Proporção clássica:

500ml de creme + 5ml de extrato de baunilha + 15g de açúcar refinado.

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CRÈME AZEDO

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RECEITA DE DOMINGO: SOPA CREME DE MANDIOQUINHA



Ingredientes                                               Quantidade

Mandioquinha                                            500 Gramas

Manteiga s/ sal (ou azeite)                        30 Gramas

Cebola                                                          1 cebola média

Caldo de galinha                                        800ml (1 cubo ou potinho)

Sal                                                                 Á gosto

Pimenta do reino branca                        Á gosto

Cebolinha em rodelinhas finas             Á gosto

 

MODO DE PREPARO:

1. Cortar a mandioquinha em cubos pequenos ou rodelas finas.

2. Refogar a cebola cortada em cubos pequenos na manteiga em fogo baixo até amolecer, sem dourar.

3. Adicionar a mandioquinha e refogar mexendo até a cor amarela escurecer.

4. Acrescentar o cubo de galinha, misturar bem e até derreter, conferindo assim sabor à mandioquinha e então acrescente água até cobrir.

5. Cozinhar até que os legumes estejam macios, escumando a gordura se preferir.

6. Fazer um purê com os sólidos (na peneira ou no processador) e ajustar com o líquido até obter a consistência desejada.

7. Ajustar os temperos com sal e pimenta.

8. Decorar com a cebolinha e servir.

Fonte da matéria: Módulo de Habilidades Básicas de Cozinha da Universidade Anhembi Morumbi.

Até lá! Au revoir!

 

Aline Fidelman                                                                                 

35 anos, Ilhéus-Ba.

Gastrônoma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo

Especializada em docência pela Leiths School of Food & Wine – Londres

Perfil Profissional: 3 anos de experiência de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, área de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.

Contato: fidelman.a@gmail.com

FILMES “GASTRONÔMICOS”


Para os eternos apaixonados pelo mundo da Gastronomia e que também adoram assistir a um bom filme, seguem algumas sugestões:

 

 

 

 

 

 

 

 

ESTÔMAGO

Raimundo Nonato foi para a cidade grande na esperança de ter uma vida melhor. Contratado como faxineiro em um bar, logo ele descobre que possui um talento nato para a cozinha. Com suas coxinhas, Raimundo transforma o bar num sucesso. Giovanni, o dono de um conhecido restaurante italiano da região, o contrata como assistente de cozinheiro. A cozinha italiana é uma grande descoberta para Raimundo, que passa também a ter uma casa, roupas melhores, relacionamentos sociais e um amor: a prostituta Iria.

País de Origem: Brasil / Itália
Gênero: Drama
Ano de Lançamento (Brasil / Itália): 2007
Direção: Marcos Jorge

 

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Receita de DOMINGO: FONDUE DE QUEIJO!


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Fondue de Queijo


Ingredientes
– 250g de queijo Gruyère
– 250g de queijo Emmental
– 1 dente de alho
– Pimenta-do-reino a gosto
– 1 pitada de noz-moscada
– 1 colher de chá de amido de milho
– 1 cálice de conhaque ou 3 colheres (sopa) de kirsch
– 3/4 de um copo de vinho branco seco

– acompanha a Fondue de Queijo o pão francês (dormido) cortado em cubos, 10 a 12 pedaços por pessoa

– legumes diversos e à gosto: batata bolinha (com casca) e cenoura cozida, floretes de brócolis, couve-flor aferventados… e o que mais te apetecer!

Modo de Preparar

1. Passar/esfregar o alho nos lados e fundo da panela.

2. Ralar os queijos no ralo grosso.

3. Juntar o conhaque e o vinho branco com o amido de milho dissolvido.

4. Acrescentar a noz-moscada e a pimenta-do-reino.

5. Sobre o réchaud – panelinha própria para a fondue – (tendo o cuidado de manter a chama sempre baixa), iniciar o processo de fundir a massa até que a mesma esteja homogênea e, na temperatura ideal para ser degustada.

Obs.: No caso de utilização da panela de vidro, você poderá usar o microondas, usando a potência alta por 2min. Espetar os acompanhamentos com os garfos especiais para Fondue e mergulhar na mistura aquecida.

 

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No site da fonte existem diversos tipo de fondue de queijos, fondues doces e de carnes! Quer checar?!

Fonte: http://www.fondue.com.br/fon3.htm

Até lá! Au revoir!

Aline Fidelman                                                                                 

35 anos, Ilhéus-Ba.

Gastrônoma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo

Especializada em docência pela Leiths School of Food & Wine – Londres

Perfil Profissional: 3 anos de experiência de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, área de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.

Contato: fidelman.a@gmail.com

GASTRONOMIA: CURIOSIDADES E SURPRESAS PARTE II

FONDUE

Antes de tudo, fique claro: a Fondue, e não o Fondue. Como outros prêmios da gastronomia, nasceu da necessidade! Cerca de dois séculos atrás, alguns povos dos Alpes da Suíça produziram mais queijo do que conseguiam vender e consumir. Veio o inverno e o produto se enrijeceu a ponto de ter que jogá-los no lixo. Na temporada seguinte, novamente diante de um estoque superlativo, a comunidade se reuniu e alguém, brilhantemente, expôs a sua idéia excepcional: o exagero seria derretido e para sua maior conservação, à massa se acrescentaria algum álcool, vinho e/ou aguardente, foi usado ‘Kirsh’, destilado local de cerejas. A mistura se endureceria de novo com o frio e não mais se estragaria. Depois, bastaria derretê-la novamente.

A operação inaugural aconteceu em um gigantesco caldeirão. A fim de experimentar o sabor, um cidadão mergulhou no queijo derretido, um espeto com um pedaço de pão nas pontas, e assim surgiu o prato nacional da Helvécia.

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ORIGEM DO SUSHI

Está na antiga China onde, mais do que um prato, foi um método de preservação de peixes. Cozido o arroz, colocava-se no seu interior pedaços de peixe e sal. O peixe assim “embrulhado” fermentava por meses, e só ele servia de alimento.

Tal método chegou ao Japão há 2 mil anos, e lá, o período de fermentação foi alterado e adicionou-se vinagre de arroz ao sushi. Com o passar do tempo, o arroz passou a ser consumido também.

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ESCALOPE

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RECEITA DE DOMINGO: PÃO DE QUEIJO

Vale a pena ousar dando o seu toque de sabor! Pode adicionar à massa cubinhos de bacon frito, cebolinha, orégano… Vc é quem decide!

Fonte da matéria: Módulo de Café da Manhã da Universidade Anhembi Morumbi.

Até lá! Au revoir!

 

Aline Fidelman                                                                                 

34 anos, Ilhéus-Ba.

Gastrônoma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo

Especializada em docência pela Leiths School of Food & Wine – Londres

Perfil Profissional: 3 anos de experiência de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, área de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.

Contato: fidelman.a@gmail.com

GASTRONOMIA: CURIOSIDADES E SURPRESAS!

FRANÇA DE LUÍS XIV

Foi já com Luís XIII que se começou a buscar uma ordem de apresentação dos pratos, mas só com Luís XIV, que se deixou de colocar todos os pratos ao mesmo tempo na mesa, seguindo uma ordem: primeiro as sopas, depois as entradas, os assados, as saladas e, por fim as sobremesas, isso porque Luís XIV era uma pessoa que comia muito e apreciava muito esse momento.

Os doces, que só eram servidos em festas, passaram a vir todos os dias à mesa de Luís XIV, que apreciava muito os mesmos e mais tarde já faziam parte das mesas da Europa depois das refeições, sendo produzidos em grande variedade pela pastelaria francesa. Apesar de gostar muito de comer, ele comia com as mãos. Nessa época, só os nobres tinham instrumentos especiais para cortar a comida. Os talheres eram considerados objetos de uso pessoal, e cada um tinha seu próprio estojo, levando no bolso para o caso de o anfitrião não ter talheres para os convidados. Esses estojos eram muito apreciados e significavam distinção.

Fonte: “Comida e Civilização” de Carson I.A.Ritchie.

GARFO

O garfo é descoberto oficialmente pelo restaurante La Tour D´Argent. Introduzido na Europa a partir do século XV, na Itália. Antigamente as pessoas comiam com as mãos, com o tempo surge uma espécie de garfo, com dois dentes, o qual as pessoas espetavam sua comida e facilitava assim a degustação.

Fonte: “Comida e Civilização” de Carson I.A.Ritchie.

RESTAURANTE

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Receita de domingo: TAMALE DE FRANGO


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INGREDIENTES                                                     QUANTIDADE

Peito de frango cozido/grelhado desfiado         04 un
ou em cubos pequenos

Salsa                                                                         1/2 xícara
Cebola picada cubos pequenos                          1/4 xícara
Tomates maduro sem casca (pelados)              6 un
Pimentão vermelho                                                           1 un
Coentro                                                                    1/2 xícara

Dente de alho                                                         4 un
Óleo                                                                          1/2 xícara
Páprica (colorau)                                                    Á gosto
Vinho branco                                                                      1/2 xícara
Caldo de galinha                                                   2 cubos
Água                                                                         4 xícaras

Amido de milho                                                      3 xícaras
Caldo de galinha                                                   1 xícara

Sal                                                                            Á gosto

Folhas de bananeira                                             1 pacote

Azeitonas sem caroço                                           1/2 xícara
Cenoura cozida cubos pequenos                                  1/4 copo
Milho                                                                         1/2 xícara
Jalapeños (pimenta mexicana) e queijo                       Á gosto

MODO DE PREPARO:

RECHEIO:

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CONTO DE UMA BAIANA EM LONDRES…

Com o passar dos meses, a saudade de casa e das comidas típicas da Bahia foi aumentando… Caminhava pelas ruas inglesas sentindo os aromas que delas exalavam e tentando em algum deles me acalentar com algo que assemelhasse aos nossos pratos regionais e eis que de vez em quando algo me deixava encabulada! O cheiro da fritura do falafel árabe que é um bolinho de grão-de-bico, consumidos em pão sírio com homus (pasta de grão de bico), me fazia parar no meio da rua e perguntar aos meus amigos baianos: “Vocês também estão sentindo cheiro de acarajé? Ou eu estou ficando “louca” com a saudade e desejo de comer um?”

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Falafel de grão de bico frito em óleo e o nosso acarajé feito de feijão fradinho e frito em azeite de dendê.

Pois é… Aquele aroma me fazia cruzar o Oceano Atlântico através do pensamento e do desejo até que eu chegava à pracinha da saudosa Irene, de onde me imaginava degustando um acarajé ou um delicioso e preferido abará! Humm… Como sonhava com este momento outra vez na vida.

Ficava a me perguntar quando iria matar a saudade do sabor terroir da minha Bahia. Era um “sofrimento” sem fim, uma saudade doída daquela massa amarelada cozida na folha da bananeira!

Eis que num dia dezembro de 2006, bem próximo ao Natal, eu recebo a visita dos “cleaners” bolivianos e colombianos (equipe responsável pela limpeza das salas de reuniões) na cozinha onde eu trabalhava e estes me pediram com toda a educação e gentileza que fossem a eles emprestados pratos e talheres para que pudessem comemorar o Natal, almoçando juntos na sala de descanso.

Como formávamos uma “família” latina e nos apoiávamos na terra da Rainha Elizabeth II, cedi com alegria ao pedido dos “hermanos” queridos que felizes, abriram um dos sacos onde carregavam a comida típica do país e sacaram um saco menor me entregando em forma de agradecimento, no momento fiquei agradecida e até pedi que não me fizessem tal delicadeza, para que não faltasse a eles, mas insistiram e me presentearam com a iguaria gastronômica.

Como estava ocupada naquele momento e ainda não era o meu intervalo de almoço, agradeci e guardei o meu presente na prateleira, junto a centenas de pratos e utensílios da empresa.

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RECEITA DE DOMINGO: BOLO DE AIPIM


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Ingredientes                                               Quantidade

Mandioca limpa                                          200 Gramas

Açúcar refinado                                          150 Gramas

Manteiga s/ sal                                            50 Gramas

Ovo tipo extra                                              2 un (100 Gramas)

Coco fresco ralado                                     70 Gramas

Leite de Coco                                              60 Mililitros

Manteiga p/ untar                                       5 Gramas

Açúcar cristal                                              20 Gramas

Forma (de quentinha de                           01 Unidade

alumínio retangular ou redonda

com furos)

 

MODO DE PREPARO:

1. Pré-aqueça o forno à 160ºC.

2. Unte a forma com manteiga e polvilhe com o açúcar cristal.

3. Rale a mandioca crua no ralo grosso.

4. Misture todos os ingredientes, despeje a massa na assadeira e leve ao forno por cerca de 30 minutos ou até dourar.

Fonte da matéria: Módulo de Café da manhã da Universidade Anhembi Morumbi.

Até lá! Au revoir!

Aline Fidelman

34 anos, Ilhéus-Ba.

Gastrônoma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo

Especializada em docência pela Leiths School of Food & Wine – Londres

Perfil Profissional: 3 anos de experiência de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, área de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.

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ORIGEM DO CHOCOLATE: “THEOBROMA”, ALIMENTO DOS DEUSES.

O nome chocolate vem do grego “Theobroma”, que quer dizer “alimento dos deuses”. O nome “Theobroma”, primeiro nome moderno do chocolate, foi criado no século XVIII por um botânico sueco, Carlos Linnaeus, conhecedor da história do chocolate entre os povos antigos.

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Tudo começou há séculos atrás, com as civilizações asteca e maia, mais precisamente, no México e na Guatemala. No México, os astecas cultuavam o deus Quetzalcoatl. Ele personifica a sabedoria e o conhecimento e foi quem lhes deu, entre outras coisas, o chocolate. Os astecas acreditavam que Quetzalcoatl trouxera do céu para o povo as sementes de cacau, que também servia como moeda para este povo. Eles festejavam as colheitas, oferecendo às vítimas de sacrifícios taças de chocolate.

Então um dia, diz a lenda, Quetzalcoatl ficou velho e decidiu abandonar os astecas. Partiu em uma jangada de serpentes para o seu lugar de origem – a Terra do Ouro. Antes de partir, porém, ele prometeu voltar no ano de “um cunho”, que ocorria uma vez a cada ciclo de 52 anos no calendário que ele mesmo criara para os astecas.

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