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:: ‘Gastronomia’

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NAIANA 2 DE JULHO

QUALIDADE COMPROVADA

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Gratuito: Nova Concha terá festival gastronômico neste domingo

Neste domingo (15), último dia do Festival Eu Sou a Concha, a nova Esplanada do Teatro Castro Alves (TCA) – área de 2.600 m² localizada no nível mais alto do estacionamento construído no complexo cultural – recebe, das 11h às 17h, um grande evento gastronômico, com presença de food trucks, uma unidade do projeto Biblioteca Móvel, da Fundação Pedro Calmon (FPC), e ainda uma apresentação da Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba).

FOTO BY DIVULGAÇÃO

FOTO BY DIVULGAÇÃO

A atividade, aberta ao público, marca a estreia desse novo espaço como mais uma área para a realização de eventos no TCA e acolhe parte do público que não conseguiu comprar ingressos para os shows de reabertura da nova Concha Acústica, além dos que garantiram suas entradas, mas planejam chegar ao local mais cedo.

A grande atração serão os food trucks. O público poderá escolher entre o Guerrilha Food Truck, com seus hambúrgueres especiais; o Family Food Truck, com suas tapiocas e crepes doces e salgados; o Garage Food Truck, com seu hambúrguer gourmet, e ainda o Coronado, com seus sorvetes artesanais. Os preços dos produtos comercializados variam entre R$ 5 e R$ 25.
Outra atração do evento é a Biblioteca Móvel, cujo objetivo é descentralizar acervos e levá-los onde o leitor se encontra, para contribuir com a promoção do livro e da leitura, o desenvolvimento do hábito de ler e a formação social e cultural de cidadãos. A unidade disponibilizará acervo ao ar livre, brincadeiras e leituras com a equipe da Biblioteca de Extensão e do projeto “Família Verde Plantão”, banda lúdica de palhaços que tem alunos da rede pública de ensino como jovens produtores.
Para completar a programação, às 16h30, a Orquestra Sinfônica da Bahia realiza um concerto especial no evento. O festival tem patrocínio da Coelba, Banco do Brasil e Água de Coco Obrigado.

Tá massa !!!!!!

Para 07 05 2016

Para 07 05 2016

Garanta logo o seu RANGO !!!!!!!

FEIJOADA DOMINGO 01 05 2016

SÁBADO? DEIXE O RANGO COM A GENTE

30 04 2016

30 04 2016

Aline Fidelman / Ouro na cozinha: quilo do açafrão verdadeiro custa cerca de R$ 70 mil

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

 

A “Moda” do Food Truck: origem.

Primeiro Food truck: criado pelo texano Charles Goodnight.

Primeiro Food truck: criado pelo texano Charles Goodnight.

Primeiro Food truck: criado pelo texano Charles Goodnight.

“Quem pensa que a moda do Food Truck (caminhão de comida) é nova se engana. Há mais de um século, os americanos já utilizavam o conceito desse restaurante ambulante. O primeiro Food Truck de que se tem notícia foi criado por Charles Goodnight em 1866, no estado do Texas. Charles sabia da dificuldade que os tocadores de rebanhos enfrentavam quando o assunto era alimentação. Por esse motivo decidiu adaptar um pequeno caminhão militar para levar comida a esses grupos de cowboys. No caminhão não havia refrigerador e a comida era basicamente grãos secos e outras difíceis de estragar. Carne somente salgada ou se algum animal do rebanho se machucasse e tivesse que ser sacrificado. Em 1890 já se via Food Trucks nas noites de Nova Iorque prontos para servir os trabalhadores de turnos noturnos. Já em 1950 cantinas ambulantes invadiram os EUA.

Food Truck do passado não muito distante

Food Truck do passado não muito distante

Em anos recentes o Food Truck voltou ao mercado. Principalmente depois da crise de 2009, quando muitas pessoas perderam seus empregos, os Food Trucks, a meu ver, servem a dois objetivos. Àqueles que perderam seus empregos, uma fonte de renda. Aos que não podem mais pagar restaurantes na hora do almoço, uma opção mais barata de comida preparada na hora. E a comida, como é?

As opções são muitas. Tem Food Truck para todos os gostos, até vegetariano. Mas logicamente, o que vai trazer mais retorno para o dono do caminhão é o gosto da maioria. Em cidades grandes como Nova Iorque, em um centro mais empresarial, onde as pessoas vão à academia todos os dias e são obcecadas pelo “fat free”, comidas muito gordurosas não farão o salário do fim do mês gordinho também. Mas existem Food Trucks de várias cozinhas e de diversos horários. Alguns são somente de café da manhã, outros de almoço e também outros só de jantar. Tem comida americana, italiana, grega, japonesa, chinesa etc.

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Barriga de Trigo, do cardiologista William Davis.

Olá, queridos leitores do R2CPress!!

Após uma pequena pausa viajando a trabalho e também degustando diversos tipo de pães – entre eles o pão de queijo! -, bolos, hambúrgueres e salgados de festa sem glúten e sem lactose e caseína (proteína do leite), muito muito saborosos e aproximados do sabor “real” dos produtos aos quais estamos “adaptados ou acostumados” pela agroindústria, volto aqui no Blog do querido Rabat com a recente bibliografia na qual estou mergulhada: Barriga de Trigo, do cardiologista americano William Davis.

 Livro Barriga de Trigo

Livro Barriga de Trigo

Estou feliz com a evolução da nutrição e da gastronomia nas dietas “especiais”… e “só acho” que em pouco tempo a população perceberá que a nossa dieta regular e alguns produtos é que são de fato muitas vezes nociva a boa saúde e enfim mudaremos o conceito de “especial” para “essencial” em diversos âmbitos e hábitos!

Vale a pena entrar neste mundo e rever conceitos, melhorando sem sombra de dúvidas o seu estilo de vida, saúde e de corpo!
E vale mais a pena dar uma lida abaixo para entender melhor…

“Entre os cereais mais consumidos do mundo – em torno de  700 milhões de toneladas em 2013 –, o trigo está presente em praticamente tudo. Desde massas, pães, biscoitos e bolos até farinhas, cereais matinais, cerveja e doces. Eliminá-lo da dieta parece impossível ou um feito restrito aos *celíacos que não têm outra opção.

* Pessoas intolerantes ao glúten, um dos componentes do cereal integral.

O cardiologista sabia do grande desafio que tinha pela frente ao escrever o best seller norte-americano ‘Barriga de trigo’. Nele, o autor propõe uma vida completamente livre do cereal integral, alimento ao qual atribui não apenas a formação dos indesejados pneuzinhos na região abdominal, mas também o estímulo a uma série de outras doenças, entre elas as cardíacas, diabetes, artrite, alguns tipos de urticárias e até câncer. Sem contar os efeitos na pele, como a acne.

Boa parte dos malefícios causados pelo trigo tem como origem as alterações genéticas pelas quais o cereal passou nos últimos 50 anos. O autor explica que para aumentar a produtividade e a resistência da planta à seca e às pragas, a ciência tratou de realizar uma série de cruzamentos e modificações genéticas nas linhagens. O que pouco se questionou foram os efeitos dessas novas propriedades sobre a saúde humana.

Entre eles, William Davis cita os picos exagerados de açúcar no sangue, que acionam ciclos de saciedade alternados com um aumento do apetite, uma das principais justificativas para a formação da típica barriga que dá nome à obra. Segundo William, a elevação do nível de glicose repetidas vezes ao longo de períodos constantes culmina com a deposição de gordura principalmente no abdômen. Nos homens, o efeito se estende para as mamas, que ficam maiores à medida que mais estrogênio é produzido pelo tecido adiposo. Para se ter uma ideia, o autor garante que o consumo de duas fatias de pão integral aumenta mais a taxa de glicose no sangue do que duas colheres de sopa de açúcar branco.

Pão de forma sem glúten e sem Lactose

Pão de forma sem glúten e sem Lactose

A proposta, portanto, é radicalizar e eliminar o cereal de forma abrupta da dieta, mesmo que a dependência pareça insuperável. Apesar de concordar que o trigo foi geneticamente alterado a partir da década de 1960, a nutricionista e mestre em extensão rural Regina Oliveira garante que hoje a população não tem condições de abrir mão do trigo por completo. “O grão passou por uma mudança de estrutura. Se antes tinha menos de 3% de glúten em sua composição, agora esse percentual chega a 20%. Sem contar que muitas culturas são transgênicas, além de expostas a agrotóxicos”, explica. “Mas para tirá-lo da alimentação é preciso colocar outra coisa no lugar e trazer de volta outros alimentos que foram excluídos da alimentação, como alguns tubérculos”, acrescenta. O trabalho portanto é mais profundo e significa uma mudança cultural que pode levar anos.

Enquanto essa revolução não ocorre, o ideal é reduzir o consumo diário. “Hoje, a população brasileira come de quatro a cinco porções de trigo todos os dias. É, além de tudo, uma dieta pobre e homogeneizada. Com isso, há perdas nutricionais”, avalia. O ideal é tentar restringir o consumo do cereal a duas vezes ao dia. “Se consumido moderadamente, os danos, principalmente no que se refere à diabetes do tipo 2, não serão tão grandes”, garante.

NUNCA MAIS
“Mais esguio, mais esperto, mais ágil e mais feliz” são as promessas de William Davis para quem se propuser a dar o difícil passo rumo a uma vida sem trigo. Ciente da dificuldade que muitos vão enfrentar, o autor pontua quais são os alimentos mais indicados para preencher o amplo espaço vazio que os pães e massas vão deixar. Legumes, verduras, castanhas, sementes, carnes, ovos, abacates, azeitonas e queijos serão os principais aliados nesta mudança drástica de hábitos alimentares. O livro ainda traz algumas receitas para ajudar na diversificação do cardápio.

Degustação que fiz de um fornecedor de Salvador dos pães sem glúten, lactose e caseína (proteína do leite).

Degustação que fiz de um fornecedor de Salvador dos pães sem glúten, lactose e caseína (proteína do leite).

O que comer sem restrição, segundo William Davis
» Vegetais (exceto batata e milho)
» Castanhas e sementes cruas (amêndoas, nozes, pecãs, avelãs, castanhas-do-pará, pistaches, castanhas-de-caju, macadâmias, amendoins, sementes de girassol e de abóbora, gergelim, farinha de castanhas)
» Óleos (azeite de oliva extravirgem e óleos de abacate, nozes, coco, manteiga de cacau, linhaça, macadâmia e gergelim)
» Carnes e ovos
» Queijos
» Outros: semente de linhaça (moída), abacate, azeitonas, coco, especiarias, chocolate (não adoçado) ou cacau.”

Fonte: Livro ‘Barriga de trigo’, de William Davis.
Média de R$19,90 na compra virtual.

Até lá, Au Revoir.

Aline Fidelman

38 anos, Ilhéus-Ba.

Certificação de Beginners Chef pela Leiths School of Food & Wine – Londres (2007)

Diploma de Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo (2010)

Pós-Graduanda em Gestão da Segurança de Alimentos – SENAC SP (Em curso)

Perfil Profissional: 3,5 anos de experiência em Catering & Eventos como supervisora de salão e Chef iniciante em Londres (2005), 2 anos de experiência como Chef em São Paulo (2009), 1,5 anos de experiência como Chef Executiva no RJ (2012), 1 ano de experiência como Gerente Operacional e Chef Executiva em Lauro de Freitas (2014).

Contato: [email protected]

Glúten e a doença Celíaca!

Olá senhores e senhoras gourmet do R2CPress!!

Como passaram de festejos do Carnaval?

Vamos então começar a fundo o ano de 2015 com expectativas de mudanças importantes, principalmente para nós brasileiros, temos muita luta pela frente e devemos encará-las com o nosso poder cívico.
Saliento aqui as perdas do mês de fevereiro, onde lamento a partida de tantas pessoas queridas, como a do Barão de Popoff, um ícone da simpatia e cordalidade nesta cidade! Vão em paz e encontrem a luz divina…

Espero que esta matéria ajude muitas pessoas a entender os malefícios da ingestão quando há intolerância, assim como a ingestão em excesso de certos ingredientes e alimentos!

Nunca é demais aprender, buscar conhecimento, pois assim encontramos saúde, felicidade e entendimentos importantes para a vida! Sair da “escuridão da ignorância” nos faz mais conscientes em todos os âmbitos, seja ela social, política, econômica, religiosa ou da saúde!

Busquem o conhecimento… o resultado vem em forma de saúde e felicidade de viver bem!

O que é Glúten:

Glúten é uma proteína composta pela mistura das proteínas gliadina glutenina, que se encontram naturalmente na semente de muitos cereais, como trigocevadacenteio aveia. Para algumas pessoas, a ingestão de glúten provoca danos na parede do intestino delgado, acarretando prejuízos para a saúdeAlimentos com Glúten.

Qualquer receita ou produto alimentar que apresenta na sua composição algum desses alimentos, vai possuir glúten, mesmo que em pequenas quantidades.

É muito frequente surgir em determinadas embalagens de produtos alimentícios a frase: “Contém glúten”. É um alerta para as pessoas intolerantes ao glúten não consumirem aquele produto.

O glúten se encontra no embrião de alguns grãos ou sementes. A sua capacidade de absorção de água e a sua viscosidade conferem à massa de farinha as propriedades que a tornam apta para a panificação. Como subproduto na obtenção do amido, é usado no fabrico de rações e alimentos ricos em proteínas e para a produção da glutamina.

Quando ingerido em excesso, o glúten pode provocar a diminuição da produção da serotonina, o que leva a um quadro de depressão mesmo nos indivíduos que não possuem nenhum problema de hipersensibilidade a essa proteína.

O excesso de glúten também propicia o aparecimento de psoríase e de artrite psoriática.

A palavra glúten tem origem no latim, sendo que gluten significa cola, o que pode ser explicado porque o glúten é uma substância viscosa.

Intolerância ao Glúten

Por ser uma proteína de difícil digestão, é comum haver algum tipo de intolerância ao glúten, semelhante à que ocorre com a lactose do leite, embora neste caso se trate de um açúcar.

Já a doença celíaca é uma reação autoimune do organismo provocada pela ingestão de glúten. As células de defesa atacam o glúten mas ao mesmo tempo atacam também as paredes do intestino, provocando uma atrofia na mucosa intestinal que impede a absorção dos nutrientes. É uma doença crônica que exige a eliminação total do glúten na dieta por toda a vida.

Acredita-se que a doença celíaca seja desenvolvida por pessoas geneticamente suscetíveis, sendo mais comum em mulheres e aparecendo geralmente na infância, embora possa surgir em qualquer idade.

Muitas pessoas são intolerantes ao glúten e por esse motivo, o mercado de produtos alimentares sem glúten tem crescido bastante, para suprir a necessidade de pessoas que não podem ingerir alimentos com glúten.

Glúten e Obesidade

Existem dietas que excluem totalmente o glúten da alimentação, porque algumas pessoas afirmam que o glúten está diretamente relacionado com a obesidade. Existe um livro da autoria de Regina Racco intitulado Glúten e Obesidade: A Verdade Que Emagrece, onde essa ligação é feita. Apesar disso, especialistas afirmam que a eliminação total do glúten só é aconselhada a pessoas que sejam intolerantes a essa proteína.

Nutricionistas também afirmam que como o glúten está presente em muitos carboidratos, a redução do glúten na alimentação implica uma redução nas calorias e consequentemente no peso, algo que acontece em qualquer tipo de dieta, com ou sem restrição do glúten.

Fonte da Matéria >>> http://www.significados.com.br/gluten/

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Até lá, au revoir!

Aline Fidelman
38 anos, Ilhéus-Ba.

Certificação de Beginners Chef pela Leiths School of Food & Wine – Londres (2007)

Diploma de Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi – São Paulo (2010)

Pós-Graduanda em Gestão da Segurança de Alimentos – SENAC SP (Em curso)

Perfil Profissional: 3,5 anos de experiência em Catering & Eventos como supervisora de salão e Chef iniciante em Londres (2005), 2 anos de experiência como Chef em São Paulo (2009), 1,5 anos de experiência como Chef Executiva no RJ (2012), 1 ano de experiência como Gerente Operacional e Chef Executiva em Lauro de Freitas (2014).

Contato: [email protected]























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