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:: ‘Notícias’

Cracolândia da avenida dois de julho em Ilhéus provoca medo

“Houve ameaça para dois moradores que tiraram foto” e um deles denunciou ao programa O Tabuleiro.

Durante participação no Programa O Tabuleiro- Ilhéus FM 105.9 desta terça-feira (07), Bruno Menezes, antigo morador da Dois de Julho chamou atenção para o que ele denomina “cracolândia”, próximo ao caís.  Uma área histórica da cidade, localizada o centro, mas que é comum em um quiosque para venda de bebidas, em frente a um prédio comercial importante, diversos usuários de drogas se aglomerarem e provocam medo aos transeuntes.

Casos de violência também são comuns, tanto entre os usuários de drogas quanto à moradores. “Houve ameaça a dois moradores que tiraram foto”, escreveu Bruno que aproveitou o espaço do programa e cobrou medidas do poder público.

Quem fala de racismo pode ser racista? Neuropsicólogo revela conceito polêmico com base na psicologia da lei do espelho

Fabiano de Abreu revela com base em seus estudos e pesquisas que falar de preconceito pode trazer mais preconceito e pode ser um ato preconceituoso

O assunto preconceito é sempre muito polêmico. A maioria quer acabar com o preconceito, até porque a ética e a moral em uma sociedade define que ele não pode existir, assim como ele não faz sentido levando em consideração que o bom da vida são as diferenças. O neurofilósofo Fabiano de Abreurefletindo sobre essa questão, escreveu seu conceito baseado em pesquisas, estudos e leis da psicologia que, mesmo causando polêmica, decidiu divulgar.

“Eu já vi de tudo nesta vida, já estive em muitos países, tenho amizades de diversas etnias, o preconceito nunca esteve em pauta na minha vida já que não enxergo diferenças negativas ou positivas em relação a etnia. Entendo que as pessoas são diferentes por si só dentro de uma normalidade. Seja na personalidade ou nos padrões físicos. Dizer que todos são iguais é meio sem sentido, pois se os olhos vêem formas e cores diferentes, então são diferentes no quesito físico. No mental todos são diferentes pois temos personalidades diferentes e isso é a graça da vida. Se fôssemos iguais faríamos todos as mesmas coisas e a vida não seguiria o seu ciclo. Imagina se todos fossem advogados, quem iria contratá-los?”

Abreu que é filósofo, neurocientista, neuropsicólogo, psicanalista, neuropsicanalista e jornalista, além de outras formações que possui para a sua coleção de diplomas e certificados,  vê nos estudos uma prática de compreensão do comportamento humano e uma forma de, como ele diz, liberar hormônios e neurotransmissores para um bem estar através dos estudos. O neurofilósofo revela com base na psicologia e na psicanálise o seu conceito sobre o racismo.

“Jamais se pode generalizar, isso não é uma afirmação definida para todo caso, mas está relacionado a um fato que é cabível de raciocínio e teorização. Já vi relatos de preconceito de branco com negro, negro com branco, negro com negro, branco com branco, assim como asiáticos e outras etnias. Baseado nisso fiz uma observação para chegar a essa elucidação sobre racismo e racistas. Um viés desta elucubração, é que, pessoas que não demonstram ter preconceito, não falam sobre o tema. Cognitivamente não demonstram ter preconceito e este tema não faz parte do vocabulário já que, quando não se vê diferença, não chama a atenção para comentários prós ou contras. Simplesmente todos são iguais e ao mesmo tempo é normal ser diferente.”

Profundo em sua linha de raciocínio, Abreu fala do cuidado com o fanatismo; “Há quem defenda causas por ter sofrido injustiça ou por seguir uma onda que o introduz culturalmente neste objetivo. Mas alguns dos que seguem uma ideologia, tornam-se fanáticos por ela e acaba por introduzir o preconceito na própria cultura , de forma fundamentalista sem permitir evolução.”

Com base em uma lei na psicologia, Abreu revela o seu conceito; ”na psicologia, a lei do espelho estabelece que nosso inconsciente nos faz pensar que o defeito ou desagrado que percebemos nos outros existe somente “lá fora”, não em nós mesmos. A projeção psicológica é um mecanismo de defesa por meio do qual atribuímos a outras pessoas nossos sentimentos, pensamentos, crenças ou até mesmo ações próprias que são inaceitáveis para nós. Portanto negamos em nós e projetamos no outro, aspectos próprios, que nos causam feridas narcísicas. Essa projeção psicológica acontece pois a nossa mente entende a ameaça física e emocional à integridade mediante a nossa personalidade social, e emite assim um sinal de rejeição para o meio externo projetando no outro essas características que não a nós mesmos. Retirando a ameaça de nós mesmos, e evitando a dor da mudança que esse reconhecimento de algo negativo, nos exigiria.”

Abreu finaliza dizendo que enfatizar o preconceito, trazer o assunto à tona, pode trazer mais preconceito; “o preconceito é algo do passado, na realidade no passado distante havia menos preconceito. Pois havia menos estereótipos. Mas enfatizar o tema preconceito, é uma forma de ligar o alerta nas mentes perversas chamando a atenção sobre ele, que passam a enxergar diferenças onde estas não existem. Quando falamos em preconceito, jogamos luz sobre visões adoecidas, enrijecidas e inflexíveis. O ser humano é de uma riqueza plural, não há forma nem fórmulas em que todos nos encaixamos ou contenhamos. Por isso o estereótipo pode ser a matriz de muitos preconceitos. Na psicologia e na psicanálise nada e tudo não existem. É imperativo relativizar, a pessoa e seu contexto. Mas a negação e a projeção são os mecanismos de defesa mais usados socialmente. Para evitação de nossas próprias mazelas existenciais, ficamos no discurso politicamente correto e não na ação correta! Utilizar esse discurso para criticar, julgar e condenar o outro, não nos eleva a melhor lugar de nós mesmos. A palavra tem força política e movimenta a sociedade. Mas a ação real a partir de modificações positivas, trazem melhorias para os dois lados da força dessas relações. Para quem sofre e para quem impele a dor ao outro. Que tomemos para nós a melhores escolhas de ações que possam produzir uma sociedade igualitária. Se todo singular se importar com o plural, se cada um em sua vida privada agir na vida coletiva, o mundo será efetivamente um Melhor Lugar para se morar.”

 A falta de autoconhecimento leva a julgar o outro e invadir o espaço alheio, afirma neurofilósofo

Fabiano de Abreu, neurofilósofo e psicanalista, analisa que os motivos comportamentais, sociais e culturais que leva o outro a julgar o seu próximo reside na ausência de autoconhecimento e auto-aceitação.

Embora estejamos em uma época em que a diversidade e o respeito ao diferente tem sido pauta de diversas discussões e manifestações artísticas, culturais e sociais, ainda não evoluímos o suficiente como sociedade para nos livrarmos totalmente dos nossos pré conceitos e julgamentos.

O neurofilósofo e psicanalista Fabiano de Abreu, que atua como pesquisador da mente humana e de padrões comportamentais, têm procurado entender o que leva uma pessoa a julgar o próximo. Segundo suas análises, os motivos podem estar primeiramente dentro do próprio julgador: “As pessoas que criticam e julgam as escolhas e o comportamento dos outros, na verdade, não os aceitam como são, e querem que eles sejam e ajam conforme as suas necessidades e vontades particulares. Elas não conseguem aceitar os outros como são pois são egocentristas. Enxergam a si mesmas como potencialmente superiores e são desprovidas de humildade. Falta-lhes maturidade emocional e empatia para entender as nuances que revelam os motivos dos outros.”

O vício do julgamento

Para Abreu, existe um círculo vicioso para muitos no que diz respeito a julgar e avaliar o outro: “isso porque não se trata da vontade de tentar compreender as atitudes, comportamentos e a personalidade alheia, mas é apenas um impulso para satisfazer suas próprias certezas e reafirmar suas verdades que satisfazem a uma única pessoa, que é ela mesma. Os julgadores profissionais agem sempre como se o outro fosse um objeto de estudo para que eles possam se auto-afirmar e se vangloriar de ser melhores do que aqueles que eles julgam. E esse movimento constante de olhar para fora, os impedem de avaliar a si mesmos.”

Diferença entre opinião construtiva e julgamento

O estudioso salienta que expor uma opinião construtiva não é um julgamento, nem uma crítica, é uma mera observação: “a crítica e o julgamento se dão quando o observador se julga no direito de fazer uma interpretação pejorativa do fato ou do indivíduo, quando acusa, desdenha, diminui, e invalida o outro. O observador que quer contribuir para a evolução do seu próximo não vai julgar, vai conduzir a conversa no sentido de se igualar com o outro e não, se mostrando superior a ele.”

Segundo suas observações, entender o outro e responder às suas ações usando a cognição e a empatia considerando a sua personalidade é necessário: “mesmo quando se quer contestar algo que foi dito ou feito é um ótimo mecanismo que evita conflitos e, tem mais chances de atingir o objetivo, que é a conquista da confiança daquele que desejamos ajudar com a nossa opinião. Nos faltam espelhos quando enxergamos algo de errado nos outros. É temeroso ter que avaliar a si mesmo e perceber que muitas das nossas ações não são corretas. Julgar apenas aponta a sujeira e coloca o dedo na ferida, mas não promove a assepsia nem cura o ferimento.”

Tenha compaixão

Para o neurofilósofo, aqueles que criticam e julgam excessivamente, desconhecem o significado de empatia e compaixão: “Devemos ter compaixão com os outros, com o nível de entendimento, com a condição emocional que contemplam as suas histórias de vida. Devemos aceitar que eles só poderão oferecer o que eles têm, e principalmente, que eles terão que seguir por caminhos que eles mesmos escolherem, e precisamos compreender que não temos o poder e nem devemos querer ter o controle sobre as suas escolhas. O que eles escolhem viver e fazer são caminhos que fazem parte do aprendizado que eles precisam absorver e cabe a nós apenas aceitar, e entender, que o que acontecer a partir das suas escolhas será sempre o melhor para ele.”

Falta de autoconhecimento leva ao julgamento do outro

Para Abreu, o julgador não percebe o próprio defeito e sempre acredita que está certo, não aceitando a opinião alheia, e demonstrando profunda aversão por “feedbacks” negativos: “Ele, o julgador, tem uma dificuldade absurda em admitir os próprios erros, porque busca a perfeição em si, e nos outros, e quando percebe que outras pessoas não o validam com a mesma perfeição que ele se projeta, ele se revolta e os ataca com severa agressividade, com palavras ofensivas e atitudes desagregadoras. Não podemos nos deixar influenciar pelas pessoas que criticam e julgam a nossa vida, pois não sabemos se elas vieram mediante a uma verdade, uma vaidade, ou uma enfermidade. Mas devemos ter a hombridade de nos analisar friamente para fazer as mudanças necessárias em nossas atitudes, e pensamentos.”

Por esse motivo, o neurofilósofo aponta que a mudança que queremos ver no outro deve começar em nós: “Devemos emitir opiniões acerca do comportamento alheio, com base em nosso próprio crescimento e maturidade, mas somente se formos solicitados. Caso não tenham solicitado a nossa opinião, que tenhamos a sensatez de nos manter em silêncio. Devemos sempre expor as nossas visões no formato de palavras que carreguem um encadeamento de ideias, que leve o outro a uma ascensão e não a um rebaixamento. Quando elevamos o outro, conquistamos um espaço em suas vidas através da nossa própria experiência e evolução. Nesse contexto, nossas opiniões sempre serão bem vindas, e serão recebidas como um presente. E não como uma crítica, julgamento e condenação. Aqueles que criticam e julgam e se sentem bem após emitirem as suas opiniões regadas de “achismos” subjetivos, na verdade, estão querendo fugir da necessidade urgente de olhar para as suas próprias vidas. Afinal, o outro sempre carrega aspectos que são ou já foram nossos. Também por isso é sempre tão mais fácil enxergar no outro aquilo que não conseguimos enxergar em nós mesmos.”

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UFSB Ciência: Artigos premiados em evento integram dossiê temático sobre o SUS

A capacidade de resposta de um país frente à atual pandemia de covid-19 tem muito a ver com a sua estrutura de saúde, em especial o setor público. E um dos legados que esse período deveria deixar no Brasil é a valorização e o aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde brasileiro, o SUS. É com o foco na formação de novos profissionais e na concepção do atendimento básico que a revista científica Revista Integrativa em Inovações Tecnológicas nas Ciências da Saúde (REVISE) publicou uma nova edição com a temática “O Sistema Único de Saúde na Formação e na Prática Médica”.

O dossiê especial é composto dos trabalhos premiados no 3º Congresso de Medicina do Recôncavo da Bahia, e quatro desses artigos são assinados por docentes e estudantes da Universidade Federal do Sul da Bahia integrantes do Núcleo de Estudos em Semiologia e Propedêutica Clínica (NESPc), professora Maria Luíza Caires Comper, que orientou e é co-autora dos trabalhos publicados, conta que ela e os estudantes sob sua orientação levaram sete textos ao congresso com resultados de pesquisas de Iniciação Científica (IC), atividades de ensino e projetos de extensão, todos relacionados com a saúde pública, seja acompanhando atendimentos nos postos ou discutindo e relatando experiências da formação de novos profissionais da área. Dentre os aspectos presentes nos trabalhos, unindo temas distintos como a saúde do trabalhador, da gestante e a formação de novos trabalhadores especializados estão o emprego de metodologias pedagógicas mais participativas, o uso de técnicas voltadas para a educação em saúde como ferramenta de conscientização e a valorização do SUS como espaço de promoção e proteção da saúde.

Segurança do Trabalho e Saúde do Trabalhador

Apresentação de trabalho no III Congresso de Medicina do Recôncavo da Bahia 2019 02Um dos artigos é intitulado Diagnóstico de demandas ocupacionais no território e intervenção em saúde do trabalhador: um relato de experiência, assinado por Maria Luiza Caires Comper, Lohana Guimarães S Souza, Maísa Miranda Coutinho e Gustavo Bruno Bicalho Gonçalves. Nele, a equipe relata a experiência realizada no componente curricular Saúde e Trabalho, do Bacharelado Interdisciplinar em Saúde, com a adoção de metodologia de aula invertida e o foco no aprendizado de Segurança do Trabalho dentro do currículo de profissional de saúde. A proposta realizada era aprender e experimentar métodos de mensuração de riscos laborais e condições sociais, econômicas e culturais da ocupação e do próprio território para diagnosticar a situação dos trabalhadores no território de Vila Santa Isabel, distrito do município de Ibicaraí e também conhecido como Quilômetro 41. Mas o relato não para na identificação dos problemas: a equipe também preparou uma intervenção na qual a educação popular em saúde e materiais para a comunicação foram ferramentas importantes para a participação dos próprios trabalhadores na discussão e adaptação das melhorias propostas para a segurança laboral.

O trabalho permitiu um contato diferenciado com o tema da saúde e a segurança do trabalho, com a escuta da equipe da UBS e dos trabalhadores. A professora Maria Luiza comenta que essa opção pedagógica ofereceu visão teórica e prática sobre essas dimensões: “A experiência adquirida permite que o estudante tenha uma perspectiva ampliada dos determinantes de saúde em um território, incluindo as condições de trabalho, muitas vezes pouco considerada pelos profissionais de saúde. Também permite que o estudante vivencie todas as etapas de um processo de diagnóstico e intervenção para a promoção de saúde em um território, reconhecendo que o cuidado em saúde precisa ser ampliado para além do diagnóstico e tratamento de doenças.”

No paper seguinte, Acidentes de trabalho por distúrbios osteomusculares registrados no Brasil entre 2006 e 2017, Jeniffer de Araújo Abreu, Larissa da Silva Vieira, e a professora Maria Luiza Caires Comper descreveram os resultados de pesquisa epidemiológica a partir dos dados extraídos do Anuário Estatístico da Previdência social. O intuito foi descrever a incidência e as características dos acidentes de trabalho decorrentes de distúrbios osteomusculares ocorridos no Brasil durante o período de 2006 a 2017. O foco foi dirigido para a notificação de casos envolvendo as afecções musculares e ósseas agregadas sob a sigla LER/DORT (“Lesões por Esforço Repetitivo”, termo em fase de substituição por “Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho”), uma vez que esses casos são equiparados aos acidentes de trabalho para efeito de concessão de benefício-acidentário. Os resultados apontam para uma tendência de subnotificação dos casos e consequente redução de pagamento do benefício aos trabalhadores afetados. Esse achado aponta a necessidade de fortalecimento das ações de vigilância em saúde do trabalhador na Atenção Básica como uma forma de evitar a subnotificação dos casos, ampliar as ações de promoção da saúde e compartilhar conhecimentos sobre prevenção de acidentes com os trabalhadores.

Dentre as possibilidades de ações para sanar o problema, a professora Maria Luiza pondera que o ponto de partida é melhorar as condições dos profissionais à frente do contato com a população. “Acreditamos que uma das principais ações seria o fortalecimento das ações de vigilância em saúde do trabalhador por meio das equipes da Atenção Básica. Essas ações incluem: a avaliação do perfil produtivo de cada território, com identificação dos principais riscos ambientais e ocupacionais que decorrem dos serviços e processos produtivos e suas relações; coleta de informações/dados ocupacionais do usuário; monitoramento e análise epidemiológica dos casos de DORT. Essas informações contribuem para o planejamento de intervenções que possam promover a saúde dos trabalhadores”, detalha a pesquisadora.

Formação em saúde e a experiência das gestantes em uma UBS

WhatsApp Image 2020 07 08 at 17.21.52Outro artigo constante do dossiê é intitulado Gestação, Parto e Puerpério na perspectiva de gestantes de uma Unidade Básica de Saúde, assinado por Larissa da Silva Vieira, Jeniffer de Araújo Abreu, Karen Kessy Souto Paulo, Lavínia da Silva Menezes, Luiza Bastos Martins e Maria Luiza Caires Comper. O texto relata experiência de ensino realizada na Unidade Básica de Saúde José Maria Magalhães Neto, ligada ao módulo III, em Itabuna, pela turma do componente curricular “Propedêutica Clínica dos Problemas de Saúde da Gestação, Parto e Puerpério”, do Bacharelado Interdisciplinar em Saúde. Esse componente se volta à apresentação e discussão de diferentes processos que ocorrem durante a gravidez, o parto e o período de recuperação pós-parto, bem como a preparar os estudantes e futuros profissionais para produzir dados significativos sobre esse ciclo. O objetivo da atividade foi fazer com que a turma se experimentasse no contato com as gestantes e se preparasse para atuar na educação para a saúde de mulheres em gestação. O método usado articulou contatos e coletas de informações junto à equipe da UBS ao uso da técnica de “roda de conversa”, feito com a finalidade de ouvir as gestantes e sanar dúvidas que elas tivessem em relação aos diferentes processos que ocorrem durante e após a gestação. :: LEIA MAIS »

Amendoeiras e periquitos: Faltou sensibilidade e competência

POR CHICO ANDRADE

Há anos, o município de Ilhéus debate a reurbanização da avenida Soares Lopes. Concebida como uma avenida parque originalmente, que não constituía via de acesso obrigatório a nenhum ponto do município, a Soares Lopes, com suas amendoeiras, se tornou abrigo noturno de periquitos cuiubinhas e maritacas. Ninguém discute a necessidade de supressão das amendoeiras. A retirada de árvores inadequadas ao complexo viário no qual está inserida agora a Soares Lopes não foi ilegal. Foi, contudo, insensível e cruel. A Prefeitura Municipal, um dia após o corte da árvores que desorientou as aves e chocou pela falta de planejamento e modo grosseiro como foi realizado, informa que haverá replantio de árvores e criação de um parque na avenida. Se a supressão das amendoeiras é prevista há dois anos, o lógico, visando respeitar o meio ambiente, seria preparar o novo parque antes do corte. A Prefeitura Municipal de Ilhéus fez o inverso, afetando as aves, produzindo cenas tristes e mostrando que foi incapaz de evitar sofrimento e transtorno. Faltou, ao que se percebe, sensibilidade e competência.

FONTE: BLOG CHICO ANDRADE

Operação tapa-buracos melhora trânsito e condições das vias em Ilhéus. Por Secom

A Prefeitura de Ilhéus segue com a recuperação asfáltica, por meio da operação tapa-buracos, visando proporcionar melhores condições de tráfego nas vias da cidade. Sob a coordenação da Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil (Seinfra), o trabalho já foi realizado em aproximadamente 20 localidades durante os meses de junho e julho.

De acordo com a Seinfra, o cronograma atende de forma prioritária pontos previamente definidos com o auxílio de um levantamento. A Prefeitura pede a compreensão da população e informa que o objetivo é atender as demandas, levando em consideração o fluxo diário de veículos que transitam pelas vias. “Entendemos a necessidade de conservação e reparo das ruas para melhor trafegabilidade e segurança no trânsito. Por isso, avaliamos as áreas e realizamos o trabalho rotineiramente. A nossa meta é de que a operação atenda inicialmente os pontos mais críticos da cidade”, frisou o prefeito Mário Alexandre.

O serviço de recuperação da malha viária chegou às ruas Treze de Maio e Coronel Pessoa, no Pontal; avenidas Soares Lopes e Dois de Julho, no Centro; Avenida José Luís da Fonseca e ruas Clóvis Humberto Sampaio; Rotary e Tobias Barreto, na Cidade Nova; ruas Edmon Darwich e Lucio Bitencourt, na Bela Vista; ruas Portugal e Osmundo Marques, no Nelson Costa; Avenida Itabuna, na altura da ladeira do Canecão; Avenida Nossa Senhora Aparecida; Principal do Ilhéus II; Eixo Principal da Urbis e Mambape, na zona Sul da cidade. As vias são atendidas dentro do cronograma de obras avaliado conforme as necessidades e prioridades de cada localidade.

Prefeitura mantém Ilhéus na rota dos navios de cruzeiros para temporada 2020-2021 Por Secom

Com previsão de início para o mês de dezembro, a temporada de navios promete aquecer a economia local. De acordo com a Prefeitura de Ilhéus, as empresas de cruzeiros continuarão operando no município, com algumas escalas já programadas para o período da alta temporada. O diálogo do prefeito Mário Alexandre com importantes companhias possibilitou a permanência da cidade como um dos principais roteiros do litoral brasileiro.

“Promovemos um diálogo firme e, com isso, asseguramos a continuidade do receptivo. A garantia da atividade turística gera emprego e renda, estimulando o crescimento da cadeia produtiva no município. O turista que visitou Ilhéus na temporada passada, hoje vai se deparar com uma cidade diferente, pois em pouco menos de um ano conseguimos avançar em infraestrutura e mobilidade, entregando importantes obras e empreendimentos à população”, destacou o gestor.

“Ilhéus é um destino muito importante, devido à sua importância histórica, arquitetônica e às lindas praias, além da hospitalidade do povo”, ressaltou Márcia Leite, diretora da MSC Cruzeiros. Ela explicou que os itinerários originalmente planejados foram mantidos com escalas na cidade. Contudo, o MSC Seaview será o único navio que não vai atracar, em razão de condições técnicas do Porto do Malhado, segundo comunicado da empresa.

A Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), responsável pelo terminal marítimo, já foi informada sobre a decisão. A Prefeitura de Ilhéus aguarda o parecer técnico, conforme contato mantido com a assessoria da Codeba.

Pesquisador baiano estuda como o coronavírus afeta órgãos dos pacientes

Projeto busca tornar mais fácil identificar possíveis fatores de risco da covid-19

Um grupo de pesquisadores do Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz Bahia), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), analisa como o organismo lida com a infecção ocasionada pelo coronavírus. O objetivo do estudo é entender como é possível reconhecer precocemente o paciente que possui risco de evoluir para um quadro grave e o que é necessário fazer para reverter este prognóstico. À frente da pesquisa, Washington dos-Santos explica que para realizar o estudo a equipe vai pedir a autorização para fazer exames em órgãos de pessoas que foram a óbito devido à covid-19. “Vamos fazer análises microscópicas, incluindo de microscopia eletrônica e dos genes, para identificar o que está sendo ativado e as substâncias químicas que o organismo produz no local”, disse o pesquisador.

Washington ressalta que o interesse para desenvolver o estudo veio do anseio como médico de contribuir na busca por soluções para a pandemia. “Eu já liderava um grupo de pesquisa em patologia estrutural e molecular na Fiocruz, então já tínhamos o interesse em entender como ocorrem as modificações na morfologia dos órgãos atingidos por doenças”, disse ao destacar que outra vantagem deste trabalho é a formação de um grupo técnico capaz de atuar em diversas situações envolvendo o surgimento de novas doenças, como é o caso da covid-19.

Ele também alega que são poucos os grupos de pesquisas que trabalham nesta linha específica, pois há dificuldades na coleta de amostras de órgãos internos de pacientes que morrem pela doença. “Temos três grupos no país inteiro fazendo trabalhos similares ao nosso, mas a especificidade do nosso projeto é a profundidade de análise de moléculas e genes em larga escala. Futuramente, esperamos formar uma rede de parceria e troca de conhecimentos com esses outros grupos de pesquisa”.

Segundo o pesquisador, com a conclusão do trabalho, espera-se criar subsídios para redirecionar tratamentos e monitorar a toxicidade por drogas ou sobre lesões ainda desconhecidas. “Durante a pandemia, criaremos na página do IGM-Fiocruz um observatório para informar, em tempo real, aos profissionais que atuam no tratamento e pesquisa sobre a covid-19, a respeito de alterações encontradas na análise dos órgãos dos pacientes. O trabalho está em fase inicial e recentemente foi aprovado no edital da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) voltado para contemplar pesquisadores com projetos relacionados ao coronavírus.

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) lançaram em 2019, no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estão disponíveis no site e redes

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
Assessoria de Comunicação

Coordenador Erick Issa
(71) 3118-5811 / 9685-6221

Sebrae realiza Semana de Capacitação totalmente online e gratuita

 

Sebrae realiza Semana de Capacitação totalmente online e gratuita
Evento, que já está com inscrições abertas, acontece entre os dias 27 e 31 de julho

Já estão abertas as inscrições para a Semana Sebrae de Capacitação Empresarial, que, este ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, será realizada num formato totalmente online, em plataformas como WhatsApp, Instagram e Zoom. Gratuito, o evento acontece entre os dias 27 e 31 de julho e os empresários terão acesso a cursos, oficinas, seminários e lives. As inscrições devem ser feitas no site www.semanasebrae.com.br. Ao todo, estão sendo oferecidas  4.375 vagas em 30 capacitações.

A Semana Sebrae é direcionada para donos de micro e pequenos negócios e, nesta edição, vai trazer conteúdos focados em temas como finanças, marketing digital, liderança, além da apresentação de cases de sucesso. O participante poderá ainda fazer o download do e-book exclusivo: “Empresário do novo mundo: como retomar o controle de sua empresa”, que estará disponível por tempo limitado na página da Semana Sebrae. Um dos objetivos do evento é contribuir com a disseminação de conhecimento para que os empresários possam superar a crise gerada pela pandemia.

A programação inclui os workshops Mão Na Massa; cursos via Instagram; oficinas via WhatsApp; painéis setoriais focados em alimentos, beleza e cosméticos, economia criativa e moda; Seminário BIM, para negócios da construção civil; oficinas de pitch; uma maratona de lives com cases de sucesso e o encontro com o especialista em varejo, Fred Alecrim, no Deu Match.

A programação completa pode ser acessada também no www.semanasebrae.com.br. No endereço, o empresário terá acesso a uma playlist de vídeos exclusiva da Semana Sebrae, com dicas para contribuir com a gestão do negócio. Dúvidas podem ser esclarecidas na Central de Relacionamento Sebrae, no 0800 570 0800. A ligação é gratuita.

FOTO ANEXA (Crédito: Dario G. Neto/ASN Bahia) 

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ILHÉUS REGISTRA 44 NOVOS CASOS DE COVID-19 E COLAPSO EM UTI

Com 44 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, Ilhéus alcança acumulado de 1.590 pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia, conforme a Vigilância Epidemiológica, da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Os casos foram registrados no período que vai de ontem até as 18h deste sábado (4).

Segundo a Vigilância Epidemiológica, são 443 casos ativos e 65 óbitos no município. O número de curados é mais que o dobro de casos ativos, 1.082. Há, porém 356 pacientes aguardando resultado de exame para covid-19. O total de notificações chega a 10.462, das quais 8.191 foram descartadas, conforme a Vigilância Epidemiológica.

SEM VAGAS EM UTIs

 

Faz mais de uma semana que Ilhéus encerra o dia com todas as vagas em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para covid-19 ocupados. De acordo com a Sesau, todos os 50 leitos de UTI estão com pacientes.

O secretário municipal de Saúde, Geraldo Magela, disse que apenas metade dos leitos é ocupada por vítimas da covid-19 de Ilhéus. “O nosso sucesso atraiu pacientes de todas as regiões, inclusive de Itabuna. Se não tem lá, mandam para cá, antes era o contrário, mandávamos para lá”, afirmou em entrevista ao Jornal Bahia Online.

Governador Rui Costa destaca diálogo com o gestor municipal e anuncia novas obras para Ilhéus por Secom

Durante o ato de entrega da nova ponte Jorge Amado, o Governador Rui Costa, ao lado do Prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, anunciou em entrevista novas obras de infraestrutura para a cidade. Ao informar sobre o projeto de investimento para a região sul da Bahia, o Chefe de Estado noticiou que retornará para Ilhéus no mês de agosto para entregar a primeira etapa da nova estação de tratamento de esgoto da zona sul, a pedido do gestor municipal.

Rui lembrou a entrega do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC) e destacou a obra do novo hospital materno infantil de alta complexidade, com investimentos de cerca de 30 milhões que está em andamento onde era o antigo Hospital Regional, no bairro da Conquista, cuja entrega está prevista para o mês de fevereiro de 2021.

“Essa semana vamos publicar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que vamos construir aqui em Ilhéus e uma Unidade Básica de Saúde (UBS), ao lado do HRCC. Em agosto volto a Ilhéus para entregar o esgotamento sanitário. São 60 milhões de investimentos para fazer todo o esgotamento sanitário com a estação de tratamento”, disse o governador, ao mencionar que para a primeira etapa dessa obra que será entregue à população, os investimentos públicos são na ordem de 44 milhões de reais.

O governador, ao lado do prefeito, destacou também a duplicação da BA 001 em continuidade à obra da nova ponte na zona sul de Ilhéus, com investimentos de aproximadamente 12 milhões de reais, no redesenho da mobilidade urbana da cidade. “São muitos investimentos. Teremos uma nova licitação de novas escolas aqui”, acrescentou, e, na sequência, disse Rui Costa: “Isso tudo, graças a Deus, ganha celeridade quando a gente consegue um diálogo e afinidade com o município [de Ilhéus] para que as coisas ocorram mais rapidamente, com menos burocracia e com menos tempo perdido”.

O prefeito Mário Alexandre agradeceu à Rui Costa. “A casa aqui é sua. O povo de Ilhéus tem visto com bons olhos essa parceria que o senhor tem realizado em Ilhéus e região. Nós queremos agradecer, em nome do povo dessa terra, pelo carinho e esforço que o senhor tem tido pela nossa cidade”.

Em contrapartida, o governador externou sua vontade de abraçar o povo ilheense fisicamente pela alegria do momento histórico dessa grande obra, mas destacou a necessidade do abraço virtual no contexto da pandemia.

Parceria entre a Prefeitura e a UESC possibilitará aumento significativo da testagem para Covid-19 Por Secom

Por meio de um convênio de cooperação técnica celebrado entre o Município de Ilhéus e a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) durante um período de 12 meses para a testagem e diagnóstico do coronavírus, o número diário de testes vai aumentar de forma significativa, podendo chegar a um crescimento de até quatro vezes.

A notícia foi anunciada pelo reitor da UESC, Alessandro Fernandes de Santana, no dia da entrega da nova ponte, em entrevista na live de cobertura. “Hoje estamos fazendo 40 testes dia manualmente e, nos próximos dias, iremos passar para 200 testes dia. Então isso é significativo. Para vocês terem ideia, o Lacen faz em torno de 500 testes dia para toda a Bahia e nós vamos fazer 200 testes dia somente para a nossa região aqui. Ilhéus e Itabuna concentram os hospitais da região, então, certamente, serão para esses dois municípios”, explicou o reitor.

“E o convênio de hoje com o município é porque o prefeito está garantindo o fornecimento dos insumos necessários para a realização do teste”, continuou Alessandro, ao informar que a coleta das amostras é feita pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Ilhéus, a análise e resultado pela universidade, com a autorização do Laboratório Central da Bahia (Lacen-BA).

O tipo do teste realizado é o RT-PCR, considerado o exame “padrão ouro” ou “padrão de referência” que identifica o vírus e confirma a Covid-19. O teste busca detectar o RNA do vírus através da amplificação do ácido nucleico pela reação em cadeia da polimerase.

A instituição de ensino adequou um laboratório específico devidamente credenciado pelos órgãos competentes para o desenvolvimento da atividade de análises epidemiológicas. Conforme informado, o que permitirá o aumento do número de testes diários é o investimento na aquisição de um extrator de RNA automático pela universidade.





















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