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Editoria ‘Agricultura’

CONVITE / Sindicato Rural de Ilhéus

Governo do Estado viabiliza R$ 33 milhões para pagamento do Garantia Safra a agricultores familiares

Feira de produtos orgânicos do Centro de Economia Solidária.
Fotos: Pedro Moraes/GOVBA

A economia de municípios baianos será aquecida, a partir desta quinta-feira (13), com a liberação de R$ 33 milhões, referentes ao pagamento das indenizações do Garantia Safra (2015/2016) para quase 200 mil agricultores familiares que tiveram perdas na produção. O anúncio foi feito pelo governador Rui Costa em suas redes sociais na tarde desta quinta-feira (13).

Deste valor, R$ 23 milhões são referentes ao pagamento das últimas parcelas da Safra Verão, que indenizou mais de 137 mil famílias de agricultores. Os outros R$ 10 milhões estão sendo destinados ao pagamento da primeira parcela da Safra Inverno, para cerca de 60 mil famílias de agricultores familiares baianos.

“O desejo do governo é que não houvesse perda de safra porque é um fator ruim para todos: agricultor familiar, municípios, Estado e União. E o Garantia Safra, aliado a outras ações estratégicas, desempenha um papel importante para enfrentar problemas relacionados à seca. O governo vai continuar apoiando os agricultores familiares, e, na medida em que houver frustação de safra, disponibilizará aporte financeiro, em parceria com a União e os municípios”, afirma o governador Rui Costa.

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DEMARCAÇÃO: AUDIÊNCIA COM O SECRETÁRIO DE JUSTIÇA.

Por EDGARD SIQUEIRA

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DIA MUNDIAL DO CACAU

Inovação no cacau da Mata Atlântica

Eduardo Athayde*

Eduardo Athayde

Quando o WWI-Worldwatch Institute, na virada do milênio, publicou  internacionalmente estudo sobre a mata atlântica da região cacaueira da Bahia, batizando-a de “Floresta de Chocolate”, única no mundo, onde a matéria prima do chocolate é produzida com recordes de biodiversidade no planeta, registrado pelo Jardim Botânico de Nova Iorque, a prefeitura nova-iorquina iniciava o levantamento de cada uma das suas 683.113 arvores.

Hoje, os cidadãos de Nova Iorque conhecem o valor econômico individual das suas árvores, sabem que cada uma reduz a temperatura sob sua copa em cinco graus centigrados, joga no ar 150 mil litros de água por ano e produzem serviços anuais avaliados em US$111 bilhões [tree-map.nycgovparks.org]; um padrão que está sendo seguido por várias cidades do mundo que plantam florestas urbanas visando a melhoria do ar, do clima local e da qualidade de vida dos seus cidadãos.

Com a força das redes sociais o mundo parece ter ficado pequeno e a biodiversa Mata Atlântica, antes pouco percebida (ainda não valorada), vem recebendo influencia direta dessas inovações. O Centro de Inovação do Cacau (CIC), por exemplo, que será inaugurado esta semana na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus, é a parte concreta do projeto do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia, idealizado conjuntamente pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Ceplac, Uesc, Secti, Instituto Arapiaú e outras instituições.

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Governo apresenta parque para desenvolvimento do cacau e chocolate no sul da Bahia

A apresentação do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia, que vai funcionar dentro da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), na rodovia Ilhéus-Itabuna, marcou as comemorações dos 60 anos da implantação da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac), nesta segunda-feira (20). O evento foi realizado na sede regional da instituição, com as presenças dos secretários estaduais de Agricultura, Vitor Bonfim; Ciência, Tecnologia e Inovação, José Vivaldo Mendonça; do Meio Ambiente, Geraldo Reis; e de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues.

BY DANIEL THAME

Articulado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Uesc, o parque terá como foco a criação e inovação da cadeia produtiva do cacau e chocolate no sul da Bahia. Foram três anos de estudos para o desenvolvimento do projeto da unidade, que irá auxiliar ainda na qualificação dos ensinos técnico e superior da região.

O parque, que tem previsão de receber R$ 6,5 milhões em investimentos até 2019, também possui como metas o desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental, produtividade e competitividade do cacau e do chocolate, fomento à produção agroindustrial, agroecologia e agricultura familiar, manejo e conservação dos recursos florestais.

Desenvolvimento regional

BY DANIEL THAME

BY DANIEL THAME

A primeira estrutura do parque será inaugurada no mês de março. Trata-se do Centro de Inovação do Cacau, instalado em uma área dentro do Instituto Nacional de Pesquisa e Análises Físico-químicas da Uesc. “Com o apoio do Governo do Estado, atuando em parceria com a Ceplac, a Universidade Estadual de Santa Cruz e a Universidade Federal do Sul da Bahia, vamos ampliar o processo de geração de tecnologia voltada para o desenvolvimento regional, que passa pelo fortalecimento da cadeia produtiva do cacau”, afirma José Vivaldo Mendonça.

O superintendente regional da Ceplac, Antonio Zugaib, destacou que “a parceria com o Governo do Estado é importante porque envolve não apenas recursos, mas difusão do conhecimento entre as instituições, tendo o Parque Científico e Tecnológico como agente catalizador para o desenvolvimento regional”.

Para Jerônimo Rodrigues, “o grande desafio é adotar um modelo que garanta a retomada econômica do cacau. Para isso, o Governo do Estado tem estabelecido parcerias que fortaleçam a cadeia produtiva do chocolate e programas de diversificação como agroindústria e fruticultura”. Geraldo Reis acrescentou que haverá investimentos em técnicas de produção que permitam a conservação ambiental, já que o cacau, por suas características de cultivo, contribui para a preservação da Mata Atlântica.

Ampliação da produção

Já Vitor Bonfim comentou que o Governo está trabalhando em conjunto com a Ceplac para ampliar a produção de cacau e reduzir a dependência da importação de amêndoas da África e da Ásia, que oferecem riscos de introdução de pragas. A comemoração dos 60 anos da Ceplac foi encerrada com a entrega de placas homenagens a funcionários e de uma palestra sobre a história da instituição.

Criada por Juscelino Kubitschek, a Ceplac elevou a produção de cacau na Bahia, nas décadas de 1970 e 1980, para 400 mil toneladas por ano. Atualmente, em processo de retomada, a produção é de cerca de 130 mil toneladas/ano e, além das amêndoas, estão sendo feitos investimentos na produção de chocolate, com a criação de cerca de 20 marcas, que já atingem os mercados nacional e internacional de chocolates finos.

SEXAGENÁRIA

CEPEALC - 60 ANOS DE RELEVANMTES SERVICOS PRESTADOS A REGIAO CACAUEIRA

Uma instituicao chamada CEPLAC (Retrospectiva)

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CEPLAC / NOVOS DIRIGENTES

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CEPLAC / CACAU / VASSOURA DE BRUXA

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PROPOSTA PROCACAU

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SINDICATO RURAL DE ILHÉUS

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Agrissênior Notícias – Nº 600 – 30 de novembro de 2016

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PROPOSTA / CACAU

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Câmara aprova política de valorização do cacau brasileiro

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em caráter conclusivo, a criação da Política Nacional de Incentivo à Produção de Cacau de Qualidade, prevista no Projeto de Lei 2677/15, do deputado Evair Vieira de Melo (PV-ES).

A proposta define diretrizes e instrumentos para aumentar o padrão de qualidade do cacau nacional com estímulos à produção, à industrialização e à comercialização do produto em categoria superior. O texto, entre outras medidas, determina a abertura de linhas de crédito, investimentos em pesquisas e parcerias entre o poder público e o setor privado.

Relator na CCJ, o deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) considerou que o texto atende aos requisitos de constitucionalidade, da juridicidade e da técnica legislativa.

Tramitação
O projeto seguirá agora para análise do Senado, a menos que haja recurso para que examinado antes pelo Plenário da Câmara.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcelo Oliveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

 

Bahia apresenta força da produção cacaueira da agricultura familiar em São Paulo

O secretário de Desenvolvimento Rural do Estado, Jerônimo Rodrigues, esteve em São Paulo nesta quinta-feira (10), representando o governador Rui Costa, durante o ‘Fórum Estadão – A importância do cacau para a economia brasileira’. O evento tem por objetivo debater a modernização da produção do cacau e as soluções para o seu crescimento e desenvolvimento econômico.
CACAU_A.FAMILIAR

CACAU_A.FAMILIAR

O secretário destacou que 90% da produção de cacau na Bahia é proveniente da agricultura familiar. “É possível que tenhamos mais desafios com implementação de programas de assistência técnica, de financiamento, mas o governo estadual está investindo no crescimento produtivo deste fruto, que representa muito para economia baiana e brasileira”, ressaltou Rodrigues.
O secretário acrescentou que o governo estadual anunciou, no mês de outubro, novos investimentos no valor de R$ 10 milhões para projetos da cultura do cacau, por meio do edital de fruticultura do Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).
O estado vive momento de retomada da produção e investe cada vez mais em qualidade das amêndoas, matéria-prima que tem atraído chocolateiros da Europa. No segundo semestre de 2015, a Bahia quebrou jejum de 20 anos sem exportar, com envio de 6,4 mil toneladas de amêndoas de cacau, avaliadas em R$ 19,4 milhões, para a Europa, o que deu novo ânimo aos cacauicultores do estado. O Brasil possui 490 mil hectares cultivados com cacaueiros em diferentes regiões e três principais zonas distintas de produção dos biomas Amazônia e Mata Atlântica, sendo um deles o sul da Bahia.
O evento, promovido pelo Estadão em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), reuniu especialistas, produtores, sindicalistas, entidades do setor e representantes do Poder Público.

O CACAUEIRO PEDE SOCORRO

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador da CEPLAC/Solos, aposentado.

luizferreira1937@gmail.com

O nosso livro- TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC. INSTITIUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA – é apenas um elo da cadeia CACAU. Não basta a sua revitalização que deve ser vista globalmente; entendendo – se a planta, quem labuta com a terra e quem dá suporte técnico. Ou seja: O CACAUEIRO, O CACAUICULTOR E A CEPLAC.

Neste contexto, a solução financeira do produtor de cacau vem em primeiro lugar, condição fundamental à sobrevivência da cacauicultura, pois sem a sua capitalização o cacaueiro pode entrar na lista de espécies em vias de extinção como o jacarandá ou o mico leão dourado. E a CEPLAC, seguir o mesmo caminho. AMBOS À REBOQUE.

Portanto, se o Brasil deseja ter chocolate, auferir dólares e distribuir rendas tem que imediatamente implantar um programa amplo em atendimento a esse tripé, sobretudo aos seus requerimentos financeiros. Afora disso, são remendos políticos que se rasgam constantemente.

Com a introdução da vassoura de bruxa, em maio 1989, o cacau baiano foi contaminado exponencialmente, cuja doença se expandiu rapidamente para todos os quadrantes da região do cacau no sul da Bahia. Isso devido a fatores altamente favoráveis para a propagação do microrganismo, tais como: áreas contínuas de extensas plantações envelhecidas; topografia fortemente ondulada, com altitude relativa de mais de 300 metros; temperatura declinante no inverno (é a zona de cacau mais fria do mundo) e rica densidade da rede hidrográfica.

A distribuição regular das chuvas ao longo do ano, sem períodos secos bem definidos, propicia os lançamentos contínuos de ramos e folhagem novos (flushing), o que é de excepcional favorecimento para a vassoura-de-bruxa.

A doença chegou ao sul da Bahia, numa hora desvantajosa, crítica mesmo, quando a cacauicultura se encontrava “quebrada”, debilitada e mergulhada em grave crise de produção. Os cacauais envelhecidos, sem condições de competitividade.

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CEPLAC

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Rui viaja à França em busca de novos investimentos para setores do cacau e do turismo

Buscando atrair novos projetos e investimentos para o Estado, o governador Rui Costa viaja nesta semana para a França, onde vai se reunir com empresários da indústria do chocolate e da área do turismo. Um dos compromissos de Rui será uma visita ao Salon du Chocolat Paris, principal evento mundial do setor, que vai reunir 500 expositores da França e de outros países.

By  Pedro Moraes GOVBA

By Pedro Moraes GOVBA

O governador chegará à capital francesa na quarta-feira (26) quando se reunirá com empresários do chocolate da Bahia e do exterior para discutir ações voltadas para o setor. Ainda neste mesmo dia, Rui Costa estará na Embaixada do Brasil para participar do evento Divulgação Bahia Destino – Rota do Cacau.

Na quinta-feira (27), o governador se encontra com dirigentes da Egis Group, um grupo internacional de consultoria, engenharia, estruturação de projetos e serviços de operação. Na pauta, está a viabilidade técnico-econômico e ambiental de linhas de teleféricos que funcionarão como ligação entre as estações de Metrô de Salvador e bairros situados nas suas proximidades.

Fazem parte da comitiva do governador o secretário de Turismo, José Alves, o diretor de Promoção Nacional e Internacional da Bahiatursa, Celso Cotrim, e o chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Jeandro Ribeiro.

Salão do Chocolate

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Alimentos produzidos na Bahia são destaque na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Gastronomia, engenharia de alimentos, games, energias renováveis e economia colaborativa são temas contemplados com ações diversas na 13ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Iniciada nesta quarta-feira (19), no Senai Cimatec, em Salvador. Com o tema ‘Ciência Alimentando o Brasil’, o evento expõe diversos produtos de cooperativas de agricultores familiares, como geléia, cerveja de umbu, sequilhos, entre outros itens fabricados a partir de tecnologias alimentares. No setor de Exposição Tecnológica, a área gourmet reforça a oferta de conhecimento com exposição, degustação e informações sobre o processo de industrialização de chocolates finos, acarajés e abarás, produzidos em território baiano.
Alberto Coutinho/GOVBA

Alberto Coutinho/GOVBA

O secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues vê a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia como uma oportunidade de fusão de conhecimentos. “O evento é uma oportunidade para o diálogo entre a ciência tradicional e o conhecimento prático. Significa um momento estratégico para a ampliação do conhecimento que servirá para o desenvolvimento de novas tecnologias”, afirma.

Desenvolvidos por alunos do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), o sorvete à base de mandioca e a carne de jaca são outras novidades apresentadas ao público, formado em sua maioria por estudantes, pesquisadores e empreendedores. Além dos estandes de alimentos, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia apresenta espaços de robótica, games desenvolvidos no Parque Tecnológico da Bahia e até mobilidade urbana.

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