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:: ‘Agricultura’

Bahia apresenta força da produção cacaueira da agricultura familiar em São Paulo

O secretário de Desenvolvimento Rural do Estado, Jerônimo Rodrigues, esteve em São Paulo nesta quinta-feira (10), representando o governador Rui Costa, durante o ‘Fórum Estadão – A importância do cacau para a economia brasileira’. O evento tem por objetivo debater a modernização da produção do cacau e as soluções para o seu crescimento e desenvolvimento econômico.
CACAU_A.FAMILIAR

CACAU_A.FAMILIAR

O secretário destacou que 90% da produção de cacau na Bahia é proveniente da agricultura familiar. “É possível que tenhamos mais desafios com implementação de programas de assistência técnica, de financiamento, mas o governo estadual está investindo no crescimento produtivo deste fruto, que representa muito para economia baiana e brasileira”, ressaltou Rodrigues.
O secretário acrescentou que o governo estadual anunciou, no mês de outubro, novos investimentos no valor de R$ 10 milhões para projetos da cultura do cacau, por meio do edital de fruticultura do Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).
O estado vive momento de retomada da produção e investe cada vez mais em qualidade das amêndoas, matéria-prima que tem atraído chocolateiros da Europa. No segundo semestre de 2015, a Bahia quebrou jejum de 20 anos sem exportar, com envio de 6,4 mil toneladas de amêndoas de cacau, avaliadas em R$ 19,4 milhões, para a Europa, o que deu novo ânimo aos cacauicultores do estado. O Brasil possui 490 mil hectares cultivados com cacaueiros em diferentes regiões e três principais zonas distintas de produção dos biomas Amazônia e Mata Atlântica, sendo um deles o sul da Bahia.
O evento, promovido pelo Estadão em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e a Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), reuniu especialistas, produtores, sindicalistas, entidades do setor e representantes do Poder Público.

O CACAUEIRO PEDE SOCORRO

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador da CEPLAC/Solos, aposentado.

[email protected]

O nosso livro- TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC. INSTITIUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA – é apenas um elo da cadeia CACAU. Não basta a sua revitalização que deve ser vista globalmente; entendendo – se a planta, quem labuta com a terra e quem dá suporte técnico. Ou seja: O CACAUEIRO, O CACAUICULTOR E A CEPLAC.

Neste contexto, a solução financeira do produtor de cacau vem em primeiro lugar, condição fundamental à sobrevivência da cacauicultura, pois sem a sua capitalização o cacaueiro pode entrar na lista de espécies em vias de extinção como o jacarandá ou o mico leão dourado. E a CEPLAC, seguir o mesmo caminho. AMBOS À REBOQUE.

Portanto, se o Brasil deseja ter chocolate, auferir dólares e distribuir rendas tem que imediatamente implantar um programa amplo em atendimento a esse tripé, sobretudo aos seus requerimentos financeiros. Afora disso, são remendos políticos que se rasgam constantemente.

Com a introdução da vassoura de bruxa, em maio 1989, o cacau baiano foi contaminado exponencialmente, cuja doença se expandiu rapidamente para todos os quadrantes da região do cacau no sul da Bahia. Isso devido a fatores altamente favoráveis para a propagação do microrganismo, tais como: áreas contínuas de extensas plantações envelhecidas; topografia fortemente ondulada, com altitude relativa de mais de 300 metros; temperatura declinante no inverno (é a zona de cacau mais fria do mundo) e rica densidade da rede hidrográfica.

A distribuição regular das chuvas ao longo do ano, sem períodos secos bem definidos, propicia os lançamentos contínuos de ramos e folhagem novos (flushing), o que é de excepcional favorecimento para a vassoura-de-bruxa.

A doença chegou ao sul da Bahia, numa hora desvantajosa, crítica mesmo, quando a cacauicultura se encontrava “quebrada”, debilitada e mergulhada em grave crise de produção. Os cacauais envelhecidos, sem condições de competitividade.

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CEPLAC

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Rui viaja à França em busca de novos investimentos para setores do cacau e do turismo

Buscando atrair novos projetos e investimentos para o Estado, o governador Rui Costa viaja nesta semana para a França, onde vai se reunir com empresários da indústria do chocolate e da área do turismo. Um dos compromissos de Rui será uma visita ao Salon du Chocolat Paris, principal evento mundial do setor, que vai reunir 500 expositores da França e de outros países.

By  Pedro Moraes GOVBA

By Pedro Moraes GOVBA

O governador chegará à capital francesa na quarta-feira (26) quando se reunirá com empresários do chocolate da Bahia e do exterior para discutir ações voltadas para o setor. Ainda neste mesmo dia, Rui Costa estará na Embaixada do Brasil para participar do evento Divulgação Bahia Destino – Rota do Cacau.

Na quinta-feira (27), o governador se encontra com dirigentes da Egis Group, um grupo internacional de consultoria, engenharia, estruturação de projetos e serviços de operação. Na pauta, está a viabilidade técnico-econômico e ambiental de linhas de teleféricos que funcionarão como ligação entre as estações de Metrô de Salvador e bairros situados nas suas proximidades.

Fazem parte da comitiva do governador o secretário de Turismo, José Alves, o diretor de Promoção Nacional e Internacional da Bahiatursa, Celso Cotrim, e o chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Jeandro Ribeiro.

Salão do Chocolate

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Alimentos produzidos na Bahia são destaque na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Gastronomia, engenharia de alimentos, games, energias renováveis e economia colaborativa são temas contemplados com ações diversas na 13ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Iniciada nesta quarta-feira (19), no Senai Cimatec, em Salvador. Com o tema ‘Ciência Alimentando o Brasil’, o evento expõe diversos produtos de cooperativas de agricultores familiares, como geléia, cerveja de umbu, sequilhos, entre outros itens fabricados a partir de tecnologias alimentares. No setor de Exposição Tecnológica, a área gourmet reforça a oferta de conhecimento com exposição, degustação e informações sobre o processo de industrialização de chocolates finos, acarajés e abarás, produzidos em território baiano.
Alberto Coutinho/GOVBA

Alberto Coutinho/GOVBA

O secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues vê a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia como uma oportunidade de fusão de conhecimentos. “O evento é uma oportunidade para o diálogo entre a ciência tradicional e o conhecimento prático. Significa um momento estratégico para a ampliação do conhecimento que servirá para o desenvolvimento de novas tecnologias”, afirma.

Desenvolvidos por alunos do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), o sorvete à base de mandioca e a carne de jaca são outras novidades apresentadas ao público, formado em sua maioria por estudantes, pesquisadores e empreendedores. Além dos estandes de alimentos, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia apresenta espaços de robótica, games desenvolvidos no Parque Tecnológico da Bahia e até mobilidade urbana.

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C E P L A C

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SEMA / CEPLAC

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OS CACAUICULTORES SOLTAM A SUA VOZ

OS CACAUICULTORES SOLTAM A SUA VOZ

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador/Solos aposentado da CEPLAC

[email protected] 

 

Quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda.

Que palavra por palavra eis aqui uma pessoa se entregando

Coração na boca, peito aberto vou sangrando.

 São as lutas dessa nossa vida que eu estou cantando

(Gonzaguinha)

 

LUIZ FERREIRA

Em artigo que publiquei no www.r2cpress.com.br, SOS CACAUICULTURA, enfatizei o caos do tripé, PLANTA/INSTITUIÇÃO/PRODUTOR, cuja solução recaia na revitalização da força operacional dos homens que labutam a terra, enfraquecida pela insolvência da cacauicultura.

E acrescentei que lhes caberiam resolver a questão. Se o MST sem objetivo que não seja o tumulto e com um bando de radicais bota o bloco na rua, fecha estradas, depreda repartições públicas e peita governadores, porque legítimos agricultores que geram riquezas não são capazes de virar “povo nas ruas”? Ademais, os políticos falharam, quando poderiam ser bons intermediários, mas a história registra a sua incapacidade.

Coincidentemente, recebo a notícia que um grupo de bons empreendedores do cacau – Gustavo Mouro, Paulo Cortizo, Alfredo. Dantas Landim, Guilherme Galvão, Milton Andrade Júnior, Ricardo Gomes, José Ribeiro Benjamin, Aguido. Muniz – produziu um substancial documento reivindicatório, apenas em 6 páginas, mas conciso, objetivo, elucidativo, digerível, desgostável e digestivo.

Coloca os problemas com clareza e expõe os requerimentos para uma retomada da cacauicultura em bases que atendam aos diversos aspectos econômicos, sociais, culturais e ecológicos.

Para dar uma ideia da magnitude da propositura já do conhecimento do MAPA e na expectativa de chegar à Presidencial da República, resumo a seguir alguns tópicos.

– Enaltece o valor da pesquisa, sem a qual é impossível se vencer os desafios, concluindo pela necessidade do fortalecimento de uma agência com modelo jurídico e de governança participativo e transparente para que a iniciativa privada tenha interesse em aportar recursos.

– Propõe a criação de um fundo para a cacauicultura a expensas dos próprios produtores, demonstrando o quanto eles estão imbuídos e até se sacrificando para a revitalização do cacau, quando em épocas anteriores a luta era para derrubar a taxa contributiva que mantinha a CEPLAC.

– Outro avanço se refere à verticalização da produção como forma de auferir benefícios gerados pela cadeia produtiva e agregar valores à produção final.

Enfim, um documento sem lamentações e, tampouco, choros, como era comum em épocas passadas, mas eivado de dados consistentes e caminhos pavimentados em direção a uma agricultura forte, sustentável e integrada aos demais setores da economia, consentâneos ao equilíbrio, uso versus conservação dos recursos naturais do Sul da Bahia. (Maceió, Al, 06 de setembro de 2016).

Associação Cacau Sul Bahia – ACSB

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Livro sobre a CEPLAC esgotado.

www.amazon.com.br

www.livrariacultura.com.br

SOS CACAUICULTURA

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador da CEPLAC/Solos, aposentado.

[email protected]

sementes cacau luiz ferreiraO nosso livro- TRIBUTO À ANTIGA CEPLAC. INSTITUIÇÃO AGRÍCOLA ÚNICA – é apenas um elo da cadeia CACAU. Não basta a sua revitalização que deve ser vista globalmente; entendendo – se a planta, quem labuta com a terra e quem dá suporte técnico. Ou seja: O CACAUEIRO, O CACAUICULTOR E A CEPLAC.

Neste contexto, a solução financeira do produtor de cacau vem em primeiro lugar, condição fundamental à sobrevivência da Cacauicultura, pois sem a capitalização dos Cacauicultores, o cacaueiro pode entrar na lista de espécies em vias de extinção como o jacarandá ou o mico leão dourado. E a CEPLAC, seguir o mesmo caminho. AMBOS À REBOQUE.

Portanto, se o Brasil deseja ter chocolate, auferir dólares e distribuir rendas tem que imediatamente implantar um programa amplo em atendimento a esse tripé, sobretudo aos seus requerimentos financeiros. Afora isso, são remendos políticos que se rasgam constantemente.

E o país tem uma dívida com os produtores de cacau, sejam pelo trabalho dos pioneiros e posteriores abnegados empreendedores e, principalmente, pelos muitos anos de manutenção da lavoura cacaueira a expensas de uma taxa contributiva. A Cacauicultura tem que ser vista como Patrimônio Nacional e deve ser “tombada” em termos pragmáticos.

E haveria recursos para se injetar nesta lavoura, que gira em torno de 1 bilhão de reais, como estimativa? Ora, o Brasil gastou 3 bilhões para “comprar” 17 medalhas olímpicas, numa festa-fantasia, possivelmente enriquecendo a muitos, como sói acontecer em eventos comandados pelo governo. Vamos aguardar a Lava Jato.

Mas, muitos me perguntarão:

– quem vai pegar essa bandeira de reconstruir a lavoura cacaueira nesta visão global?

– Quem é o macho, na acepção da palavra, que vai entrar nessa de solucionar a descapitalização da Região?

– Seriam os Vereadores, os Deputados, os Senadores, os Governadores das regiões cacaueiras? Qual o interesse deles? O que fizeram até então?

– Políticos regionais e até oriundos da própria CEPLAC, omissos e até algozes?

– Os atuais dirigentes da CEPLAC? Que força tem ante à submissão política pelos seus cargos?

– O MAPA, Ministério de segunda categoria?

Não. Nenhum deles. Só o povo seria capaz.

  • E quem é esse povo? – OS CACAUICULTORES.

Cabe-lhes e só a eles resolverem a questão. Se o MST sem objetivo que não seja o tumulto e com um bando de radicais bota o bloco na rua, fecha estradas, depreda repartições públicas e peita governadores, porque legítimos agricultores que geram riquezas não são capazes de virar “povo nas ruas”?

Os políticos falharam. Poderiam ser bons intermediários, mas a história registra a sua incapacidade.

Os intermediários dos Cacauicultores são as suas associações sob a ARTICULAÇÃO da FAEB, que teria a condição de levar a bola à cesta, via CNA, com seu poder formal e acesso ao Governo, munido de documentação contundente e irrefutável, diferentemente das conversas fiadas que só denigrem a região do cacau e seus produtores.

É preciso que líderes, como Paulo Cortizo Falcon e Carlinhos Macedo, dentre outros eficientes empreendedores, ajuízem a essas organizações, em cujo contexto deve estar os Sindicatos Rurais, evitando dispersão de esforços e lampejos de vaidade, que tem sido a tônica regional, não havendo mais lugar para isso.

 EM SÍNTESE, A SOLUÇÃO TEM QUE SER GLOBAL E URGENTE.

CEPLAC

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