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:: ‘Agricultura’

Governo articula políticas de fomento à cadeia produtiva do cacau

Cacau

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Neste sábado (26), véspera do domingo de Páscoa, é o Dia do Cacau, fruta importante especialmente para região sul da Bahia. A Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) vem somando esforços para ampliar o cultivo de cacau e produção de chocolate no estado. Após mais de duas décadas de crise, provocada pela vassoura-de-bruxa, a lavoura cacaueira do sul da Bahia atravessa um período de recuperação, com aumento da safra e produção de amêndoas de qualidade. A safra 2014/2015 chegou a 220 mil toneladas no país.

De acordo com o titular da SDR, Jerônimo Rodrigues, a secretaria tem trabalhado para ajudar os produtores a superar a crise, investindo em toda a cadeia produtiva do cacau, incluindo a ampliação do polo chocolateiros. “O Governo da Bahia vem realizando ações na agricultura familiar, que atualmente responde por cerca de 70% da produção de cacau no sul do estado, através de programas de capacitação profissional, assistência técnica e financiamento de projetos agrícolas”.
A Bahia é o principal estado produtor de cacau do país, responsável por aproximadamente 64% da produção. No estado são mais de 40 mil produtores, destes a grande maioria é de agricultores familiares, assentados de reforma agrária e pequenos produtores, distribuídos em oito Territórios de Identidade. Para o secretário, a cultura do cacau é uma pauta de governo. “A Bahia tem que ter estratégias para enfrentar os desafios desse segmento. Temos que ter competitividade e fortalecer o mercado interno, estimulando o consumo de derivados do cacau (manteiga, liquor, pó, chocolate, entre outros)”.

Bahia Cacau
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Pescadores venderão peixe mais barato às vésperas da Semana Santa

santo pescado

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Toda dona de casa sabe: a Semana Santa, tradicional época de consumo de peixes, também é período de aumento nos preços dos pescados. “A demanda nesta época do ano cresce cerca de 30%, provocando o encarecimento dos produtos”, explica o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior. Para oferecer pescados mais baratos neste momento de crescimento da demanda, a Bahia Pesca, vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), com o apoio da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura na Bahia, realiza em Salvador a 2ª edição do Santo Pescado. A ação acontece no Terminal Pesqueiro da Ribeira, nos dias 22 (das 7h às 17h) e 23 de março (das 7h às 12h).

O evento reunirá colônias, associações e cooperativas de pescadores que venderão peixes e mariscos com descontos de até 60%. Entre os produtos que estão sendo vendidos estão sardinha a R$ 3 o quilo (redução de 60% em comparação ao preço de mercado), pescada amarela a R$ 16 o quilo (desconto de 40%), arraias a R$ 11 o quilo (desconto de 20%), atum a R$ 15 o quilo (-20%), corvina a R$ 12 o quilo (-25%) e siri catado a R$ 30 o quilo (desconto de 15%). Outras reduções de preço envolvem atum (com descontos de 20%), siri catado (-15%), sururu (-30%), cação (-20%) e camarão fresco (-10%).
Serão comercializadas cerca de 15 espécies de peixes, além de mariscos e crustáceos. “O objetivo é beneficiar todos os participantes da cadeia produtiva da pesca. Os pescadores e piscicultores, que podem escoar seus produtos com o apoio logístico da Bahia Pesca e sem intermediários, e os consumidores, que poderão encontrar peixes mais baratos justamente na época do ano em que a demanda é maior e, consequentemente, os produtos ficam mais caros”, afirma Dernival Oliveira Jr.

Encontro dos produtores de coco discute dinamização da cadeia produtiva

 Produtores, representantes de instituições ligadas à cadeia produtiva do coco e Secretaria da Agricultura (Seagri), promoveram encontro para debater oportunidades de desenvolvimento e gargalos que impedem o crescimento da atividade na Bahia e no Brasil. O evento aconteceu no auditório da Seagri, nesta quarta-feira (16), e foi marcado pela assinatura do Acordo de Cooperação de Renovação e Dinamização da Cadeia Produtiva do Coco no Estado, firmado entre a secretaria e a Aurantiaca, grupo holandês que implantou há dois anos empreendimentos agroindustriais no município de Conde, localizado a 180 quilômetros de Salvador.
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O evento contou com as palestras do presidente do Sindicato Nacional dos Produtores de Coco do Brasil (Sindcoco), Fernando Porto, e de Fernando Florence, engenheiro agrônomo especialista nesta cadeia, que apresentou o Plano Estadual de Revitalização e Dinamização da Cadeia Produtiva do Coco, elaborado pela Câmara Setorial de Fibras Naturais, Subcâmara do Coco. O Plano do Coco propõe ações focadas nos eixos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), defesa agropecuária, regularização fundiária, crédito rural, pesquisa e desenvolvimento tecnológico, meio ambiente, infraestrutura e logística, comercialização, fomento à produção agrícola e agroindústria, além da organização da produção, melhoria da qualidade de produto e normatização nas diversas fases da cadeia.

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Governo valoriza assistência técnica para mulheres rurais 

A agricultora familiar Marilúcia Souza Silva, 55 anos, moradora da comunidade quilombola Largo da Vitória, no município de Riacho de Santana, no Território Identidade do Velho Chico, é uma das contempladas com os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). A agricultora integra a cota de 50% do público beneficiado que é formado, exclusivamente, por mulheres rurais.
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Foto: Aurelino Xavier/Ascom SDR

Para Silva, que representa as mulheres camponesas e quilombolas da região, a iniciativa da Bahiater, além de ajudar no empoderamento das mulheres, promove a igualdade de gênero. “É uma grande oportunidade para as agricultoras familiares baianas terem mais autonomia”.
A valorização do sexo feminino é um dos diferenciais do novo modelo de ATER adotado pela Bahiater. A medida atende uma demanda dos movimentos sociais. De acordo com o diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Bahiater, Jason Júnior, a mulher embora tivesse uma ação importantíssima na produção, não era vista pelo extensionista.  “Nada mais justo que a ATER pensar uma assistência técnica voltada para um público tão estratégico como a mulher, tanto pelo aspecto de inclusão produtiva como de organização social”.

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Fábrica de óleo de mamona será instalada na Bahia

O secretário de agricultura, Vítor Bonfim, assinou protocolo de intenções com a Indústria e Comércio de Óleo de Mamona LTDA (OLMA), que formaliza o início das tratativas para instalação da uma unidade industrial voltada a fabricação de óleo e torta de mamona no município do Lapão, território de identidade de Irecê.
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A iniciativa é uma parceria do Governo do Estado com a OLMA, através das Secretarias da Agricultura (SEAGRI), de Desenvolvimento Econômico (SDE) e da Fazenda (SEFAZ), por meio do Desenvolve, com a concessão de incentivos fiscais, como o adiamento do prazo de pagamento de parte dos impostos e do ICMS nas aquisições de bens e equipamentos.
“Nossa intenção é fomentar a agroindustrialização, agregando valor ao produto final, com o objetivo de  ampliar a geração de emprego e renda e reduzir as desigualdades regionais e sociais do Estado, sendo, portanto, fundamental estimular novos investimentos. A unidade industrial deverá proporcionar um incremento na base produtiva regional, resultando no desenvolvimento não só do município de Lapão, mas de todo o território de identidade de Irecê”, afirmou o secretário.
Com investimentos de R$ 10 milhões de reais, a unidade terá  capacidade de produção de mil toneladas/mês. Haverá ainda um trabalho voltado ao treinamento e a capacitação de mão-de-obra especializada, prioritariamente local, a ser aproveitada no processo fabril.
 “Vamos aderir ao Programa Estadual de Incentivo à Concessão de Estágio e Primeira Experiência Profissional, direcionado a estudantes e egressos da Rede Estadual de Educação Profissional e a jovens e adolescentes qualificados por programas do governo do Estado”, disse o diretor da OLMA, Jan Christoph Brockhausen.

Pescadores têm até o dia 29 para solicitarem recursos de até R$ 20 MI

As associações e colônias de pescadores da Bahia que desejam ter acesso aos recursos do projeto Bahia Produtiva voltadas à pesca e aquicultura (edital 06/2016) têm até esta segunda-feira, (29), para preparar suas manifestações de interesse. As entidades que estão com dúvidas sobre documentações e preenchimento dos formulários podem comparecer à sede da Bahia Pesca, na Avenida Adhemar de Barros, nº 967, em Ondina, para receber as orientações necessárias para o cadastramento. O atendimento também pode ser realizado por meio do telefone 3116-7118.
O edital 06/2016 – criado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), e pela Bahia Pesca, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura da Bahia (Seagri) – tem por objetivo a dinamização da cadeia produtiva da Aquicultura e Pesca Artesanal.
“O governo do estado está disponibilizando um valor total de R$ 20 milhões para a nossa cadeia produtiva. Os subprojetos que beneficiem de 20 a 50 pessoas podem receber recursos de até R$ 300 mil. Aqueles que beneficiam entre 51 e 100 pessoas podem solicitar até um milhão de reais. E os subprojetos com até 200 beneficiárias podem receber montantes de R$ 1,5 milhão”, explica o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira Júnior.
“Estes recursos, direcionados exclusivamente para a cadeia da pesca e aquicultura de nosso Estado, promoverão uma  revolução na história da pesca na Bahia, pois viabilizam o investimento em projetos estruturantes, abrangendo toda a cadeia produtiva. Vale ressaltar ainda que o edital foi construído com a participação de mais de cem representantes de colônias, cooperativas e associações de pesca de todos os territórios baianos, portanto, é a representação das necessidades dos  pescadores e marisqueiras de nosso Estado,  destacou o secretário da Agricultura da Bahia, Vitor Bonfim.”
Os recursos destinados ao apoio financeiro dos subprojetos selecionados serão oriundos do Tesouro do Estado da Bahia, viabilizados através do acordo de empréstimo firmado entre o Estado e o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD, e da contrapartida dos beneficiários. A meta prevista deste Edital é financiar 40 subprojetos.
A contrapartida correspondente de cada Subprojeto é de no mínimo 20% do valor total do investimento e deverá ser apresentada e demonstrada em recursos financeiros ou em bens e serviços mensuráveis.

A CEPLAC É ÚNICA

A CEPLAC É ÚNICA

UMA CONTRIBUIÇÃO À REVITALIZAÇÃO

DE UMA INSTITUIÇÃO, ONTEM MODELO E, HOJE, AMEAÇADA DE EXTINÇÃO.

 

Luiz Ferreira da Silva, 79

Pesquisador aposentado da CEPLAC

Ex-Diretor do CEPEC (1979-81), ex-Chefe da CEPLAC/Amazônia (1982-85) e ex-Coordenador-Adjunto (1986).

[email protected]

Cel. 99313-1030

LUIZ FERREIRA

LUIZ FERREIRA

De vez em quando, ouço falar que a CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) não tem mais sentido, por confluir suas atividades às da EMBRAPA (Empresa Brasileira Agropecuária de Pesquisas) ou mesmo com a UESC (Universidade Santa Cruz). No primeiro caso, pela sobreposição de atividades e, no segundo, por colidir no mesmo espaço geográfico.

O modelo da CEPLAC transcende a qualquer instituição rural, quando sob uma mesma cabeça, 4 membros se articulam de modo sistêmico: Pesquisa, Extensão, Ensino e Apoio ao desenvolvimento.

Os resultados comprovam tal assertiva, incluindo a formação de uma mão-de-obra de excelência nos 3 pilares dos recursos humanos: técnico, operacional e administrativo.

Esta concepção de interação de atividades voltadas ao homem do campo mereceu reconhecimento no pais (EMBRAPA) e internacionalmente (IICA/OEA), ficando gravada nas palavras do Presidente Geisel quando assim se expressou: – Feliz do Brasil se tivesse várias CEPLACs.

Esta é a Instituição que me formou e, que hoje, vem se deteriorando a olhos vistos, sendo até ameaçada de extinção, haja vista a insensatez dos governos pós-revolução.

O primeiro mau sinal foi o encaixe no MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), à martelo, como um corpo estranho e sem importância. Uma figura díspar numa estrutura mais voltada a funções normativas e de fiscalização.

Ao invés desta irrelevância, o MAPA poderia preencher uma lacuna – a presença pública no meio rural atendendo sobretudo aos pequenos e médios agricultores, criando um Instituto, a exemplo de tantos outros existentes em outros Ministérios – INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais); INPA (Instituto de Pesquisas da Amazônia) – poderia preencher uma lacuna existente no MAPA, ao tempo em que fecharia o círculo de abrangência de suas ações agropecuárias.

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Governo do Estado articula políticas de fomento à cadeia do cacau

Implementação de políticas de desenvolvimento da atividade cacaueira na Bahia, para fomentar, tanto o aumento da produção de commodities, quanto a melhoria da produtividade do cacau fino, de especialidade, destinado à fabricação de chocolate. Esse foi o ponto de partida das discussões que envolveram as secretarias da Agricultura/ Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Seagri/Adab), de Desenvolvimento Econômico (SDE), do Meio Ambiente (SEMA), de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), nesta quarta-feira (17).  Educação fitossanitária, fiscalização e desenvolvimento de pesquisas para produção de mudas resistentes, foram alguns dos eixos estratégicos traçados.
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Em relação às ações fitossanitárias, a coordenadora do Programa de Prevenção à Monilíase do Cacaueiro da Adab, Catarina Cotrim, ressalta que “as medidas de prevenção acontecem de forma atrelada com a assistência técnica (ATER), promovendo capacitação dos atores de ATER, que também servirão de observadores no monitoramento das áreas de produção de cacau”. Ela ressalta que a revisão da legislação que regula a política de importação, através da articulação entre as secretarias e o Ministério da Agricultura (MAPA), além da estruturação das barreiras fitossanitárias do Estado, são imprescindíveis para impedir a entrada de pragas nas lavouras baianas, a exemplo da Monilíase, ameaça com grande potencial de devastação, já que a Bahia é Zona Livre desta doença. 
 
O secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, explica que outras pragas que não estão relacionadas diretamente com o cacau, com risco de entrada no Estado, também estão sendo monitoradas pela Adab na região. “A Sigatoca Negra, por exemplo, que ataca principalmente a cultura da banana, também é uma grande preocupação na região, já que trata-se de uma alternativa forte de produção, de forma consociada com o cacau”, explicou Bonfim. Para ele, entre ações de desenvolvimento da cacauicultura, “a curto prazo, o fortalecimento das barreiras fitossanitárias, para blindar, notadamente os principais polos produtores de cacau, paralelamente às medidas de longo e médio prazos, a exemplo do ajuste da política de importação pelo MAPA, sanaria alguns dos entraves do setor, inclusive a forma como está sendo aplicado atualmente o Drawback (política de importação de insumos para reexportação com isenção de impostos). Os cacauicultores baianos vivem momento de retomada da produção, então precisamos nos cercar de todas as medidas possíveis de prevenção”. 
 
O objetivo é sistematizar um planejamento, com cada instituição envolvida dando sua contribuição, e partir para a prática. O chefe da Divisão do Centro de Pesquisas do Cacau – CEPEC/SUEBA, Adonias de Castro Filho, explicou que serão priorizados três modelos de produção, que são os cultivos agroflorestais, promovendo a diversificação da produção, com o cacau consociado com outras culturas, a exemplo da banana e do eucalipto; modernização do cabruca, sistema agroflorestal que se caracteriza pelo plantio dessa fruta sob a sombra das árvores da Mata Atlântica, após ter sido “cabrocada”, ou seja, a mata ter sido aberta para plantação dos cacaueiros, preservando as árvores que fazem o sombreamento, e mecanização no manejo intensivo do cacau.
 
O superintendente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Jeandro Ribeiro, chamou a atenção para o potencial da cadeia produtiva do cacau, que vem se especializando a cada dia na produção de chocolates finos, com destaque para os territórios do Médio Rio de Contas, Litoral Sul e Baixo Sul, podendo-se fomentar o turismo rural na região. “Além de valorizar o produto, temos na região cacaueira atrativas belezas naturais”, disse. A importância da assistência técnica para o aumento da produção e produtividade da cultura também foi um dos assuntos principais ressaltados pelo coordenador.

Seagri e Ceplac discutem ações para o desenvolvimento rural da Bahia

O secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, reuniu-se, nesta terça-feira (16), com representantes da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), iniciando diálogo sobre ações conjuntas entre as instituições, visando promover o desenvolvimento rural da região sul e extremo sul do Estado. Entre os assuntos discutidos destacam-se a diversificação da atividade agropecuária regional e o fortalecimento do Programa de Desenvolvimento do Setor da Borracha Natural do Estado da Bahia (Prodebon).

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O objetivo do Prodebon é fomentar o aumento da produtividade no Estado, a partir da produção de mudas clonadas de seringueiras a ser coordenada pelas duas entidades na Estação de Una – unidade produtora de mudas, com vinte hectares de irrigação, dez hectares de jardim clonal de seringueiras, sendo capaz de produzir um milhão de mudas por ano.

“A reestruturação da biofábrica de Una vai promover o desenvolvimento e multiplicação da qualidade genética da seringueira no Estado, com mudas distribuídas a baixo custo para o produtor”, explicou o secretário, afirmando que a região possui condições favoráveis para expansão da produção de seringueira. Além disso, essa cultura pode ser desenvolvida de forma consociada a outras, sobretudo com o cacau.

Além da produção de borracha, a meta é valorizar o potencial da seringueira em sistemas agroflorestais servindo de sombreamento para plantação de cacaueiros e bananeiras, por exemplo. “Essa é uma alternativa de diversificação da produção com exploração da área plantada durante todo o ano”, relatou o chefe da Divisão do Centro de Pesquisas do Cacau – CEPEC/SUEBA, Adonias de Castro Filho.
O Estado possui mais de 300 mil hectares de cacau dentro da mata atlântica. Esse sistema agroflorestal de produção é conhecido como cabruca, pois se caracteriza pelo plantio dessa fruta sob a sombra das árvores da Mata Atlântica, após ter sido “cabrocada”, ou seja, a mata ter sido aberta para plantação dos cacaueiros, preservando as árvores que fazem o sombreamento.

A Ceplac atua no desenvolvimento de projetos voltados a diversas cadeias produtivas. “Temos a experiência de produção de cacau irrigado no extremo sul do Estado, que também pode ser uma alternativa implementada na região semiárida, com auxilio de mecanização. Mas possuímos também a produção de polpas de frutas como o cacau, açaí, graviola e cupuaçu”, ressaltou o superintendente da Ceplac, Alexandre Brandão, destacando que a região sul possui ainda forte potencial para a pecuária.

Bahia pode ganhar maior empreendimento de produção de leite do País

“Um empreendimento desse porte pode revolucionar a vida da população da região oeste e a produtividade da cadeia leiteira da Bahia”. Essa foi a constatação do secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, que esteve reunido nesta quarta-feira (20), com o diretor da Agri Brasil, Ben Lichtenberg, para conhecer o projeto do empreendimento lácteo da instituição, previsto para ser construído em Jaborandi, no Oeste do Estado. “Jaborandi, município que possui menos de dez mil habitantes, tem grande potencial de crescimento, com condições climáticas favoráveis e disponibilidade de água”, destacou o secretário Vitor Bonfim.

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De acordo com o diretor da Agri Brasil, “após liberação da licença de implementação, a meta é começar a construir o empreendimento depois da época de chuvas, ainda este ano, com previsão de conclusão da obra em dois anos”. Ele explicou que serão trazidas inicialmente 50 mil matrizes de raça holandesa, dos Estados Unidos (EUA), com produtividade que alcança 35 litros/dia por vaca ordenhada, e a alimentação de soja, milho e alfafa, será cultivada na própria fazenda. O diretor Ben Lichtenberg pediu o apoio da Secretaria da Agricultura no que se refere ao projeto de irrigação e convidou o secretário Vitor Bonfim, para conhecer a fazenda sede da empresa localizada na Holanda.

O projeto
O projeto prevê a implantação de duas grandes estruturas. A primeira delas contará com unidade de negócios, que abarcará duas fazendas de produção de leite e uma fábrica de processamento, destinada à produção de queijo e leite em pó. A segunda acomodará outra fazenda com 10.000 hectares irrigados e 42 mil vacas ordenhadas. A meta é produzir 500 milhões de quilos de leite por ano e 70 mil toneladas de queijo.

A projeção é produzir um milhão de litros de leite por dia, quando as fazendas estiverem em pleno funcionamento, retirados de 200 mil vacas de alta produtividade, e promover a geração de cerca de sete mil empregos entre diretos e indiretos. Parte da produção vai ser exportada para a China, mas também será vendida no mercado interno.

Reitora da UESC defende parcerias com a Ceplac para retomada do desenvolvimento regional.

A reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz, Adélia Pinheiro, participou da posse do novo diretor geral da Ceplac, Sérgio Murilo Menezes. A posse aconteceu na  sede regional do órgão, em Ilhéus, e reuniu produtores, empresários, prefeitos, vereadores, sindicalistas e funcionários da Ceplac.

UESC_CEPLAC

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Adélia Pinheiro destacou o papel da Ceplac no processo de implantação e consolidação da Uesc e disse que “as duas  instituições devem estreitar ainda mais as relações, na busca de projetos que garantam a retomada do desenvolvimento regional”. “Através da produção e difusão do conhecimento, com a adoção de novas tecnologias e de um modelo socioeconômico sustentável, o Sul da Bahia encontrará o caminho para superar as dificuldades geradas pela crise na lavoura cacaueira”.

Sérgio Murilo ressaltou que “a Ceplac deve se colocar a serviço do produtor, ampliando a pesquisa e a extensão rural, capacitando os jovens para que possam assumir novos desafios do mercado”. “Nesse contexto, a parceria institucional com a UESC é fundamental, pelo nível de excelência atingido pela universidade em diversas áreas do conhecimento”.

Após posse em Brasília, novo Diretor da Ceplac terá ato solene na sexta-feira (15)

Após formalizar sua investidura no cargo em um ato administrativo na Coordenação Geral do Gabinete da ministra Kátia Abreu, em Brasília (DF), na segunda-feira (11), o novo Diretor da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Sérgio Murilo Correia Menezes, terá um ato solene na sede regional do órgão, na rodovia Ilhéus-Itabuna, na sexta-feira (15). Será uma reunião aberta aos servidores, produtores e autoridades, às 15 horas, no auditório Hélio Reis, para marcar o início de sua nova gestão.

Sérgio Murilo, 53 anos, é Engenheiro Agrônomo formado pela Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia, em Cruz das Almas. É servidor público federal lotado na Ceplac desde maio de 1986. Além de funções anteriores em outros órgãos públicos – estaduais e municipais –, na Ceplac atuou como chefe do Escritório Local do Município de Ubaíra (BA) – agosto de 1986 a dezembro de 1997; e de março/2001 a dezembro/2005.

Atuou como fomentador da criação da equipe técnica da Agricultura Familiar do Escritório Local da Ceplac em Ilhéus, exercendo a função de coordenador da equipe no período de abril/2006 a maio/2007. Também foi assessor técnico do Centro de Extensão da Ceplac – Bahia no período de setembro de 2007 a dezembro de 2008.

De dezembro de 2008 até dezembro de 2015, exerceu o cargo de chefe do Centro de Extensão da Ceplac – Bahia, coordenando ações de Assistência Técnica e Extensão Rural de sete núcleos regionais de Extensão, 49 escritórios locais, um Posto Avançado, Granja Experimental Carlos Brandão e Estação de Piscicultura, além de exercer o cargo de Superintendente Substituto do Estado da Bahia. Representou a Ceplac – Bahia na condição de membro titular do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável – CEDRS.

Serviço

O que: Reunião de trabalho/ato solene

Quem: Sérgio Murilo Correia Menezes – Diretor-geral da Ceplac

Quando: Sexta-feira (11), às 15 horas

Onde: Auditório da sede regional da Ceplac – Rodovia Ilhéus-Itabuna, KM 22





















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