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Editoria ‘Cultura’

Domingo na Tenda TPI tem show de Crime Organizado e Ayam Ubráis

A Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI) será palco do encontro entre a banda Crime Organizado e Ayam Ubráis Barco. Os dois exemplares da música independente do sul da Bahia fazem show no próximo domingo (15), a partir das 19 horas. As entradas custam R$ 20 inteira e R$ 10 meia para estudantes, idosos, titulares do Cartão TPI ou na compra antecipada. A classificação indicativa é de 14 anos.

O show promete questionar as contradições humanas e a inquietude da alma através de canções autorais. Apesar dos gêneros musicais diferentes, o grupo de Ilhéus e o músico de Ipiaú trabalham com um repertório influenciado pelo rock and roll. A apresentação prevê um resultado único da combinação entre a irreverência do grupo Crime Organizado com o lirismo de Ayam Ubráis Barco.

A banda Crime Organizado estreou em setembro do ano passado, provocando a identificação do público nas letras simples e diretas, propondo que todos se entendam como criminosos. Já Ayam Ubráis Barco, é um multiartista nascido em Salvador e criado em Ipiaú. Além de cantor e compositor, é ator e artista plástico, trabalhando com a técnica de Filisminogravura, que são desenhos feitos com canetas esferográficas.

A programação da Tenda Teatro Popular de Ilhéus é mantida através do Programa de Apoio a Instituições Culturais de Ações Continuadas, do Fundo de Cultura da Bahia. Além das atrações culturais, é disponibilizada uma biblioteca aberta à visitação e são oferecido cursos e oficinas artísticas. Atualmente, há vagas para aulas de capoeira com Mestre Virgílio e bateria com Sabará.

Cine Incidental na UESC

Depois de circular por bairros ilheenses, o Cineclube Équio Reis segue vinculado ao projeto Cine Incidental levando curtas-metragens de Chaplin, com trilha sonora executada ao vivo pelos músicos Elielton Cabeça e Pablo Lisboa. Na próxima segunda-feira (16), fará apresentação na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), às 19 horas.

Exibição do filme “A Coleção Invisível” pelo interior baiano.

Invisível2

PARA LER EM TELA CHEIA CLIQUE NAS DUAS SETINHAS.

 

Show com trilhas do TPI celebra 20 anos do grupo

Integrando as atividades comemorativas dos 20 anos do Teatro Popular de Ilhéus (TPI), a Cia. Boi da Cara Preta está montando um show com as trilhas musicais de espetáculos do grupo. Intitulado Teatro para Ouvir, o novo espetáculo deve estrear na segunda quinzena de abril. “Será uma forma de preservarmos a história construída ao longo dessas duas décadas, relembrar peças marcantes e apresentá-las para um novo público”, declarou a diretora geral, Tânia Barbosa.

Ensaio

A Cia. Boi da Cara Preta faz parte do Núcleo Infantojuvenil do Teatro Popular de Ilhéus. O elenco é composto por atores, atrizes e músicos experientes em cantar e executar as trilhas musicais ao vivo. “A formação musical é um processo que vem acontecendo a cada espetáculo. As canções já estão prontas, mas podem ganhar novos arranjos”, adiantou o diretor musical, Elielton Cabeça.

Teatro para Ouvir será apresentado ao ar livre, no palco rodante, reboque projetado pelo arquiteto Carl von Hauenschild que levouMedida por Medida às ruas de Salvador e Ilhéus. Além das trilhas musicais do TPI, vai contar também com recursos audiovisuais e pequenas cenas teatrais. O repertório não seguirá uma ordem cronológica dos espetáculos e, como a duração máxima será de 1h30min, o show terá outras edições, a fim abarcar o máximo de canções.

O show musical integra o Festival TPI 20 anos, uma série de atividades comemorativas. Até o final deste ano, haverá bate-papos e debates com personalidades importantes para a história do Teatro Popular de Ilhéus, através do projeto Improviso, Oxente!;remontagem de A história engraçada e singela de Fuscão – o quase capão – e o cabo eleitoral, espetáculo de estreia do grupo em 1995, escrito por Équio Reis; montagem de Iararana, de Sosígenes Costa, em parceria com o diretor cubano Luis Alberto Alonso. Ainda será lançado o livro “A vida é uma rima: biografia do Teatro Popular de Ilhéus”, do jornalista, pesquisador e crítico teatral, Valmir Santos.

Festival TPI 20 anos recebe Franklin Costa para bate-papo

Franklin Costa - foto Karoline Vital.

Franklin Costa – foto Karoline Vital.

Fundado por Équio Reis em 1995, o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) completa duas décadas de existência no próximo mês de agosto. Para celebrar este marco histórico, o grupo preparou um conjunto de atividades comemorativas, o Festival TPI 20 anos. Na próxima sexta-feira (20), um dos membros fundadores do grupo, o ator e diretor Franklin Costa, será o primeiro convidado para os bate-papos acerca da gênese do TPI. O evento é aberto ao público em geral e começa às 19 horas, na Tenda, montada na Avenida Soares Lopes.

Além das conversas com pessoas importantes para a história do grupo, até dezembro, o Festival TPI 20 anos realizará leituras dramáticas das principais montagens; remontagem da peça Fuscão, de Équio Reis, espetáculo de fundação do TPI; montagem deIararana, de Sosígenes Costa, em parceria com o diretor cubano Luis Alberto Alonso; e lançamento do livro “A vida é uma rima: biografia do Teatro Popular de Ilhéus”, do jornalista, pesquisador e crítico teatral, Valmir Santos.

O Festival TPI 20 anos começou em janeiro, com a estreia em Ilhéus de Medida por Medida, montagem resultante do projeto de ocupação artística do Teatro Castro Alves (TCA.Núcleo 2014), em parceria com o grupo Clowns de Shakespeare, do Rio Grande do Norte. Entre as atividades já confirmadas, em março, o projeto de debates Improviso, Oxente! volta para discutir a história do TPI e suas relações com a política, a história regional, a estética e a identidade cultural do povo grapiúna.

Nas Rimas do Cordel term

Na noite da última quarta-feira (11), a Tenda Teatro Popular de Ilhéus foi tomada pelo clima descontraído da literatura popular. Para encerrar as atividades do projeto Nas Rimas do Cordel, foi realizado um encontro literário que apresentou ao público os resultados da iniciativa. Ao todo, foram lançados 11 títulos inéditos de diferentes temáticas, escritos pelos novos cordelistas de Ilhéus e com as capas ilustradas por Mário Costa.

O coordenador do projeto Gilton Thomaz e oficineiro Franklin Costa, ambos cordelistas consagrados, conversaram com a plateia, sob a mediação do professor da Universidade Federal do Sul da Bahia, Felipe de Paula. “Como qualquer gênero literário, a literatura de cordel segue algumas regras, mas qualquer interessado pode se tornar um autor. Basta escrever sua história em rimas e distribuir entre a comunidade”, explicou Franklin.

O encerramento de Nas Rimas do Cordel contou com a presença de estudantes e professores da turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Nucleada de Aritaguá II. O professor e historiador Arléo Barbosa também participou do evento, revelando que é um grande apreciador do gênero literário popular. Ele destacou o sucesso do uso cordel, enquanto recurso pedagógico, para o ensino da história de Ilhéus na Educação Básica.

Entre os cordéis apresentados ao público, foram: “A história do cordel em cordel”, de Gilton Thomaz, declamado por Márcia Mascarenhas; “Criançando”, de Távila Aparecida; um trecho de “O Fiscal e A Fateira”, de Équio Reis, interpretado por Ely Izidro; “Encantos e Desencantos de Narciso e o Pau de Selfie”, de Karoline Vital; além do clássico de Manoel Camilo dos Santos, “Viagem a São Saruê”, por Franklin Costa. O cordelista Gilton Thomaz também recitou fragmentos de várias obras de sua autoria. A participação especial foi de “seu” Carioca, alfabetizado há seis anos e, aos 70 anos, é aluno da 5ª série da Escola Nucleada de Aritaguá.

As atividades de Nas Rimas do Cordel aconteceram ao longo de janeiro deste ano, através de oficinas gratuitas oferecidas nos bairros Teotônio Vilela, Nelson Costa e Conquista. A iniciativa foi financiada pelo Fundo de Cultura da Bahia, através do edital de Culturas Populares, e ainda recebeu apoio das associações de moradores das localidades e do Terreiro Matamba Tombenci Neto.

Centro de Memória de Ilhéus

O nosso objetivo é criar um banco de dados digital.
A ideia é que todos que se interessem pela nossa história participem.
Criaremos juntos um banco de dados com todos os registros possíveis desde o tempo de capitania , até os dias atuais. De alguma forma isso já vem sendo feito por algumas pessoas e instituições, portanto este trabalho vem somar junto a estes.
Começaremos com a digitalização de documentos do acervo de Raymundo Sá Barretto, acervo este reunido no decorrer de uma vida. Sá Barretto que nasceu em Ilhéus no dia 21 de fevereiro de 1924 e viveu até o ano de 2003, tabelião de notas, escritor memorialista, historiador nato, benemérito da cultura ilheense . O seu acervo é constituído por: correspondência com escritores e personalidades de alguma forma ligados a nossa região; fotografias; uma coleção de recorte de jornais organizada pelo próprio Sá Barretto , textos do próprio Sá Barreto narrando acontecimentos; entre outros documentos históricos.
Faz parte também da ideia, a criação de um álbum com o nome de pessoas ligadas a nossa historia, que de alguma maneira contribuíram para o desenvolvimento da nossa sociedade. E assim, a cada dia acrescentaremos nomes e dados novos. Até que um dia tenhamos digitalizados, registros suficientes para que seja compreendido o nosso momento presente.
Na busca de uma sociedade sustentável, o acesso a memoria social de nossa gente, é de grande importância para a compreensão socioambiental , nos auxiliando na preparação do futuro que queremos.
Aspectos culturais, também terão lugar de destaque nesta nossa proposta, pois acreditamos que a valorização de nossa cultura terá papel decisivo na transformação que almejamos para a nossa sociedade.
Iniciaremos com uma serie de reportagens, recortes de jornais do acervo do Memorial Sá Barretto, matérias que remontam o cenário do cacau em nossa região a três décadas passadas.
Espero que esta pagina denominada Centro de Memória de Ilhéus possa contribuir de alguma forma para esse novo momento da nossa cidade e região.


Raymundo Sá Barretto Neto
Fim da conversa no bate-papo

​Nas Rimas do Cordel promove encontro com escritores na Tenda

Depois de ministrar oficinas nos bairros Teotônio Vilela, Nelson Costa e Conquista, o projeto Nas Rimas do Cordel vai realizar um encontro com escritores na Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI). A atividade acontecerá às 19 horas dos próximos dias 10 e 11, em frente ao espaço cultural instalado na Avenida Soares Lopes. A iniciativa é gratuita e aberta ao público interessado no gênero literário popular.
Os cordelistas Gilton Thomaz e Franklin Costa irão apresentar os resultados das atividades realizadas nos bairros ilheenses, com os participantes das oficinas lendo e expondo seus textos. Durante as duas noites, foram convidados escritores regionais consagrados para bate-papo com o público. Já estão confirmadas as presenças de André Rosa Ribeiro, no dia 10, e Sherney Pereira, no dia 11.
O projeto Nas Rimas do Cordel foi realizado ao longo do mês de janeiro deste ano. Coordenada por Gilton Thomaz, a iniciativa gratuita oferecia aulas práticas e teóricas sobre literatura de cordel. Franklin Costa foi responsável por conduzir as atividades, que contaram com o apoio de lideranças comunitárias. As capas dos livretos foram ilustradas por Mário Costa, que criou os desenhos a partir de sugestões dos autores. A iniciativa é financiada pelo Fundo de Cultura da Bahia, através do edital de Culturas Populares.

Cinema Incidental circula por seis bairros ilheenses

O projeto Cinema Incidental vai mostrar que não há limites de sons para acompanhar o cinema mudo. A partir desta terça-feira (03), os músicos Elielton Cabeça e Pablo Lisboa circularão por seis bairros ilheenses projetando filmes de Charles Chaplin e executando a trilha sonora ao vivo. A primeira localidade visitada será o Teotônio Vilela. A atividade será na sede da Associação de Moradores, a partir das 20 horas.
As apresentações do Cinema Incidental duram 30 minutos, são gratuitas e livres para todos os públicos. Com instrumentos tradicionais e alternativos, os artistas criam músicas e efeitos sonoros para dois curtas-metragens de Chaplin. O projeto, que também integra as atividades do Cineclube Équio Reis, visitará os bairros Morada do Porto (dia 04), Hernani Sá (dia 05), Nossa Senhora da Vitória (dia 10), Iguape (dia 11) e Conquista (dia 12). As sessões começam sempre às 20 horas.
A realização do Cinema Incidental nas localidades ilheenses conta com patrocínio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), através do Calendário das Artes, concurso que seleciona propostas que estimulem o desenvolvimento das artes. O projeto ainda é apoiado pelo Teatro Popular de Ilhéus e lideranças comunitárias de cada bairro.

Nas Rimas do Cordel oferece oficina no bairro Nelson Costa

Depois de realizar atividades no Teotônio Vilela, o projeto Nas Rimas do Cordel segue para o bairro Nelson Costa nos próximos sábado e domingo (17 e 18). A oficina sobre literatura de cordel será ministrada no Centro Comunitário Nossa Senhora da Conceição, a partir das 8 horas. O resultado dos trabalhos desenvolvidos nas duas comunidades será apresentado em uma mostra, no dia 07 de fevereiro, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus.             

Nas Rimas do Cordel no Teotônio Vilela - foto Karoline Vital

Nas Rimas do Cordel no Teotônio Vilela – foto Karoline Vital

            O diretor teatral e cordelista Franklin Costa ministra as oficinas do projeto, voltadas para moradores dos bairros maiores de 16 anos. Os participantes aprendem acerca da história e estrutura do gênero literário popular, além de produzirem os próprios textos em grupo e individualmente.

Távila Aparecida Guimarães, que participou das atividades dos últimos dias 10 e 11, disse que já lia cordéis e se interessou pelo projeto por considerar a literatura de cordel um gênero que mais se aproxima dos fatos cotidianos. Já o presidente da Associação de Moradores do Teotônio Vilela, Makrisi Angeli, destacou que Nas Rimas do Cordel é uma forma interessante de proporcionar à comunidade a valorização da cultura popular.

Nas Rimas do Cordel é realizado sob a coordenação do cordelista ilheense Gilton Thomaz. A iniciativa é gratuita e disponibiliza 25 vagas em cada localidade. As inscrições e as atividades ficaram a cargo dos representantes comunitários das localidades, que participaram de reuniões para o planejamento das ações. O projeto é financiado pelo Fundo de Cultura da Bahia, através do edital de Culturas Populares.

Medida por Medida encerra projeto com sucesso de público em Ilhéus

A apresentação de Medida por Medida da última quarta-feira (14) encerrou as atividades do projeto Shakespeare – Teatro Popular em Construção, aprovado pelo edital TCA.NÚCLEO 2014. A comédia do Teatro Popular de Ilhéus foi produto final gerado ao longo de quatro meses de ocupação do Complexo Teatro Castro Alves, em Salvador. Neste período, foram realizadas apresentações de espetáculos, oficinas e seminários, além de intercâmbio com o grupo potiguar Clowns de Shakespeare. De volta a sua terra-natal, o grupo ilheense teve sua montagem assistida por mais de 2 mil pessoas, em cinco noites de apresentações.

Medida por Medida 14.01

Medida por Medida 14.01

A adaptação do texto do inglês William Shakespeare, escrito no século XVII, ganhou a irreverência da cultura popular nordestina, através das mentes dos diretores artísticos Romualdo Lisboa (TPI) e Fernando Yamamoto (Clowns). Medida por Medida foi apresentada nos últimos dias 09 e 10, em frente à Tenda Teatro Popular de Ilhéus e, entre os dias 12 e 14, aos pés da Catedral de São Sebastião. As escadarias do templo católico serviram de arquibancada para acomodar o público, que também ocupou as laterais da praça para não perder nenhum detalhe da comédia.

Para Romualdo Lisboa, a combinação de elementos da cultura nordestina à obra shakespeariana manteve o tom popular original. “Apesar de ter mais de 400 anos, a comédia permanece atual, abordando temas como o poder, a corrupção e dilemas éticos e morais tanto da vida pública quanto privada”, explica. Sobre o sucesso de público, o diretor artístico do TPI declarou ainda ter ficado emocionado em sentir a excelente aceitação da plateia ilheense, superando o número de espectadores da temporada em Salvador. As apresentações na capital aconteceram entre os dias 10 e 21 de dezembro, no Largo do Campo Grande.

Medida por Medida foi a primeira peça de Shakespeare adaptada pelo Teatro Popular de Ilhéus, que completa 20 anos em agosto. A escolha surgiu a partir da ligação observada entre o grupo ilheense e o bardo inglês. “O TPI é popular por falar para seu público, que independe de classe social, formação educacional ou qualquer outro elemento distintivo na sociedade. Shakespeare, tal como o Teatro Popular de Ilhéus, não se furtava de criticar as instâncias do poder formal constituído”, observa Romualdo.

Medida por Medida foi concebido como espetáculo de rua. Para isso, o arquiteto Carl Von Hauenschild projetou um reboque que, aberto, vira um palco. Os figurinos e adereços ficam a cargo do potiguar Shicó do Mamulengo e do ilheense Justino Vianna, que também criou a maquiagem. A direção musical é assinada por Elielton Cabeça (TPI) e Marco França (Clowns).

O projeto Shakespeare – Teatro Popular em Construção foi aprovado em primeiro lugar pelo edital de ocupação do Complexo Teatro Castro Alves, TCA.NÚCLEO 2014, em seleção organizada pelo Teatro Castro Alves e Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb). As apresentações em Ilhéus contaram com apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

Nas Rimas do Cordel oferece oficinas em bairros ilheenses

A literatura de cordel será o tema das oficinas que serão oferecidas pelo projeto Nas Rimas do Cordel em dois bairros ilheenses. Nos próximos sábado e domingo (10 e 11), o diretor teatral e cordelista Franklin Costa conduzirá as atividades na associação de moradores do Teotônio Vilela. Nos dias 17 e 18, será a vez do Nelson Costa receber as oficinas. Ao final, haverá um encontro entre os participantes e mostra dos trabalhos desenvolvidos, no dia 06 de fevereiro, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus.

Nas Rimas do Cordel tem como público-alvo pessoas a partir de 16 anos que se interessam pelo gênero literário popular. O cordelista Gilton Thomaz coordena a iniciativa que será gratuita e disponibilizará 25 vagas em cada localidade. As inscrições e as atividades acontecerão na sede da associação de moradores do bairro Teotônio Vilela e no Centro Comunitário Nossa Senhora da Conceição, a partir das 8 horas.

Para a preparação das oficinas, houve reuniões com membros das associações do Teotônio Vilela e Nelson Costa, no dia 29 de dezembro e na tarde desta terça-feira (07). Os representantes comunitários ficarão a cargo da seleção e inscrição dos participantes. O projeto Nas Rimas do Cordel é financiado pelo Fundo de Cultura da Bahia, através do edital de Culturas Populares.

Estreia de Medida por Medida

A partir da próxima sexta-feira (09), o público ilheense poderá conferir a nova comédia do Teatro Popular de Ilhéus (TPI). Vinda de uma temporada de sucesso em Salvador, Medida por Medida, será apresentada às 18 horas em frente à Tenda TPI, na Avenida Soares Lopes. A montagem segue em cartaz no dia 10 no mesmo local e, entre os dias 12 e 14 será encenada em frente à Catedral de São Sebastião, também às 18 horas. As apresentações são gratuitas e fecham o projeto Shakespeare – Teatro Popular em Construção, aprovado pelo edital TCA.NÚCLEO 2014.

Maria Moçoila e Roda da Paz são atrações da semana da Tenda TPI

A Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI) abre espaço para a dança e a capoeira, ao longo desta semana. De quinta-feira a sábado (11 a 13), a Cia Sôanne Marry apresenta o espetáculo Maria Moçoila, sempre às 20 horas. E a partir das 8 horas de sábado, acontece aRoda da Paz, promovida pela Associação de Capoeira Angola Mucumbo. O evento é gratuito e oferecerá palestras e oficinas, além de um grande encontro entre capoeiristas do Brasil e do exterior.

            As biografias de Noel Rosa, Dalva de Oliveira e Nelson Gonçalves foram inspirações para Maria Moçoila. O espetáculo da Cia. de Dança Sôanne Marry também se baseia no filme L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância do diretor francês Bertrand Bonello. Entre coreografias românticas e sensuais, o musical mostra as paixões surgidas nos cabarés. As entradas custam R$ 20 inteira e R$ 10 antecipada ou meia para estudantes, idosos e titulares do Cartão TPI – programa de fidelidade da Tenda. A classificação indicativa é 14 anos.

Desde 2002, a Associação de Capoeira Angola Mucumbo realiza da Roda da Paz. Neste ano, estão confirmadas as presenças do Mestre Jogo de Dentro (Salvador), Mestre Cabello e Mestre Tisza (Serra Grande), Mestre Del (Feira de Santana) e Mestre Roxinho (Austrália). Segundo o Mestre Virgílio, um dos organizadores e capoeirista há mais de 70 anos, as atividades são para os praticantes da capoeira e também para os interessados em conhecer a arte.

A abertura da Roda da Paz acontecerá pela manhã, seguida de uma oficina de movimento e palestra sobre a arte marcial brasileira que mistura luta, música, dança e cultura popular. À tarde, acontecem novas oficinas, com o encerramento das atividades em frente à Catedral de São Sebastião, com uma grande roda.

Estreia de Medida por Medida e IV Palhasseata

            Ainda nesta semana, o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) estreia seu novo espetáculo Medida por Medida, às 18 horas de quarta-feira (10), no Largo do Campo Grande, em Salvador. A montagem é uma adaptação da obra homônima de William Shakespeare e ficará em cartaz até o dia 21 deste mês, de quarta a domingo, na capital baiana. A peça é fruto do projeto Shakespeare – Teatro Popular em Construção, vencedor do edital TCA. Núcleo 2014 em seleção organizada pelo Teatro Castro Alves e Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb).

            E o Grupo Teatro/ Circo Maktub realiza a quarta edição da Palhasseata de Ilhéus. O evento em comemoração ao dia internacional do palhaço, celebrado em 10 de dezembro, contará com um animado cortejo pelas ruas do comércio a partir das 9 horas de sábado (13), com saída em frente à Casa de Cultura Jorge Amado. Em seguida, no Bataclan, será exibido o vídeo E o Palhaço o que é? 

FEIRA LITERÁRIA DO BATACLAN

Prezado Rabat, venho através deste solicitar o apoio em divulgação de nossa Feira Literária em sua conceituada página. Desde já contamos também com sua presença para o coquetel de abertura da Feira Literária, dia 09/12 ás 19:00h.
A Feira Literária do Bataclan é uma realização do Espaço Cultural Bataclan com o apoio da Editora Editus, UESC.
O Espaço Cultural Bataclan têm a finalidade de oferecer ao público em sua primeira Feira Literária a qualidade dos autores e das edições participantes; a excelência da estrutura física e da organização do evento; inserir os visitantes na história e aprofunda-los no conhecimento da nossa charmosa cidade e região.
Com funcionamento de 09/12 a 18/12, das 10 às 22h, a feira será aberta ao público da cidade e turistas de todas as partes do país e do mundo que diariamente visitam nossa cidade
Feira/ Bataclan

Feira/ Bataclan

Atc.
André Luis
Gerente Comercial

Grupo Ágape Lança Primeiro Livro de Poemas

Com o lema Resgatando pelos versos, jovens da periferia inova no fazer poético, com textos engajados, incisivos, que arrancam aplausos por onde passa
Por: Valdeck Almeida de Jesus

GRUPO AGAPE

GRUPO ÁGAPE

A primeira antologia poética dos jovens do Grupo Ágape será lançada dia 13 de dezembro de 2014, a partir das 17hs, no Centro Pastoral Afro Padre Heitor – Cenpah, em Sussuarana, periferia de Salvador-BA. Composto por textos de Maiara Silva, Mateus Silva, Joyce Melo, Sandro Sussuarana, Lane Silva, Evanilson Alves, Gleise Souza, Laiara Mainá, Larissa Oliveira, William Silva e Carol Xavier, com capa desenhada por Zezé Olukemi, a coletânea de 50 páginas sai pela Editora Galinha Pulando e já tem o que falar.

As poesias do coletivo poético falam, sim, e falam muito. Os textos são recitados no Sarau da Onça, no mesmo local do lançamento da antologia, nas ruas, becos, vielas, salas de aula, praças, avenidas; falam alto e em bom tom, incomodando ao sistema e a quem compactua com preconceitos, racismo, violência, falta de investimento em cultura, educação, segurança pública etc. Os poemas dos meninos e meninas da favela – como preferem ser identificados – gritam e choram o extermínio de negros e negras, clama por justiça social e criminal, fazem arrepiar e arrancam lágrimas de quem ouve os seus lamentos. Mas também fazem muito bem à autoestima de quem luta por respeito, igualdade, aceitação, autoafirmação e amor próprio.

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