Editoria ‘Cultura’

Casa dos Artistas / Programação de Setembro

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C O N V I T E

PALESTRA

TPI e Casa dos Artistas integram programação do FilteBahia 2012

A Casa dos Artistas e o Teatro popular de Ilhéus (TPI) fazem parte da programação do Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia – FilteBahia 2012. Entre os dias 1º e 09 de setembro, diversas atividades artísticas do espaço cultural ilheense farão parte do evento internacional cuja sede é Salvador. Além disso, o TPI vai à capital baiana apresentar a comédia O Inspetor Geral. A peça estará em cartaz na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, no sábado e domingo (1º e 02) às 16 horas.

A quinta edição do FilteBahia terá 33 espetáculos e 65 apresentações em 14 espaços de Salvador e também no interior do estado, em Ilhéus, Feira de Santana, Santo Amaro e Lauro de Freitas. O evento reunirá grupos e pesquisadores teatrais nacionais e internacionais, como México, Colômbia, Chile, Argentina, Bolívia, Espanha, Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra.

Na Casa dos Artistas de Ilhéus, a programação que integra o FilteBahia 2012 é a seguinte: No sábado (1º) às 17 horas, estará em cartaz Homens ajudam homens?,  do Grupo Teatral Maktub. No dia 07, às 20 horas, o Grupo Vozes apresenta Berro D’Água. No dia 08, às 10 horas, será a vez do musical infanto-juvenil Lendas da Lagoa Encantada, da Cia. Boi da Cara Preta.

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Curso de francês e oficina de Clown na Casa dos Artistas de Ilhéus

Ainda há vagas para o curso de francês e a oficina de Iniciação às Técnicas de Clown, que serão oferecidos na Casa dos Artistas de Ilhéus. As aulas de francês começam neste sábado (1º), já a oficina de clown acontecerá entre os dias 03 e 04. Os interessados devem ir à sede do espaço cultural, na Rua Jorge Amado, número 39, Centro, em horário comercial. O telefone para contato é (73) 4102-0580.            O Curso de Francês tem duração de um ano e acontecerá sempre aos sábados a partir das 9 horas, na Casa dos Artistas. A taxa de inscrição custa R$ 50 e a mensalidade R$ 60, com material já incluído. As aulas serão ministradas pela professora Monique e as turmas terão, no máximo, 10 pessoas. Mais informações, pelo telefone (73) 9150-7262.

Ministrada pelo ator e diretor Fábio Nascimento, do Grupo Teatral Maktub, a Oficina de Iniciação às Técnicas de Clown trabalha a história do palhaço e experimentação em exercícios de improvisação, jogos de status expressão corporal. As aulas serão ministradas das 9h ao meio-dia nas próximas segunda e terça-feira. A taxa de inscrição custa R$ 10.

Conselho de Cultura

Nesta terça-feira (28/Agosto) o Improviso Oxente da Casa dos Artistas irá debater políticas públicas o Plano Municipal de Cultura, tendo como mediadores Pawlo Cidade e Romualdo Lisboa. Esse importante assunto também será ponto de pauta da Assembléia do CMC a ser realizada amanhã (29/Agosto).
Destas reuniões serão tiradas algumas questões fundamentais para elaboração de um documento firmando metas e demandas do setor cultural com vistas à implementação efetiva do Fundo Municipal com recursos federais.
Esteja presente.
Opine e contribua.

Abs, André Rosa.
Secretário-Geral do CMC

Improviso, Oxente! discute políticas culturais amanhã

O Improviso, Oxente!desta terça-feira (28) terá como assunto das discussões “Sistema Municipal de Cultura e seus instrumentos”. Os debates serão conduzidos a partir as colocações do assessor da Fundação Cultural de Ilhéus, Pawlo Cidade, que apresentará o Plano Municipal de Cultura e do diretor do Teatro Popular de Ilhéus (TPI), Romualdo Lisboa. O encontro é aberto ao público e acontece a partir das 19 horas, na Casa dos Artistas.            Esta edição do Improviso, Oxente! tem como tema geral: “A cidade é movida pela cultura”. Em parceria com o Instituto Nossa Ilhéus, o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) convida toda sociedade para discutir projetos para diversos setores do município. Na semana passada, o assunto foi: “Ações locais para saúde”, tendo como especialista convidada a médica e reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adélia Melo.

Antes da fala da convidada, a diretora administrativa do Instituto Nossa Ilhéus, Morgana Krieger, apresentou os indicadores da saúde da cidade. Em 54% dos índices de saúde pesquisados pela instituição, Ilhéus ocupa a pior colocação. Entre os 28 municípios do mesmo porte levantados, Ilhéus ocupa a última posição em mortalidade infantil, sendo 24 a cada mil nascimentos. O ideal seria de até 10 mortes em mil.

Adélia Melo iniciou sua fala parabenizando a iniciativa do espaço de discussão. Ela explicou que a saúde é um direito constitucional do cidadão e que poucos países dispõem de um sistema único de saúde. “O SUS, com todos os seus percalços, é um grande ganho para a sociedade. O indivíduo pode ascender no sistema, de acordo com a complexidade do seu problema”, declarou. Ela ainda ressaltou que a grande mídia divulga apenas as mazelas do SUS. “Se funcionasse bem, as clínicas particulares fechariam. E isso não é o interesse dos poderosos”, disse.

A médica ainda lembrou que, para que a sociedade tenha uma melhor qualidade de vida, é essencial associar saúde e educação. Em seu ponto de vista, é preciso que sejam disponibilizados cursos técnicos, de graduação e pós-graduação para oferecer capacitação para profissionais e população em geral.

Esta edição do Improviso, Oxente! termina em setembro. As propostas abordadas serão incluídas em um livro publicado pela Mondrongo, editora do TPI, e será entregue ao prefeito eleito como sugestões para seu projeto de governo.

Conselho Municipal de Cultura

O Conselho Municipal de Cultura convida a toda população ilheense, artistas, gestores, produtores, associações, grupos artísticos e culturais, a participarem da reunião de assembleia geral ordinária, a ser realizada na próxima quarta-feira dia 29/08 na sede da fundação cultural de ilhéus as 17:00.

Compareça; Sua presença é fundamental!

Pauta:

Escolha de uma comissão para elaboração de um documento de reivindicação a ser apresentado aos candidatos a prefeito de Ilhéus.

Analise das primeiras ações, realizadas pelo Fundo Municipal de Cultura.

Analise do processo de revitalização do museu do cacau “importância de uma possível ocupação de espaços físicos pelo conselho”

O que ocorrer!

Cmc

Ilhéus

CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE ILHÉUS

O Conselho Municipal de Cultura convida a todos os artistas, gestores de espaços culturais, produtores e grupos artísticos a participarem das reuniões de assembleia geral ordinária, que acontecem sempre na ultima quarta-feira de cada mês às 16h30min na sede da Fundação Cultural de Ilhéus. Em assembleia as demandas são identificadas e as metas definidas.

Planejando e elaborando coletivamente, alcançaremos o desenvolvimento cultural do nosso município.

ACOMPANHE AS DATAS:

25 / JULHO

29 / AGOSTO

26 / SETEMBRO

31 / OUTUBRO

28 / NOVEMBRO

26 / DEZEMBRO

Mestre Ney

presidente do CMC

ATOR PREMIADO EM LONDRES REALIZA WORKSHOP EM ILHÉUS

Roberto Cordovani

A Fundação Cultural de Ilhéus vai realizar uma Oficina de Técnicas Interpretativas com o premiado ator Roberto Cordovani. De passagem por Ilhéus para apresentar o espetáculo  “O Retrato de Dorian Gray“, o ator, autor, produtor teatral e diretor internacional, ministrará nos próximos dias 27 e 28 de agosto (segunda e terça-feira), das 19h às 22h, no Teatro Municipal de Ilhéus, o Workshop de Técnicas Interpretativas.

Cordovani, que já recebeu o prêmio de “Melhor Ator em Londres, Madri e Santiago de Compostela”, abordará a catarse na interpretação, o teatro naturalista, as técnicas no drama e o teatro brasileiro na Galícia (Espanha). Para o presidente da Fundação Cultural de Ilhéus “esta é uma oportunidade ímpar para os atores e diretores de teatro da região abrirem um diálogo intercultural e fortalecerem o aprendizado com a experiência de um ator consagrado”. Maiores informações e também as inscrições gratuitas para atores maiores de 18 anos, poderão ser feitas através do site da Fundação Cultural de Ilhéus: www.culturailheus.com.br .

Roberto Cordovani é ator, autor do livro “O Teatro Brasileiro na Galiza”, publicado pelo Departamento de Galego-Português, Francês e Linguística da Universidade da Coruña, co-proprietário do Teatro Arte Livre, em Vigo (Galiza), produtor teatral e diretor. Premiado com o espetáculo “Olhares de Perfil (o mito de Greta Garbo)” no Festival Internacional de Edimburgo (Escócia) e como melhor ator protagonista no Carrefour de L´Europe (França 1988), Charrington London Fringe Awards (Inglaterra 1988) e no Prêmio da Mostra Internacional do Festival de Outono de Madri (Espanha 1994). Com Eva Perón, o espectáculo, recebeu o Prêmio Compostela de Teatro de mesma categoria em 1995, na Espanha. Cordovani soma em sua carreira artística, um total de 35 produções em 11 países, 515 cidades, com aproximadamente 5.850 representações.

WORKSHOP INTERNACIONAL DE TÉCNICAS INTERPRETATIVAS

Conteúdo programático: A catarse na interpretaçao, O teatro naturalista. Técnicas no drama. O Teatro Brasileiro na Galicia. Dias: 27 e 28/08/12 Horário: das 19h00 às 22h00 Local: Teatro Municipal de Ilhéus. Ministrante: Roberto Cordovani. Este Workshop é inteiramente gratuito e oferecido pela Fundação Cultural de Ilhéus.

Mini-currículo do ministrante: Ator, Autor, Produtor teatral e Diretor Premiado com o espetáculo “Olhares de Perfil (o mito de Greta Garbo)” no Festival Internacional de Edimburgo (Escócia) e como melhor ator protagonista no Carrefour de L´Europe (França 1988), Charrington London Fringe Awards (Inglaterra 1988) e no Prémio da Mostra Internacional do Festival de Outono de Madri (Espanha 1994). Com Eva Perón, O Espectáculo, recebeu o Prémio Compostela de Teatro de mesma categoria em 1995, na Espanha. Cordovani soma em sua carreira artística, um total de 35 produções em 11 países, 515 cidades, com aproximadamente 5.850 representações. Autor do livro: “O Teatro brasileiro na Galiza”, publicado pelo Departamento de Galego-Português, Francês e Linguística da Universidade da Coruña. Co-proprietário do Teatro Arte Livre, em Vigo (Galiza).

FICHA DE INSCRIÇÃO SIMPLIFICADA E GRATUITA 

Teatro Municipal de Ilhéus
www.culturailheus.com.br
(73) 3634 4721

Atrações para toda família neste fim de semana na Casa

A programação deste fim de semana da Casa dos Artistas de Ilhéus oferece atrações para todas as idades. Nesta sexta-feira (24) às 20 horas, tem espetáculo do Grupo Vozes, de Itabuna, que traz ao Teatro Pedro Mattos a peça Berro D’Água. No sábado (25), a Cia, Boi da Cara Preta encena o musical infanto-juvenil Lendas da Lagoa Encantada, às 17 horas. E, mais tarde, às 20 horas, haverá a sessão-apresentação do Cinema Incidental.Berro D’Água faz parte do projeto Sextas de Jorge, em homenagem ao escritor grapiúna. O espetáculo mantém a ironia do romance que inspirou seu enredo: “A morte e a morte de Quinas Berro D’água”, de Jorge Amado. Adaptado em cordel por Ulisses Prudente, o texto destaca seu caráter popular. Sob a direção de Jorge Batista, a montagem mostra a energia dos personagens que rompem com valores político-sociais para afirmar os valores populares. A peça retorna à Casa dos Artistas no dia 31 deste mês.

Lendas da Lagoa Encantada apresenta os personagens que povoam o imaginário do povoado da Lagoa Encantada. Eles tentam ajudar a comunidade a se livrar do bicho Mondrongo, que ameaça a cultura popular e o meio ambiente. Além de interpretar, o elenco da Cia. Boi da Cara Preta canta, dança e executa a trilha sonora ao vivo. Texto e músicas são de Romualdo Lisboa e Elielton Cabeça e a direção de Tânia Barbosa.

O projeto Cinema Incidental segue dando novas trilhas sonoras para obras de Charles Chaplin. Enquanto o filme mudo é projetado, atrás da plateia, são construídos músicas e efeitos sonoros com instrumentos tradicionais e alternativos ao vivo. A direção do espetáculo é de Elielton Cabeça.

Assim como as demais atrações da Casa dos Artistas, os ingressos para os espetáculos são vendidos a preços populares. Para ver Berro D’Água ou Lendas da Lagoa, as entradas custam R$ 10 e R$ 5. Já os ingressos para Cinema Incidental serão vendidos a R$ 6 e R$ 3. Vale lembrar que 20% da bilheteria é destinada a estudantes de escola pública que, comprovando sua matrícula, entram gratuitamente.

Cineclube na segunda-feira

            Em agosto, o Cineclube Équio Reis celebra o centenário de Jorge Amado. Por isso, durante todo o mês, o projeto vem exibindo filmes inspirados nas obras do escritor grapiúna. Na última sessão do mês, dia 27, será projetado Tieta do Agreste, a partir das 19 horas. A classificação é de 14 anos e a entrada é franca.

 

Improviso, Oxente! discute ações para saúde nesta terça

“Ações locais para saúde” será o assunto do Improviso, Oxente! desta terça-feira (21) e a convidada será Adélia Melo. O projeto de debates começa às 19 horas, na Casa dos Artistas e continua seguindo o tema geral: “A cidade é movida pela cultura”. Em parceria com o Instituto Nossa Ilhéus, o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) convida toda sociedade para discutir projetos para diversos setores do município. A entrada é franca.

Na semana passada, o assunto do encontro foi “Uso Sustentável dos bens naturais comuns e inclusão social” e teve como convidado o professor e ambientalista Rui Rocha. A banda Dr. Imbira também abrilhantou a noite do dia 14, intercalando as colocações do especialista e intervenções do público com rock e blues de qualidade.

Rui Rocha começou sua fala questionando o público sobre a relação entre problemas sociais e o uso dos bens comuns. Segundo ele, pensar nas questões ambientais não se restringe a proteger reservas naturais, mas também é uma questão de ética e princípios. Em suas palavras, todo processo de ocupação e desenvolvimento de um local precisa levar em conta o meio ambiente, uma vez que, comprometendo os bens naturais, toda região é afetada.

De acordo com o professor, assim como o planeta inteiro, a região sul da Bahia é movida pelo meio ambiente. “O cultivo do cacau precisa do clima ideal, o turismo está relacionado com as praias, bem como outros atrativos naturais”, explicou. Ele ainda complementou que a pesca é uma atividade econômica importante, já que peixes e mariscos são alimentos bastante consumidos por nativos e turistas.

Para o ambientalista, até mesmo o sucesso para a construção do polo de informática em Ilhéus foi influenciado pelos atrativos naturais da região. “Além dos incentivos fiscais, o fato de Ilhéus ter um clima agradável, ser litorânea e oferecer uma melhor qualidade de vida atrai pessoas interessadas em viver e investir na cidade”, colocou.

Outro ponto levantado por Rui Rocha foi a distribuição de renda. “A maioria dos trabalhadores rurais, que produz o cacau fino vendido para grandes indústrias de chocolate, e os pescadores vivem em situação miserável. Eles são a base de atividades econômicas importantes. Por isso é preciso repensar como está sendo redistribuída a riqueza”, disse.
Ao final desta edição do Improviso, Oxente!, em setembro, as propostas abordadas serão incluídas em um livro publicado pela Mondrongo, editora do TPI. A obra será entregue ao prefeito eleito como sugestões para seu projeto de governo. “É necessária a participação de representantes de diversos segmentos sociais. Para que cada um dê sua contribuição ao longo das discussões”, declarou o diretor do Teatro Popular de Ilhéus, Romualdo Lisboa.

Convite: Exposição Ateliê Karine Lopes

O Ateliê Karine Lopes tem o prazer de convidá-lo (a) para prestigiar nossa segunda Exposição a ser realizada no TEATRO MUNICIPAL DE ILHÉUS, com coquetel de abertura dia 16 de agosto de 2012, às 18 h.

Na ocasião V. Sa. Poderá conhecer nossa coleção, que vem integrar-se às novas tendências de mercado, associando tecnologia e pinceladas precisas.

A Exposição ficará em cartaz até 30 de agosto do corrente ano.

Contamos com sua presença.

Cordialmente,

Ateliê Karine Lopes

Programação centenário de Jorge Amado – ALITA


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Concurso Reinvente Jorge Amado premia vencedores

No último sábado, dia nacional do estudante, foram premiados os vencedores do Concurso Cultural Reinvente Jorge Amado. Depois de passarem por uma pré-seleção, sob a responsabilidade de Cristiane Santana, Vitor Aziz, André Luiz Rosa Ribeiro e Emerson Araújo, os 15 finalistas tiveram a oportunidade de defender seus trabalhos para um júri emérito composto pela família Amado: João Jorge Amado, Maria João Amado e João Amado Filho; por Cláudia Benvenuti, da Sky Brasil; Elena Beliakova, tradutora russa da obra de Jorge Amado e Márcia Tude, curadora da Feira Literária Ler Amado. Ao final, nove premiados sagraram-se vencedores.

Na categoria Imagem, Milena Nascimento Almeida, do Colégio São Jorge dos Ilhéus, ficou em primeiro lugar, com o trabalho “Salve Jorge Amado;” em segundo lugar, Larissa Araújo Macena, do IME, com o título “Amadolândia” e em terceiro lugar, William Santos Simões, do Centro de Educação Criativa, com a ilustração “Amado Jorge da Bahia”.

Na categoria Texto, foram vencedores: Junio Santos Gomes, do Colégio Estadual do Salobrinho, em primeiro lugar, com o texto “O real sentido da vida quem me deu foi Jorge”; Mariana Barreto de Oliveira, do Colégio Impacto, ficou na segunda posição, com o texto “Jorge Amado no século XXI” e Lavínia dos Santos Pereira, também do Colégio Impacto, ficou na terceira posição com o texto “Um herói Amado”.

Na categoria Audiovisual, Brice Rodut, do Colégio Ideal, alcançou a primeira posição com o vídeo “O meu encontro com Jorge Amado”; Vitor Steiner Corso ficou em segundo lugar com o vídeo “Jorge, Amado Grapiúna” e Caroline Hala, do Instituto de Ensino Joana D´arc, ficou em terceiro lugar com o vídeo “Mar Morto”.

O primeiro lugar de cada categoria receberá R$ 1.000,00, 01 ano de assinatura Sky Fit gratuito e um kit de livros do escritor Jorge Amado; o segundo lugar: R$ 600,00 e 1 kit de livros do autor Jorge Amado e em terceiro lugar: R$ 400,00 e mais 1 kit do escritor Jorge Amado.

As professoras que orientaram os trabalhos vencedores do primeiro lugar: Edna Serpa, Alyne Martins Gomes e Flávia Briglia receberão, cada uma, Certificado e Kit do autor Jorge Amado e as Instituições de Ensino dos primeiros lugares: Colégio São Jorge, Colégio Estadual do Salobrinho e Colégio Ideal receberão Certificado e Kit Jorge Amado.

O Concurso Cultural Reinvente Jorge Amado foi uma promoção da Fundação Cultural de Ilhéus, Prefeitura Municipal e Sky Brasil, com apoio da Editora Companhia das Letras.

Chega a Ilhéus a Comédia Casar pra Quê ?

*5 anos em cartaz, mais de 600 mil espectadores, sucesso de crítica e público. É preciso dizer mais?

*Sim, é preciso… Novos quadros e nova direção. Quem assina a nova direção é o consagrado ator e comediante Eri Johnson, que garante mais de uma hora de gargalhada!

*Você não pode perder!!!

CASAR PRA QUÊ?

Dividir a vida com alguém não é tarefa nada fácil, mas pode ser muito divertido, principalmente quando marido e mulher vivem um descompasso entre aquilo que pensam e o que querem. A peça Casar pra quê? trata com muito bom humor dessas diferenças vividas dentro de um casamento em que, mesmo com tantas arestas, é feito de muito amor.
Em cartaz desde 2007, o espetáculo já foi assistido por mais de 600 mil espectadores.

A peça “Casar pra quê?” é uma comédia romântica que nasceu da vontade do ator e autor Alessandro Anes de levar para os palcos um espetáculo onde a comunicação com a platéia fosse feita de maneira intimista e divertida. Assim, começou a observar trechos de conversas de bar, papos pelos corredores, e foi colecionando pérolas do complicado relacionamento entre homens e mulheres. Fez então uma seleção do que considerou o mais absurdo, o mais engraçado e quando viu, tinha pronta a história de um casal que representa todos os outros: ela vendo a vida de um jeito que para ele é totalmente maluco e ele querendo curtir de uma forma que para ela é inadmissível! E o mais louco de tudo: ela é louquinha por ele, e ele não vive sem ela!
Ela gosta de ir ao shopping, falar horas com as amigas no telefone e não perde um capítulo da novela. Ele não dispensa um futebol com a galera, uma cerveja gelada e claro, adora falar mal da sogra! Situações como essas fazem parte da vida de todo casal, e é mostrada por esses dois jovens – hilário casal. O que é mais incrível é que esses dois não se largam.
Assim, “Casar pra quê?” chega aos palcos mostrando e comentando com a platéia, as delícias e os horrores de um casamento feliz – com muito bom-humor!


Dias 25 e 26 de agosto
Teatro Municipal de Ilhéus
Hora : sábado ás 21h e domingo ás 20h30.

Texto: Alessandro Anes
Elenco: Viviane Victorette e Alessandro Anes
DIREÇÃO: Eri Johnson
Produção: Rodrigo Cardoso
Genero: Comédia Romântica
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
DURAÇÃO: 70 minutos

Produção e realização local : Well Perelo Produções artísticas .
Ingressos R$ 40,00 Inteira e R$ 20,00 Meia .
Pontos de vendas : Stand do carioca  e Bilheteria do teatro

Well Perelo
Produções artisticas .

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

No centenário de Jorge Amado, a Companhia Ilheense de Teatro apresenta  entre os dias 18 e 19 de agosto, no Teatro Municipal de Ilhéus, o espetáculo “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”.

O espetáculo é baseado na obra de Jorge Amado, um livro infanto-juvenil que foi escrito para seu filho João Jorge, no seu primeiro aniversário; adaptado por Cristina Barretto. “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” é na verdade uma história sobre o amor impossível de um gato solitário, bravo e mal-humorado por uma jovem, gentil e bela andorinha. A fábula se desenrola no parque e tem como testemunhas um variado grupo de animais com suas características “tão humanas”.
Data: 18 e 19 de agosto (sábado e domingo)

Local: Teatro Municipal de Ilhéus

Horário: 18:00hs

Texto original: Jorge Amado

Direção, produção e adaptação de texto: Cristina Barretto

Ingresso: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Improviso, Oxente! discute inclusão social nesta terça

“Inclusão Social – do local para o global” será o assunto do Improviso, Oxente! desta terça-feira (14). A partir das 19 horas, o projeto de debates recebe o professor e ambientalista Rui Rocha.  Com o tema geral: “A cidade é movida pela cultura”, esta edição é produto da parceria entre o Teatro Popular de Ilhéus (TPI) e o Instituto Nossa Ilhéus, que deseja construir um projeto para o município com a sociedade em geral. “O resultado das discussões será transformado em um livro, que será entregue ao prefeito eleito”, informou o diretor do TPI, Romualdo Lisboa. A entrada é franca.

             No último encontro do Improviso, Oxente!, o assunto da discussão foi “Uso Sustentável dos bens naturais comuns” e o especialista convidado foi o professor José Adolfo. Ele usou como base para sua fala o artigo “A tragédia dos bens comuns”, escrito pelo ecologista norte-americano Garret Hardin, em 1968.  José Adolfo falou sobre o conflito entre interesses individuais e o bem comum no uso de recursos não renováveis.

De acordo com o professor, em pouco mais de 100 anos, a população mundial cresceu sete vezes, enquanto os recursos naturais continuam os mesmos. “O uso de energia foi multiplicado por 10. Por isso, hoje temos graves problemas de água, espaço e qualidade do ar. Precisamos pensar em novas formas de gestão coletiva, pois temos a qualidade de nossa sobrevivência ameaçada”, destacou José Adolfo, cuja formação acadêmica é na área de Engenharia Agrícola.

Para o convidado do último Improviso, Oxente!, o nível de crescimento populacional de Ilhéus está no limite para se tornar insustentável. O desmatamento para a ocupação de novas áreas e o povoamento das encostas podem causar grandes desastres naturais que atingirão as pessoas diretamente. “A tendência é que as mudanças climáticas serão ainda mais extremas, com longos períodos de seca e chuva. Se Ilhéus enfrentar uma grande chuva, a tendência é que os morros desabem como vem acontecendo no Rio de Janeiro”, disse.

José Adolfo concluiu sua fala explicando que é possível controlar a degradação dos bens naturais aliado ao desenvolvimento socioeconômico. “A sociedade deve assumir o controle do uso dos bens comuns. Se esperar apenas pelo poder público não resolve, pois as administrações mudam e suas prioridades também”, afirmou.

O Amigo Jorge Amado

Por  Cyro de Mattos

Cyro de Mattos

Conheci Jorge Amado nos idos de l959, em tarde de  autógrafos, na  antiga Livraria Civilização Brasileira, da rua Chile, Salvador. Na fila enorme dos que aguardavam a sua vez para receberem o autógrafo, eu, moço do interior, estudante da Faculdade de Direito. Estava nervoso. Vivia a expectativa de ver de perto o consagrado romancista baiano pela primeira vez. Quando chegou o momento de receber o  autógrafo de Jorge, aproximei-me com o exemplar de Gabriela cravo e canela. E, timidamente, disse-lhe  que  era  grapiúna,  como ele vinha das terras ricas do cacau no sul da Bahia. No mesmo instante da revelação do lugar de nascimento,  fez-se num  rosto largo e manso o sorriso alegre de quem acabava de ouvir algo que lhe tocava o coração. Com que prazer o autor de  Gabriela cravo e canela  assinalou no livro ser  também grapiúna, das terras de Itabuna, das ricas plantações de cacau, do território onde uma saga havia sido forjada por homens rústicos  com suor, cobiça e morte.  Fazia assim com que eu sorrisse um  belo sorriso e amasse ainda mais as minhas raízes grapiúnas.

Seguia no rio da vida  e, em 1966, já no Rio de Janeiro,  publicava meu primeiro livro,  pequeno volume de contos, hoje riscado de minha  produção por ter envelhecido  o texto rápido. Enviei o pequeno volume a Jorge Amado, seguindo conselho de um companheiro de geração, mas não esperando que viesse alguma opinião do autor de Terras do sem fim sobre o meu livro de estreia. Qual não foi a minha grata surpresa depois, por ver em curto espaço de tempo um livro de autor desconhecido  ser apresentado à  Academia Brasileira de Letras com palavras favoráveis do admirável romancista Jorge Amado.

Outros livros meus vieram e foram merecedores de artigos com elogio por parte  de Jorge Amado. Não deixavam de ser opiniões sob a ótica impressionista,  mas  espontâneas,  o que interessava. Verdadeiras, simples e profundas, abonadas com a  sensibilidade de quem mais  conhece os caminhos do fazer literário na recriação da vida. E mais: ele  publicava os artigos que escrevia sobre aqueles livros em jornais importantes como A Tarde, Jornal de Letras (Rio), do saudoso Elysio Condé, Jornal do Comércio (Rio) e Suplemento Literário de Minas Gerais.

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Ditadura Vargas incinerou em praça pública 1.640 livros de Jorge Amado

Em novembro de 1937, militares baianos queimaram, a mando de Getúlio Vargas, centenas de livros de Jorge Amado onde hoje é a Praça Cayru, na Avenida Contorno

Foto: Reprodução

Jorge Ramos*
Especial para o CORREIO

Perplexas, centenas de pessoas se aglomeraram em frente à Escola de Aprendizes de Marinheiros, em Salvador, no fim da tarde daquela sexta-feira – 19 de novembro de 1937 –  para assistir a um espetáculo inusitado. Em frente ao que hoje é a sede do Segundo Distrito Naval, na Avenida Contorno, uma grande fogueira de livros ardia,  grossos rolos de fumaça escureciam o céu e um forte cheiro de papel queimado se espalhava pelas imediações da parte baixa do Elevador Lacerda e atingia até mesmo a parte alta, a Praça Municipal, a Rua Chile e a Praça da Sé.

Não era um incêndio comum, mas a queima de 1.827 livros considerados “propagandistas do credo vermelho”, como eram chamados pelos militares que, nos dias anteriores, tinham percorrido as livrarias da cidade e apreendido quantos exemplares encontraram. Entre os livros que viraram cinzas naquela tórrida tarde primaveril em Salvador, 1.694 – mais de 90% – eram de autoria de um  jovem  jornalista e escritor baiano:  Jorge Amado.

Os militares baianos cumpriam ordens do interventor recém-nomeado para a Bahia, o coronel Antônio Fernandes Dantas, comandante da VI Região Militar. O episódio gerou curiosamente uma ata, que foi publicada quase um mês depois da fogueira literária pelo jornal Estado da Bahia, de propriedade dos Diários Associados, do magnata da imprensa Assis Chateubriand. O documento (veja reprodução ao lado) serve para demonstrar o quanto havia de intolerância e forte tensão naqueles anos que antecederam a eclosão da Segunda Guerra Mundial. Sob a lupa da repressão estavam os ideais do jovem Jorge.

Oprimidos
Então com 25 anos, ele já conquistara notoriedade como autor de uma temática fortemente social, de   romances considerados “proletários”. Jorge Amado expunha as mazelas do capitalismo, a exploração do trabalho pelo capital e a luta de classes, dissecados em meio a uma saborosa prosa de feição modernista, nas quais exaltava, ao mesmo tempo, a sensualidade do povo baiano, suas crenças e tradições, o folclore e a cultura popular.

Jorge Amado começava a se destacar internacionalmente com a tradução de seus livros, inicialmente para países da América Latina. E era, justamente por isso, um dos mais visados entre os intelectuais brasileiros.  Esquerdista,
ele já tinha sido preso no ano anterior pela polícia política de Getúlio Vargas, na repressão que se seguiu à Intentona Comunista, levante militar promovido pelo proscrito Partido Comunista Brasileiro (PCB) no Rio de Janeiro, antecedido por iguais sedições em Natal e Recife, movimentos revoltosos duramente reprimidos.

Colegas
Além dos militantes comunistas, passaram a ser perseguidos na época muitos jornalistas e escritores, poetas e artistas engajados na oposição a Getúlio Vargas, fossem ou não filiados ao  PCB.  Exemplo de José Lins do Rego, escritor paraibano que não era comunista, e até nutria simpatias pelo integralismo, mas teve vários de seus livros, como Menino de Engenho, arrastados para a fogueira.

Além de Jorge Amado, foram presos naquele ano o líder do PCB, Luiz Carlos Prestes, e a mulher dele, Olga Benário, o militar Agildo Barata, o jornalista Aparício Torelly (o “Barão de Itararé”), o advogado Hermes Lima e o escritor Graciliano Ramos, que retratou magistralmente a saga que vivera no clássico Memórias do Cárcere, onde está uma frase lapidar, que simboliza o eterno conflito entre a liberdade intelectual e o poder discricionário: “Começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social”.

Censura

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Jorge Amado

Família Caymmi canta em homenagem a Jorge Amado

Da redação

Lívio Campos | Divulgação

  • Danilo, Nana e Dori vão se apresentar em Ilhéus, com transmisão da TVE

Sábado, a partir das 22h, a TVE transmite, direto da Praça da Catedral de Ilhéus, o show da família Caymmi em homenagem a Jorge  Amado. O autor baiano tinha vínculos
estreitos com a família iniciados através da amizade entre ele e o compositor e patriarca Dorival Caymmi.

Os filhos do músico mantêm o vinculo com os Amados e prestam esta homenagem ao amigo do pai. Tanto o escritor quanto o músico têm como marca das suas obras o registro da identidade cultural do litoral baiano.

No A TARDE ON LINE

http://atarde.uol.com.br/cultura/materias/1446087-familia-caymmi-canta-em-homenagem-a-jorge-amado

SEXTAS DE JORGE NA CASA DOS ARTISTAS

DAS MATAS AO PROGRESSO “UM ESPETÁCULO DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS”
Dia 10 /08 | sex | 20h | R$ 10 e 5

Inspirado em personagens jorgeamadianos de Terras dos Sem Fim e Gabriela Cravo e Canela, O Grupo Teatral Maktub transporta os expectadores para a Ilhéus de 1925, recriando a atmosfera da época. Em meio a coronéis, beatas, trabalhadores cantadores das roças de cacau, Maria Machadão e suas “meninas”, é contada a história da sociedade do auge do cacau até o seu declínio. Com texto e direção de Fábio Nascimento e no elenco: Magaly Viana, Genícia Barbosa, Maria Cândida, Geisa Pena, Fábio Nascimento, Participação especial: Marcio Messias, Ed Paixão, Wallace Reys.

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