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:: ‘Falaê’

Natal Permanente de Jesus

Paiva Netto

Paiva Netto

O exemplo de Jesus simboliza, há mais de dois mil anos, a possível convivência pacífica entre os povos permanentemente.

Um dos mais nobres propósitos de todos os cristãos de Boa Vontade é perseverar, com fé realizante, no anúncio da Volta Triunfal do Cristo Ecumênico, ou seja, universal, o Divino Estadista, ao nosso convívio no planeta. Considero sempre oportuno tratar com vocês a respeito desse tema.

A abrangência da Boa Nova, que o Benemérito e Altruísta Filho de Maria e José nos apresentou, demonstra que Sua presença entre os seres da Terra jamais deve sugerir receio aos irmãos em humanidade que não professem o Cristianismo.

Jesus não gera incômodo ao bom senso humano. Sublime Benfeitor, Ele vem para somar no pleno progresso sustentável, espiritual, material, ético e social que trabalhamos por atingir.

O CRISTO SOBRE AS NUVENS

Para dar minha modesta contribuição ao assunto, lancei, há alguns anos, “Apocalipse sem Medo”, no qual reuni algumas das palestras que venho fazendo pelo rádio, pela TV (e pela internet) desde a década de 1960.

Mas vejamos este ponto: que significa também Jesus vir sobre as nuvens?

No Apocalipse, 1:7 e 8, lemos:

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GUARDA COMPARTILHADA OBRIGA CIVILIDADE ENTRE OS PAIS

Dra. Priscila M. P. Corrêa da Fonseca*

A aprovação pelo Senado do Projeto de Lei da Câmara Nº 117, que estabelece a obrigatoriedade da guarda compartilhada dos filhos de pais divorciados, mesmo que haja desacordo entre os ex-cônjuges, tem um caráter importante de consagrar a responsabilização cotidiana de ambos os genitores acerca dos cuidados concernentes à criação e educação dos menores, o que traz, na maioria dos casos, muitos benefícios para as crianças.

Embora traga mudanças sutis na lei, essa modalidade de custódia obriga maior cooperação dos pais no dia a dia dos filhos, fazendo com que estes participem, em igualdade de condições, de tarefas e decisões, acompanhando os estudos, conduzindo às atividades escolares, às consultas médicas, às sessões de terapia, festas, escolha dos profissionais que comporão esse atendimento.

De caráter muito mais psicológico do que prático, os efeitos não serão imediatos ou automáticos, mas pressupõe um alerta a respeito da divisão mais igualitária dos direitos e  deveres do exercício da parentalidade. Neste aspecto, espera-se um ideal de civilidade entre eles raramente observados em casais em processo de separação, principalmente em casos de litígio, e que deveria existir, uma vez que as necessidades dos filhos não se dissolvem com a separação do casal, nem tão pouco as obrigações deveriam ser determinadas por uma imposição judicial.

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Maria Regina Canhos em: Boataria

Recentemente, fiquei muito triste com um caso que atendi. As crianças foram afastadas dos pais porque constava que eles bebiam e usavam drogas, podendo colocar em risco a integridade física dos filhos e seu desenvolvimento. Outros familiares assumiram a guarda das crianças. Ao realizar a avaliação psicológica, passados já meses, foi constatado que a situação não era verdadeira. De um lado sofriam os pais e de outro as crianças. Tudo porque alguém resolveu levantar um falso contra aquela família. Verdadeiramente lamentável e traumático para todos!

Digo todos, porque mesmo o mexeriqueiro não ficará sem o seu castigo. Em Provérbios 19.5 está escrito: “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará.” Mais adiante, no versículo 9, novamente: “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras perecerá.” Existe um preço a ser pago por quem intenta destruir a vida do seu próximo.

Algumas pessoas, movidas por propósitos nada nobres, tramam contra o outro para colocar seus pés em cilada. Não raras vezes, espalham boatos, calúnias, mentiras… objetivando aparecer, chamar a atenção para si ou tomar o cargo do irmão que trabalha. Triste isso! Até que a verdade venha à tona, muitos meses podem se passar, somando maior gravidade aos falsos levantados, devido às suas consequências. No entanto, o justo não deve se desesperar, pois a verdade prevalecerá (Mt 10.26: “Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de ser descoberto, nem oculto que não haja de ser conhecido”).

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Paiva Netto em: Efeito social da prece

Paiva Netto

Paiva Netto

Em entrevista à jornalista portuguesa Ana Serra, comentei que — a acepção de Fraternidade e Espiritualidade Ecumênica coloca-nos em sadio contato íntimo com nós mesmos e com o Criador do Universo e Suas criaturas, que constituem o mais perfeito altar onde devemos adorá-Lo, conforme destaquei, em 5/11/1983, no discurso de lançamento da pedra fundamental da sede da Legião da Boa Vontade, em São Paulo/SP, Brasil, durante o 8o Congresso dos Noivos e Casais Legionários. Na obra Ao Coração de Deus — Coletânea Ecumênica de Orações (1990), afirmei: Quando se ora, a Alma respira, fertilizando a existência humana. Fazer prece é essencial para desanuviar o horizonte do coração. E isso se encontra ao alcance de todos, porquanto possuímos a inata capacidade de meditar para escolher o caminho adequado e resolver transtornos que se iniciam no Espírito e, depois, se manifestam no corpo humano, muita vez em forma de doença, e, no campo social.

Escrevi em Reflexões da Alma que quem, religioso ou ateu, souber usufruir do silêncio de alma fará brotar, de dentro de si, todas as riquezas que o mundo não lhe pode oferecer, a começar pela Paz de espírito, que Deus nos prometeu e que ninguém, além Dele, nos pode integralmente proporcionar, porque nem na sua totalidade ainda a conhecemos: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie, porque Eu estarei convosco, todos os dias, até o fim dos tempos” (Evangelho de Jesus, segundo João, 14:27; e Mateus, 28:20). Não há um pensador sério, guardadas as exceções de praxe, que não necessite entrar, mesmo que vez por outra, no ambiente inspirador da reflexão, dando-lhe este ou aquele nome. E isso não favorece apenas a quietude psíquica, mas igualmente a serenidade somática.

Ideia cuja hora chegou

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Superação, esperança e acolhimento

Paiva Netto

Paiva Netto

Entre as ilustres personalidades que prestigiaram a sessão solene do Jubileu de Prata do Templo da Boa Vontade, TBV, em 8/11, estava o professor doutor Jair de Carvalho e Castro, chefe do Serviço de Otorrinolaringologia, da 2ª Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.

Ao falar às mais de 100 mil pessoas que participaram dos 25 anos do Templo do Ecumenismo Divino, ele ressaltou o modelo de superação da escritora e conferencista norte-americana Helen Keller (1880-1968), que viu representada no Painel “A Evolução da Humanidade”, do Salão Nobre do TBV: “Eu, como médico, observei a figura de uma mulher americana que ficou cega e surda. Ela conseguiu ser uma grande ativista, a primeira pessoa a defender os direitos dos pacientes com deficiência física. É isso aí! Então, é exemplo para todo o mundo até hoje”.
Na sequência, o competente clínico nos transmitiu uma esperançosa informação: “Hoje, temos a felicidade de poder dizer, por exemplo, na minha área de atuação, que é a otorrinolaringologia, que ninguém precisa mais ficar surdo. Temos 99% de chance de trazer a audição para as pessoas. A audição é que coloca o ser humano em contato com outros. Temos a televisão, o rádio, mas é o som, é a voz humana que leva o carinho e leva a emoção para todos. Estou muito honrado, emocionado de conhecer esse trabalho. O Templo se destaca, se levanta acima do Planalto e abençoa os que aqui vêm do Brasil e do mundo”.
E prosseguiu: “Queria agradecer primeiro a vocês, legionários, porque sozinho ninguém faz nada. Se o presidente Paiva Netto construiu uma obra é porque se cercou de boas pessoas e de pessoas como vocês, que são o maior patrimônio da LBV”.
Exato! Não há estrutura — seja ela espiritual, material, social — que se torne expressiva sem o decisivo apoio de seres humanos e espirituais de Boa Vontade. Um país só realmente progride com a multiplicação dos bons caracteres e a capacidade realizadora de seu povo.
O dr. Jair teve ainda a gentileza de me encaminhar uma correspondência sobre sua estada no TBV, da qual compartilho com Vocês alguns trechos: “A viagem a Brasília foi um grande e maravilhoso momento, no qual pude observar que aqueles que têm o coração e a mente voltados para o bem comum e a felicidade adquirem uma Força Celestial. E esta se transforma em energia renovadora, que se expande para todas as partes deste nosso grande Brasil e além de nossas fronteiras, levando a palavra e Jesus para aqueles que Nele creem, acolhendo outras religiões e os que dizem que não têm nenhuma crença (a meu ver é uma forma de crença também).
“Agradeço a acolhida e a oportunidade de estar em um evento ímpar e da maior importância social e de acolhimento a uma multidão maior do que a maioria de nossas cidades; um encontro transmitido por quase 2 mil emissoras de rádio, TV e internet para o Brasil e vários outros países. (…)
“Forte abraço do amigo e admirador, Jair de Carvalho e Castro”.
Ao amigo professor doutor Jair, o meu agradecimento e o fraterno abraço dos legionários da Boa Vontade.
José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.
[email protected]www.boavontade.com

Templo do Ecumenismo Divino

Paiva Netto

Paiva Netto

Vem o tempo em que todos compreenderemos a importância da prática de um frutuoso e fraterno inter-relacionamento espiritual, social, religioso, político, científico, filosófico, esportivo etc. É uma questão de estratégia de sobrevivência, que tem na Economia da Solidariedade Humana indispensável alicerce. Insisto nesse caminho desde a década de 1980, quando defendi essa tese na “Folha de S.Paulo”. É solução compatível com a Humanidade que precisa ter humanidade com ela mesma.

Para sairmos vitoriosos, considero muito útil ouvirmos, em nossas Almas, a Inspiração de Deus ou — para os que ainda não descobriram o Pai Celestial — dar atenção ao bom senso da Paz. Aliás, de forma instintiva, as criaturas sempre procuram como parâmetro uma Experiência Superior.

Visando atender igualmente a esse anseio, fundei em Brasília, no dia 21/10/1989, o Templo da Boa Vontade (TBV). Em “Reflexões da Alma” (2003), destaquei quatro pilares que regem nossas ações: Ecumenismo Irrestrito, Ecumenismo Total, Ecumenismo dos Corações e Ecumenismo Divino.

Apresento hoje a vocês o que fundamenta o TBV na sua expressão de Templo do Ecumenismo Divino. Trata-se do contato socioespiritual entre a criatura e seu Criador. (…) Portanto, falo da universalização do ser humano que se integra na sua origem divina, tornando-se o Homem-Vertical, quer dizer, o Homem-Espiritual, ou mais: o Homem-Espírito. É o fim do império da matéria, pela pura e simples compreensão de que ela não existe (porquanto o próprio átomo é cheio de espaços vagos). Daí eu já ter afirmado que matéria também é Espírito.

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Educação Profissional deve ser programa de estado e não de governo

César Silva (*)

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), um dos principais alicerces da política do governo para a educação, é defendida por autores de diversas formações e ideologias. Ele cria a possibilidade de melhoria social por meio da educação e, consequentemente, de empregabilidade. O programa observa que a educação deve estar alinhada às demandas do mercado de trabalho, o que realiza com cursos técnicos e de qualificação.

Foi um alívio, ao longo da campanha presidencial, ver os principais candidatos sinalizarem que o Pronatec teria continuidade. Garantir formação profissional é assegurar combustível ao motor que vai elevar o país a um patamar de padrão social nunca antes atingido.

O Pronatec prioriza a empregabilidade. Sua abordagem passa por diversos tipos bolsas e fomentos que proporciona. Destaca-se, inicialmente, o Brasil Sem Miséria, que potencializa, juntamente com o Sistema Ifets (Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia), a oferta de programas de educação profissional alinhados com demandas regionais. Desta forma, reforça a atividade principal de escolas públicas ao criar 50 mil novas vagas por semestre em todo o Brasil, o que mantém um eixo de oferta importante dentro de instituições respeitadas.

O Bolsa Formação é um dos fomentos mais marcantes e de maior relevância do Pronatec. A iniciativa dissemina a educação formal profissional: são 250 mil pessoas por semestre em mais de dez eixos do conhecimento. Seu alcance, por meio de associações com Escolas Técnicas e Instituições de Ensino Superior, abrange todas as regiões do país. A oferta de programas de formação profissional é diversificada e estimula as Instituições de Ensino Superior a pensar a educação profissional através de seus quadros de acadêmicos.

Esta talvez seja a maior aproximação da academia com o mercado de trabalho da história do Brasil. Há estímulos para que as Instituições de Ensino Superior pensem na verticalização da Educação, por meio do estímulo ao aluno dos cursos técnicos a continuar seus estudos no ensino superior. Ao mesmo tempo, propicia a melhora da qualidade prática das instituições, que precisam investir em mais equipamentos e laboratórios para atender às características dos programas de educação profissional.

Ver jovens e adultos adentrar instituições de ensino superior, mesmo que para cumprir a jornada de um curso técnico, é pavimentar o caminho que levará o país ao protagonismo no cenário global. Assegurar que este caminho permaneça aberto e cada vez mais estruturado é o papel do novo governo.

(*)César Silva é presidente da Fundação FAT e atua como professor da educação profissional há mais de 20 anos.

Educação em primeiro lugar

por Priscilla Maria Bonini Ribeiro*

Conferimos na semana passada, em diversos jornais do país, informações sobre a pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente à queda da taxa de analfabetismo do país, que de 8,7% em 2012 passou para 8,5% em 2013. Devemos comemorar este resultado? Ainda não. Há muitas barreiras a serem vencidas.

A educação acontece em nossas vidas desde o nascimento. Observamos tudo ao nosso redor nos primeiros segundos e, passados alguns meses, damos início às imitações. Primeiro seguimos os passos dos pais, as pessoas mais próximas; posteriormente copiamos as ações dos irmãos, que nem sempre acertam e muitas vezes insistem em pregar “peças”; após a inserção na escola, aprendemos (e também ensinamos) com todos ao nosso redor: professores, alunos, amigos e colegas.

Ao longo desse processo acontece a formação do caráter e da educação, ambas essenciais ao desenvolvimento do espírito de cidadania e responsáveis pelo discernimento entre certo e errado. No entanto, o problema é que muitas vezes, devido à cultura pessoal, a educação é considerada secundária por diversas famílias brasileiras – e enxergamos esse cenário como fato, tendo como base pesquisas realizadas em institutos de confiança, como o próprio IBGE.

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Saúde mental e espiritualidade

Paiva Netto

Paiva Netto

Importante estudo do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, denominado “Transtornos mentais em megacidades”, apontou que 30% dos casos investigados de moradores da capital paulista e região metropolitana apresentaram algum tipo de transtorno psiquiátrico nos 12 meses anteriores à entrevista. Expressivo número que merece a atenção de todos.

Todavia, outra perspectiva nos leva a considerar que parte dessas ocorrências pode estar erroneamente catalogada como distúrbio. Há de se verificar também o conjunto de naturais manifestações de uma sensitividade espiritual malconduzida, necessitada de equilíbrio e de orientação específica.

O programa Conexão Jesus, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), conversou com um especialista no assunto. Trata-se do dr. Júlio Peres, psicólogo clínico, doutor em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP, com pós-doutorado no Centro para a Espiritualidade e a Mente da Universidade da Pensilvânia/EUA e pós-doutorado em radiologia clínica pela Unifesp. Declarou ele aos telespectadores: “Há uma linha de pesquisa muito importante — e nós gostamos muito desse tema, estamos trabalhando nesse sentido — que visa justamente ao diagnóstico diferencial entre uma crise espiritual envolvendo mediunidade, a conexão com Espíritos, Espiritualidade, e um episódio psicótico, um transtorno psiquiátrico. É muito importante que possamos reconhecer que uma condição é distinta da outra, porque, se o indivíduo estiver tendo uma manifestação mediúnica, uma crise espiritual, não necessariamente ele manifestará um episódio psicótico, psiquiátrico. No entanto, se for medicado nessas condições, ele pode criar uma história, uma linha de futuro psiquiátrica. Contudo, se o indivíduo estiver de fato tendo um episódio psicótico e não for medicado, o sofrimento se exacerba. Então, é fundamental que nós, profissionais da saúde, identifiquemos quais são os diferenciais para esse diagnóstico”.

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O cosmos é música

por Paiva Netto

Paiva Netto

Os meses de outubro e novembro são marcados por datas que nos fazem recordar a genialidade de dois dos mais famosos compositores de nosso país: Heitor Villa-Lobos e Claudio Santoro. Isso porque em 1o de outubro comemoramos o Dia Internacional da Música. Já no mês de novembro, no dia 17, do ano de 1959, partia para a Grande Pátria Espiritual o consagrado carioca Villa-Lobos. Na edição 220 da revista Boa Vontade, prestei-lhe tributo à memória. Ainda em novembro, 23, mas do ano de 1919, nascia o ilustre manauara, Claudio Santoro, cuja “Sinfonia da Paz” — gravada sob sua regência, pela Orquestra Estadual e Coro Stepanov de Moscou, Rússia — abre a minha pregação do Evangelho de Jesus na Super Rede Boa Vontade de Comunicação.

Como admirador dos gênios da cultura planetária e reconhecendo na música um papel transcendente de elevação do ser humano, sempre que posso utilizo-me do tesouro melódico para estabelecer analogia entre ele e os augúrios divinos, de modo a facilitar o entendimento do povo a respeito do código aparentemente indecifrável do Apocalipse de Jesus. O escritor e crítico literário José Geraldo Nogueira Moutinho, em “Musicália”, esclarece que “a música absorve o caos e o ordena”.

Em Apocalipse sem Medo (1999), no capítulo “Apocalipse e universalismo”, comento que Arturo Toscanini ensinava, mutatis mutandis, que ouvir música não é escutar notas. De fato, porquanto se deliciar com a grande arte de Verdi, Tchaikovisky, Wagner, Borodin, Schumann, Debussy, Ravel, Grieg, Sibelius, Irving Berlin, Gershwin, Grofé, Chiquinha Gonzaga, Noel, Cartola, Caymmi, Jobim, João Gilberto, Caetano, Gil, Chico Buarque, Toquinho, Guerra Peixe, Carlos Gomes, Padre José Maurício, Francisco Braga, Lorenzo Fernandez, Augusto e Alberto Nepomuceno, Guerra Vicente, e tantos mais, é integrar-se no sentimento da mensagem melódica que o compositor quis transmitir ao ouvinte.

Assim é com o Apocalipse, seu recado não está na letra, “que mata”, mas no espírito de salvação que, por meio do amor de Quem fraternalmente adverte, desce do Criador à criatura.

Para que existe a Mensagem Divina

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Em louvor à Paz

Paiva Netto

Paiva Netto

Mundo em guerra, ou melhor, mundo sempre em guerra. Então, é igualmente o momento de falar na Paz e de lutar por ela, sem descanso, até que seja alcançada, incluída a paz no trânsito, em que os desastres vitimam tanta gente. Um dos perigos que a Humanidade atravessa é a vulgarização do sofrimento. De tanto assistir a ele pela necessária mídia, parcela dos povos pode passar a tê-lo como coisa que não possa ser mudada. Eis o massacre da tranquilidade entre pessoas e nações quando se deixam arrastar pelo “irremediável”. Ora, tudo é possível melhorar ou corrigir nesta vida.

Se, pelo massacre das notícias trágicas, as famílias se acostumarem ao absurdo, este irá tomando conta de suas existências.

Se não nos é possível evitar a Terceira Guerra Mundial, fruto da semeadura de milênios de loucuras humanas, não desejamos o remorso de não ter feito o possível e o impossível para lembrar ao mundo a Paz de Deus. Por todos os meios e modos, contrapomos há muito ao ditado latino, “Se queres a Paz, prepara-te para a guerra” (“Si vis pacem, para bellum”), proclamando o espírito que inspirou Rui Barbosa (1849-1923), o corajoso Águia de Haia, quando disse: “Se queres a Paz, prepara-te para a Paz”.

Do meu livro Reflexões e Pensamentos — Dialética da Boa Vontade (1987):

Num futuro que nós, civis, religiosos e militares de bom senso, desejamos próximo, não mais se firmará a Paz sob as esteiras rolantes de tanques ou ao troar de canhões; sobre pilhas de cadáveres ou multidões de viúvas e órfãos; nem mesmo sobre grandiosas realizações de progresso material sem Deus. Isto é, sem o correspondente avanço ético, moral e espiritual. O ser humano descobrirá que não é somente sexo, estômago e intelecto, jugulado ao que toma como realidade única do mundo. Há nele o Espírito eterno, que lhe fala de outras vidas e outros mundos, que procura pela Intuição ou pela Razão. A paz dos homens é, ainda hoje, a dos lobos e de alguns loucos imprevidentes que dirigem povos da Terra.

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Maria Regina Canho em: Palavras*

O falar movimenta energia positiva ou negativa. É semelhante a uma pedra lançada que, independente do seu propósito, não volta atrás. A Bíblia está cheia de admoestações em relação ao uso das palavras. Em Mateus 15.11 lemos que “o que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca”. Devemos, pois, prestar atenção ao que falamos para não nos arrepender devido ao mal que possamos vir a causar.

Um exemplo terrível da força negativa da palavra pode ser encontrado no segundo livro de Samuel, em seu capítulo 13. Possuído de desejo por Tamar, Amom segue o conselho de Jonadabe (versículo 5) que, com pouco mais de quarenta palavras, deu causa a uma série de males, a saber: estupro, incesto, repulsa, angústia, sofrimento, ódio, fraticídio, boato, depressão, perseguição, traição, desespero, humilhação, fúria).

Nem sempre imaginamos o poder de nossas palavras e o dano que podem causar na vida de outrem. A fofoca causa grandes estragos que quase nunca podem ser reparados com um pedido de desculpas. Sabemos que muitas pessoas reservam grande parte de seu tempo para falar o que não convém (1Tm 5.13). Isso sem mencionar os caluniadores e mentirosos, a quem o Senhor se refere em Salmos 59.12: “Pelo pecado da sua boca e pelas palavras dos seus lábios, fiquem presos na sua soberba, e pelas maldições e pelas mentiras que falam.”

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