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:: ‘Falaê’

Conscientização hoje…

 Paiva Netto

Paiva Netto

… Antes que seja tarde para os inquilinos da Terra.

Há décadas, venho insistindo que a destruição da Natureza é a extinção da Raça Humana. Fica evidente que essa não é uma simples frase de efeito para chamar a atenção dessa Humanidade sempre apressada, muitas vezes, rumo ao próprio extermínio.

Em geral, as criaturas agem como se não houvesse amanhã. Desse modo, deixam de avaliar o resultado futuro de seus atos no presente. É preocupante, porque, quando os efeitos devastadores da má semeadura chegam, o quadro pode ser irreversível ou acompanhado de imensos prejuízos.

Sustentabilidade é palavra da moda. Contudo, agimos em consonância com o seu significado? Os problemas quanto aos recursos naturais aumentam a cada dia. Vejam a diminuição dos reservatórios de água em diversas cidades brasileiras!

Vez por outra, vêm à tona estudos demonstrando que qualquer ação desenfreada contra o meio ambiente traz algum tipo de desequilíbrio local ou à distância. Mesmo assim, as árvores continuam sendo “estorvo” ou objetivo de ganância sem fim na Amazônia, na Mata Atlântica, em qualquer lugar. Até quando?

Na década de 1980, pesquisadores já alertavam para o risco de a capital bandeirante vivenciar clima semelhante ao do Nordeste do Brasil. Com seguidas massas de ar seco sobre a região, falta de chuva recorrente, poluição sem controle, sua famosa marca de “terra da garoa” vai ficando no passado. Ainda que o comportamento climático também seja cíclico, isso não sugere que devamos baixar a guarda.

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Maria Regina Canhos em: Idolatria

Objetivamente, podemos afirmar que a idolatria se manifesta no ato de prestar culto divino a criaturas. Criaturas foram, são, e sempre serão diferentes do Criador. Ídolos são eleitos para substituir o divino, e acabam irando a Deus: “Porque o Senhor teu Deus é um fogo que consome; um Deus zeloso. Quando, pois, gerardes filhos, e filhos de filhos, e vos corromperdes, e fizerdes alguma escultura, semelhança dalguma coisa, e fizerdes mal aos olhos do Senhor, para o provocar à ira. Hoje tomo por testemunhas contra vós o céu e a terra, que certamente perecereis depressa da terra, a qual, passado o Jordão, ides possuir: não prolongareis os vossos dias nela, antes sereis de todo destruídos.” (Dt 4.24-26)

Quando Deus se refere a alguma escultura, entenda-se: “são obras de mãos de homens, madeira e pedra, que não veem nem ouvem, nem comem nem cheiram.” (Dt 4.28)

A Bíblia diz em Salmos 135, versículos de 15 a 18: “Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, e não veem; têm ouvidos, mas não ouvem, nem há respiro algum nas suas bocas. Semelhantes a eles se tornem os que os fazem, e todos os que confiam neles.”

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Meio ambiente e Apocalipse

Paiva Netto

Paiva Netto

Dezesseis de setembro é o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, da qual dependemos para não morrer torrados. Sem ela, ficaríamos completamente vulneráveis aos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Alertamento que podemos divisar no Apocalipse de Jesus, em “O Quarto Flagelo”, 16:8 e 9: “O quarto Anjo derramou a sua taça sobre o Sol, e lhe foi dado afligir os homens com calor e fogo. Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus que tem a autoridade sobre estas pragas, e não se arrependeram para lhe darem glória”. Voltarei ao assunto.

Em 21/9, comemoramos o Dia da Árvore. Destaco, por oportuno, a iniciativa, de abrangência global, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. No site da United Nations Environment Programme (www.unep.org), encontramos detalhes dessa desafiadora empreitada: “Pessoas, comunidades, empresas, indústrias, organizações da sociedade civil e governos são incentivados a fazer um compromisso de participação on-line. A campanha encoraja o plantio de árvores nativas e árvores que são apropriadas para o meio ambiente local. Até o final de 2009, mais de 7,7 bilhões de árvores já tinham sido plantadas no âmbito desta campanha – muito acima da meta de 7 bilhões de árvores – por participantes de 170 países. (…) As árvores desempenham um papel crucial como componentes fundamentais da biodiversidade que constitui a base das redes da vida e dos sistemas, permitindo-nos saúde, bens, alimentação, combustível e outros serviços ecossistêmicos dos quais a nossa vida depende. Elas ajudam a fornecer ar puro, água potável, solos férteis e um clima estável. Os bilhões de árvores plantadas por meio do esforço coletivo dos participantes da campanha contribuirão significativamente para a biodiversidade em todo o planeta”.

O Brasil, muitas vezes castigado com a seca e as queimadas, tem muito a recuperar de sua flora destruída pelos incêndios, grande parte deles lamentavelmente provocada pelo próprio ser humano.

E não fechemos nossos ouvidos ao Cerrado brasileiro, que segue pedindo socorro. Sua extinção traria graves consequências para todos.

Preservação da Natureza

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Prevenção ao suicídio

Paiva Netto

Paiva Netto

O Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio é lembrado anualmente em 10 de setembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em média, duas pessoas cometem suicídio por minuto no mundo. Se formos calcular as 24 horas do dia, a estatística sobe para quase três mil mortes.

Apenas no Brasil, os que tiram a própria vida diariamente são cerca de 25 cidadãos. Isso dá um número próximo de nove mil óbitos anuais.

A OMS aponta outro dado alarmante: atrás de um suicídio, teria havido 20 tentativas frustradas.

Para a doutora Alexandrina Meleiro, médica psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), é preciso estar atento aos sinais de alerta: “Em geral, a pessoa se entristece, fica desesperançada. Ao não enxergar solução para o problema, começa a ter pensamentos suicidas. Às vezes, verbaliza, outras não. Vai ficando quieta, começa a ter o desejo de morrer. Isso vai evoluindo para uma intenção de fato de morrer. Esse ato pode ser letal ou não, ficando somente na tentativa. ‘Ah, mas quem vai se matar não avisa’. Não é verdade: 90% dos suicidas haviam deixado algum aviso. Muitos deles, cerca de 40%, tinham visitado um médico 30 dias antes… o que é preocupante não ter sido notado e avaliado”.

Pacto Antissuicídio

Em entrevista à BOA VONTADE TV, a dra. Alexandrina comentou sobre a relevância de um pacto antissuícidio: “É sempre importante conversarmos olho no olho com essa pessoa, para que ela sinta confiança de que entendemos o sofrimento dela, as angústias que sente. A partir daí, propomos um pacto antissuicídio, para que nos dê um tempo de reverter aquela situação. (…) Muitas vezes é esse pacto a força diretriz para que ela volte, de fato, a desejar ter vida, ter luz, ter um ambiente sadio e ter esperança para uma nova trajetória. Isso pode ser feito por um profissional, por uma pessoa da família, por um amigo; até mesmo por animais de estimação: ‘Não quero deixar o meu animal sozinho’. Nisso a gente faz um laço, uma empatia, e conseguimos trazer de volta a pessoa à vida”.

Não há problema sem solução

Diante dos desafios e das situações aparentemente insuportáveis, devemos repelir o pensamento funesto do suicídio, fortalecendo nossa crença em um poder superior que nunca nos desampara. Esse meu raciocínio nasce destas palavras do Divino Mestre: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie. Porque Eu estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo!” (Evangelho de Jesus, segundo João, 14:27 e 1, e Mateus, 28:20).

Mas prossegue a dra. Alexandrina:

“Não tem quem não sofra no mundo. Todos nós passamos por períodos mais difíceis na vida. A questão é que sempre achamos que a nossa trajetória é mais íngreme do que as das outras pessoas. Porém, se pensarmos que há sempre uma alternativa, notaremos que não há problemas sem solução”, esclareceu a psiquiatra. E arrematou: “O que muda de uma pessoa para outra é como busca essa solução. Muitas vezes não é a solução ideal, mas é a possível naquele momento. Com o tempo, você vai gradativamente modificando as coisas que o estão angustiando. Isso é importante porque são estratégias de enfrentamento da vida. Todas as batalhas são árduas, derramamos suor diante delas, mas o sorriso da vitória perante a luta é muito grande. Pensem na vida, na sua, dos seus amigos, dos seus conhecidos, de todos. A vida sempre é bonita quando confiamos nela”.

Grato, dra. Alexandrina, por suas elucidativas palavras.

Fortalecimento Espiritual

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Equação Divina

Paiva Netto

Paiva Netto

Amor — Verdade — Trabalho — Justiça: desta Divina Equação nasce o espírito de Caridade, que vai muito além do simples ato de se dar uma esmola ao pobre, porque a Caridade completa transcende o socorro material, alcançando a região do imponderável, onde atuam forças superiores que traçam o destino de indivíduos, povos e nações, conforme o seu merecimento. Ensinou o saudoso Fundador da LBV, Alziro Zarur: “A Lei Divina, julgando o passado, determina o futuro”. 

O espírito de Caridade, pelos milênios, praticamente ficou restrito ao socorro material dos desamparados. Entretanto, quem mais necessita dele, de compreendê-lo e vivê-lo para governar com acerto, do que os condutores de países? O governante que não entender o sentido completo da Caridade, que é Deus, porque Caridade significa Amor, é o mais desgraçado e carente dos Seres a distribuir miséria pelo mundo. No tempo certo receberá a devida retribuição cármica, pois cada um infalivelmente colhe o que semeia.

A maior Caridade — A maior Caridade é dar a conhecer aos povos a Verdade Divina, que se expressa por intermédio da Lei Universal do Amor, o Novo Mandamento de Jesus. Afinal, o próprio Cristo definiu Deus como Amor. O ser humano para entender a sua destinação, que não está circunscrita à Terra e ao Céu da Terra, deve libertar-se das algemas de espaço/tempo. Não se pode negar, per se, a existência de Deus pelo fato de se não O compreender ainda. Como Infinita Grandeza, deve ser avaliado em Sua real dimensão por grandezas infinitas em esferas de espaço e tempo que apenas vislumbramos. Na verdade, porém, é de bom alvitre que procuremos, antes de tudo, senti-Lo na Alma. O coração, fartas vezes, desvenda mistérios a que a razão custa a chegar com facilidade. Nada se oculta, permanentemente, a uma prece contrita. Esse é um fato científico. O entendimento disso é Caridade de Deus para com as Suas criaturas. Aí reside a dialética da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. Na verdade, trata-se de profunda reforma dos restritivos conceitos humanos, que ainda confundem Deus com as crenças.

Geralmente, espiritualistas concentram-se no Espírito; materialistas, na matéria. Respeitamos os dois: Alma e corpo. Na Terra ambos são indispensáveis a evolução do ser humano. In medio virtus: a virtude está no meio.

Lei das Obras — Eis, em resumo, a filosofia da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo: a Verdade e o Amor Universal em marcha em todos os quadrantes da Terra, construindo pela força do Trabalho Regenerador um mundo melhor, no exercício da Fé Realizante, que se opõe à fé ociosa. A Fé Realizante é o alimento diário para a alma. A fé egoística é a sua indigestão. Ensinou Jesus, o Cristo Ecumênico, isto é, Universal, o Divino Estadista“a cada um de acordo com as suas obras”. É a Lei do Apocalipse, Lei das Obras de que tão sabiamente falou Zarur.

 José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

[email protected] — www.boavontade.com

A suprema vocação de servir

Paiva Netto

Paiva Netto

De minha obra Apocalipse sem Medo — (1999 não anulou as profecias), segundo a imprensa especializada o livro mais vendido da 16a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ocorrida de 28 de abril a 7 de maio de 2000, fui buscar:

A muita gente pode parecer que o planeta irremediavelmente caminha para um beco sem saída. Corrobora com isso a massificação de notícias nem sempre agradáveis que a todo instante nos bombardeiam. É a realidade, mas se assimilarmos a suprema vocação de servir, termo que nos concede o status de criaturas úteis à comunidade, perceberemos novos e mais acertados horizontes. O aprendizado ganho nos apontará reais benefícios à medida que nos integrarmos no sagrado ato de estender a mão aos que precisam (JesusMateus, 10:8). Este é o sentimento que move muitos que, sacudindo de si o pessimismo, seguem em frente, acreditando e agindo por uma sociedade melhor. Gerações que nos precederam de certa forma assim atuaram, senão onde estaríamos hoje?

De que nos fala o Apocalipse?

O mundo debate-se contra um impasse, sintetizado no agora inegável aquecimento global. A Folha de S.Paulo informa, citando como fonte Deborah Zabarenko, da Reuters, que um grande conglomerado do ramo petrolífero financiou negação do efeito estufa e destaca: “Relatório da união dos cientistas responsáveis compara estratégia da companhia à usada pelas empresas do setor de tabaco”.

De que nos fala o Apocalipse a respeito do assunto? O que, há quase dois milênios, igualmente anuncia, analisado sem tabus e preconceitos? As nocivas mudanças climáticas no orbe que, sem distinção, nos acolhe? No relato dos sete flagelos, capítulo 16 do texto profético, isso fica bem sinalizado. As consequências do progresso, quando irresponsável, estão aí aos olhos de todos, não mais podendo ser escondidas. Aos governos cabe governar para as populações, antes que se tornem incontroláveis, impelidas, por exemplo, pela falta d’água, da qual se fala ser um dos próximos motivos das guerras.

Um quê de estadista e Espiritualidade Ecumênica

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Um Amigo que retorna

Paiva Netto

Jesus - foto Reprodução LBV.

Jesus – foto Reprodução LBV.

Paiva Netto

Comentarei hoje com Vocês sobre a volta de um Grande Amigo da Humanidade. É assunto que muita emoção traz às nossas Almas. Independentemente da linha de pensamento que qualquer um de nós adote, é unânime em nossos corações o anseio de ter por perto alguém que nos direcione por bons caminhos, nos exemplifique elevados caracteres de convivência espiritual, humana e social.

Observo no retorno de Jesus, o Cristo Ecumênico, isto é, Universal, o Divino Estadista, ao planeta Terra uma bem-aventurança para todas as comunidades.

Em minhas palestras pelo rádio, pela televisão, pela internet e pela imprensa, tenho sempre procurado analisar esse Sublime Acontecimento. Em uma delas, no meu livro “Apocalipse sem medo”, ainda antes de ingressarmos no atual milênio, assim considerei:

TEMPO DE DEUS

Jesus ressuscitou ao terceiro dia. Vejam bem: ressuscitou! (Evangelho, consoante Lucas, 24:1 a 12):

“1 No primeiro dia da semana, as mulheres que tinham acompanhado Jesus desde a Galileia foram ao túmulo, de madrugada, levando os aromas que haviam preparado.

“2 E acharam a pedra removida do sepulcro;

“3 todavia, ao entrar, não acharam o corpo de Jesus.

“4 Estando perplexas com o acontecimento, surgiram-lhes à frente dois Anjos com vestes resplandecentes.

“5 Tomadas pelo temor, baixaram os olhos para o chão. Eles então lhes falaram: Por que procurais entre os mortos Aquele que vive?

“6 Ele não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que vos prometeu, quando ainda se encontrava na Galileia.

“7 Ele vos advertiu que o Filho de Deus seria entregue nas mãos de pecadores e, crucificado, ressuscitaria ao terceiro dia.

“8 Então se recordaram das Suas palavras.

“9 Voltando do túmulo, anunciaram todos estes fatos aos onze e àqueles que ali estavam.

“10 Eram Maria Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago. Também as demais que vieram com elas confirmaram tais maravilhas aos Apóstolos.

“11 Esses relatos lhes pareciam como um delírio, e não deram fé ao testemunho delas.

“12 Pedro, contudo, levantou-se e correu ao sepulcro. Lá chegando, nada mais viu além dos lençóis de linho. Retirou-se então para casa, maravilhado com o que ocorrera”.

A DIVINA REFERÊNCIA

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Spinoza, Lao-tsé e natureza da matéria

Paiva Netto

Paiva Netto

Na página “Ciência e Fé na trilha do equilíbrio”, explanei sobre Baruch Spinoza (1632-1677), autor de amplos sistemas metafísicos que influenciaram e influenciam grandes pensadores. “Ignoro por que a matéria deva ser indigna da natureza divina, já que fora de Deus não pode existir nenhuma substância dotada de natureza divina… Por isso, de forma alguma se pode asseverar que… a substância extensa… é indigna da natureza divina, desde que eterna e infinita”, destacou o famoso filósofo.

Em minha coluna, datada de 29 de abril de 1993, escrevi que, durante muito tempo, a matéria foi considerada obstáculo ao Espírito. Contudo, agora deixará de ser, à medida que percebermos e respeitarmos sua função superior. (…)

O malefício não se encontra na matéria, ou no que dela restou depois da reforma da Ciência Física instituída por Einstein (1879-1955), mas no uso que dela fizermos.

O mal, que ainda dificulta aos cérebros excessivamente céticos vislumbrar os mais extensos horizontes na esfera do Espírito, é querer apenas aceitar os fatos do ponto de vista físico absoluto. Não querem admitir, nem mesmo como argumento, que o “Tudo”, na verdade, está submetido à ação de Sublimes Poderes, que nos colocam em postura distinta da que têm como probabilidade legítima, visto que a perspectiva restrita à matéria, no entanto, não passa de enorme delírio, ao contrário do que alguns pensam da visão espiritual da Ciência. O que se compreende como inexistente é o real. (…) A respeito do assunto, comenta o físico Juliano Carvalho Bento, que me honra com a sua leitura e audição: “A Ciência hoje prova que podemos observar no ‘nada’ físico, ou seja, no vácuo absoluto (que por si só já não é possível detectar na Natureza por somente existir em condições ideais), a existência de um resíduo de energia que, pela física clássica ou newtoniana, não pode ocorrer. Isso só foi possível verificar com o advento da Mecânica Quântica, pois, se esse vácuo total existisse, estaria contrariando o Princípio da Incerteza de Heisenberg (um dos pilares da física dos quanta), que evidencia que sempre deve existir uma energia mínima no cosmos. Uma comprovação desse fato se deu com o chamado efeito Casimir, no qual se detectou que duas placas metálicas paralelas neutras no vácuo se atraem pelo fato de surgir uma força proveniente desta energia do vazio. O suposto nada esconde muita coisa. Como assegura Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, em Seu Evangelho, segundo Mateus, 10:26: ‘(…) nada há encoberto, que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido’”.

ATUAÇÃO DO INVISÍVEL NO VISÍVEL

No “Tao Te Ching”, também chamado de “O Livro do Caminho e da sua Virtude”, o filósofo chinês Lao-tsé (570-490 a.C.) ensinou:

“Trinta raios convergentes no centro,/ Tem uma roda,/ Mas somente os vácuos entre os raios/ É que facultam seu movimento./ O oleiro faz um vaso, manipulando a argila,/ Mas é o oco do vaso que lhe dá utilidade./ Paredes são massas com portas e janelas,/ Mas somente o vácuo entre as massas/ Lhes dá utilidade –/ Assim são as coisas físicas,/ Que parecem ser o principal,/ Mas o seu valor está no metafísico”.

O tema é realmente instigante e nos leva a exalçadas reflexões sobre a existência humana e o papel que desempenhamos na contextura do Universo.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

[email protected]www.boavontade.com

Uma pequena célula humana

Paiva Netto

Paiva Netto.

É preciso manter a atenção constante aos fatos. Por menores que sejam, podem tornar-se tormentosos. Diante da vastidão do planeta, um ser humano é minúsculo, mas como é imensa a sua importância; portanto, a dos seus atos também. Valho-me, por exemplo, da Primeira Guerra Mundial, que, em 28/7, completou 100 anos.

Um mês antes, quem matou, em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Ferdinando e a esposa, Sofia, desencadeando, mesmo como pretexto, a partir da pequena Sérvia, o primeiro grande conflito? Uma minúscula célula humana. Não significa que eu esteja desfazendo do seu valor como criatura, porém necessito formar uma comparação. Usaram-no capciosamente como estopim, ao que mal sabiam o que seria. É o que não podemos admitir que façam conosco em tempo algum. Era um jovem ainda, Gavrilo Princip. Assassinou o herdeiro do império austro-húngaro, em Sarajevo. Tivemos a Primeira Grande Guerra, que Georges Clemenceau (1841-1929) considerou como a que terminaria com todas as outras. O primeiro-ministro da França, naquele tempo, representou-a no Tratado subscrito na Galeria dos Espelhos do Palácio de Versalhes, construído por Luís XIV, o Rei Sol, que também se apagou, por ser passageiro. Esse documento decidiu sobre a divisão dos despojos da Alemanha, subjugada em 1918, e determinou que ela pagasse onerosíssimas indenizações aos vencedores. Não souberam gerenciar a vitória, que requer especial talento. Diversos analistas observam que, por ter sido muito severo, o Tratado oprimiu por demais o povo alemão, deixando-o à mercê do primeiro aventureiro que aparecesse. Isso, entre outros fatores, propiciou a ascensão ao poder de Adolf Hitler (1889-1945), que instituiu, por onde passou, o repugnante racismo como ideologia de Estado. E deu no que deu, porque racismo contra um será fatalmente contra todos. Arrastou os povos, incluído o Brasil, ao Segundo Grande Conflito Mundial (1939-1945), que chacinou e feriu milhões de pessoas. Outro pormenor: o sombrio Adolf subiu ao poder com minoria de votos. Depois, usando de vários artifícios, até mesmo contra o Marechal Hindenburg, destruiu a frágil República de Weimar, tornando-se ditador incontestável. Era um estratego, acham alguns. À serpente denunciada no Apocalipse de Jesus (12:9) não se deve permitir levantar a cabeça de novo. Devemos aludir também ao fato de que ela não se apresenta obrigatoriamente de forma espetacular. É infiltrante, intrometida, astuta. Exerce, com solércia, a sedução. Atentemos para a violência que cresce no mundo! Existem aqueles que, em determinadas circunstâncias, a consideram um “mal necessário”. E assim estabelecem perigoso equívoco.

Então, qualquer ato “pequeno” poderá repercutir globalmente. Não são apenas as medidas próprias de estado que recaem sobre nós, por toda a parte. Não! As nossas atitudes igualmente, por menores que sejamos, refletem-se em extensão. A coletividade somos nós multiplicados. É tal qual uma charada a pedir decifração, um emaranhado de destinos, estabelecendo roteiros nem sempre agradáveis.

Para o Criador, todas as Suas criaturas são importantes. É urgente que aqueles que influenciam o mundo entendam que o ser humano é Patrimônio Divino, antes que seja tarde. Recordemos um antigo ditado que avisa: “O graveto é que derruba a panela”.

O povo precisa instruir-se, espiritual e intelectualmente, para saber melhor influenciar sua própria destinação. Instruído e ecumenicamente espiritualizado, saberá defender-se com acerto no terceiro milênio que apenas se inicia.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

[email protected]www.boavontade.com

Saúde da Mulher

Paiva Netto

Paiva Netto

No Brasil, um dos fatores que merecem especial conscientização da sociedade é o elevado índice de cesarianas, procedimento que traz maiores riscos às mães e aos bebês. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, no máximo, 15% dos partos sejam cesarianas. Por aqui, temos 52%, chegando a 88% na rede privada. Foi o que concluíram a Fundação Oswaldo Cruz e o Ministério da Saúde, na pesquisa “Nascer no Brasil: Inquérito Nacional sobre Parto e Nascimento”, noticiada em 29 de maio.

Bem a propósito, em 28/5, celebramos o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna; e, agora, em 15 de agosto, o Dia da Gestante.  Vê-se que o desafio prossegue. É mais que diário, é de todas as horas. Essa indispensável frente de trabalho consta dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) das Nações Unidas a serem cumpridos até 2015. Segundo o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM, apresentado pelo governo brasileiro em 23/5/2014, houve significativo avanço em nosso país na redução da morte materna. O número, que em 1990 era de 143, passou, em 2011, para 63,9 óbitos a cada 100.000 nascimentos. Contudo, provavelmente não conseguiremos atingir a meta de 35 óbitos de mulheres no decorrer da gravidez, do parto ou até 42 dias após nascer o bebê, conforme publicou a “Agência Brasil”.

É indicativo de que um esforço maior precisa ser feito na busca de soluções ou correção de rumos. Mas não permitamos esmorecimento, pois, com o real compromisso de todos, até o considerado impossível pode ser realizado.

Cidadão-Bebê

Um dos importantes programas aplicados pela Legião da Boa Vontade é o Cidadão-Bebê. Ele atende gestantes e mulheres com filhos de até 3 anos de idade em situação de vulnerabilidade social. Com o acompanhamento de profissionais qualificados e o indispensável apoio do povo brasileiro, essa ação contribui para um bom processo gestacional às futuras mães e o fortalecimento dos laços familiares.

Outras informações podem ser obtidas na página www.lbv.org/nosso-trabalho/mulheres.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

[email protected]www.boavontade.com

 

Paiva Netto em: Jesus e Seu Pai

Paiva Netto

Paiva Netto

No próximo domingo, celebraremos o Dia dos Pais. Que alegria! Como são importantes esses benfeitores em nossas existências!

Considero oportuno apresentar-lhes trechos de uma página digna da admiração de todos. Seu autor, o Espírito Emmanuel, foi buscar no Evangelho do Cristo um excelente modelo para nós. Por intermédio do mundialmente famoso médium Chico Xavier (1910-2002), ele exalta a relevância que teve o bem-aventurado pai de Jesus na Terra.

“José da Galileia foi um homem tão profundamente espiritual que seu vulto sublime escapa às análises limitadas de quem não pode prescindir do material humano para um serviço de definições.

“Já pensaste no cristianismo sem ele?

“Quando se fala excessivamente em falência das criaturas, recordemos que houve tempo em que Maria e o Cristo foram confiados pelas Forças Divinas a um homem.

“Entretanto, embora honrado pela solicitação de um anjo, nunca se vangloriou de dádiva tão alta.

“Não obstante contemplar a sedução que Jesus exercia sobre os doutores, nunca abandonou a sua carpintaria.

“O mundo não tem outras notícias de suas atividades senão aquelas de atender às ordenações humanas, cumprindo um édito de César e as que no-lo mostram no templo e no lar, entre a adoração e o trabalho.

“Sem qualquer situação de evidência, deu a Jesus tudo quanto podia dar.

“A ele deve o cristianismo a porta da primeira hora, mas José passou no mundo dentro do divino silêncio de Deus”.

PILARES DA FAMÍLIA

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Caro Anatole

Paiva Netto

Paiva Netto

O velho Anatole France (1844-1924) foi um crítico implacável dos costumes e da sociedade do seu tempo. Combatia com tenacidade os desmandos de que era testemunha, como a farsa contra o capitão Alfred Dreyfus (1859-1935). De origem judaica, o militar francês tornou-se vítima de um dos maiores erros judiciais da história moderna. Ele foi, de maneira pérfida, acusado de passar informações secretas aos germânicos, as quais tinham caligrafia forçadamente semelhante à sua. Por esse motivo, foi exilado na Ilha do Diabo, situada na costa da Guiana Francesa. Os debates a respeito do caso arrastaram-se até o capitão ser totalmente inocentado, em 1906. Logo após, retornou ao exército, participando da Primeira Guerra Mundial. Foi promovido, em 1918, a tenente-coronel da reserva e, um ano depois, eleito oficial da Legião de Honra. A exemplo de Rui Barbosa (1849-1923), Émile Zola (1840-1902) foi igualmente um defensor extremado de Dreyfus.

 

Consciências dedicadas à Paz

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