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:: ‘Falaê’

* A DISCRIMINAÇÃO CONTRA APOSENTADOS **

“Discriminação”, segundo o dicionário, é um ato de separação, de distinção. É o ato de considerar que certas características que uma pessoa tem são motivos para que sejam vetados direitos que outros têm. Em outras palavras, é considerar que diferenças existentes implicam em direitos diferentes entre pessoas, organizações, categorias, trabalhadores, salários, grupos e etc.

Aonde quero chegar? Simplesmente despertar as pessoas para a grave discriminação e preconceito perversamente imposto aos aposentados do RGPS do setor urbano, justificando as reclamações e cobranças desses lesados segurados, reclamações estas que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário se fazem convenientemente de cegos, surdos e mudos !!

Em 1998 o Congresso Nacional desvinculou o reajuste das aposentadorias da correção do salário mínimo. De 1998, ano em que começou a sandice de dois percentuais diferentes na correção das aposentadorias, até este ano de 2014, foram contabilizados os seguintes percentuais de reajustes feito pela Previdência Social, aos seus segurados da iniciativa privada:

= Os aposentados que recebiam seus benefícios no valor do salário mínimo, acumularam no período um percentual de aumento de 191,45%.
= Já os aposentados que têm suas aposentadorias num valor acima do salário mínimo, receberam de reajuste, no mesmo período, um percentual totalizado de 113,85%.

Portanto, conforme afirmam os valores acima, estes últimos aposentados tiveram uma perda em percentuais de 77,60%, mesmo, tendo obrigatoriamente, contribuído com descontos maiores para o INSS na sua vida laboral! Quem explica esta despropositada e confusa lógica matemática? Ninguém, porque na verdade, essa atitude prejudicial não passa de uma baita discriminação, usada pelos poderes Executivo e Legislativo, contra os direitos legais e morais desses ex-trabalhadores, a maioria, já com os cabelos embranquecidos.

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Deus, Brasil e globalização

Paiva Netto

Paiva Netto.

Depois de vencer a partida de segunda-feira, 23/6, contra a Seleção de Camarões, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília/DF, nosso país continua em campo, na busca pelo hexa.

A Copa do Mundo é muito útil no exercício da Paz entre todos. Que assim seja sempre!

No sábado, 21/6, falando aos jovens de Boa Vontade, que realizavam a 39ª edição de um fórum internacional organizado por eles, comentei a respeito da Globalização do Amor Fraterno, o tema do dia.

Ora, a meta, pelos milênios, é globalizar. Mas o quê? Costumo dizer que a reforma do social, portanto do humano, vem pelo espírito. Esse é o diferencial que apresentamos à humanidade. (…). Globalização do que Jesus, o Celeste Estadista, quer que seja globalizado: o pensamento de Deus, que é Amor (I João, 4:8); logo, é fraternidade no mais alto sentido. Muita gente ainda pensa que ela seja apenas entre o seu grupo, entre a sua tribo. E aí as nações se dividem, os seres humanos se matam, nem as crianças se salvam. (…)

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Casais em nova união: outra chance ou condenação?*

Vivemos tempos em que proliferam as separações conjugais. Inúmeras são as causas. Resultam em justificativas mais ou menos aceitáveis socialmente: imaturidade, inconsequência, intolerância, vícios, violência, adultério, descaso, falta de amor… A lista segue infindável, pois cada qual tem a sua própria desculpa para a separação. Normalmente, os familiares e conhecidos elegem a vítima e o culpado, nem sempre cientes do que se passou durante a união conjugal. Algumas condutas auxiliam os julgadores de plantão a emitir opiniões acerca de quem teve razão e merece ser acolhido, e quem deu causa a separação e deve ser punido. Mas, será que precisa ser assim?

No versículo 21b de Salmos 44 está escrito que Deus sabe os segredos do nosso coração. Ele sabe quem pecou e quem não pecou. Sabe quem se arrependeu e quem não se arrependeu. Sabe quem merece ser salvo e quem deve ser condenado. Vê aquilo que não enxergamos, conforme se pode ler no capítulo 16 da primeira carta de Samuel, em seu versículo 7b “… o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.”

Ainda assim, muitos de nós consideram justo e adequado julgar aos irmãos, independente de conhecer o que realmente se passa em seu coração. Algumas pessoas se avaliam acima de qualquer suspeita e, portanto, em condições de censurar, advertir e condenar aqueles a quem consideram pecadores, sem levar em conta que podem estar destruindo vidas que o Senhor deseja resgatar.

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Cuidado, estamos respirando a morte!

Viver no presente momento é administrar o perigo.

Paiva Netto

Paiva Netto

Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.

Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados…

 

Cidades assassinadas

Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.

Crianças e idosos moram lá… Merecem respeito.

No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.

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Maria regina Canhos em: Tolerar; até quando?

Tolerância é uma palavra que possui diversos significados, entre eles, o direito que se reconhece aos outros de terem opiniões diferentes ou até diametralmente opostas às nossas. Atualmente, a tolerância parece ser atitude obrigatória diante de quase tudo que acontece no Brasil e no mundo. Devemos ser tolerantes com a violência, a maldade, a imoralidade, a falta de ética, a mentira, a inércia, a falta de fé. Precisamos tolerar condutas absurdas para não sermos considerados preconceituosos. Mesmo dentro das Igrejas essa tolerância tem acontecido e se mostra extremamente danosa, senão vejamos:

É certo que Deus é amor (isso todo o mundo sabe); mas não quer dizer que Ele aceita e aprova tudo o que está acontecendo nos dias atuais. A Igreja e os cristãos estão correndo o risco de se tornarem “mundo”, pois já não estão mais em oposição ao pecado; antes, claramente o aceitam para não serem discriminados ou rotulados como intolerantes.

Deus chama a Igreja e os cristãos a viverem em oposição ao pecado, não lhe sendo tolerantes e nem pretendendo que o pecado seja bom, mas declarando que o pecado é pecado e procurando orientar aqueles que vivem de forma pecaminosa para que se arrependam e procedam bem.

O fato de Deus ser um pai amoroso conforta e nos dá a entender que Ele ama o pecador; mas, mesmo assim, odeia o pecado e pune os pecadores por causa de seus erros. O perdão acontece diante do arrependimento e, sem este, não há que se falar em perdão. Não podemos divorciar o amor de Deus de sua santidade. Ele é amoroso sim, mas também é santo e, sendo santo, odeia o pecado. Simplesmente não aprova as práticas do mundo, nem é tolerante com elas.

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Sofrimento: prova de Deus ou armadilha do diabo?

Interessante notar que todos os indivíduos passam por sofrimento. Uns mais outros menos, sem exceção, experimentam a dor (física ou emocional), o cansaço, a doença e a morte. Envolvidos pela carne, não há como escapar da realidade dela: desgaste, envelhecimento, deterioração. Sofrimentos há que ajudam a crescer, influenciam no aprendizado, moldam o caráter. Inúmeras vezes somos perseguidos, injuriados, maltratados… Clamamos por justiça e consideramos que o mal nos assola, espreitando nossos passos, impondo a dor da humilhação ou a vergonha. Mas, quem nos assegura que é o mal que nos oprime e não o bem?

No versículo 12 do primeiro capítulo do livro de Jó, o Senhor diz a Satanás: “Pois bem, tudo o que ele possui está em suas mãos; apenas não toque nele.” Ora, Deus permitiu que Jó fosse afligido a fim de provar a sua fidelidade. Em muitos momentos é Ele quem nos prova e não o diabo que nos tenta. Em Gênesis, capítulo 22, versículo 2, o Senhor diz a Abraão: “Tome seu filho, seu único filho, Isaque, a quem você ama, e vá para a região de Moriá. Sacrifique-o ali como holocausto num dos montes que lhe indicarei.” Conhece maior provação? E, embora possa parecer um mal em si, acabou sendo fonte de benção, pois confirmou a fé de Abraão.

No capítulo 1 da primeira carta de Pedro, versículos 6 e 7 está escrito: “… por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.” A fé verdadeira é confirmada pelas provações que sofremos. Encontramos descanso e força ao perceber que essa fé é real. Através das provas, avaliamos em que grau de amadurecimento espiritual estamos, e nos aproximamos mais de Deus, tendo a oportunidade de conhecê-lo melhor.

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Mais saúde para os brasileiros

Todos os dias o caos da saúde vira manchete em jornais, rádios, emissoras de TV e na internet. Uma das más notícias recentes dá conta de que dois em cada três hospitais universitários têm problemas graves assumidos por suas próprias direções. Em alguns faltam funcionários por falta de realização de concursos, equipamentos são subaproveitados, enquanto pacientes são atendidos em esteiras no chão de corredores. Em outros, a tragédia é tão grande quanto: as estruturas estão sucateadas, há carência de investimentos, de estrutura básica, mas as filas são gigantescas e não é incomum ocorrerem mortes evitáveis.

Fato é que a saúde do Brasil padece de alguns males crônicos. A completa ausência de compromisso social de certas autoridades, o subfinanciamento e a incompetência na gestão. O único remédio para tais males é vontade política e atitudes de estadista. Entretanto, não é bem isso que vemos, em particular, quando falamos do Governo Federal.

Vejam, por exemplo, o Programa Mais Médicos. Colocado em prática às pressas para calar as manifestações de junho de 2013, trouxe ao país milhares de médicos formados no exterior, a maioria cubanos, para tentar esconder a incipiência das políticas para o setor. O resultado prático é somente um show de marketing. Todos os dias são gastos milhões em propaganda para vender à população a falsa versão de que a saúde agora vai.

Puro engodo. As pesquisas mais atuais sobre a insatisfação dos brasileiros continuam registrando que a pior área da administração Dilma Rousseff é a saúde.

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Saúde: é mais do que hora de valorizar quem de fato merece

Pacientes em macas jogados em meio a corredores de hospitais, demora de meses para a marcação de consultas, fechamento de leitos, falta de medicamentos e profissionais, estrutura sucateada, caos. Esse, lamentavelmente, é o retrato preponderante no Sistema único de Saúde atualmente. Temos certas ilhas de excelência com atendimento irretocável, é verdade. Mas a regra, especialmente para os cidadãos mais vulneráveis, é de assustar. Quase um filme de terror.

Parte dessa derrocada tem uma explicação simples e de conhecimento público: não há dinheiro na saúde. Governo de diferentes matizes subfinanciam o setor há décadas, fazendo com que o Brasil figure em posição vergonhosa em rankings mundiais. Na América Latina, por exemplo, só investimos mais do que Venezuela, Paraguai e Equador. O gasto per capita do SUS para toda a população é de R$ 45,00 por mês. Não dá para pagar nem o estacionamento de alguém que vai a um hospital para uma consulta de emergência.

O Sistema Único de Saúde é o mais avançado programa mundial para assistência universal e integral em saúde, na teoria. Mas é impossível que seja vanguarda na prática sem vontade política e compromisso social.

Hoje, a iniciativa privada investe na área mais recursos do que o Estado. O setor recebe 8,4% do chamado produto interno bruto (PIB), Deste montante, 55% são privados (e beneficiam cerca de 46 milhões de pessoas) e 45%, públicos – para as demandas de todos os 200 milhões de brasileiros.

A fatia estatal representa 3,7% do PIB, um terço mais baixo do que a média internacional, de 5,5% do PIB, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Enfim, os atuais recursos da saúde pública no país ficam muito abaixo do que é investido por nações que também oferecem saúde gratuita, como Reino Unido, Alemanha, Canadá e Espanha. A carência de verbas, naturalmente, alimenta disparidades. Somos a oitava economia do mundo e ocupamos a 78ª posição em mortalidade infantil. É o fim.

As distorções da saúde hoje vão bem adiante, já contaminaram todas as áreas. Na rede suplementar, por exemplo, também se oferece, em regra, serviço ruim e não há acesso adequado a quem paga mensalidades altíssimas aos planos de saúde. Isso ocorre porque operadoras viraram máquinas de fazer dinheiro; não importa o paciente, a assistência. Compromisso social, zero. Toda a engrenagem é voltada a gerar lucros milionários, seja a que preço for.

Não à toa hoje, as relações são absolutamente conflituosas no setor. Médicos, cirurgiões-dentistas e outros profissionais de saúde recebem honorários indignos, que têm inviabilizado e quebrado consultórios e clínicas. Além disso, sofrem todo o tipo de pressões para reduzir exames, internações e outros procedimentos, prática com a qual não compactuam e denunciam constantemente.

Ficam os cidadãos, da forma, expostos. As empresas negam coberturas indiscriminadamente, provocando até mortes, como ocorreu dias atrás em São José do Rio Preto, São Paulo.

É inaceitável que esse panorama permaneça como está. É hora de um movimento social que reúna pacientes, médicos e outros profissionais, distintas instituições da sociedade civil por saúde de qualidade e pela valorização de quem realmente merece: o povo brasileiro.

João Ladislau Rosa, presidente do Conselho Regional de Medicina do estado de São Paulo.

Momento de tensão

Nos últimos meses, vimos aumentar o número de reportagens colocando em xeque a postura de ginecologistas e obstetras. Primeiro, foram as reportagens e denúncias sobre violência obstétrica e depois, o conhecido caso ocorrido no Rio Grande do Sul. O Brasil todo discutiu o que se passou com a gestante que se recusou, com orientação de sua doula, a ser submetida a uma cesárea, a despeito de duas cesáreas anteriores e o feto estar em apresentação pélvica. Diante da negativa da gestante e seu marido, a obstetra que a atendia procurou ajuda judicial. A juíza consultada autorizou a intervenção. Finalmente, a gestante foi conduzida ao hospital para a realização da cesárea, com indicações claras à luz de qualquer tratado de obstetrícia. O caso ganhou repercussão nacional e internacional e todos sabem de seus desdobramentos.

Mais recentemente, estamos vivenciando também o caso de Santos, no qual a Casa de Saúde, numa decisão intempestiva, resolveu que a partir do dia 1º de maio, só atenderia partos e procedimentos obstétricos no horário das 8h às 16h. Exige que todos os procedimentos sejam marcados e não mais atenderá urgências e emergências obstétricas. Estupefatos e incrédulos, vimos que numa canetada se decretou que não mais existiria o determinismo de parto e que sangramentos e abortamentos só ocorreriam em horários determinados. Um descalabro! Nosso valente Professor Delascio, se aqui estivesse, certamente ficaria injuriado, não? Diante disso, a nossa brava e forte Comissão de Valorização Profissional discutiu intensamente os fatos e, com apoio do nosso jurídico, decidiu por uma Minuta de Representação ao Ministério Publico, solicitando providências que garantam assistência integral às gestantes de Santos e Baixada Santista, além de oferecer condições mínimas para um bom atendimento obstétrico. Aguardaremos a evolução e estaremos atentos, sempre na defesa do obstetra e da gestante.

Há quem diga que estas discussões receberam grande enfoque da mídia por se tratar de um movimento orquestrado para atacar os médicos de forma geral. Será isso? Não sei! Sinto que devemos nos debruçar e discutir a fundo o que vem ocorrendo. Entretanto, não desejo aqui me aprofundar no tema e polemizar. O que realmente me causa estranheza é o fato de denúncias de violência obstétrica virem à tona sem uma discussão ampla, sem a posição dos especialistas e dos acadêmicos mais experimentados de nosso país. A discussão se faz na mídia e nas redes sociais, todos se manifestam e o obstetra fica no centro do furacão. Ninguém quer ouvi-lo, ninguém quer saber sua opinião.

A SOGESP não nega que existam maneiras inadequadas de conduzir um trabalho de parto ou indicar um procedimento cirúrgico em nosso meio. Contudo, não podemos aceitar que uma especialidade proba, dedicada ao correto exercício da profissão e a seus pacientes, seja maculada por generalizações.

* Jarbas Magalhães, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo, SOGESP

Uma elite perdida

As formaturas de arromba do ensino médio são um retrato dos pais que não dizem “não” aos filhos

Ruth de Aquino, ÉPOCA

22/04/2014

Como reagem os pais quando o filho adolescente conclui o ensino médio e exige uma festa de arromba que custa R$ 3.567 por cabeça? A megafesta dura sete horas, começa às 23 horas e, além de bebida alcoólica a rodo e uma UTI móvel, conta com shows que podem variar de Valesca Popozuda e Mr. Catra a outros tão edificantes quanto.

Será assim a confraternização de 246 alunos que se formarão no ensino médio do tradicional Colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro. O que fazem os pais? Eles pagam e aprovam.

A elite brasileira perdeu o rumo? Serão esses pais os mesmos que se escandalizam com o Congresso, os políticos, os mensaleiros e a Petrobras? Essas “festas de gala” são promovidas pela empresa Forma Ideal Obah, que domina no Rio o mercado de formaturas do ensino médio.

Ela se gaba de “reinventar” a colação não só do Santo Inácio, mas de colégios como Santo Agostinho, São Bento, São Vicente de Paulo, Cruzeiro, Pedro II, Corcovado, Ceat, Escola Parque, Escola Naval e PH. Uma conta básica sugere que a empresa receberá dos alunos do Santo Inácio quase R$ 900 mil para organizar “a concretização de um sonho”, como dizem no site.

O contrato tem 20 páginas. Não assinar significa manter o filho à parte da Festa (com maiúscula) e de churrascos, promovidos pela Forma Ideal Obah como ensaios para a apoteose de dezembro. Os alunos ajudam a cobrir os custos, vendendo, em nome da empresa, 1.500 convites extras a R$ 300 cada. Organiza-se um mutirão para ajudar a Forma Ideal Obah a arrecadar mais R$ 450 mil. Sensacional.

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O tempo de Deus

É impressionante avaliar como nos tornamos reféns das nossas expectativas em relação ao mundo e às pessoas. Trata-se de uma espera ansiosa e nem sempre certa, embora o possa parecer em princípio. Às vezes, temos a sensação de possuir certos direitos. Podemos basear nossas expectativas em probabilidades ou promessas. Esperamos um bem cuja realização julgamos provável. Desejamos e achamos que vai acontecer. Mas, muitas vezes, simplesmente não acontece. Passam-se dois dias, cinco… Passam-se meses, anos… Passam-se décadas… E nada acontece. O tempo de Deus não é igual ao nosso.

Na segunda carta de Pedro, capítulo 3, versículos 8 e 9 está escrito: “Amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a tenham por tardia; mas é paciente para conosco, não querendo que alguém se perca, senão que todos venham a se arrepender.”

Ora, se sofremos as demoras de Deus é porque ainda não chegou o momento da consolação. Em Eclesiastes, capítulo 3, versículo 1 se lê: “Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu.” A expectativa pode ser boa ou ruim, dependendo da forma como a empregamos. Ansiedade demais traz apenas sofrimento e dor. Cansa, exaure, faz a fé minguar. Para obtermos sucesso em nossa espera, a expectativa deve estar acompanhada da confiança. Crença de que tudo irá chegar ao seu bom termo, pois Deus não desampara seus rebentos.

Ficar esperando inúmeras vezes leva à desolação, principalmente quando não estamos preparados para as demoras do Senhor. Um dia para Ele é como mil anos, e mil anos como um dia. A alma do crente é preciosa para Deus, portanto, Ele empreende esforços para não deixar que se perca um só filho seu, mas se arrependa enquanto ainda há tempo.

Às vezes, anos são necessários para que a pessoa perceba onde está errando. Sem consciência do erro não há conversão nem mudança de vida. Justificar nossos deslizes pode ser eficaz entre os homens, mas é completamente ineficiente diante de Deus e seus estatutos. Somente o arrependimento nos assegura o perdão e a chance de trilhar uma nova vida.

Qual a sua expectativa? O que está esperando? Um emprego, uma casa, um carro? Saúde, sucesso, dinheiro, reconhecimento? Ótimo. Necessitamos de um mínimo para nos sentirmos bem e felizes. Agora pergunto: como anda sua moral, seus costumes, sua ética, sua prática diária? Consegue andar de cabeça erguida entre os homens de bem?

Nada adianta esperar benção se a vida que apresenta merece repreensão. Corrige primeiro suas maneiras, então poderá clamar pela misericórdia e graça do Pai Celeste. No segundo capítulo de Habacuque, versículo 3b, encontramos: “Ainda que se demore, espere-a; porque ela certamente virá e não se atrasará.” O tempo de Deus é perfeito e suficiente para nos fazer enxergar o que não desejamos ver, para nos conscientizar acerca da necessária mudança que impede a graça de se manifestar em nossa vida.

Se não compreendemos é porque ainda nos falta fé. A confiança nas promessas divinas é alicerce para o exercício da espera não ansiosa ou angustiante. Expectativa sem confiança é tarefa frustrante para qualquer pessoa. Cansa, desanima, abala emocionalmente. Com confiança é certeza de vitória, é alegria, é benção para a nossa vida.

Se existe algo certo é que não estamos sozinhos diante das incertezas e problemas da vida. Podemos contar com o auxílio que vem do alto. Nossas expectativas devem estar alicerçadas, porém, no tempo de Deus e não no nosso. Com confiança e fé venceremos mais essa prova!

Maria Regina Canhos (e.mail: [email protected]) é escritora.

Legião da Boa Vontade (LBV)

Armagedons, desperdício e crack

Paiva Netto

Paiva Netto

Aprendamos a respeitar a Vida, do contrário a deusa morte multiplicará o seu trabalho. Foi o que reafirmei em 1991, na Serra do Pilar, em Vila Nova de Gaia, Portugal, gravando o programa “Boa Vontade”, para a Rede Bandeirantes de Televisão, do Brasil.

Muita gente pensa que o Armagedom (Apocalipse de Jesus, 16:16) se refere apenas à possibilidade de guerra nuclear, química, bacteriológica, cibernética. Mas qualquer desrespeito às criaturas, que nem mesmo podem defender-se no útero materno, é um Armagedom. O crime organizado é um Armagedom. O analfabetismo material e espiritual é um Armagedom. A implosão da família é um Armagedom. O avanço tecnológico sem o espírito de solidariedade social é um Armagedom. O fanatismo religioso é um Armagedom. O materialismo desbragado é um Armagedom. A fome é um Armagedom. O Armagedom está à nossa mesa: os vegetais cheios de agrotóxicos, as carnes repletas de antibióticos e hormônios. O Armagedom reflete-se nas águas poluídas dos oceanos, lagos, rios e, mesmo, fontes. Os flagelados da seca e das inundações padecem um Armagedom. Sair às ruas para o serviço, o estudo ou a diversão, sem a certeza de um retorno tranquilo ao lar, diante da violência e da insegurança que por toda parte hoje se manifestam, o que é isso senão um Armagedom? A falta de Amor nos corações é um gerador de Armagedons. As pessoas ficam esperando o Armagedom, e ele já está aí… criado por nós.

E vejam só a conclusão do recente estudo inglês, “Global Food; Waste not, Want not”, que constitui outro inacreditável Armagedom. Ele aponta que, a cada ano, cerca de dois bilhões de toneladas de alimentos têm como destino o lixo. É simplesmente metade da comida do planeta. Esses números, sobre o desperdício que ocorre no mundo, revelam paradoxo capaz de questionar nossa própria condição de civilizados.

RESPEITO À VIDA

Entretanto, os problemas têm solução quando os seres humanos realmente se dispõem a resolvê-los. É uma questão de respeito ao divino privilégio de existir. Por isso, aqui se encaixa como uma luva este pensamento de Henry Ford (1863-1947), que certa vez definiu a Boa Vontade como a maior força da Vida: “Os tempos de riqueza não nascem por acaso. Surgem como resultado de muito esforço e pertinácia”.

Esse mesmo empenho devemos empregar no combate às drogas que infelicitam tantas famílias e na devida reabilitação dos seus usuários. O crack, o álcool, o tabaco, só para citar alguns, são, portanto, lamentáveis Armagedons a serem superados. Diz uma campanha do governo brasileiro: “Com o compromisso de todos é possível vencer o crack”. Eis uma consciência imprescindível em qualquer frente de trabalho.

PERTO DE JESUS, LONGE DOS PROBLEMAS

Digo sempre aos jovens na LBV: Quanto mais perto de Jesus, mais longe dos problemas.

No Evangelho do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, encontramos excelentes diretrizes do comportamento ideal para a vivência em sociedade, tendo o bom senso como guia de todas as horas.

 

José de Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.

[email protected]www.boavontade.com

 





















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