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:: ‘Falaê’

Maria Regina Canhos em: Restaurando vidas

Não resta dúvida de que muitas vezes precisamos ter nossa vida restaurada. Desacertos, descaminhos, imaturidade, erros, ignorância, brutalidade, vícios, falta de perdão, desamor… Tudo isso pode nos levar a ansiar uma vida renovada, no entanto, nem sempre sabemos por onde começar, em quem nos amparar ou qual caminho seguir. Por vezes, ficamos cismando solitariamente à espera de um milagre, de um auxílio ou simplesmente de uma palavra. Podemos enfrentar momentos desesperados em que a falta de orientação e apoio nos mantêm alheios à solução. Palestras educativas versando sobre temáticas de interesse geral, como: família, educação de filhos, relacionamentos afetivos, drogadição, melhor idade, motivação… podem servir de estímulo para mudanças.

Pensando nisso surgiu o projeto “Restaurando vidas” que agrega o trabalho da psicologia existencialista com a espiritualidade cristã, e pode ser desenvolvido em igrejas, escolas, grupos de pais, clínicas de recuperação, aconselhamento familiar e de casais, através de consultoria psicoreligiosa. Uma palavra consegue salvar vidas em momentos de crise. Palestras, seminários, pequenos cursos podem fazer a diferença em sua paróquia, junto aos adolescentes, pais, casais em segunda união… Podem também enriquecer o trabalho junto aos egressos do sistema prisional e suas famílias, além de auxiliar na superação das dificuldades envolvidas com a recuperação de dependentes químicos e alcoolistas.

O mundo tem nos apresentado inúmeros apelos hedonistas e de consumo. A maioria das pessoas deseja ser feliz e aproveitar cada oportunidade, mas se esquece de que toda escolha implica num resultado. Restaurando vidas vem apresentar o resgate de valores morais e éticos praticamente em desuso, mas tão necessários para a vida em sociedade. Lograr o próximo; odiá-lo; prejudicá-lo de alguma forma, sempre trazem consequências para a nossa alma e psique. Combinando a ciência e a religião, podemos achar respostas que confortem a nossa mente e também o nosso espírito; equipando-nos à conversão, que costuma alicerçar quaisquer mudanças duradouras.

Finalmente, “Restaurando vidas” é um projeto de amor ao próximo e, embora não seja gratuito, pratica preços acessíveis. Pode ser desenvolvido no período noturno ou aos fins de semana, tanto em pequenos grupos quanto em grupos maiores. Prega o amor e o compromisso com o Criador, origem de todas as coisas. Amar ainda é o único meio de ser reconhecido como boa pessoa num mundo extremamente competitivo, exigente e cruel. Você pode obter maiores informações sobre esse tema acessando a página do projeto “Restaurando vidas” no Facebook ou através do celular (14) 98159-7142. Conto com as orações de todos vocês para o sucesso desse empreendimento!

Maria Regina Canhos (e.mail: [email protected]) é escritora.

     Acesse e divulgue o site da autora: www.mariaregina.com.br.   

1 ano com Francisco

*Lidice Meyer Pinto Ribeiro

Lidice Meyer Pinto Ribeiro

Lidice Meyer Pinto Ribeiro

13 de março de 2014. Há um ano atrás, o mundo vivia uma espera tensa e uma expectativa imensa contemplando uma pequena chaminé na Capela Sistina. Dias chuvosos antecederam a escolha daquele que viria a ser o primeiro papa não europeu e o primeiro jesuíta a assumir o trono de Pedro no Vaticano. Foi assim que, numa atmosfera de alterações climáticas, naquela noite o cardeal argentino Jorge Mário Bergoglio foi anunciado como o próximo Papa. Ao tomar posse, em 07 de abril do mesmo ano, o Papa assumiu o nome de Francisco, um reformador da igreja primitiva, com a missão de reformar uma igreja manchada pela corrupção, por escândalos e com uma grande evasão de fiéis.

A sua origem latino-americana logo se fez notar pela sua forma peculiar de se dirigir ao povo e de conduzir sua vida e a vida no vaticano. O primeiro papa em 13 séculos com origem do outro lado do Atlântico traz consigo a vivencia de mudanças de sistemas de governo e de revoluções, do choro das mães da praça de maio e da luta dos teólogos da libertação.  Sendo o primeiro papa jesuíta, apesar de seu “jeito” franciscano de vida sem pompas ou regalias, Francisco resgatou a missão de educação originária de sua ordem religiosa, aproximando-se dos ouvintes com um diálogo franco e didático. Nas palavras do Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Scherer: “Francisco tem clareza sobre sua missão mais urgente, na condição de sucessor de Pedro: restituir ao povo católico a alegria do Evangelho, a identificação com a própria Igreja e o senso de pertença a ela.”

Tendo o passado jesuítico em nossa terra deixado um legado tão dúbio quanto aos seus resultados, desprezando as religiões indígenas e africanas, o jesuíta Francisco vem de certa forma resgatar a imagem desta Ordem no Brasil através de sua postura de abertura de diálogo com as demais crenças e religiosidades. No seu próprio dizer: “é importante intensificar o diálogo entre as várias religiões”. E assim, a Jornada Mundial da Juventude foi o palco de aproximações com evangélicos e religiões afro-brasileiras. Da mesma forma, alguns meses depois se posicionou aberto ao diálogo com os seguidores do Islão.

Um papa popular, coerente em palavras e ações, adotou uma postura conciliadora demonstrando abertura para com os homossexuais e divorciados bem como pela maior participação de mulheres e leigos na liderança eclesiástica. Francisco é equilibrado em suas ações de reformador. Não tenciona mudar dogmas centrados na Bíblia, mas sim alterar dogmas da tradição católica, a começar pela própria infabilidade papal, referindo-se a si mesmo como Bispo de Roma, irmão dos demais.

Ainda é cedo para cobrar a grande reforma da Igreja anunciada em sua posse há um ano, mas já podemos ver os resultados do apelo feito no mesmo dia, para que os católicos não praticantes se voltassem para Deus. Figura carismática, auxiliado pela mídia, tem atraído não só católicos afastados como oriundos de outros credos.

Um papa que em suas próprias palavras vinha “quase do fim do mundo”, “não queria ser papa”, mas que, ao observar a ausência de envolvimento da Igreja nos problemas sociais afirmou: “não partilho dessa visão e farei tudo para a mudar”. Assim, se já presenciamos tantas mudanças em apenas 366 dias, muitas ainda se anunciam para o futuro.

 

*Lidice Meyer Pinto Ribeiro, Docente do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie, coordenadora da Pós Graduação Lato Sensu do Centro de Educação, Filosofia e Teologia.

Maria Regina Canhos em: Falsidade

Maria Regina CanhosÉ lamentável que a cada dia precisemos tomar mais cuidado com as pessoas que nos cercam. Isso porque confiamos e nos decepcionamos com velocidade impressionante. Partilhamos nossos segredos, nossas intimidades, nossa vida… crentes de que somos acolhidos, compreendidos, aceitos e estimados. Mal viramos as costas e essa pessoa divide nossas particularidades com outro alguém. Depois, fica difícil saber quem disse o quê, mas o erro partiu daquele que abriu a boca primeiro. É por isso que muitos preferem desabafar com profissionais de ajuda, alicerçados na segurança que o sigilo pode lhes proporcionar. Pensamos que temos amigos, mas na verdade…

Às vezes, a necessidade de fazer o outro igual a nós impulsiona a conduta desonrosa. Denegrindo a imagem do outro pensamos aproximá-lo mais de nós, principalmente se somos mal afamados ou inconsequentes. É mais fácil sujar o lençol do vizinho que branquear o nosso, ainda mais se ele já está encardido. Difícil encontrar quem deseje promover o próximo com elogios e recomendações. É mais fácil depreciá-lo, pois assim temos a sensação de enaltecimento próprio.

Tudo isso é muito feio e amplamente praticado em nosso meio. Valorizar as qualidades do outro parece ser concordar com a diminuição de si mesmo. Ledo engano. Apenas pessoas seguras e confiantes conseguem reconhecer a grandeza do outro. Pessoas medíocres temem elogiar e invejam a postura de pessoas sabidamente valorosas.

Um dia a casa cai e a pessoa inocente percebe que foi ludibriada, enganada, iludida por falsas amizades. Quem perde mais é quem traiu a confiança, pois perde um verdadeiro amigo e, sejamos francos, amigo verdadeiro não se encontra em qualquer esquina. A pessoa vai sentir falta da atenção, do tempo dispensado, do carinho…

Pra ser feliz nas amizades é preciso ser bom ouvinte e, acima de tudo, saber guardar segredos. Intimidades espalhadas ao vento não são mais segredos. A gente costuma pagar caro por ter a língua comprida e a mente estreita. Inverte valores. Supervaloriza a fofoca e se descuida do principal. Depois não adianta querer juntar cacos, pois mesmo colando, a emenda vai sempre lembrar que houve a ruptura.

Cicatrizes podem servir para aprimorar relacionamentos, mas nem todas.
Algumas se prestam apenas para lembrar que não se deve mais deixar iludir.
É triste perder um amigo? É triste sim, e muito; mas mais triste é confiar em quem não merece. A vida ensina. A vida mostra. A vida traz novos amigos e leva aqueles que já não podem ser.

Não digo que é maldade. Por vezes, talvez seja apenas descuido, mas de qualquer forma, tem as suas consequências. Deixar de valorizar quem nos quer bem é um grande descuido, quase imperdoável, e pode ser claramente sentido quando a pessoa se vai. A boca emudece. O olhar se apaga. Os ouvidos se fecham. A falsidade é um dano e ponto.

Maria Regina Canhos (e.mail: [email protected]) é escritora.
Acesse e divulgue o site da autora: www.mariaregina.com.br.

Escolas médicas devem ensinar sobre pessoas e não apenas sobre doenças

Antonio Carlos Lopes*

Uma escola médica precisa, necessariamente, de uma visão humanística dos cidadãos, além de profunda clareza de seu papel social. Não basta apenas repassar conteúdos científicos, possuir estrutura adequada e corpo docente de excelência. É insuficiente estar somente envolvido com o ensino, assistência e pesquisa, pois esses são itens básicos para qualquer curso de medicina, portanto, o mínimo que se espera de uma instituição dessas.

Uma boa formação vai bem mais longe; valoriza e ensina o humanismo. É exatamente essa visão cidadã da saúde que falta na educação atualmente oferecida. É obrigação da faculdade de medicina formar os médicos que o país precisa, profissionais sem preconceitos e com amor verdadeiro ao exercício da profissão e aos pacientes.

Digo amor aos pacientes, pois médico precisa gostar de gente. Seu dia a dia é um eterno relacionar-se. A começar de sua formação, para a qual depende de professores, orientadores, funcionários, e outros.

Esse é o tipo de conceito que faz toda a diferença na medicina. As grandes conquistas dependem em muito do humanismo. Um exemplo: de acordo com o Ranking Universitário da Folha de São Paulo 2013, a Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-UNIFESP), instituição na qual exerço o cargo de diretor, é a melhor do Brasil em ensino e a segunda colocada em avaliação do mercado. Em um tempo em que se tornou comum abrir uma faculdade de medicina a cada esquina, sem muitos critérios, faço questão de destacar que o motivo do sucesso da EPM é ter o aluno como um indivíduo e não apenas um número. Em outras palavras, manter uma equipe que gosta de gente.

Toda tarefa difícil é feita de etapas. É muito importante que todas as escolas médicas adotem o espírito cooperativo porque a interação efetiva com os futuros médicos, que dá estímulo e entusiasmo a eles, talvez seja o primeiro passo para a melhoria da saúde no Brasil.

Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica e diretor da Escola Paulista de Medicina 

Maria Regina Canhos em: Proteção de Deus

Recentemente fui vítima de uma ação criminosa. É difícil dizer até quando seus efeitos vão permanecer em minha mente e em meu coração. Foram dez horas de puro terror, tortura psicológica e ameaças, além da sabotagem do meu veículo particular e roubo das chaves da minha residência.

Nem sempre estamos preparados ou conseguimos imaginar o grau da maldade humana, principalmente se não temos essa perversidade em nós. Isso certamente nos preserva de maior sofrimento e, nesse sentido, agradeço a Deus por me poupar de pensamentos sórdidos.

A vida me ensinou que Javé pode afastar os justos de situações limites, mas nem sempre o faz. É de seu interesse conhecer bem a pessoa que lhe serve e testar a sua fidelidade e fé. Não é fácil passar pelas provações e pode acontecer de perdemos toda a nossa esperança. Diante do inevitável somente a fé em Deus nos sustenta. Ele se serve das pessoas e meios necessários para proteger aqueles que lhe são prestativos e obedientes, porém não os poupa de circunstâncias adversas, contrariedades ou aborrecimentos.

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Maria Regina Canhos em: O mal versus o bem

Tenho percebido uma onda de temor generalizado em razão do mal que grassa pelo mundo. Muitas pessoas adoecendo, matando e morrendo. Crimes hediondos, violência, extermínios. O mal aparentemente se sobrepondo ao bem e deixando a população alarmada, em pânico. Parece não haver mais segurança para caminhar pelas ruas no período noturno. Intensificam-se as orações de alguns, principalmente para pedir a proteção dos entes queridos e o seu retorno seguro para casa. A promiscuidade se alastra de modo galopante, pondo em risco a saúde das pessoas e o equilíbrio familiar. Incompreensões, intolerâncias, vícios incuráveis, situações irremediáveis… Seriam esses sinais do fim dos tempos?

Houve uma época em que não conseguíamos identificar o mal. Estava sempre encoberto, camuflado, escondido. A gente se equivocava por acreditar em pessoas erradas, fazia negócios que se revelavam verdadeiros embustes, perdia tempo e dinheiro com situações e pessoas aparentemente boas, mas que na verdade eram ruins. Hoje não. Você olha para o sujeito e percebe que ele não é confiável. Verifica as opções disponíveis e tem condição de discernir qual a menos adequada. Pressente uma situação de perigo antes que ela possa efetivamente se instaurar em seu caminho. Consegue enxergar onde está o mal e onde está o bem. Isso é sinal que estamos evoluindo apesar de parecer que estamos retrocedendo. Atualmente o mal é visível, palpável, mensurável. Não somos facilmente enganados.

Muitas pessoas melhoraram e sua luz resplandece sobre aqueles que ainda estão na escuridão. É possível vê-los caminhar e armar suas ciladas. Antes a gente não via, não sabia. Atualmente a gente vê, a gente sabe que ali está acontecendo algo de errado, de sujo, de traiçoeiro. Quem é do bem toma cuidado para não se misturar, pisar em falso, cair. Há uma nítida separação entre os que são do bem e os que são do mal. Será que o Senhor já está nos preparando para o juízo final? Joio e trigo crescerão juntos até a época da colheita, é o que diz a Palavra. Assim, não pensemos que as coisas estão ficando fora de controle, pelo contrário, estavam previstas há séculos.

A cada dia a claridade se torna mais intensa e desvenda as estratégias espúrias daqueles que optaram seguir o caminho do mal. Aproveite este momento para fazer a sua escolha. Nada há de escondido que não venha a ser revelado. O véu que cobria os malfeitores está sendo paulatinamente retirado para que seus rostos sejam conhecidos. De que lado você está? Do lado do bem ou do lado do mal? Faça rápido a sua opção, pois a luz vai cegar aqueles que se achavam bem confortáveis em suas falcatruas e obscenidades. Cuidado malfeitor; você está com os seus dias contados!

Maria Regina Canhos (e.mail: [email protected]) é escritora.

Maria Regina Canhos em: Adeus ano velho, feliz ano novo

Despedimo-nos de 2013 e acolhemos esperançosos 2014; que seja um momento de grandes realizações e alegrias. Ano passado tive a dolorosa experiência da minha separação conjugal. Para quem é católica praticante desde que nasceu não foi nada fácil. A iniciativa foi minha, confesso. Não consegui suportar a insatisfação e tristeza resultantes de uma década de tentativas frustradas para manter em andamento algo que já tinha se perdido. Vivenciei na prática o que muitos sempre souberam. Para que um relacionamento dê certo, ambos precisam querer e investir no convívio. Somente uma andorinha não faz verão. Somente um cônjuge não mantém casamento. Sobreveio a separação.

Não bastasse a sensação de fracasso, a tristeza própria e dos filhos, as dificuldades financeiras e emocionais que normalmente se sucedem, tive de lidar com um dos golpes mais duros que a vida me impôs: o abandono da minha família, principalmente dos meus pais. Eles se recusavam a aceitar ter uma filha separada, uma vergonha para todos. Assim, simplesmente me ignoraram e ficaram meses sem dizer uma palavra, sem perguntar como estavam as coisas ou se eu precisava de algo. Da mesma forma procedeu a família do meu ex-cônjuge. Nenhum telefonema, nenhuma manifestação de solidariedade ou compreensão. Não fosse o apoio dos meus dois filhos e da minha melhor amiga (que benção um verdadeiro amigo) estaria completamente perdida. Foi uma decepção sem precedentes constatar que ainda impera o amor condicional, aquele que só existe diante de certas circunstâncias e desde que você cumpra ordens, normas e procedimentos esperados.

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Maria Regina Canhos em: Nasce uma esperança

É Natal novamente. Todo ano, nesta época, fico refletindo sobre o sentido dessa data comemorativa. Sei que a maioria acaba gastando mais do que devia, pois os apelos consumistas falam alto. Fica difícil deixar de comprar num momento de tantas ofertas e promoções. Diversas pessoas ficam felizes nestes dias. Eu, particularmente, fico muito feliz. Outras pessoas ficam tristes. Às vezes, até deprimidas e sem ânimo para continuar vivendo. São contrastes naturais numa época em que a família é cultuada e, diga-se de passagem, nem todos possuem bom contato com os seus. Alguns sequer possuem uma família. Nesse caso, a data fica triste, parece sem sentido. Vamos imprimir um novo sentido para o Natal, assim todas as pessoas terão motivos para comemorar.

Quando observo o presépio, vejo mais que uma família. Vejo uma esperança. Congraçamento de diferentes raças, do homem com a natureza, com os animais e com o divino. Uma estrela conduz pastores e magos do Oriente para o cocho onde Jesus está cercado por animais que o aquecem com seu bafo quente. Seres angelicais cantam glórias ao Senhor. Nessa cena existe um pouco de tudo: gente, bicho, natureza, anjo, Deus… Unificação. Presença. Universalidade. Um mundo inteiro numa única cena. Perfeição? Milagre? Esperança!

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Mãos ao alto, por Marli Gonçalves

Isso, aquilo e aquilo outro: tudo é um assalto! Não reaja. Ou reaja, mas temo que não vá adiantar muito. Somos assaltados, roubados, furtados e outros ados (e idos) todos os santos dias. Em vários locais, sentindo, percebendo ou não. Pior: oficialmente, por empresas credenciadas e pelo próprio governo. Afinal, impostos se pagam para quê?

Você aí faz compras? Come? Já deu um pulinho no supermercado, sei lá, este mês? Não é para já entrar com as duas mãos para o alto, até antes de passar no caixa? Se é que vamos passar pelos caixas, porque na toada que estamos indo, de alta de preços, de descontrole inexplicável, iremos ao supermercado ou à quitanda só para fotografar – não está na moda, fotografar-se e postar na internet? Vamos posar com o tomate. Abraçando o mamão. Beijando um pedaço de queijo. Sorrindo, ao lado de uma peça de carne. Fazendo de conta que estamos tomando um iogurte.

Ah, não, que loucura é essa minha? Como vamos fotografar se aquela conta ininteligível que as operadoras mandam está cada dia mais alta e indecodificável? Postar na internet? Teremos que sair por aí procurando algum rico com wi-fi, igual a caçadores de borboletas.

O despropósito é total. Não há mais referência, padrão de comparação, nem vergonha na cara. O contágio tem sido célere. Se cada um pede o que quer, e acha otário para pagar, vai aumentando o preço, uma bola de neve, que já envolve também o pagamento dos serviços. Sabe quanto um pintor está cobrando? Fora o preço da tinta! Uma latinha, quase cem reais. Se for cor especial, com nome bonitinho como “vermelho pitanga do agreste” ou “amarelo raios de sol do Oriente”, prepare-se: o galão vai te depenar.

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Rosana Braga em: Você vive sem querer ou de propósito?

por Rosana Braga

Imagino que quando você decide algo ou opta por alguém, é porque isso faz sentido para você. E, por isso, você vai desejar fazer essa história dar certo! Acontece que tenho visto pessoas e até muitos casais levando a vida como que ‘sem querer’, sem saber pra onde estão indo e o que querem, o que pretendem. Até acham que sabem, mas não têm metas, não têm planos, não têm disciplina, não têm atitudes que façam link com o que dizem.

Vão atribuindo os acontecimentos ao acaso ou à falta de sorte e de oportunidade, sem entender que acasos não existem e que o Universo é uma imensa engrenagem que tudo movimenta. Fazemos parte desta engrenagem e nossa vida se movimenta com ela. Nossas ações provocam reações num constante ir e vir de acontecimentos. Temos parte no que nos acontece, sempre!

E se é assim numa dimensão tão gigante e quase impossível de se imaginar quanto é o Universo, considere então numa microdimensão como é a nossa vida, a nossa relação, a nossa casa, o nosso coração – o que sentimos. Se não assumimos a nossa parte nisso, então nada podemos fazer, melhorar ou simplesmente mostrar, seja lá o que for. Mas se entendemos que cada dia é um convite, aí sim, podemos decidir, optar, transformar.

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Rosana Braga em: EMPRESA GENTIL = LUCRO MAIOR

E a falta de gentileza não afeta uma carreira ou uma empresa somente no momento da contratação. Sabemos que em qualquer organização existem problemas a serem resolvidos o tempo todo. O que determina o sucesso ou o fracasso de cada uma é o modo como lidam com esses problemas. As que estão atentas ao ambiente, sempre promovendo harmonia, integração e motivação, certamente estarão muito menos sujeitas aos prejuízos causados por afastamentos, faltas e absenteísmo, ou seja, com o tempo de trabalho perdido quando os empregados não estão na empresa ou produzindo tanto quanto poderiam se estivessem bem!

O maior problema é que muitos administradores e até os presidentes de empresas, equivocadamente, ainda compreendem a gentileza por um viés romântico. Mas a verdade é que este comportamento deixou de ser “artigo de luxo” para se tornar requisito fundamental na postura de todos, na vida em geral e dentro de uma empresa. Recentemente, uma revista especializada em empregabilidade publicou uma pesquisa revelando que 87% dos colaboradores são também demitidos por inadequações comportamentais. Porém, mais do que garantir estabilidade ou sucesso profissional, a gentileza é fator determinante para aumentar o lucro das organizações. Ou seja, empresas e colaboradores que não conhecem ou ainda duvidam do poder da gentileza estão fadados senão ao fracasso, certamente à estagnação ou à falta de sucesso.

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Maria Regina Canhos em: Eu sinto isso

Faz algum tempo que ando observando a dificuldade que as pessoas possuem de identificar e assumir seus sentimentos. Primeiro porque elas confundem sensações com sentimentos, depois porque lhes falta coragem para dizer o que realmente sentem. Isso as prejudica demais, pois ninguém tem bola de cristal para adivinhar o que se passa no íntimo de nós. Seguimos equivocados e causando equívocos em relação ao que sentimos e pensamos. Assumir nossos sentimentos é o primeiro passo para estabelecer uma relação autêntica, seja ela amistosa, profissional, ou amorosa.

Talvez, a chave do mistério seja compreender o que nos leva a omitir, até de nós mesmos, os nossos reais sentimentos. É o medo! Medo de ser ridicularizado, humilhado, diminuído. Basta lembrarmos quantas vezes hesitamos em perguntar uma dúvida ao professor em sala de aula, temendo que os demais nos considerassem ignorante. Ou quantas vezes adiamos aquele telefonema convidando para um passeio com receio de ouvir um “não”.

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