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Editoria ‘Opinião’

Policiando, passeando, bebendo, “viajando” ou tudo junto e misturado? …

… A turma se reúne, combina horário, aquece as turbinas e dizem onde será o point para curtir o show comandado por sua santidade o prefeito.

Mulheres, crianças, maridos, esposas juntos dançando, curtindo e, para melhorar ainda amais as coisas principalmente em termos de segurança resolvem fincar pé tendo como vizinhos um elevado da PM e outro dos bombeiros. Todo mundo “protegido” começam a dançar. Crianças do centro e, na roda, os adultos. Começa a alegria, a curtição e os ensaiados passos da dança para se mostrar bonito, no clima e no ritmo por ser bastante conhecido o repertório da banda.

Num desse “corrupio” esbarra SEM QUERER numa mulher que estava sendo guiada por um cara. Ato continuo o cara coloca a mulher atrás dele, saca uma pistola, cutuca umas 4 vezes na barriga do “dançarino esbarrador” que acabara de pedir desculpas. A própria mulher, possivelmente esposa do cara, fazia gestos de reprovação (com a cabeça) pela atitude do marido. Muito provavelmente esse homem não estava no domínio das suas ações. Poderia ter acontecido uma tragédia.

Indignados, os amigos perguntaram:

– Por que isso?

E ELE RESPONcapaceteDEU COM OS OLHOS RODANDO IGUAIS A VENTILADOR (“TURBO”):

SOU POLICIAL. Posso fazer isso e mais do que isso.

Temendo pelo pior, a turma começou a acenar para os policiais fardados e de serviço posicionados no elevado e esses, vendo vários acenos, desceram e foram até o local do ocorrido.  Experientes, viram que se tratava de um policial à paisana SEM estar de serviço, mas, portando e sacando arma. Além do já dito acima cutucando na barriga de  um rapaz estava se divertindo. A TURMA DE AMIGOS, AMIGAS E CRIANÇAS que esperavam se divertir na festa que sua santidade emplacou foi cercada pelos policiais enquanto o despreparado policial inventava e gritava inverdades para os seus colegas policiais. Graças a Deus  a patrulha  que foi em socorro da turma de amigos, amigas e crianças, maridos e esposas percebeu, de imediato,  que o policial desequilibrado estava “alterado”.  O péssimo representante da PM foi aconselhado a se retirar do local enquanto o oficial pedia calma e que não deveriam ir na delegacia. Atitude de proteção do colega que não deveria existir. Se todos os maus policiais fossem enquadrados nos respectivos artigos para punição criminal acredito que haveria uma redução significativa de vários delitos, inclusive assassinato que, por pouco, não acontecia ali onde o povo gritava Aleluia !!!!!!.

Que aconteçam regularmente palestras, conversas, orientações, PRELEÇÕES, ordens etc. por parte dos comandantes no sentido de coibir esse tipo desagradável e inaceitável CRIMINOSA situação.

Não conheço aquele PAI…

Venci a minha primeira noite. Agitado, inquieto, mas aguentei firme e na FÉ que a SANTINHA não sairia de perto fui, na certeza disso, relaxando e dormi.

Amanheci saudosista. Revivendo alguns momentos marcantes dessa época quando os meninos nem sabiam o que era presente faziam fila para a entrega. Depois de algum tempo lembrei da mesa que começava a ser organizada na quinta. Era um “futuqueiro” quando da escolha das cadeiras e posição na mesa. Hoje, aqueles pequenos já são pais e mães e certamente estarão fazendo o mesmo – seguindo, por assim dizer, – o exemplo de União que, na mesa, fecha a corrente como foi repetidas vezes mostrada, vivida…  Aquela mesa ainda existe, mas com certeza ela está, hoje, muito triste …

Desci, abri o escritório – onde estão símbolos e imagens – agradeci, fiz orações e fiquei um bom tempo olhando pro nada. Lembrei das cenas lá na UTI vi vidas “saindo” passando pro outro lado, vi recuperações … e volto a repetir: se determinadas pessoas passassem três dias, conscientes, em uma UTI o mundo seria outro.

Tive na UTI agonia desespero, medo, pensamentos negativos e alucinações. Não sabia de onde vinham, mas vivi a pior sensação de toda a minha vida. Cuidaram com mais medicamentos e eu adormeci. As sucessivas crises de abstinência dificultavam o andamento do tratamento. Com o passar do tempo os medicamentos começaram a agir e fui, aos poucos, tomando consciência das coisas e passei a ajudar. Parei de reclamar e encarar de frente quando percebi que o meu problema era muito pequeno se comparado ao do meu vizinho e da senhora da frente. Fiquei com vergonha, pedi desculpas para Deus por ter reclamado tanto, e fiquei somente com a deprê que com algumas bombas me botavam no rumo novamente …

Sai da UTI na primeira vez e fui pro apartamento. Na véspera da minha alta tive dois ataques de bactérias em menos de 40 minutos. Meu coração remendado e com as duas safenas completamente obstruídas aguentou. Voltei para a UTI e depois pro apartamento que somando os tempos de cada momento quase fecha 30 dias de confinamento.

Depois de tantos medicamentos e mais 14 dias de antibiótico finalmente tive alta na véspera deste dia dos pais.

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Senhor e Senhora dos ETERNOS BONS EXEMPLOS

Tia Ivone e Tio Miguel

Tia Ivone e Tio Miguel

rabat e robertinho

Roberto Rabat Chame Neto (com 3 anos) e eu rsrsrsrs

Fui lá no Teresópolis  conversar com  um pescador, de beira de mar, porque soube que ele está vendendo um molinete barra pesada. Se eu disser que ele pendurou a vara ele vai pirar  comigo rsrsrsrsrs então, digamos, que ele deixou de pescar. O meu molinete de quase 40 anos está dando sinais que vai me deixar na mão quando eu pegar um peixe, sábado, de uns 8 a 10 quilos. Por uma dessas zebras da vida o tal pescador não estava em casa. Quando estava pensando em descer fui alí ‘dibaixo’ da árvore e fiquei um tempão olhando a baía do Pontal. As lembranças, de infância, apareceram em HD e embarquei nelas embalado pela brisa, sombra e o belíssimo visual.

Ali mesmo naquela árvore aconteciam os ensaios do Pierrot e Colombina de seu Vadinho.  Num determinado momento os ‘batuqueiros deram um tempo pra molhar a garganta. Os instrumentos descansando no chão com os cambitos entre o aro e as ‘borboletas’. Já que estava todo mundo parado peguei os cambitos e com a caixa no chão mesmo fiz o toque de abertura da série de momentos carnavalescos que o bloco apresentaria na avenida. Seu Vadinho chegou perto de mim e perguntou: Vem amanhã? Respondi na tampa: Claro!, não perco um ensaio por nada desse mundo. No outro dia quando cheguei tinha um tarol zero bala pra mim… Acho que tinha uns 14 anos e fiquei todo contente no meio daquelas feras. Instrumentos (couro), sopro, metais e nada de caixa de som e nem, muito menos, carro bar…

Depois de um tempo brincando na rua ia, vez por outra, na oficina de Tio Miguel Geralle (Irmão de papai) porque eu achava o maior barato quando os carros paravam e uns 3 homens (isso mesmo, 3) saiam para pegar a televisão no carro e colocar para dentro da oficina. Era fila dos dois lados da rua. Imagine o peso dos aparelhos.

Um dia Tio Miguel vendo que eu estava estudando astronomia atrás da veraneio assoviou e eu fui correndo saber o que ele queria. Ele pegou uma chave de fenda e mandou eu desparafusar a tampa de uma Tv. Fiz logo pose de técnico e, compenetrado, abri umas 10. Depois é que eu fiquei sabendo que me entregaram … Meus estudos astronômicos ficaram seriamente comprometidos.

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Tempestade em poça de lama

Não vejo ‘com bons olhos’ essa mobilização dos colegas que fazem questão de trabalhar na Câmara; isto porque, o alvo das informações, (O POVO) não está nem ai para o Legislativo. Pelo contrário, está enojado com a postura daquela casa de leis e decidiu optar por jogar dama na JJ Seabra ou conversa fora nos banquinhos ali existentes… O plenário vive às moscas e o que mais se espera de um ‘representante’ não acontece. O vereador por tantas ações incompatíveis com as necessidades da municipalidade despencou feio e é visto, sem ressalva, como um, apenas, ganhador de salário e no mole.

O questionamento pode ser feito no sentido inverso: gravando ou não, fotografandoi ou não, filmando ou não fará alguma diferença? O Termômetro é e sempre será a OPINIÃO PÚBLICA. Esse alvoroço todo fica mais parecendo que aquela casa é um exemplo de dedicação de sobrecarga de trabalho e , resumindo, de uma fonte inesgotável de boas notícias para a sociedade o  que, VERDADEIRAMENTE, NÃO É.

Estamos na era digital. Querendo – quem quer – grava nas barbas do vereador, filma de qualquer ângulo e todos eles comerão mosca em cima de uma imoralidade qualquer que cometam.

Uma casa que não reflete os anseios de uma população não pode ser levada a sério. Quem está querendo saber o que acontece entre um poder e outro se de benefício nada de concreto se verifica?

O povo, culpado disso tudo, tem que engolir em seco porque venderam voto e consciência e alguns cobram trasparência   numa vidraça embassada por ausência de caráter, compromisso e ética desses que se dizem vereador?

Dignos de um distanciamento cada vez maior… por parte daqueles que são ou  no mínimo se consideram sérios.

Rabat.

Não estão dando a devida atenção

Situação extremamente preocupante.


Essa foto foi feita pelo meu Irmãozinho que é o MAGO do ZAP ZAP e que ja me emplacou.

Essa foto foi feita pelo meu Irmãozinho, Reynaldo Rabat Chame que é o MAGO do ZAP ZAP e que já me emplacou.

O que comumente se escuta é que a redenção econômica do município de Ilhéus será pelo turismo. As belezas naturais, repetidas vezes destacadas, não estão assim tão ‘contentes’ com o descaso e abandono que sofrem.
Gradativamente essas belezas vão sendo enfeadas por conta do mais absoluto abandono que sofrem. Tomemos como exemplo esse problema que se arrasta por décadas e os paleativos, ao que parece, não estão sendo suficientes para barrar, por exemplo, o avanço da maré no início da rodovia Ilhéus-Itacaré,alí mesmo no comecinho conhecido como “Ponto da Carona”. Nem vamos mostrar, nem destacar a ponta do São Miguel. Onde fizemos as fotos e o vídeo, do alto (passeio), dá a dimensão exata do que está por acontecer.

Políticos dos mais variados partidos já se “manifestaram”, Ministro já esteve aqui e ficou “preocupadíssimo” com o que vu (faz tempo esse), as associações, moradores, comerciantes, estão com as mãos na cabeça temendo pelo pior que, infelizmente, se continuar essa apatia, falta de vontade política, a maré – nessa direção – vai beijar o Almada.

Será loucura imaginar que se colocar uns escapes pelo meio do porto para a corrente retomar o seu rumo não resolveria? a praia da Soares Lopes voltaria em grande estilo (com ou sem saudosismo), a do Pontal idem e as coisas se normalizariam. Se a Soares Lopes ou Parque Ariston Cardoso tem dias que mais parece filme de assombração então deixa o mar voltar que ele embeleza mais do que mato, cobra, lixo e outras imoralidades mais.

O nosso prefeito sempre fala em Dilma e Wagner como se fossem velhos companheiros ou colegas de infância do tipo já jogaram gude, brincaram de soldado-ladrão, pularam corda etc e, com essa intimidade toda, não consegue resolver esse problema que se arrasta por tanto tempo e que tanto incomoda? Pior mesmo é quando ele diz: estamos avançaaaannnnnnnnnnnnnnnnnnnnndo com a sua tão belíssima quanto inimitável voz …

Nem vou continuar nessa linha porque “Brasinha” quer ser ressuscitado e fica com aquele garfinho me cutucando preu lembrar dele e trazê-lo de volta pra cumprir pauta… AQUELES dos “assuntos especiais” … que tanto fizeram sucesso e colocava saia justa (tem uns que gostam) em alguns dos nossos atuantes políticos…


VEJA FOTOS CLICANDO AQUI E DEPOIS NA SETA PARA AVANÇAR.

Gostaria de saber do governo municipal, estadual, federal, ministros, deputados “com fortíssimas ligações com a cidade” quando é mesmo que essa inaceitável situação TERÁ UM FIM.

Fraternal abraço e fique com DEUS (Sempre!).

Rabat;

Parabéns, TRISTE Ilhéus!.

DIA DA CIDADE 2014 R2CPRESS

Qual a razão da coletiva do prefeito Jabes Ribeiro? Fritar investidas…

Quando Jabes através de sua Secretaria de Comunicação, disparou que considera a ação da APPI “intolerante e política” ficou mais do que claro que uma coletiva estaria sendo providenciada. Não sinalizou para convocação da sociedade civil (aquela do pacto) para ser informada de números ou outras  situações. Não se sabe se a sociedade está com um pé atrás ou se o impacto maior para essa mesma sociedade viria através da imprensa. Vejo, claramente, que ele optou pela imprensa para, através dela, dar conhecimento de números e, por conta disso, minimizar ou mesmo inibir as investidas, por exemplo, sindicais.

Se for aprofundar nessa ‘subjetividade’ basta passar os olhos na pauta da coletiva:

vai falar sobre o índice da folha de pagamento na receita municipal, as perspectivas do movimento nacional “Marcha dos Prefeitos” e sobre a posição do governo municipal na campanha política de 2014…

Momentos_Coletiva_20 05 2014

Ele, o prefeito, passou superficialmente por cima da campanha política deste ano e foi olhado com muita ‘admiração’ quando disse que ele apoiará o candidato do governo do Estado, que Cacá vai com o candidato do seu partido e que a máquina (prefeitura) não será usada para pavimentar a caminhada de ninguém. Os presentes acreditaram, piamente, nisso.

Com o aumento da passagem para R$ 2,60, a partir de 1 de junho, o buzu vai ter GPS além de outros equipamentos de ponta. Vai ter uma ruma de coisa e, assim, justificar o aumento. Vai ter frota renovada, ar, mas não se falou em teto solar nem vidro ‘fumê’. O lance do GPS não é porque evitará que o motorista perca o rumo ou ao invés de ir pro norte ir pro sul. Nada disso. É para garantir que o ônibus está na linha e no horário certo. Sobre essa novidade discorrerei num outro momento para associar a placa bilíngue com o tal GPS.

Quando se fala em experiência política é por conta dessas sacadas. Jabes tem, na mão, os números que te dão respaldo. A LRF está no pé de meio mundo. Num vacilo ele cairá na mão da justiça. Nesse mesma balada ou toada arrematou: Tem dinheiro disponível pra Ilhéus. Muitos recursos não podem chegar para o município porque nossos índices (percentuais) estão contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal…

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Vá matar o diabo…

Vou explodir  de tanto orgulho

Eu, todo orgulhoso, esperando a bilíngue...

Eu, todo orgulhoso, esperando a bilíngue…

Dei uma saída hoje. Fui resolver umas coisas em edição extraordinária. De tão ‘aguniado’ que estava cheguei meia hora antes do combinado com o meu amigo médico.  Fiquei na porta da clínica assuntando o movimento e refrigerando os pulmões rsrsrsrsrsrs ainda me livro desse traste…

Chega um amigo assessor de vereador na cidade e começa a puxar papo. Mesmo ele sabendo que estou com um pé atrás com aquela Casa ele insistiu no assunto PROJETO DE LEI. Desconversei dizendo que tava chateado porque o vento está bagunçando o mar e eu não estou podendo pescar. Combinei com  Daniel – o meu caçula ‘postiço’ – que vamos testar um novo modo de preparar os anzóis na parada… e o cara num tava nem ai para os meus ‘providenciamentos’ pesqueiros. Para minha “sorte” apareceram mais dois companheiros da igreja, deles,  para reforçar a roda.

Depois que essa roda ganhou corpo ai foi que o relógio começou a andar bem devagar parecendo até que estava me impondo um castigo… Cada uma pedrada do zinferno saindo e eu ali, educadamente, escutando todas as possibilidades de colocar ilhéus nos eixos com a ajuda, claro, do Senhor e, evidentemente, do preparadíssimo vereador chefe deles…

Vem aí um projeto que vai contribuir e muito para reforçar o turismo na cidade. O projeto vai correr mundo e Ilhéus vai deslanchar.

Juro que pensei até que alguma coisa sobrenatural estava para acontecer porque o cara falou numa empolgação que só vendo pra crer. Sabe aqueles caras que falam com os braços? Poiszé agora multiplique, por conta da empolgação, os gestos por 10. Caramba!!!!! Posso perder o médico, mas essa eu quero saber e fiquei…

Ai o cara mandou:

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Momento importante para reflexão.

O Aleluia, praticamente, está sendo encerrado. A multidão acorreu e atendeu ao chamamento dos promotores do evento. Noites iluminadas e concorridas deram o tom do feito. O povo gosta de festa, de agitação e do futuqueiro que um acontecimento desses gera. Falou-se muito em negócios, parcerias, convênios etc. Legal.

O investimento para o ALELUIA ILHÉUS não deve ter sido nada pequeno. Montar uma estrutura dessas com artistas renomados gera custos. Os parceiros assumiram sozinhos ou a Prefeitura participou, também, desembolsando recursos?

A cidade está necessitando de melhoramentos, cuidados, zelo, infraestrutura básica, saúde, educação e atendimento ao cidadão nos quesitos básicos?

Os parceiros se contribuíssem com ajuda no sentido de recuperar ruas, iluminação, encostas e etc queimaria o filme da marca se ela for colocada no pé do morro que desaba sempre que chove?

O prefeito terá coragem de promover novo chamamento para, junto com a sociedade, prestar contas e dizer que não tem recursos para nada?

Os servidores municipais – em todas as áreas e categorias – ficaram satisfeitos com a realização do Aleluia Ilhéus em detrimento da melhoria das condições, por exemplo, de trabalho?

O morador que está vendo sua casa ruir, o morro deslizar, as crianças sem assistências, aprovaram a mega estrutura montada?

Ainda existe risco de morte com desabamento enquanto os gestores posam para fotografia ao lado de estrelas que receberam ALTAS SOMAS por alguns minutos de palco?

Um pai/mãe que está na porta de um hospital conveniado com a prefeitura, com um filho nos braços, implorando atendimento vê com “bons olhos” esse evento cujo retorno é incerto e, enquanto as luzes piscam, o filho morre por falta de atendimento?

Terá o ALELUIA ILHÉUS um retorno financeiro para o município e esse montante será informado para a sociedade a mesma que escuta que o município/prefeitura está com a “cuia na mão”?.

É preciso, senhores administradores, ter responsabilidade e esta passa por transparência. Ela vai ser MOSTRADA na sua TOTALIDADE?.

Vamos aguardar a prestação de contas QUE DEVE SER FEITA MESMO porque esse evento ESTÁ recheado de interrogações…

Querendo, caro leitor, faça sua reflexão.

Fraternal abraço e fiquem com DEUS (Sempre!).

Rabat.

ILHÉUS / Leia, atentamente, os benefícios que estão por vir …

A grande verdade do mundo é que Ilhéus está, maravilhosamente, bem servida quando o assunto é vereança. Ao contrário do que possa imaginar o maior dos céticos as coisas boas estão por vir. Vejo, na “pinçada” que fiz de alguns projetos assinados por alguns dos mais “dignos” representantes da sociedade ilheense, uma capacidade quase que divina em estabelecer prioridades ou seja: escolher temas que, verdadeiramente, vão de encontro às aspirações do povo.

Vejo, com certa tristeza, a maneira invejosa de alguns munícipes para com os nobres edis. Políticos que se debruçam sobre as aspirações populares e, cercados de assessores, cuidam incessantemente, para que tornem realidade as suas proposições.

É bem verdade que alguns dos projetos de lei apresentados são um tanto quanto difíceis de ser concretizados. Aliás, a bem da verdade, seria muito importante que o vereador propositor explicasse como seria, por exemplo, um doador de órgão ser beneficiado com a sua generosa e solidaria ação. Imagino que seja assim: o cidadão ilheense faz a doação do seu coração, o coração é retirado, encaminhado para transplante e, depois dos procedimentos regulares, o cara levanta, vai até a prefeitura, mostra que doou o coração e recebe uma isenção de IPTU, um vale redução de impostos ou coisa parecida. Acho uma iniciativa bastante louvável e digna de todos os elogios.

Corrupção, propina, por fora, esperteza, malandragem, uma tal de cinquentinha (já virou sinônimo de traquinagem) e etc está mais do que em moda na nossa Câmara. Enquanto uns poucos se destacam outros tantos vão colocando a casa legislativa (optei por minúsculas mesmo) como alvo de gozações ou jogam aquele poder diretamente no picadeiro comprometendo a sua não tão evidenciada lisura. Tanto é verdade que sua santidade magnânima encaminhou projeto de lei criando o “FRAUDÁRIO” ou seja: os fraudadores terão, segundo proposta do vereador chefe, um local específico para discorrer, depositar, combinar, coluiar, sem necessidade de ser escondido ou na casa de A ou B … Quando a fraude é para benefício próprio certamente está dentro do conceito de corrupção.

Quando a cachorrada…

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Coincidências em política? Pobres e inocentes “cientistas” … COITADOS!

Aqueles que se elegem e juram fidelidade ao candidato vencedor  se transformam, acreditem, em ‘prefeitos’ quando, evidentemente, a vitória chega/acontece. Isto é comprovadamente verdadeiro. Adquirem um grau de intimidade tamanho que se dão ao luxo de entrar no Gabinete sem bater e, se for alertado na recepção da sala, da impossibilidade de entrar por ser reunião fechada, viram bicho, gritam e dizem: vou pedir a sua cabeça.

Mostra a rotina política que após assumir cadeira no Legislativo aquela ideologia – tão cantada e irritantemente repetida – ao que parece, repentinamente adormece para ceder lugar a ações que visem um futuro promissor no próximo pleito.

Aos olhos e ouvidos ávidos por momentos ‘bombásticos’ o episódio do destemido e como num passe de mágica ‘experiente’ político Newton Lima foi, por assim dizer, uma verdadeira demonstração de destemor, segurança, firmeza e nervosismo por conta do momento para demonstrar  sem mostrar a ‘verdade dos fatos’ (?).

Pronto: a bola da vez é prova, não prova, disse, não disse, justifica, não justifica, processa, não processa…  Esmiuçar o roteiro jurídico do quanto ‘denunciado’ vai ocupar o tempo dos Sherlocks por um bom tempo.  Por conta da ‘bomba’ – pra menino ver/ouvir – aquela postura do ex prefeito Newton seguindo, cronologicamente, o roteiro para  terminar com uma tacada de lisura irretocável  passou despercebida porque meninos inexperientes não veem, leem ‘escutam’ nas entrelinhas. Vale dizer que as palavras proferidas naquela tribuna foram estrategicamente colocadas para provocar, como provocou, o maior alvoroço. “Bomba’ lançada, o ex sai de cena, cumpriu o programado e, solta aos olhos, que o ‘maestro daquela orquestração’ colocará sua experiência, conhecimento/acessos em esferas superiores para ajudar – numa espécie de contrapartida  – aquele que fez o combinado… Alguma coisa   do tipo: você me ajuda, eu te ajudo e saímos ganhando…

O pobre do prefeito deve estar em prantos. Reclamando que mandaram um ‘ebó dos brabo’ pra cima dele e, agora, não saberá lidar com aqueles “prefeitos” que atormentam o seu juízo para dar isso, aquilo, aquilo outro (lá ele!).

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Não é isso que a sociedade espera de agentes “PÚBLICOS” …

Procuro, sempre que posso, trazer a sociedade ilheense para dentro dos meus escritos.  Construi, ao longo dessa ruma de anos dedicados ao jornalismo, uma relação maravilhosa. Constantemente comprovo isso quando ligam ou mandam “i-meio” recomendando, sugerindo, dizendo, informando, enfim, dividem comigo suas queixas, chateações, aborrecimentos, calundu, esperança, sonhos etc. Fico todo contente porque aprendi a conhecer, um pouquinho, a alma dos meus irmãos ilheenses. Sei como imaginam, pensam, aprovam, reprovam…

Vamos ao assunto de hoje:

Nestes últimos dias a SUTRAN resolveu ordenar o transito na cidade.  Mirou no centro e mandou ver. Aplaudimos essa decisão e queremos mesmo que ela continue não somente no centro como também nos bairros e arredores. A LEI  DEVE SER CUMPRIDA. Motorista que se acha acima da LEI tem que “sambar” mesmo. A SUTRAN ESTÁ CORRETÍSSIMA colocando em prática essas ações para um bom ordenamento. Dentro desses elogios     é preciso juntar JUÍZO, EQUILÍBRIO, PREPARO, EDUCAÇÃO e, principalmente, BOM SENSO.

Aqui na Bento Berilo, na nossa rua da Linha,  é um tormento para estacionar.  Aqui, “dibaixo”  da janela, tem uma placa proibindo parar e estacionar. Ouvi alguns afirmando que o correto é não parar nem estacionar com menos de 30 metros dela. Outros dizem que sim e que a proibição é depois da placa. Pra lá ou pra cá o que importa mesmo é que a prefeitura está pecando porque não está trazendo o cidadão para o seu lado e, consequentemente, aprovar, aplaudir, concordar com essas ações (corretíssimas). O erro está na ausência de uma campanha educativa (mais precisamente para interromper o “costume/hábito” de parar rapidinho ou deixar por aqui por medida de segurança ou por conta da praticidade do local que é perto de tudo).


FOTOS BY R2CPRESS

Aquela onda que ficou conhecida como  A INDÚSTRIA DAS MULTAS ou aquele adesivo “Visite Ilhéus e ganhe uma multa” estão, ainda, muito viva na cabeça no dosso povo e dos nossos queridos visitantes. Veja a simplicidade (mesmo não necessitando porque lei é lei) de um procedimento: pintar, no asfalto mesmo o símbolo de proibido parar e estacionar e, também, escrever SUJEITO A GUINCHO e isso começando na distância legal até chegar no primeiro ponto de ônibus do paredão.  Assim evitaria os comentários do tipo: quanto fulano está ganhando da empresa que tem os guinchos? Quanto seria para evitar que o guarda além de guinchar o carro multe também? Como fazer para a multa desaparecer?. Assim, a prefeitura/SUTRAN vai mostrar, pintando e ou sinalizando o ALFALTO,  que ela quer o ORDENAMENTO e quem não se adaptar, que pague e caro … Deu pra entender ou entendeu sem dá? Uma outra opção> enche de placa de lá até cá e pronto. SINALIZA, CARvALHO!!!!!!!!!!!

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A quem interessa matar a CEPLAC?

Vira e mexe a CEPLAC  tem seu futuro  como objeto de “previsões”. Isso  vem acontecendo  desde os tempos em que arco iris era preto e branco. As autoridades que faziam piseiro na região – entre um voo e outro – puxavam esse assunto desde o  balcão do aeroporto chegando, inclusive, nas grandes rodas e ou eventos. Os políticos “pisavam em ovos” porque seria um caos (social) o seu  sepultamento. Mais de 4 mil e quinhentos funcionários, com suas respectivas famílias, entregues aos leões… Desviavam, muitas vezes, por conta disso e ou, então, ficavam do lado dos dedicados servidores com seus respectivos votos … Estamos falando de um período de troca de votos por manutenção de empregos.

Quando se ouve falar em bilhões de dólares a coisa, digo, o discurso muda.  Quem vai se preocupar com alguns servidores se as articulações de grandes empresários – reconhecidos internacionalmente – visam um caminho que corta um ou dois estados por dentro de tudo e “de todos”, através de dutos, até  chegar na beira do mar?

Observem, por exemplo, o duelo entre técnicos e políticos: identificada uma área onde tem rio e mar… Foguetórios e releases para todo lado e, de repente, escolhem ou optam por uma área completamente diferente do que se podia imaginar para a construção do aeroporto internacional. Uma área  cheia de plantas de cacau, o QG  da cacauicultura  na frente, uma Universidade considerada uma das melhores do País em alguns cursos como vizinha e de um outro a cidade do comércio regional.  Bem maluco isso não é?  Você que está achando  maluquice é melhor mudar de remédio porque o clamor da sociedade regional por um aeroporto internacional, os releases feitos exatamente para mexer com o juízo de quem aposta no turismo como redenção econômica vai pavimentando o caminho para a desativação da Instituição CEPLAC porque está no meio, atrapalhando o caminho do progresso onde todo mundo vai ficar rico… Sonha, jacaré …

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Por que não comprar nas CASAS BAHIA?

Caro leitor,

Faça o cenário, siga a narrativa e, depois, tenho certeza ABSOLUTA que você vai correr das CASAS BAHIA.

O que será dito (aqui) servirá de conselho  PARA VOCÊ NÃO MORRER DE IRA, RAIVA, VERGONHA, DECEPÇÃO, NERVOSISMO,  REVOLTA, INDIGNAÇÃO … E as casas bahia (minúsculo mesmo) continuarão com aquela propaganda bem trabalhada ENGODANDO meio mundo.

Não é uma casa séria.

Tenha certeza disso.

NãO ARRISQUE !!!!!

Não entre nessa ROUBADA que é comprar pelo site das CASAS BAHIA.

ATÉ VC INFARTAR

Acompanhe:

Imagine você com uma criança, sentada diante de um computador, escolhendo uma escrivaninha para a menina estudar, fazer suas tarefas, enfim, motivar… Peça escolhida no SITE DAS CASAS BAHIA. Compra feita, comprovação de pagamento, número da compra, data da entrega e demais informações … Finaliza com um recadinho do tipo MUITO OBRIGADO PELA COMPRA … A peregrinação humilhante já vai começar…

A menina, toda contente, pelo menos uma vez por semana, pergunta para a avó quando a escrivaninha vai chegar …  e nada.

Você caro leitor, deve estar imaginando alguma coisa em torno de 10, 15 dias? Errou.

Já estamos caminhando – se já não ultrapassou os 60 dias – e nada dessa MENTIROSA empresa honrar com o acordado. Todos os documentos estão aqui e, se eu voltar ao tema,  vou mostrar TODOS para que os senhores tenham conhecimento do ENGODO que é aquela “Casa”.

A quantidade de mensagens enviadas para aquela casa é grande e? Nada. A quantidade de ligações para aquela casa é maior ainda e? nada. O empurra-empura é de um cinismo fora do comum. As promessas são tantas que dá vontade de você   entrar pelo telefone e dizer, segurando a mentirosa que te atende pelo pescoço  – que AS INFORMAÇÕES PASSADAS não são nada mais nada menos do que o reflexo da esculhambação de quem a administra –  para ouvir, dela,  algo real …

Nada. Absolutamente nada acontece de positivo.

Entendo a coisa da seguinte maneira:

Rede de Lojas. Endereço definido.

Esgotadas as tentativas de um contato buscando solução,  tios e avó estiveram na Loja de Ilhéus buscando uma outra alternativa e? NADA. O máximo que se conseguiu foi um número de telefone para, sem dúvida, fugir da responsabilidade e a lenga lenga se perpetuar até você desistir e, na roubalheira, ela (a rede) ganhar mais uns trocadinhos às custas dos otários que confiam naquela casa que só Deus sabe como cresceram. Aliás, está fácil concluir como estão “avançando” … Assim:  ludibriando, enrolando, não entregando, não honrando o combinado/acordado …?  qualquer um cresce … Poderia ser até R$ 1,00. Por conta dessa sem-vergonhice vou alertar a população da safadeza que norteia os passos daquela casa …

Hoje, pasme, aconteceu o seguinte:

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Reavaliar é preciso.

A vida é um eterno aprendizado e, como seres racionais, temos que aprender com ela.

O protesto ou manifestação expressa uma reação solitária ou em grupo, de caráter público, contra ou a favor de determinado evento. Os manifestantes organizam um protesto como uma maneira pública de que suas opiniões sejam ouvidas em uma tentativa de influenciar a opinião de outras pessoas ou a política do governo, ou podem empreender a ação direta tentando, elas mesmas, decretar diretamente as mudanças desejadas.”. Wikipédia.

O fato é que a sociedade perdeu o encanto, não está mais ladeando os jovens, o número de ‘pisantes’ na praça reduz por dia, a cena que impactou no início, HOJE, já faz parte do cenário, do cotidiano e não mais IMPACTA. Chegar barraca pra lá ou pra cá não diz muita coisa. A situação desgastante é o elemento complicador porque essa atitude “simpática” do antes não tem eco no hoje …

Pelo visto a coisa se transformou numa condenável disputa, num cabo de guerra, numa medição de força.

Vejamos:

Um lado conta com a atual insatisfação popular (para com o movimento) e o outro aposta que somente na tora a coisa “vai andar”. É exatamente nesse embate que reside todo o “RABO DE FOGUETE”. As notas, informes, releases que circulam pra lá e pra cá NADA DIZEM. Mostram, A BEM DA “VERDADE”, que as “estratégias” continuarão as  mesmas (claramente,  equivocadas). Observem: Basta que alguns energúmenos digam que A ou B está no caminho certo para que a racionalidade seja deixada de lado. O despreparo é palpável, gritante até.

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Hoje está muito fácil, destemido “militante” rsrsrsrsrsrsrsrs

Você acertou, meu nobre estudante, em pedir empenho dos governantes para, por exemplo, a Educação. Prova maior disso é o seu vocabulário, acentuação, concordância … Mas meu “brode” vc não deve “decistir”. Continue (escrevendo) e não militando porque escrevendo vc se prepara melhor para militar. Leia, leia e leia sempre…

Deixe eu te pedir uma coisa. Realmente, estou passando ao largo mas, atento a tudo e a todos. É meio sem sal esse seu movimento. Quando ele nasceu, puro, de dentro da alma do povo ele ficou lindo demais. Motivou, movimentou, chamou. Depois que isso ganhou corpo, os estrategistas de plantão plantaram os baderneiros. Sabe a razão? Não seria, como não o é, nada bom ter um movimento puro nas ruas clamando por seriedade… Desse modo, infiltrados, mataram o apoio popular e nem sei se dá, pelo menos agora, para remendar.

Achei interessante esse seu “ir pra cima” rsrsrsrsrsrs tá fácil, filho e, acredite mesmo que daqui do meu canto gostaria muito de vê-lo indo pra cima de um fuzil com uma baionetra reluzente brilhando nos seus olhos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk como gostaria de ver sua vida sendo doada para que os “novos” pudessem fechar uma rua, acampar e foda-se a mobilidade … Taí, nobre e destemido militante.

Vejo nas redes sociais os “brô” se articulando… Imagine vc numa época em que dois ou três conversando numa esquina já era motivo para encostar uma veraneio preta… Seria bom tê lo conosco nas madrugadas colocando mensagens MIMIOGRAFADAS nos postes (redes sociais da época) …

Veja esse “e-meio” usado na época:

Se eu encontrasse você diria:

O calor está demais.
Se vc respondesse: pede um sorvete significava dizer que existia material pronto para a distribuição. Certamente vc saberia onde pegar …

Filho, que a vida precisa dar algumas palmadas, preste atenção no seguinte:

Quando vc sair para bagunçar (não existe outra palavra) saiba que muitos dos seus antepassados ficaram pelo caminho.

Quando vc for fazer e acontecer lembre-se que, para tanto, muitos ficaram “confinados” na estrada de ferro onde está edificado o magnânimo prédio da Ceplac.

Cá pra nós:

Não me provoque para que eu não aponte todas as falhas desse movimento que está provocando milhares de interrogações na cabeça do povo da minha/nossa cidade …

Grande abraço e fique com DEUS (Sempre!).

Rabat.

Fiquei zonzo lá na prefeitura

Roberto Rabat Chame

Roberto Rabat Chame

… e lá estava eu,  hoje, em mais um coletiva. Desta vez para assuntos de prestação de contas e realidade financeira do município.  A sociedade, com os seus mais variados representantes, estava ali no salão Nobre.

Já vi todos os tipos de prestação de contas, já vi palanque ser armado pro candidato não falar e sim secretários, já vi prefeito que ganhava todas as eleições porque fazia o quarto melhor carnaval do Brasil e postos de saúde e mais nada ou quase nada, vi até um que por não saber como se escreve sessenta mandou a secretária fazer dois cheques de trinta e por aí vai a minha vida nesse complicado mundo político.

Quando vi o salão lotado imaginei logo: Jabes vai deitar e rolar porque nunca vi ninguém gostar mais de microfone do que ele. Uma certa época ele se emplacou de comentarista esportivo rsrsrsrsrsrs e só andava nas rádios dando pitaco nas partidas de futebol. Ora!, casa cheia é ingrediente para ele soltar o vozeirão. Sempre foi assim e fiquei assuntando como ele iria se posicionar diante de tão variada plateia.

Salão Nobre_Palácio Paranaguá.

Salão Nobre_Palácio Paranaguá.

Logo na introdução (do assunto que ele abordaria)  Jabes já jogava toda a minha expectativa por água abaixo. Ví um Jabes tenso, medindo cada palavra e mastigando cada sílaba. A sineta tocou na minha cabeça e não deu outra: lá vem bomba.

O fato dele não ficar mostrando ser bom de microfone já “dizia”, de início, que o assunto era mais do que sério e todos captaram o mesmo sentimento/sensação que o meu. A situação ou o que vem por aí é dramática. Isso mesmo: todos já esperavam o maremoto por conta da postura do prefeito.

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Bilhete para Jabes

Olá, Jabes
Paz e Luz!


Passei um bom tempo cobrando de Newton informações reais/verdadeiras da movimentação financeira da prefeitura. A exemplo da grande maioria, depois de ficar com calo nos dedos, desistí.
A razão disso, dessa troca de informações é importante para ter, no mínimo, a atenção do povo centrada nesse tema: receita e despesa.

Logo no início da sua administração ficou evidenciado que as informações seriam distribuídas para, assim, inaugurar um verdadeiro caminhar juntos.

Observe, caro Jabes, que a população já sinaliza para um profundo descontentamento porque não sabe o que realmente acontece com as finanças que não são suficientes para fazer frente ao básico. Especificamente falando: coleta de lixo e limpeza da cidade.

É evidente que é a falta de dinheiro para pagar a empresa responsável pela coleta que está provocando essa imundice que tomou conta da cidade. Nos últimos dias a cidade dorme e acorda com essa decoração que promove desesperança que associada a essa, vem a descrença de que viveremos dias melhores se compararmos com a malfadada administração anterior.

O outro se fechou e achou que não devia explicações. Neófito para a política mas, sábio para outras coisas, ele deixou esse lastimável estado de coisas perdurar dando uma banana para o povo e flores para os que foram promvidos rapidamente até a grandes e leais AMIGOS … (Nem vou dizer o que acho)…

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CACAU IMPORTADO

Insetos vivos

Onde estão os erros?

Rabat brancoOs mais próximos sabem que acumulei um pouco de experiência em fitossanidade do cacau/amêndoas. Foram anos e anos na ‘beira do cais’ e, nesse tempo, deu para saber do comportamento de algumas pragas observando a armazenagem no porto e, de igual modo, nas firmas exportadoras. É bom lembrar que o Brasil (Ilhéus) era referência nesse tratamento quando éramos  exportadores. O estoque regulador sempre mostrou que as práticas adotadas aqui (Ilhéus) eram as que mais se aproximavam da perfeição. Isso nos enchia de orgulho e satisfação.

O Itamaraty recebia, regularmente, elogios, solicitação para  manter o nível de trabalho e essas informações eram repassadas para o Órgão brasileiro que cuidava dessa pasta: a  CEPLAC  através do Serviço de Classificação e Fumigação de Cacau  (SECOQ).

O continente africano tem clima semelhante ao da região cacaueira da Bahia. Não produzem, é bem verdade, cacau com a mesma qualidade/amêndoas/gordura/PH  do cacau baiano.

Quando o cacau saía da “rua” para o porto ele já estava programado para “bater no chão” e entrar nos porões. Muitas vezes a carga, sobre a carroceria dos caminhões, parava no ‘costado’ do navio e o guindaste colocava no porão correspondente ao seu destino.

Tanto nos armazéns das firmas quanto no porto o lote trabalhado pela CEPLAC permanecia “coberto”, existia fiscalização diária do estado das lonas, (caminhões/empilhadeiras em manobras acontecia de rasgá-las) associada ao trabalho de controle do tempo de fumigação, (cacau coberto com o produto Phostoxin ou Gastoxin “PH3” – Fosfina). Isso RIGOROSAMENTE era feito.  Desse modo, o controle se dava para que, procedida a descoberta (retirada das lonas plásticas), acontecendo, naturalmente, a exaustão do gás, o controlador de carga da agência de navegação já tinha, na sua prancheta, aqueles lotes para embarque imediato.

Nada disso seria eficiente se os porões do navio não estivessem limpos, “tratados” e nas condições químicas e físicas RECOMENDADAS  para receber as amêndoas. (Numa comparação rudimentar é como se você vestisse uma roupa limpa e andasse na Paranaguá em dias de chuva). Assim é com o cacau porque a fosfina não tem efeito residual. O lote “tratado” sendo colocado num porão COMPROMETIDO/SUJO/INFESTADO/IMPREGNADO joga toda a eficiência dos cuidados anteriores a isso por água abaixo.

Esse preâmbulo tem como objetivo questionar se as práticas fitossanitárias estão sendo RIGOROSAMENTE respeitadas no país de origem. Se a coisa for feita a “toque de caixa” vamos continuar recebendo cacau infestado por pragas (cosmopolitas)  e algumas delas certamente comprometerão a nossa lavoura e ou produtos armazenados (algumas específicas).

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Jabes!, O novo é governar sem politicagem …

Imprensa, Sociedade Civil Organizada e, pelo visto, a ‘Sociedade Civil Desorganizada’ vai ser convocada, também, para ouvir o prefeito e terá espaço para dar palpites (pitacos) achando o prefeito Jabes que estará, desse modo,  buscando unidade governamental. Em resumo: ficar bem na fita, na foto e nas rodas políticas onde ele acha que as coisas são mensuradas e dalí, chegam, inevitavelmente, ao seu conhecimento. Atendendo aos pitacos/sandices das sumidades ele vai se achar o administrador  de todas as camadas sociais.  Se for, brincou …

Fiz um destaque todo especial para a avaliação desenvolvida  por ele (Jabes) sobre um carnaval montado  a toque de caixa. Ele disse que o faturamento é mínimo. Pensava que esse assunto,  por conta das boas justificativas dadas, o tema carnaval estaria encerrado. O carnaval voltou a ser notícia  como se nada estivesse sido comentado, analisado, ‘rifado’ e ou ‘queimado’. Aliás, o assunto voltou a tona com direito a foto de secretário estadual, municipal e ampla divulgação. Foi até criada uma expectativa quando se disse: até tal dia se define sobre a realização do carnaval como se ele, O CARNAVAL,  fosse o tal, O BAMBAMBAM,  que ajudaria a tirar a cidade deste momento delicado que   nos     impuseram.

Quando eu digo que o turismo de Ilhéus é de BANHO DE MAR tem uma ruma de gente que fica pirada comigo. Para minimizar isso  vou dizer que o turismo ilheense  gira em torno do BANHO DE MAR. Banho de Mar nas praias do Sul, Banho de Mar nas praias do centro e, finalmente, Banho de Mar nas praias do Norte.

Veja meu querido prefeito Jabes Ribeiro:

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