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Cooperbom Turismo seleciona jovens para intercâmbios na Polônia e na Itália

A Cooperativa de Turismo e Promoção Social (Cooperbom Turismo) vai selecionar quatro jovens para participarem do projeto “Sustainable Development Goals – Inspiration for Youth Entrepreneurship (SDGIYE)”. Os intercâmbios acontecerão até novembro, na Polônia e na Itália, envolvendo formações nas áreas de empreendedorismo. Para se candidatar, é preciso ter entre 18 e 30 anos, noções de inglês e passaporte válido. Interessados devem enviar currículo e carta de motivação para o e-mail cooperbomturismo@hotmail.com.

O projeto SDGIYE visa à promoção do empreendedorismo juvenil na área de microempresas, aplicando os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A iniciativa é cofinanciada pelo Programa Erasmus+ da União Europeia e formada por um consórcio de cinco países: Brasil, Argentina, Itália, Polônia e Uruguai. “O objetivo é transferir metodologias inovadoras para melhorar as competências empresariais e a sensibilização para a necessidade de desenvolvimento sustentável nos negócios e na vida pessoal”, explica a gerente de projetos da Cooperbom Turismo, Maria Morais.

Antes da viagem de uma semana aos países europeus, os jovens selecionados passarão por cursos de treinamento e de aprimoramento de inglês, oferecidos pela Cooperbom Turismo. Também como parte do projeto, em setembro, representantes poloneses passarão nove dias em Ilhéus para uma visita supervisionada. Na oportunidade, irão participar de workshops e encontros em escolas para debates sobre barreiras e oportunidades de inclusão social dos jovens em situação de vulnerabilidade.

Além de contribuir para a formação profissional, o projeto SDGIYE utiliza a educação não-formal como ferramenta para promover também a Agenda de Desenvolvimento Sustentável, inclusão social e promoção da diversidade. Ao retornarem do intercâmbio, os participantes brasileiros terão a oportunidade de repassar os conhecimentos adquiridos para outros jovens locais.

Vagas Bahia: Cátedra abre 300 vagas de emprego em Itabuna

Processo seletivo disponibiliza oportunidades para operador de telemarketing Ativo; VR, VT, plano de saúde e odontológico estão entre os benefícios.


A Cátedra, agência completa de RH para atração, seleção e capacitação de talentos, está com 300 vagas abertas em Itabuna, na Bahia. O processo seletivo é para operador de telemarketing perfil ativo, em regime CLT, com escala 6×1 e oferece salário compatível com a função, além de comissão e benefícios como VR, VT, plano de saúde, plano odontológico e auxílio creche. Além de alcançar talentos, a companhia é responsável pela formação profissional de mais de 15 mil pessoas.

As vagas requerem Ensino Médio completo, ter mais de 18 anos e residir em Itabuna. Os interessados podem se candidatar pelo link https://bit.ly/3juwl2o
Os profissionais serão responsáveis por realizar ligações a clientes ou empresas, divulgar a marca e vender o produto ou serviço garantindo a satisfação dos nossos clientes. Atender prontamente os nossos clientes, prestar informações sobre o produto e sanar dúvidas de forma clara, dinâmica e satisfatória são as principais atribuições e responsabilidades do operador de telemarketing ativo.

SOBRE A CÁTEDRA EDUCACIONAL
Somos uma agência completa de RH para atração, seleção e capacitação de talentos. Temos paixão pelo desenvolvimento humano e pela aprendizagem e utilizamos diversas tecnologias de ensino, aplicando metodologias criativas e inovadoras para conectar os sonhos das pessoas com a tão sonhada formação e o desejado crescimento profissional. Temos o objetivo de promover as mais positivas e duradouras experiências de contratação para o mercado de trabalho e aprendizagem.

UFSB Ciência: Estudo trata dos aspectos sociais e jurídicos da prática do ciberstalking

É comum que as plataformas de redes sociais na internet sejam apresentadas como vetores de conexão e comunicação entre as pessoas. Infelizmente, esses espaços também são mal empregados em práticas agressivas, e um desses comportamentos é o ciberstalking, termo que designa a atitude persecutória com uso dos recursos online. A descrição e a configuração legal desse ato como um crime é tema de um estudo descrito no capítulo Ciberstalking e suas características sociojurídicas, assinado por Leandra Tiago (docente no curso de Direito da PUC Minas), Ana Lívia Pereira (graduanda em Direito na PUC Minas), Ceila Sales Almeida (doutoranda no PPGES UFSB/docente UNEB) e Emerson Mendes (graduando em Direito na UFSB). O capítulo integra o livro Perspectivas Jurídicas e Tecnologias, organizado por Cristina Rezende Eliezer e Henrique Avelino Lana, dedicado aos novos desafios surgidos das inovações tecnológicas e dos comportamentos humanos e medidas institucionais na rede mundial de computadores.

O estudo parte de revisão da literatura sobre o que é a prática de stalking nos estudos da área do Direito e como a compreensão desse comportamento têm sido trabalhado no debate realizado em diferentes países. O termo deriva do verbo to stalk, que significa a ação de perseguir e espreitar em busca de uma chance de ataque. O intuito é caracterizar esse comportamento em suas dimensões sociais e jurídicas de modo a descrever e situar a conduta em seus efeitos de infração a direitos fundamentais.

O stalking, apontam os autores, é um crime interpessoal reiterado e que abala a saúde psicológica e o bem estar físico da vítima, podendo ser manifesto em atitudes como diversas e repetidas formas de contato e comunicação indesejadas e intimidadoras e vigilância da vítima pelo agressor, por exemplo. É um tipo de perseguição que afeta a liberdade e os direitos inerentes à pessoa humana, especialmente quando praticado por meios digitais, o que configura o ciberstalking.

O texto passa à caracterização do ciberstalking e à inovação no âmbito do Direito Penal e Direito Processual Penal do Brasil, a partir da atualização do Código Penal. Um dos diferenciais do ciberstalking está justamente no rompimento das limitações geográficas pelos diferentes canais disponíveis na web; na essência, a mesma intenção persecutória que move as ações na vida off-line. No Brasil, esse tipo penal abrange o comportamento criminoso dentro e fora da internet. A diferença é que um tipo penal realizado na rede de computadores é um cibercrime. Essa modalidade de perseguição, por assim dizer, acontece especialmente nas plataformas de redes sociais, nas quais o agressor lança mão de vários recursos, como perfis falsos, para expor informações sensíveis, assediar com comentários e ofensas e ameaçar a qualidade de vida da vítima, por exemplo.

Perseguição e machismo

Um dos pontos do texto é a conexão do ato de monitorar e assediar o alvo com o machismo, uma vez que a maioria dos casos notificados aponta para mulheres como o grupo mais vitimado pela prática, por vezes após o término de uma relação prévia. A ideia de posse e dominação do outro feminino pelo masculino e a eventual ruptura de uma relação afetiva é parte do que explica a tendência. Outra base para a subsistência dessa conduta, explicam os autores, está na evolução do Direito, que em tempos anteriores conferia legalidade a diversas restrições impostas às mulheres. Com as mudanças nas leis trazidas ao debate pelos estudos e movimentos feministas, a noção de domínio da mulher pelo homem já não é aceita como natural e indiscutível. Esse processo de transformação social requer, dentre outras medidas, que existam tipos penais para coibir a violência de gênero. No caso, tem-se a atualização do Capítulo VI da Parte Especial do Código Penal com a introdução do artigo 147-A, tipificado pela Lei 14.132/21, que caracteriza o crime de perseguição, mais conhecido como stalking e suas delimitações.

Os autores do capítulo explicam mais detalhes do tema em entrevista por e-mail. :: LEIA MAIS »

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 61 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) JUAZEIRO DO NORTE, 110 ANOS DE FÉ E TRABALHO.

3) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

PIB da Bahia deve crescer 4,6% em 2021, estima FIEB

Estudo elaborado pela instituição aponta melhora nos três setores da economia baiana neste ano.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia deve crescer 4,6% em 2021, segundo estimativa da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). Um estudo elaborado pela instituição aponta melhora nos três setores da economia neste ano. Caso a previsão se confirme, este será o maior crescimento percentual da economia baiana desde 2010, quando foi registrada alta de 6,1%. Confira o documento na íntegra.

O Relatório Técnico Estimativas do PIB da Bahia – 2021 aponta que o setor que deve apresentar maior crescimento é o de Serviços, com alta de 6%, influenciado pela recuperação do segmento do Comércio.

De acordo com o estudo, o setor industrial deve crescer 0,6% em relação ao ano passado, influenciado positivamente pela Construção Civil, que tem alta estimada de 7,5%. “Desde o segundo semestre do ano passado, a indústria da Construção Civil tem apresentado resultados positivos. Um dos fatores que contribuem para isso é que os juros estão relativamente baixos para o histórico brasileiro”, explica o especialista em Desenvolvimento Industrial da FIEB e coordenador do estudo, Carlos Danilo Peres.

A Indústria Extrativa também deve contribuir positivamente para o setor industrial baiano em 2021. O relatório da FIEB prevê crescimento de 13,7%, justificado pelo cenário externo favorável, com alta de preços das commodities minerais.

Em contrapartida, a Indústria de Transformação deve registar queda de 5%, impactada negativamente pelos segmentos de Refino e Produção de Automóveis. “O resultado da indústria de transformação será influenciado pelo fechamento da Ford e pela ocorrência de uma parada para manutenção na Refinaria Landulpho Alves, que impactou a produção de combustíveis e outros derivados de petróleo”, explica Peres.

Por outro lado, segmentos importantes como Química, Borracha e Plástico, Metalurgia e Calçados, por exemplo, devem apresentar recuperação da atividade em 2021.

Fapesb promove lançamento do Programa Centelha Bahia 2

Antes do lançamento do edital, previsto para agosto, evento tem o objetivo de tirar dúvidas e dialogar com o público-alvo

Mais de 2 mil pessoas se inscreveram na primeira edição do Centelha Bahia, em 2019, programa que destinou R$1,6 milhão para apoiar 27 negócios inovadores. Agora, prestes a lançar a segunda edição do Centelha, a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), promove evento de lançamento na próxima terça-feira (27), a partir das 15h, com transmissão pelo Canal do Youtube da Secti Bahia. O encontro busca reunir atores do Ecossistema de CT&I, como as universidades e institutos, além de parceiros estratégicos como o Sebrae, incubadoras de empresas, aceleradoras de startups, entre outros, para engajá-los no edital e tirar dúvidas.

Após o sucesso do primeiro Centelha, o diretor da Fapesb, Márcio Costa, compartilha alguns detalhes sobre o Centelha 2, que será lançado no próximo mês. “Na nova edição, R$ 3 milhões serão investidos, distribuídos para 50 empreendimentos. Ou seja, tivemos um aumento de 85% em comparação à edição anterior. Queremos dar continuidade a esta ‘centelha’ para irradiar a chama do conhecimento por todo o Estado, pois este tipo de investimento pode gerar novos postos de trabalhos, empresas de base tecnológica consolidadas, além de produtos, serviços e processos quem venham melhorar a qualidade de vida da sociedade e contribuir para o avanço econômico do Estado”.

A secretária da Secti, Adélia Pinheiro, destaca que os participantes do edital anterior receberam cerca de R$ 60 mil, cada, para dar continuidade e impulsionar seus projetos, e que os esforços da Secti estão voltados para seguir oportunizando a baianas e baianos o exercício da criatividade que é tão peculiar ao nosso povo. “No primeiro programa, os participantes aprovados ao fim das etapas de seleção, que durou aproximadamente 7 meses, eram provenientes de diferentes municípios, como Salvador, Ilhéus, Feira de Santana, Paulo Afonso e Guanambi. Com o Centelha 2, esperamos engajar pessoas de mais municípios baianos para continuar transformando ideias em negócios de sucesso”.

A programação do evento contará com apresentação sobre o Programa, que resumirá a edição anterior e trará informações e orientações, além de tirar dúvidas sobre o Centelha 2. Na ocasião, dois participantes contemplados no primeiro edital explicarão seus projetos e suas experiências dentro do Centelha, que é resultado de uma ação cooperada de parceiros do Ecossistema de Inovação. Na Bahia, a execução é da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesb), que é vinculada à Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), enquanto no âmbito federal fica por conta da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). São também apoiadores o Conselho das Fundações de Amparo (Confap), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e a Fundação CERTI.

Cia Esbórnia de Teatro apresenta dois contos indígenas neste sábado

Neste sábado (24) tem apresentação on-line da Cia Esbórnia de Teatro. A partir das 18 horas, o público poderá conferir os contos “De onde vem a água” e “A Lenda do dia e da noite”, que integram o projeto Caminhos Indígenas em Cordel. A transmissão acontecerá no canal www.youtube.com/ciaesborniadeteatro cujo link direto estará disponível na bio do perfil do Instagram @cia.esbornia. A classificação indicativa é livre e, após a contação de histórias, haverá bate-papo com o elenco.

Os contos apresentados pela Cia Esbórnia são inspirados em lendas indígenas dos povos Panará, Kuikuro e Karajá. A adaptação para a Literatura de Cordel foi feita por Márcia Mascarenhas, que também integra o elenco com Karoline Vital e Maurício Lima, diretor artístico. A trilha sonora original foi composta por Danilo Nascimento, diretor musical, executada em parceria com Nanda Conegundes.

O projeto Caminhos Indígenas em Cordel tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

A HISTÓRIA SE REPETE

Na Bíblia no Novo Testamento, narra uma história interessante sobre um sujeito conhecido por Barrabás. Quem era Barrabás? O nome verdadeiro desse marginal era Bar Aba, que significa “filho de pai nobre”, um patriota desordeiro, violento, revoltado. Um homem natural da cidade de Jope. Tinha como profissão ser remador de botes, porém devido a falta do pagamento dos impostos, que eram muito altos, as autoridades romanas lhe tomavam o seus pertences para pagar impostos atrasados, lhe tirando a ferramenta de sustento, e com isso ele se tornou um revoltado com o confisco de seus bens, e entre eles o bote. Era dotado de muita coragem, força e espírito de iniciativa, mas era muito ignorante e falador.

Com os prejuízos que sofrera, acabou se tornando um salteador das estradas e seu ofício ganhou fama e alguns seguidores, formando um pelotão de marginais do qual se tornou o chefe. Gerava muito medo por onde andava, pois roubava todos os pertences de quem quer que seja. Chegou a vir as escondidas para a cidade de Jerusalém onde trabalhou escondidamente na parte de baixo de Jerusalém no vale do Kidron.

Bandido ferrenho, atormentava a vida dos romanos. Cetra vez atacou com seu bando uma guarnição de soldados romanos na cidade de Cafarnaum, roubando todo o soldo da tropa. Chegou a roubar também os bens dos sacerdotes do templo judaico. Caifás ficou muito irado e desesperado, então queixou-se a Pilatos dizendo que se não houvesse providência, iria se informar ao imperador Tibério, o que não seria nada bom para Pilatos.

Por atacar o pelotão de soldados romanos e os sacerdotes do templo, Barrabás foi procurado e caçado por todos os lugares e acabou sendo preso pelo Centurião Varro, juntamente com seus comparsas, Dimas e Jestas. Assim a pena de Barrabás seria nada mais nada menos que a crucificação.

Barrabás estava preso e já tinha sido condenado à crucificação e para ele foi uma grande surpresa ser escolhido pelo povo para ser solto. Não sabia o que estava acontecendo e só foi saber disto bem mais tarde. :: LEIA MAIS »

Professor desenvolve equipamento manual para a quebra de cacau

Professor desenvolve equipamento manual para a quebra de cacau

Protótipo conquistou patente no INPI em junho deste ano

Com o objetivo de mecanizar o processamento do cacau e assim dar origem a seus derivados, o pesquisador do Instituto Federal Baiano (IF Baiano), anteriormente pertencente ao Campus Uruçuca e atualmente lotado no Campus Guanambi, Paulo Menicucci Sabioni, já desenvolveu diversos tipos de ferramentas inovadoras utilizadas principalmente na cacauicultura, dentre elas um equipamento para realizar a quebra dos frutos de cacau, que é a separação das amêndoas da casca. Operada manualmente, a engenhoca, batizada de Theobroma cacao, pode ser utilizada de maneira segura, higiênica e por apenas uma pessoa, tendo em vista que a quebra tradicional, normalmente, necessita ser realizada por duas pessoas. De acordo com Paulo, ferramentas como essa vêm para melhorar e facilitar a vida de produtores, baseadas em tecnologia social, ou seja, com atributos simples e baratos, capazes de melhorar a vida do homem no campo.

O projeto, que já foi concluído há alguns anos, recebeu sua patente definitiva em junho de 2021. Desde o primeiro protótipo, o modelo já passou por diversas atualizações com o objetivo de deixá-lo mais leve e eficiente. Segundo Paulo, todos os protótipos já foram expostos em eventos locais e regionais, em cursos de extensão para produtores e alunos, e em Feiras Estaduais como a FEBASFE/FENAGRO. “A nossa primeira inspiração surgiu do Helmut Norbert Hess, colaborador do trabalho, que na época era aluno do curso de Tecnologia em Agroecologia do IF Baiano Campus de Uruçuca. Foi ali que propomos um Projeto de Pesquisa com o intuito de desenvolver um equipamento, cuja viabilidades só foi possível com financiamento e o uso da estrutura do IF Baiano. A partir de então, foram testados vários dispositivos até que se chegasse a um equipamento funcional”, disse o professor.

Paulo também explica a importância da ferramenta no dia a dia de agricultores e compara a sua invenção com a forma como o processo de separação das sementes dos frutos do cacau, que é a primeira etapa do pós colheita, costuma ser feita tradicionalmente. “Outros equipamentos que fazem a quebra de cacau e são mecanizados, caros e costumam ser voltados para grandes volumes, tornando-se inviáveis aos pequenos produtores, que são a grande maioria na cacauicultura em geral. O processo manual realizado tradicionalmente, com pequenas facas e com os frutos sendo segurados diretamente pelos trabalhadores, pode sempre sujeitar os mesmos a ferimentos, além da necessidade de se trabalhar em duplas, onde um corta e o outro separa as amêndoas. Com este novo protótipo desenvolvido, é possível trabalhar com apenas uma pessoa, de maneira segura, com higiene e ergonomia, além de poder ser operado em qualquer lugar, pois o equipamento é portátil e dispensa o uso de energia”.
O pesquisador também destaca que, de modo geral, a cacauicultura ainda está muito atrasada com relação às novas tecnologias, principalmente na mecanização, e que os processos ainda são feitos como no início do Século XX. “É evidente que muitos fatores como as roças estarem associadas às florestas, as topografias nem sempre favoráveis, além das tradições e fatores econômicos, acabaram levando a esse atraso tecnológico. Felizmente, essa tendência está sendo revertida aos poucos e nosso equipamento vem para contribuir nesse sentido, principalmente por ser acessível a toda a população”, completou.

Bahia Faz Ciência

A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb) estrearam no Dia Nacional da Ciência e do Pesquisador Científico, 8 de julho de 2019, uma série de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ciência, tecnologia e inovação de forma a contribuir com a melhoria de vida da população em temas importantes como saúde, educação, segurança, dentre outros. As matérias são divulgadas semanalmente, sempre às segundas-feiras, para a mídia baiana, e estão disponíveis no site e redes sociais da Secretaria e da Fundação. Se você conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomendações podem ser feitas através do e-mail comunicacao.secti@secti.ba.gov.br.

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
Assessoria de Comunicação
Coordenador Erick Issa
(71) 3118-5811 / 9685-6221

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Produção Mineral Baiana Comercializada tem crescimento de 34% em junho

A Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC) teve um crescimento de 34% em junho, em relação ao mesmo mês de 2020. A comercialização saiu de R$ 448 milhões no ano passado, para R$ 602 milhões em 2021. Entre os principais bens minerais produzidos estão o Cobre, Ouro e Níquel, as informações estão no Sumário Mineral da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

Jacobina, Itagibá, Juazeiro, Jaguarari, Caetité, Andorinha, Barrocas, Nordestina, Brumado e Paramirim são os principais municípios da Bahia com participação na PMBC. “A mineração é um setor importante da nossa economia, principalmente para as cidades do interior do Estado, e a tendência é que novos investimentos sejam aportados e também novas empresas cheguem a Bahia para atuar na mineração. Isso impulsionará ganho significativo na receita desses municípios e o estado está fortemente dedicado na conclusão da FIOL pois este será um dos principais meios de escoamento da produção mineral do nosso estado”, afirmou o titular da SDE, Nelson Leal.

Leal lembrou ainda que, somente de janeiro a junho, o Ministério de Minas e Energia recebeu quase 1.200 requerimentos para pesquisa, e o Ministério aprovou 979 alvarás de pesquisa. Ainda nesse mesmo período, a exportação de ouro ficou na casa dos U$ 202,86 milhões de dólares, a de Cobre em U$ 157,58 milhões de dólares, e a de Vanádio em U$ 57,42 milhões de dólares.

Ferrovia Oeste Leste  

O Governo da Bahia atuou ativamente para retomar a obra, de responsabilidade da União, por entender a importância do equipamento para o desenvolvimento econômico do estado.

O trecho 1 já tem mais de 80% concluído, com previsão de conclusão em 24 meses. Com o trecho 2, que chegará até Barreiras, a ferrovia funcionará como um corredor de escoamento de minérios do sudoeste baiano e da produção agrícola que vem do Oeste, levando toda esta carga para o Porto Sul, uma das principais obras estruturantes realizadas pelo Governo da Bahia. Com a construção da Ponte Salvador-Itaparica, outra grande obra estruturante do estado, o acesso entre a capital e o porto terá ainda redução de 100km no trajeto.

A Fiol tem uma relação direta de dependência com o Porto Sul, localizado no distrito de Aritaguá, em Ilhéus, que está sendo constituído através de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) firmada entre o Estado da Bahia e a Bamin. A ferrovia irá transportar a produção de minérios e de grãos até o porto para que as cargas sejam distribuídas.

Fonte: Ascom/ SDE





















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