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dezembro 2010
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ONGs Lesb e Floresta Viva induzem Governo Federal ao erro

E já causa grande impacto social e ambiental no sul da Bahia, afirma o ambientalista da Fundação Poturu, Erlon Botelho. O aumento da poligonal da Reserva Biológica de Una, o apoio a farsa da demarcação de terras para supostos índios, o Parque do Conduru, em Serra Grande, e agora a Criação do Parque Nacional da Serras da Lontras deixam bem claro que o interesse não é só preservação.

O Iesb começou aqui na região com o Projeto Mico Leão da Cara Dourada e não se ver falar mais nisso, incentivou o Governo de Estado a criar o parque do Conduru e lá ainda existe muitos conflitos em relação à indenização das propriedades. Fez o estudo de impacto ambiental da estrada Serra Grande, Itacaré, que não minimizou os impactos ambientais proposto pelos relatórios deles, tem várias condicionantes autos de infração que o IESB e o Floresta Viva aparecem realizando atividades.

A pergunta é: São ONGs ou empresas de consultoria? Isso tem que ficar bem claro. O ambientalista afirma que não há necessidade de se criar parque ou Rebios, o que ocorre são manobras dessas ONGs para atender seus anseios particulares, aproveitando uma falha da ineficiência do governo com suas unidades de conservação.

A justiça tem que acabar essa farra. Outra coisa é em Relação à Ferrovia Norte Sul, elas criaram dificuldades para venderem facilidades, qualquer empreendimento é viável desde que a Legislação seja atendida, não sei por que tanta pressão dessas ONGs por conta desse empreendimento. As demarcações vão criar muito mais impacto, estão interferindo em regiões já resolvidas agronomicamente. A Presidente eleita precisa revogar esses decretos.

É importante lembrar que a Ceplac é a base matriz científica para ajudar nessas tomadas de decisão, ONG tem que fazer papel de ONG e governo papel de governo, está acontecendo uma inversão das coisas aqui nessa região, alguma autoridade precisa tomar partido. Essas demarcações vão aumentar os bolsões de pobreza nas periferias de Itabuna e Ilhéus, estamos anunciando uma tragédia social. É preciso que se faça uma grande audiência pública com estudos mais aprofundados para evitar essa situação.

No Radar Notícias

24 respostas para “ONGs Lesb e Floresta Viva induzem Governo Federal ao erro”

  • Paulo says:

    Tive a oportunidade em trabalhar no Probio no levantamento das espécies biologicas do sul da Bahia…O IESB teve um papel muito importante nesse trabalho junto ao CNPQ. É preciso ficar atento e conhecer melhor essa ong IESB… Essa Instituição é reconhecida por pelo poder publico e empresas privadas pelos importantes trabalhos realizados para conservação da mata atlântica no sul da Bahia.
    Quem quiser conhecer essa ONG é só visitar ela, garanto que vão ser bem atendidos… http://www.iesb.org.br….

  • kalifRabelo says:

    Pela primeira vez vejo um ambientalista, dizer que as ONgs Floresta Viva e IESB, já causau danos a natureza.Esta matéria é de grande importância para o município de Ilhéus,Ministério Público Federal,Polícia Federal, investigar essas ONGs e seus dirigentes.As ONGs, Floresta Viva e IESB, precisa de audiotores do Governo Federal,auditar o tanto de dinheiro estas OGNs arrasta do Governo e qual a finalidade dado o destino das verbas públicas ,arrecados pelas as ONGs citadas.Essas ONGs, são supeitas e devem ser investigadas.O Procurador do Min.Público Federal,já esta de olho nestas ONGs e seus dirigentes.Denúncias é que não falta!O que precisa mesmo é investigar e auditar.
    Kalif Rabelo

  • Marcus Paulo says:

    Na verdade, tudo que esse ambientalista falou é verdade.Quem é instituição IESB ? Segundo informações, vive de projetos, e recebe muito dinheiro de fora do Brasil. A movimentação financeira é grande,a ponto de movimentarem ( Milhões em Euro ). A fiscalização destas entidades é necessaria , e relevante.

  • FASKOMY says:

    NNGUEM DESTRÓI NADA AQUI. ESSAS ONGS E OUTROS PROPRIETÁRIOS SIM. GUILHERME LEAL DESTRUIU E NÃO FOI PUNIDO..

  • Paulo Souza says:

    Só quem estar sofrendo com a pressão governamental sobre as demarcaçõesde terras aqui na região sabe o sentimento de insegurança que estamos passando. Precisava um ambientalista do lado de lá falar aquilo que a região e as autoridades precisam saber. Conheço Erlon, ele demorou de se posicionar, mais se assim o fez, é bom que se ouça, não podemos ficar surdos diantedas ameaças das demarcações, afinal de contas não precisamos de ongs para dizer o que temos que fazer. Se a biodiversidade sesta ai, é porque a duzentos anos ajudamos a preservar. Deus abençoe vc Erlon, sua palavras me confortaram.

  • Maria do socorro mendonça says:

    Este Senhor Erlon, dessa Fundação Poturu, não diz coisa com coisa ou o jornalista não conseguiu entender direito o que ele quer. Está claro que sente-se prejudicado pela criação de Unidade de Conservação Integral ou pela demarcação das terras índigenas.
    Está atribuindo a ONG”s reconhecidamente respeitadas pelos trabalhos que desenvolvem, o que é papel do Estado. Ele precisa saber o que é Governo e Não Governo, os trabalhos que desenvolvem, para depois sair por aí se permitindo ser usado por aqueles que se sentem prejudicados de alguma forma, principalmente se já prestaram serviço em uma delas e saiu, não é verdade seu Erlon? Se todo governantes em todos os governos prestassem para o homem os serviços prestados pelo IESB e pelo Floresta Viva, estaríamos bem melhor. As ONG’s que não prestam são aquelas ligadas a políticos safados e ladrões, estão sempre conectadas com um desses. Parem com essa história de colocar tudo no mesmo saco. A ignorancia é triste. Regularização fundiária é problema de Estado, são eles que pagam e não as ONG’s. Além disso, não foi IESB e Floresta Viva (7 anos de existencia)quem fez o EIA/RIMA da Estrada Ilhéus-Itacaré, que tem 12 anos. Além disso nenhuma das duas tem nada a ver com a Ferrovia Norte Sul e muito menos estão vendendo facilidades. Nunca vi tanta asneira junta. Ora essa criatura é a favor, ora é contra e não sei ao que. Nada ficou claro. Pior foi a citação da CEPLAC no final da matéria. Falta conhecimento para ter sido escrita a matéria, em todos os sentidos. A única coisa clara é que este Senhor está se sentindo prejudicado de alguma forma com alguma terra dele sendo atingida.

  • Biólogo says:

    É tanto “ambientalista” que está surgindo recentemente. Muito conversa fiada sem embasamento científico ou referenciada em pesquisa de baixa qualidade. Hoje qualquer um pode se autodenominar “ambientalista” e sair dando pitacos em assuntos no qual não é especializado. Esse é o problema: muito amadorismo.

  • Teria sido muito melhor que o Senhor Erlon Botelho ficasse calado, a falar tanta bobagem.
    Acho que a discussão é boa, opiniões discordantes ajudam que os leigos possam conhcer os dois lados da questão.
    Agora sentar para escrever bobagem e acusar terceiros sem provas e sem rigor científico, diria que é pelo menos IRRESPONSABILIDADE.
    Aliás, quem é o Senhor Erlon???

  • Teco says:

    Diante de tanta verborragia não dá para ficar calado.
    A primeira questão a se colocar é: Algumas “revelações” ditas pelo Sr. Erlon não possuem nenhuma fundamentação, por exemplo a crítica feita à criação do Parque Estadual Serra do Conduru, que foi criado pelo governo do estado como forma de compensação ambiental pelos impactos causados com a construção da Ilhéus-Itacaré, o mais interessante é que atualmente esta unidade de conservação é destaque nacional e internacional por apresentar uma das maiores biodiversidade do mundo. Se o governo ainda não indenizou algumas famílias isso não é responsabilidade destas instituições, quem garante que as famílias de Ponta da Tulha serão indenizadas por causa da instalação do complexo intermodal?
    Sobre o processo de licenciamento ambiental, o que são e como funcionam a execução das medidas determinadas no EIA pode acessar o sítio do MMA sobre licenciamento ambiental, é só digitar SISLIC no google e se informar ou acessar o sítio da IMA para obras do governo do estado.
    A segunda questão é: É proibido receber dinheiro de agências nacionais ou internacionais de fomento? É proibido uma ong concorrer a um edital aberto pelo governo? O governo federal admite e apoia a participação destas ong’s no processo. As ong’s ou agências internacionais também admitem e inclusive AUDITA estas instituições antes de aprovar os financiamentos. Se não é correto receber dinheiro estrangeiro o que dizer da instalação de um porto PRIVADO que afetará negativamente milhares de pessoas e diversos ecossistemas para o benefício de uma mineradora?
    Sobre a criação de UC’s (Unidades de Conservação) as declarações são altamente desastrosas, demonstra total desconhecimento da questão e não cabe aqui explicitar, fica como sugestão a leitura do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Um equívoco é a declaração de que a CEPLAC é a matriz científica da região! Na tentativa de minimizar as pesquisas desenvolvidas, especialmente pelo IESB, acabou esquecendo da extrema importância da UESC e de mencionar que a própria CEPLAC realizou e realiza diversas ações e pesquisas em parceria com estas instituições.
    Por fim deve-se perguntar: Quem é Erlon Botelho? Onde fica esta FUNDAÇÃO ECOLÓGICA POTURU? Não se tem notícias de sede, site, relatórios anuais de atividade, de pesquisas desenvolvidas, de campanhas de educação ambiental, de trabalhos científicos publicados e elogiados no Brasil e exterior, não se encontra informação sobre algum prêmio recebido pela atuação na preservação da Mata Atlântica, se deselvolveu ou desenvolve projetos de extensão em comunidades rurais da região, se já realizou trabalhos técnicos em parcerias com a UFMG, UESC, CEPLAC, MMA, IBAMA, UE e muitas outras entidades nacionais e internacionais, se possui quadro permanente de pesquisadores com mestrado e doutorado no Brasil e no exterior, se acolhe estagiários de diversas áreas do conhecimento auxiliando-os na sua formação acadêmica entre outras ações, enfim, ao contrário da Fundação “Ecológica” Poturu, estas duas instituições tem realizado todas estas ações acima citadas durante seus anos de atuação na nossa região e fora dela.

    Fica o alerta aos blogs, mesmo sendo a imprensa livre é preciso checar algumas informações, ao menos se possuem alguma FUNDAMENTAÇÃO, antes de postar determinadas matérias.

    Debate ideológico não se desenvolve com calúnias!!!

  • Morubixaba says:

    Mais um louco oportunista a falar do que não conhece, já não basta um tal do Uaquim, mais esse agora, a ampliação da REBIO-UNA, a criação do Parque do Conduru e a demarcação do Território do Povo Tupinambá, são politicas responsáveis de um Estado que se preocupa com o Meio Ambiente, graça as ONGs regionais, estamos salvando estas região do caos ambiental, ocasionado pela monocultura do cacau e pela praga da vassoura de bruxa. Empurando os trabalhadores rurais semi-analfabetos oriundos das Fazendas de Cacau a buscar sobreviver muitas vezes consorciados com estas realidade,sem capital e sem poder acessar crédito em Bancos. Estas ONGs em busca do desenvolvimento sustentável lutam a duras penas para que salvar o que restou da Mata Atlântica na nossa região.

  • GRAMA says:

    É facil saber quem é quem nessa historia. o IESB e o Floresta Viva tem uma receita mensal maior que a do muncipio de Buerarema. Lembrando que o municipio tem que pagar funcionalismo, cosntruir obras etc. É bom lembrar que a mulher do Americano dono do IESB peirateou o projeto da ceplac entre eles o do mico leão da cara dourada de da Fundação Pau Brasil, eles não fizeram nada,Lembrar ainda quem titulou a Mata Atlântica como a maior biodiversidade do planeta foi um estudo da ceplac em parceria com o Jardim Botanico de Nova York, quem fez o estudo de impacto ambiental da estrada Ilheus Itacaré foi o Iesb, com varias falha. O grama tem um relatorio detalhado das contradições do Iesb dese estudo, na epoca Ruy Rocha era um dos membros do Iesb. Ta facil resolver essas questões é essas ongs abrirem suas caixas pretas, e fazer um comparativo dos anos de existencia fiscal com o que elas produziram de resultados cientificos.

  • Paz para a região says:

    É só perguntar a esse pessoal onde eles vão colocar mais de duas mil familias da região onde eles estao ajudando a descolonizar.

  • Teco says:

    GRAMA, o fato de uma instituição ter orçamento maior que a da prefeitura de Buerarema ou de outra cidade qualquer, não a torna irregular, lembre que nestas instituições também existem funcionários e demais despesas para execução das acões, sem contar que estas instituições em raras exceções podem comprar material permanente, alguns carros, por exemplo, que são adquiridos pelos projetos são doados para alguma instituição governamental no fim do mesmo evitando assim que o dinheiro concedido seja revertido em benefício próprio. As instituições também apresentam relatórios e constantemente são auditadas por outras organizações.
    Acho que está havendo uma desinformação quanto à propriedade do IESB, a instituição não possui DONO, isto pode ser verificado em cartório já que a instituição está reconhecida como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).
    Sobre o EIA/RIMA da BA-001 (trecho Ilhéus-Itacaré) conheço apenas que alguns membros do IESB participaram do estudo, mas este não foi realizado pela instituição. O EIA/RIMA da rodovia Itacaré-Camamu, e do Porto Sul tiveram participação de professores da UESC, isto não quer dizer que a UESC fez o estudo destas obras.
    Se o GRAMA tem um relatório com “irregularidades” porque não formaliza uma denúncia?
    Os argumentos postados aqui são apenas reacionários, é preciso avançar…!!!

  • Prezada,
    Socorro Mendonça

    A conceituada defensora das ONGs, Ação Ilhéus,tem lá seus motivos que não tenho nada com isso é paga para defender interesses de grandes emprendimentos e latifúndios fas e desempenha seu papel.Já me disse ser a favor da demarcacação das terras indígenas que pertence ao indíos tupinambás, só não sei onde ela arrumou estes cablocos de olhos azul como legítimos índios e tanto defende sua causa.A razão é simples ela e seus clientes não possuem terras em litígio com os falsos índios, por isso é a favor da causa indigenistas demarcar e deixar mais de 2680 famílias ao relentos, 23. mil família vivem na área em litígio e exploram suas pequenas propriedades e produzem alimentos que abastece a cidade de Ilhéus, com o suor de seu trabalho.O que me consola é saber que o Porto Intermodal, vai ser construido na Ponta da Tulha e dias melhores, prometem ter a cidade de Ilhéus, com os investimentos que Ilhéus vai receber e gerar emprego e renda.
    Grande guerreira, a guerra terminou é hora de hastear a bandeira da Paz!
    Nossa causa, encontra-se no STF é lá que vamos resolver a questão de quem realmente é as terras, de quem trabalha nelas e delas tiram seu sustentos ou dos falsos índios!
    Feliz Ano Novo!
    Kalif Rabelo

    • Maria do socorro mendonça says:

      Rabelo, a solução para questões dessa natureza não é desqualificar pessoas ou Instituições sérias. A questão índigena existe e não sou eu ou você quem vai resolver isso. Somos irmãos e não podemos fazer disso uma guerra fratricida. Se os cadastrados na FUNAI são índios ou não, não cabe a mim responder e sim a estudos antropológicos e questionamentos judiciais. Acredito que isso está sendo feito. Nasci e me criei em Olivença e com certeza ali existem índios que chamam de “cablocos”, remanescentes índios? Está correto isso? A decisão é uma questão de Estado pois esse é um débito de Estado e nós somos Estado.
      Tão ruim quanto demarcação de terras índigenas ou criação de Parques, certamente é também todo o Complexo Intermodal que da mesma forma irá desapropriar terras e retirar homens do campo. Somos favoráveis a um outro modelo de desenvolvimento econômico, de forma que o homem fique no campo e vá até ele tudo que é necessário para que esteja conectado com o mundo. Em Ilhéus, 72% da população está na área urbana do município e certamente que a tendência é piorar. Criação de Parques é necessária, mas o Estado, através dos Governos, não está gerindo da forma como deve ser, essa questão. A decisão da criação de Parques não é das Instituições que este Senhor está criticando, para as quais devemos nutrir o maior respeito, as quais têm corpo técnico de excelente qualidade e pessoas que merecem o nosso respeito. Guardem e utilizem suas energias para termos gerindo nossos municípios, Estados e Nação, pessoas comprometidas com o todo e certamente tudo acontecerá como deve. Se dêem ao respeito ao invés de estarem agindo de forma que se crie um clima de guerra para quem faz o bem. Procurem saber antes qual o interesse de quem está querendo isso, vejam se são apenas moleques, se gostam de ver circo pegar fogo ou são pessoas sérias interpretando mal, por total ignorancia. Tudo é possível! Quanto a mim, me respeite da forma que te respeito e se está entendendo que cometo crime, me denuncie. Tenho endereço certo e costumo trabalhar muito por aquilo que acredito e durante minha luta, jamais viu ou ouviu partir de mim qualquer atitude discriminatória, que incitasse à guerra, que desqualificasse quem quer que seja. Tudo que entendi está incorreto, preparei relatórios, apresentei provas e transformei em denúncias no Ministério Público. Todo este material é público. Portanto, não tente desqualificar meu trabalho reduzindo-o a defender interesses de alguns, quando luto inclusive para salvar a sua vida, que volta e meia tenta me desqualificar, usando a palavra guerreira. Sou sim! Mas pare com isso, por favor! Continuarei te respeitando até que entenda ter ido longe demais e tendo provas nem você ou qualquer outro estarão livres de que eu busque o que existe para todos no sentido de nos defender e que nós pagamos em forma de impostos, que é a justiça. Que o seu Deus te abençoe! Continuarei respeitando a todos.

  • Correção:2680 famílias e 23 mil pessoas ao relento.
    Kalif Rabelo

  • Grama2 says:

    Teco, quem conversa demais da bom dia a cavalo. Vcs tem que dizer claramente onde o governo vai assentar duas mil familias juntando o aumentoda poligonal da rebio, as 47 mil hectares para os falsos indios e o parque nacional da serras das lontras. Dizer claramente que foram vcs que influenciaram o governo a fazer isso. e ainda, mensurar o impacto economico e social que vai ocorrer na região.Nao venha dizer pra sociedade que vcs não participaram da força tarefa que criaram esse tulmumto. E por fim entregar o balancete de vcs do tempo em que vcs estao constituido para a receita federal e ministerio publico federal. Dizer ainda que vcs tem um loby para executar compensaçoes ambientais em autos de multas de infração, ou seja denunciam as empressas e depois vão lá fazerem plantios etc e tal. ésósaber quem fez a denuncia contra Txai e depois foi lá fazer plantio de arvores como recomendação ibama.
    aSSIM É BOM SER AMBIENTALISTA.Abram a caixa preta de vcs e tudo vai ficar em paz.

    • Teco says:

      Olá,
      Quando vc diz: “Vcs tem que dizer claramente onde o governo vai assentar duas mil familias”. Não pertenço ao corpo técnico de nenhuma desta instituições, mesmo assim sei que não é dever delas apontar o reassentamento das famílias que vc diz que serão desalojadas. Como vc sabe houve a criação de uma REVIS (Refúgio da Vida Silvestre) que englobou, de certo modo, a REBIO-UNA. Neste caso a REVIS não prevê retirada das famílias, (ver: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=240&idConteudo=10079&idMenu=10695). No caso de Serra das Lontras sim, mas aí o número de famílias é outro.
      Quando vc coloca: “Dizer claramente que foram vcs que influenciaram o governo a fazer isso” transforma o ESTADO em vítima, o que não é verdade, pois o MMA possui corpo técnico muito bem preparado e caso não achasse necessário a criação ou ampliação de alguma unidade de conservação não teria feito.
      Por fim: “Dizer ainda que vcs tem um loby para executar compensaçoes ambientais”, Loby? realmente deve ser muuuuuiiiito rentável executar estas compensações, inclusive todas as pessoas que eu conheço que executaram estas compensações estão muito bem de vida, com vários carros na garagem…rsrsrs (por favor, não brinca!!!) Me impressiona como o argumento de quem critica a atuação destas instituições é sempre muito mais ECONÔMICO, do que ideológico.
      Dito isto, acredito que a discussão sobre (des)territorialização de famílias por conta das questões ambientais, indígenas e obras de infraestrutura (complexo intermodal) deva sim ser levantada, mas sem criar factóides como foi feito com a entrevista do Erlon.

      Ah, e um BOM DIA para vc!!

    • carlos vianna says:

      Isto é uma acusação muito grave(CRIME) ,deve ser formalizada ao Miniterio Púplico.Formação de Quadrilha e outros agravantes com o envolvimento e/ou consentimento do IBAMA

  • Ramoile says:

    …será que para humanidade não está tendo valor nenhum, e o que DEUS pensa disso? Uma minoria será vitoriosa? E o que fazer com pessoas que passaram suas vidas dedicanco na criação de sua família, tirando o sustento de terras que lhes fora passada por avô, pais … E, que neste tão curto tempo, com suas presenças em áreas sem permissão de adentrarem, mentindo, e que na realidade, estão querendo deixar os municípios que tanto ajudou está BAHIA, apedir esmola! Valeu ERLON, Parabéns!!!!!!!!

  • Ramoile says:

    Segundo o ART. 225, que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado(certo!), bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo(certo!) para as presentes e futuras gerações. Não está sendo o nosso caso, nosssa região com estes procedimentos Governamentais, atraído por OGN’S com fins lucrativos, procedendo de maneira arbitrária, descolonizando a ZONA RURAL e enjetando os esfomiados…

  • FASKOMY says:

    saiam de ilheus===MUITA GENTE ESTRANHA AQUI AGORA…SE PIQUEM E DE ONIBUS.

  • gilberto says:

    Ongueiros, tenham calma. Parece qua vcs tem uma ferida ou que a ferida de vcs estão bastante aberta, bastou o erlon fazer um comentário e todos vcs já apresentam vossas defesas ativas. De que vc tem medo? ou o que vcs querem esconder? Isso parece narcisismo não primário conforme asseverava S.Freud, mas um nascisismo primitivo. Vamos ao debate,sadio, social, positivo ao modo antropológico.Nada de brigas. Lembrem as palavras ferem quando vem de argumentos como esses emitidos por vcs. Paz na terra aos homens de boa vontade.

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