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:: 2/nov/2012 . 20:16

Rolando no face …


Enviada por Marcelo Ribeiro.

Maria Regina Canhos Vicentin em: Quem tem medo da morte?

Outro dia estava lendo um artigo do Gabriel Perissé e ele dizia que a gente costuma conviver muito bem com a morte… dos outros, lógico; pois, quando se trata da própria morte quase todos ficam amedrontados. A morte é um mistério. E, sendo mistério, por si só apavora. Quem gosta de viver costuma evitar o assunto morte. As funerárias sabem bem disso, pois tiveram que associar aos seus planos alguns convênios e os serviços de outros profissionais, sem os quais certamente ficaria muito mais difícil comercializar um plano funerário. Quase ninguém quer saber de morrer e pensar em comprar o caixão antecipadamente parece atrair maus fluidos, não é mesmo? Claro que isso é crendice, mas a gente costuma se incomodar um pouco.

Tive uma professora de direito sucessório que dizia: – “Pessoal, vocês não imaginam o medo que as pessoas têm de fazer o inventário em vida. Pensam que estão chamando a morte”. E, às vezes, o inventário demora tanto para ser concluído que, mesmo os herdeiros, só recebem depois de muitos anos. Alguns morrem antes.

Quando pensamos na morte nos sentimos desprotegidos, principalmente porque, quando mortos, ficamos livres deste corpo que temos hoje. Sabemos pela ciência e pela observação que ele se decompõe, e resta muito pouco para contar a nossa história depois que os “bichinhos” resolvem nos atacar. É nessas horas que a gente percebe como o belo é efêmero mesmo. E não só o belo, mas igualmente, nossas posses e tudo o que acumulamos de material aqui na Terra. Os faraós eram sepultados com os seus pertences, pois acreditavam que as pessoas valiam pelo que possuíam. Hoje sabemos que isso não passa de ficção, e que os bens se deterioram da mesma forma que o nosso corpo físico. E agora, hein?!

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OS TRANSATLÂNTICOS E UMA ILHÉUS AO VENTO

Aos ilheenses que aqui estão e aqueles que estão fora deste torrão, é doloroso relatar alguns fatos, mas esta é a triste realidade, que se encontra esta cidade.

Esta foto foi tirada hoje, dia 02/11 (sexta-feira), Dia de Finados, bem em frente ao nosso Palácio Marquês de Paranaguá. Passagem obrigatória de todo turista que nos visita. Isto é apenas uma agulha no palheiro, de como está nossa área central, que segundo uma nota da prefeitura, deverá passar por uma limpeza, antes do dia 05 de novembro, pois é quando começa a nova temporada 2012/2013, dos transatlânticos aportando por aqui, num total de 27 navios até março de 2013.

Se realmente esta limpeza ocorrer, o que nos deixa perplexo é que, aos olhos do nosso administrador, os turistas só deverão visitar a área central da cidade, que é um ledo engano. Com isto, os turistas terão ao seu inteiro dispor todos os outros pontos turísticos em condições de total abandono, onde os urubus fazem a festa.

Nossos pontos turísticos envolvem outros atrativos, como aproximadamente 80 km de belas praias (mas sujas), Lagoa Encantada, Olivença, Baía do Pontal (entregue ao mato, lixo doméstico, entulho e sujeira de modo geral), Rio do Engenho, Praias do Sul, Morro de Pernambuco (entregue a tudo e a todos), etc, etc. Além do lixo, nossas ruas e avenidas encontram-se “esburacadas”, que na verdade, é melhor parar por aqui.

Em 1996, a nossa vizinha cidade de Canavieiras, já despontava a todo vapor, para o turismo e passando a ser seu “carro-chefe”. Tive a oportunidade nessa época, de assistir uma palestra, que no final a palestrante disse: “Uma cidade que não é boa para o cidadão local, não é boa para o turista”. – frase esta de autoria desconhecida, segundo ela, mas no resumo é a mais pura verdade, e Ilhéus ainda não se apercebeu disto.


José Rezende Mendonça

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”.

O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação
Fonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br

Agrissênior Notícias – Nº 404 – 7 de novembro de 2012


Para ver em TELA CHEIA clique onde estão as 4 setinhas (lado direito).

S O C O R R O

Os moradores das Ruas  Ana Nery e Joana Angélica querem saber para  onde está indo o valor da TIP que é cobrada todo mes na conta de energia e a situação é esta, escuridão total, segurança ZERO.

Paulo Francisco





















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