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:: 27/jan/2013 . 20:27

VEM LOUVAR VERÃO 2013 – EVENTO IGREJA BATISTA LINDINÓPOLIS

CAPA SITE R2C

TRAGÉDIA EM SANTA MARIA: NEGLIGÊNCIA, IRRESPONSABILIDADE E IMBECILIDADE

Não acontecem todo dia, mas não são raros os incêndios em cinemas, teatros e boates, ambientes que têm em comum muita gente e pouca iluminação. As tragédias do passado bem que poderiam servir de exemplo e alerta aos empresários do presente. Mas não.
Pirotecnia em ambiente fechado (é como se você acendesse alguns “vulcões” juninos em sua sala de estar ou no seu quarto de dormir);
Dificuldade em localizar e acessar os canais de evacuação ou saídas de emergência;
Despreparo de funcionários para coordenar evacuação em massa;
Má fiscalização do órgão competente;
Essas e outras regras de segurança descumpridas e ignoradas.
Resultado: mais de duas centenas de vidas ceifadas, bem ao estilo acidente aéreo.
Antes que eu esqueça, a “imbecilidade” do título é a tal pirotecnia em ambiente fechado, a provável causa de tudo.

Nilson Pessoa

Autoridades atualizam para 232 números de mortos em boate em Santa Maria (RS).

Rio Grande do Sul –  As buscas pelos corpos das vítimas do incêndio na boate “Kiss” em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, na madrugada deste domingo, se encerraram e as autoridades atualizaram o número de mortos para 232.
Segundo o major do Batalhão de Operações Especiais (BOE), Cleberson Braida Bastianello, 117 pessoas estão hospitalizadas. Bombeiros teriam recontado os corpos, o que justificaria a atualização.
A correção do número de mortos foi divulgada durante entrevista coletiva à imprensa no ginásio do Centro Desportivo (CDM), para onde os corpos foram levados para a indentificação e reconhecimento das vítimas pelos familiares.
As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas.

Autoridades atualizam número de mortos para 231 | Foto: Agência Brasil

Autoridades atualizam número de mortos para 231 | Foto: Agência Brasil

Seguranças teriam fechado as portas e impedido à saída!!!
Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido de Melo, algumas testemunhas disseram que os seguranças da boate Kiss inicialmente fecharam as portas para impedir a saída das pessoas sem pagar. A dificuldade na evacuação causou várias mortes por asfixia.
“A maioria terminou morrendo por asfixia, pela inalação dos gases tóxicos, e muito poucos por queimaduras. O que provocou a tragédia foi o uso de um material não autorizado, o pânico, a inalação de fumaça tóxica e a porta fechada”, afirmou o oficial. Pelo menos 245 pessoas morreram na tragédia e mais de 200 ficaram feridas.
Segundo testemunhas, o fogo começou por volta das 2h30, quando o cantor da banda que se apresentava realizou um espetáculo pirotécnico e as faíscas alcançaram a espuma utilizada como isolante acústico no teto da boate. As chamas e a fumaça provocaram pânico entre as pessoas que estavam na discoteca e uma correria em direção às portas de saída, onde alguns presentes morreram pisoteados.

Fonte: <> JORNAL O DIA – 27.01.2013 às 14h40
Atualizado em 27.01.2013 às 14h57

IGREJAS/CAPELAS DE ILHÉUS – II

Igreja de Santana, na realidade Capela de Santana, que de acordo com informações do site www.ilheense.com.br foi construída em 1556, no Engenho Santana, que pertencia a Mem de Sá. Uma das capelas mais antigas do Brasil, situada no hoje distrito de Rio do Engenho.
No livro “Crônica da Capitania de São Jorge dos Ilhéus”, de João da Silva Campos, editado pela EDITUS, existe a informação de que a Capela de Santana é de 1537.

Foto by Carlos Mascarenhas

igreja santana mascarenhas
Carlos da Silva Mascarenhas
carlos.consultic@gmail.com

Prefeitura de Itabuna

CAPA R2C_2601_08f
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ILHÉUS – CURIOSIDADES – TOLERÂNCIA ZERO

por José Rezende Mendonça

Hoje em dia é muito comentada a chamada “tolerância zero”, ligada, em especial, à cidade de Nova York, quando seu então prefeito Rudolph Giuliani decidiu que a melhor maneira de evitar infrações maiores é punir, com rigor, a partir das pequenas.

Embora coisas aparentemente novas, algumas cidades brasileiras, de pequeno porte, poderiam servir de exemplo, em casos presentes e mesmo de um passado distante.

O autor destas linhas abaixo viveu dos quatro aos trinta e um anos (1928-1955), em Ilhéus, num tempo em que a região sul baiana tinha dimensão nacional, ainda era afamada pela riqueza do cacau, e, como se sabe, o grande Jorge Amado, registraria, com a maior competência, a partir dos anos 30 do século passado, a história, romanceada, dos “frutos de ouro”.

Àquele tempo a população da cidade girou entre 10 mil e 20 mil habitantes, mas Ilhéus, de há muito, tinha três vice-consulados (Suécia, Noruega e Inglaterra) e já contava com agência do Banco do Brasil, quando mesmo algumas capitais não a possuíam.

“Citando”, assim, sem preocupação histórica, conheci, há meu tempo, intendentes e prefeitos de Ilhéus como Eusínio Lavigne (que veio com a revolução de 30, ficou sete anos e é, até hoje, considerado como o administrador de maior visão que Ilhéus já teve) Mário Pessoa (duas ou três vezes prefeito), Raymundo do Amaral Pacheco, Eunápio Peltier de Queiroz, todos eles com cursos superiores e integrantes da elite da terra. Ligava-os, como regra geral, a preocupação de todos com o aspecto da cidade e eram, podemos dizer partidários da “tolerância zero”.

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