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:: 27/dez/2015 . 20:13

No GOTAS DE PAZ

Sempre Escutando

Normalmente durante a vida, somos convidados a vários aprendizados e experiências que nos fazem crescer e evoluir, todos somos capazes de desenvolver virtudes e aplicá-las em nosso dia a dia, mas esta tarefa requer de nós esforço, dedicação e é claro mudanças.

Muitas vezes falamos demais e escutamos de menos, o escutar também é uma virtude, porque não ouvir o outro também nos faz impacientes e muitas vezes intransigentes diante do outro.

Quando escutamos mais temos a oportunidade de amadurecer pensamentos e consequentemente de melhorar nossas ações.

Quantas vezes tomamos atitudes intempestivas porque não escutamos o outro e se não escutamos certamente não utilizamos a compreensão e não compreendendo fatalmente falamos algo que magoou alguém? pois bem, escutar  exercita a paciência e nos faz compreender melhor o outro ou a situação.

Sempre escutando temos a oportunidade de não falarmos o que não queríamos falar e desta forma podemos evitar muitas decepções e magoas.

Lembremos que temos dois ouvidos e apenas uma boca, desta forma podemos entender que escutar mais é melhor que falar demais.

GOTAS DE PAZ:

http://www.gotasdepaz.com.br/sempre-escutando/?utm_source=27%2F12%2F2015&utm_medium=email&utm_campaign=27%2F12%2F2015

Jorge Vieira

Por Luiz Ferreira

JORGE VIEIRA

Luiz Ferreira

Empreendeu sua viagem estelar, depois de se manter proficiente  ininterruptamente por tantos anos, produzindo com sua fábrica de ideias a todo vapor.  Tinha uma sensibilidade muito grande para a Educação,  razão pela qual abraçou a carreira de Extensionista  Rural. Por toda a sua vida profícua defendeu suas teses, ora em artigos, outras vezes em livros, privilegiando um repensar aos seus leitores, sobretudo sobre modelos institucionais integrados à sociedade circunscrita.

Sob esta  visão defendia uma junção CEPLAC/UESC, concebendo uma Universidade abrangente.
Alguns fatos tenho na lembrança que o dignificaram, carimbando com louvor a sua missão no Sul da Bahia, a sua região de origem. Cito apenas dois :
1. Com os conhecimentos adquiridos em Viçosa , implantou o Serviço de Extensão Rural da Ceplac, indo mais alem: formou jovens Extensionista selecionados por ele mesmo nas Escolas de Agronomia; e
2. Dele, partiu a idéia do PROCACAU, e buscou meios aos seus participantes, proporcionando viagens de estudos aos países produtores de cacau, tanto na África quanto na Ásia.
Assim foi o Jorge Vieira, que aprendi a admirar, mantendo um relacionamento amiúde  por todos esses anos, que só nos fez bem em mão dupla. Um sonhador de bons sonhos sonhados , eivado de bônus, alimentando – se a si mesmo para novas empreitadas.
E como todos aqueles que deixam marcas do bem no plano terreno,  JV não morreu. Encantou – se. Vai plantar suas ideias em outra dimensão.
Seu colega e amigo,
Luiz Ferreira.

QUEBRA-MOLAS CLANDESTINOS

Ou quebra-molas assassinos, como queiram.

São “construídos” ilegalmente, muitas vezes por mutirões de moradores das comunidades, preocupados com a velocidade dos veículos e atropelamento de pessoas. Existem em várias cidades, geralmente nas periferias. A ignorância dos populares sobre o assunto propicia a construção “a facão” de um equipamento de trânsito que exige certificação de órgão especializado, material adequado, dimensões específicas e, sobretudo, sinalizações vertical e horizontal, incluindo pintura apropriada no próprio equipamento.
Exemplos desse perigo, em Ilhéus, são os quebra-molas ao longo da Av. Nossa Senhora Aparecida (Barreira). Certamente a maioria deles é clandestina, se não sua totalidade. 
Chamo a atenção, em especial, ao quebra-molas clandestino situado nas imediações do ponto de motoboy, proximidades da igreja Mórmon. Pra piorar, um recapeamento asfáltico recente passou por sobre o dito quebra-molas, o que serviu para camuflá-lo ainda mais e torná-lo quase imperceptível, principalmente à noite. De quando em quando, alguém pinta com tinta branca inapropriada (parece cal), que dura alguns dias apenas. Capaz de ser um dos próprios “construtores”, com certo peso na consciência de tanto testemunhar incidentes com automóveis e acidentes com motociclistas naquela sua “obra”.
Urge uma ação do poder público, no sentido de vistoriar, regularizar/sinalizar ou retirar essas verdadeiras armadilhas que, instaladas por leigos de forma clandestina e irresponsável, acabam colaborando para a dizimação, e não preservação de vidas.
Nilson Pessoa





















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