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:: 15/fev/2016 . 20:54

Lei ou Conveniência??

Observo que já alguns anos, entre começo de dezembro até depois do carnaval, aqui em Ilhéus é permitido estacionar no canteiro central da Av. Soares Lopes. Acho ótimo que isso aconteça, haja visto a nossa dificuldade para encontrar uma vaga. Mas realmente  fico indignada.

Hoje quando cheguei já encontrei os tais cones…..Proibindo o estacionamento.

Já sei , já sei vão dizer é a LEI. Que só vigora de meados de fevereiro até inicio de dezembro?? Por causa do aumento de números de carros devido à presença de turistas?? Se durante o fim de ano com intenso movimento não houve transtorno com essa permissão, porque esse beneficio não pode ser estendido à nos, moradores de Ilhéus durante o resto do ano?

Creio que seja CONVENIÊNCIA para facilitar aos turistas. Mas e nós? Não merecemos essa facilidade (e felicidade) também?

REESTRUTURAR, DESMONTAR OU MUTILAR A CEPLAC?

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador aposentado da CEPLAC, Escritor

luizferreira1937@gmail.com.

 

Luiz Ferreira

Publiquei este artigo, em dezembro de 1989, no JORNAL AGORA, de Itabuna, portanto há 26 anos atrás, quando só se falava em reduzir o quadro da CEPLAC, sem a preocupação de torná-la eficaz e atualizada para o momento requerido. A síndrome era que a Instituição tinha muita gente e o “mote” era demitir, por em disponibilidade e desestimular os mais velhos. Veja no que deu! Como agora, ano 2016, se fala numa outra CEPLAC, creio que o modesto documento possa ter alguma serventia para os formatadores de um novo modelo que se anuncia, apesar de tempos outros, advertindo-os que se trata de um Patrimônio Agrícola Institucional sem precedentes, cujo modelo sui generis foi reconhecido até internacionalmente (IICA-OEA).

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Quando se tenciona reestruturar uma organização, é fundamental que se defina qual será o papel. Isso porque a estrutura é conseqüência, vindo depois desta definição, já que uma simples mudança de “quadrinhos” não é panacéia. Por outro lado, há que se atentar para o estabelecimento de diretrizes, programas, metas e meios para se atingir os objetivos propostos, sem esquecer a decisão firme, o comprometimento e a obstinação do fazer.

No caso específico da CEPLAC, primeiramente tem que se saber qual será o seu “negócio”. O que a sociedade espera e quer do Órgão? Quais os anseios e as expectativas dos seus usuários? Que produtos ela pode fornecer?

A resposta a estas indagações é que vai possibilitar a necessidade de adaptar, modificar, mudar os rumos e inovar, identificando os instrumentos capazes de se atingir àquela doutrina preestabelecida

Daí, primordialmente, há que se discutir o papel da CEPLAC para os novos momentos: (a) Órgão voltado exclusivamente para o cultivo do cacau?; (b) Órgão também voltado para outros cultivos de interesse regional?; (c) Órgão de desenvolvimento rural integrado?; ou Órgão de desenvolvimento regional?

Este é o primeiro passo que vai exigir uma discussão ampla e aberta, procurando analisar o cacau no epicentro de uma região de alto potencial agrícola e posição geográfica invejável, porém com uma economia desarticulada.

É óbvio que o gol a se atingir é o desenvolvimento regional, independentemente da função que a CEPLAC venha a exercer. O que a sociedade almeja é a transformação e o crescimento simultâneo da agricultura em concomitância com a solução dos problemas econômicos, sociais, ambientais, políticos, culturais e institucionais, diferentemente da atual economia espasmódica, mercê dos altos e baixos da monocultura do cacau.

Em base a esses pressupostos, um caminho seria a CEPLAC atuar como partícipe do sistema de desenvolvimento regional, na condição de gestora das ações integrativas da produção, espécie de agente de desenvolvimento rural integrado. Isso não significaria e nem seria desejável que ela fizesse tudo, mas poderia indicar, orientar, aglutinar e coordenar ações governamentais. Tampouco, negligenciaria o seu forte – excelência no campo agrícola – mas cooptaria outros parceiros em a ações de mão dupla, possibilitando incrementos nas áreas de biotecnologia, agroindústria, engenharia da produção, estudos da conjuntura regional, “fábrica de projetos”, e captação de recursos.

Isso tudo converge a uma idéia existente de se criar um Conselho de Desenvolvimento Regional, como um fórum representativo, onde participantes de diversos órgãos públicos e entidades privadas estabelecem o consenso relativo a objetivos e estratégias para desenvolver a região. Neste contexto, a CEPLAC coordenaria as ações, concentrando esforços e captando recursos, direcionando-os àquelas atividades de maior retorno à comunidade cacaueira. Seria um conselho presidido pela Secretaria de Planejamento da Bahia, com uma secretaria exercida pela CEPLAC, comprometendo o Estado com a região, numa interdependência apoiada nas ações integrativas e interesses comuns.

Em quaisquer circunstâncias, é imprescindível que se tenha uma CEPLAC forte, moderna e atuante, envidando-se esforços para sua revitalização, ao invés de se perder tempo em atacá-la e até denegrir seu corpo funcional, como sói acontecer na atualidade. Da mesma maneira, que sejam fortalecidas as demais instituições regionais: Cooperativas, Universidade, CNPC, dentre outras.

Assim colocada a questão, qualquer outro caminho de reestruturação da CEPLAC, em que não se considerem os embasamentos doutrinários, as características “sui generis “da região e nem se facultem discussões profundas com os diversos segmentos da sociedade, não passa de um desmonte, com possíveis riscos de se depredar um patrimônio dessa magnitude, peça fundamental ao desenvolvimento do sudeste da Bahia.

Finalizando, é oportuno frisar que estas considerações, mesmo sem querer impô-las como verdade absoluta, podem pelo menos servir de alerta para muitas pessoas que, ao visualizarem um só ângulo do problema, não se apercebem da sua complexidade. Reestruturar não é simplesmente fundir unidades, remover pessoal, extinguir atividades e nem trocar “figurinhas”. É muito e muito mais; positivamente não é tarefa para poucas pessoas e, tampouco, para amadores (publicado em 10-12-1998).

Projeto Fazer Literário oferece novas oficinas em Ilhéus

Iniciado com as Oficinas de Projetos Culturais e de Livro (Edição Alternativa), o Projeto Fazer Literário dá continuidade às suas atividades com a Oficina de Cordel (15 a 17 de fevereiro) e Ilustração (18 a 20 de fevereiro), ministradas pelo cordelista e ilustrador Franklin Costa, atualmente radicado na cidade do Recife.

Oficina acontece na Academia de Letras de Ilhéus

Oficina acontece na Academia de Letras de Ilhéus

As oficinas acontecem na Academia de Letras de Ilhéus, a partir das 18h30min. As inscrições são gratuitas e serão realizadas presencialmente na abertura do evento. O projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

Com novo gramado, Maracanã do Sertão foi recuperado pelo Governo do Estado

Neste domingo 14, no Estádio Municipal José Rocha, o Jacobina Esporte Clube venceu o Bahia de Feira por 2 a 0, e comemorou a primeira vitória no Campeonato Baiano 2016. A partida, válida pela segunda rodada da competição também foi marcada pela entrega do novo gramado e sistema de irrigação, que foram totalmente recuperados pelo Governo da Bahia, por meio da Superintendência dos Desportos (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre).

JACOBINA

JACOBINA

O ato de entrega foi realizado horas antes da partida e contou com a presença de Cícero Monteiro, chefe de gabinete do governador Rui Costa, do diretor geral da Sudesb, Elias Dourado, do deputado estadual Manassés, do prefeito de Jacobina, Rui Matos, e do presidente do Jacobina Esporte Clube, Rafael Damasceno. Além do novo gramado, o equipamento também passou por adequações na tribuna de honra, tribuna de imprensa, alambrado, portões de acesso, vestiário, serviços preliminares e instalação elétrica – todas entregues em 2015.

Para garantir um piso de qualidade, a Sudesb investiu R$205 mil na recuperação do gramado do estádio José Rocha, e contratou a empresa especializada Grenn Leaf, que também é responsável pelo gramado do estádio de Pituaçu, considerado um dos melhores do Brasil, e da Arena Fonte Nova (contratada pela Fonte Nova Negócios e Participações). Vale lembrar que a Grenn Leaf foi a empresa responsável por sete gramados dos 12 estádios brasileiros que sediaram os jogos da Copa Mundo Fifa 2014.

“A Sudesb tem investido não só em Jacobina, mas em outros municípios que também têm recebido a nossa atenção. Em Guanambi, no estádio Dois de Julho, que também sedia jogos do Baianão, a Sudesb realizou obras de requalificação, além de outros tantos equipamentos esportivos que já foram entregues, como os estádios de Ilhéus, Riachão do Jacuípe e Jaguarari”, disse o diretor geral da Sudesb, Elias Dourado.

A equipe do Jacobina assumiu a vice-liderança do grupo com 3 pontos, e no próximo domingo jogará em Salvador, onde enfrentará o Vitória no Barradão.

ILHÉUS CONTINUA ALHEIA AO MOSQUITO

A epidemia está aí, aos nossos olhos.
Calamidade deixou de ser ficção.
A população, em sua maioria, continua irresponsável e desleixada.
O Município não adota medidas enérgicas ou perenes para resolver a velha e básica questão do lixo acumulado em áreas públicas.
Conhecido depósito de lixo no Hernani Sá, vizinho ao CAIC.

Conhecido depósito de lixo no Hernani Sá, vizinho ao CAIC.

Pneus e inúmeros outros tipos de criadouros

Pneus e inúmeros outros tipos de criadouros

O resultado, todos sabemos: mais mosquitos Aedes, mais dengue, mais zika, mais chicungunha, mais microcefalia e, vez por outra, possíveis casos de óbito. Que sejam poucos.
 
Nilson Pessoa

Atuação da PM no Carnaval de Ilhéus tem aprovação de 76%, aponta pesquisa de avaliação

Acreditando na importância das pesquisas de avaliação como indicadores da qualidade dos serviços prestados à população, a 68ª CIPM realizou o levantamento de dados pós-festas para avaliar os resultados do plano de operações utilizado durante o Carnaval de Ilhéus.

Segundo o Subcomandante da Unidade, Capitão Hosannah, “a pesquisa é importante, uma vez que nos mostra como a população avaliou a nossa atuação durante o período carnavalesco. O planejamento do Carnaval começa meses antes do evento e buscamos reforços e parcerias para trazer o máximo de segurança ao folião”.

No documento, foi avaliado, através de pesquisa quantitativa, como o folião avaliou a atuação da Polícia Militar, se foi observada a presença da Polícia dentro e fora do circuito e se o folião solicitou algum atendimento ao policial militar. Nesse caso, avaliou-se também a rapidez e presteza no atendimento.

Segundo o documento, foram entrevistadas 300 pessoas as quais informavam se participaram um ou mais dias do evento.

Para o Comandante da 68ª, Major Câmara, “os resultados foram extremamente satisfatórios. Com a pesquisa, observamos que a quantidade de policiais dentro do circuito foi bem notada pelos participantes do evento. Trabalhamos com força máxima para deixar o folião seguro e tranquilo para curtir a festa”.

O relatório revela também 78% dos entrevistados notaram a presença de policiais militares fora do circuito, ou seja, nos acessos e áreas adjacentes. Apenas 5% relataram ter feito alguma solicitação a um policial militar e todos afirmaram que o atendimento foi imediato.

Na avaliação geral, 76% dos entrevistados consideraram a atuação da Polícia Militar no Carnaval de Ilhéus como “boa” ou “ótima”.

“Como a área de abrangência da Unidade recebe grandes eventos, buscaremos cada vez mais apresentar um serviço de excelência para comunidade. Os identificadores da avaliação geral dos entrevistados foram muito positivos e estamos muito felizes com esses resultados. A pesquisa mostra o que foi visto no circuito e, já tendo divulgado a quantidade de ocorrências no período, finalizamos a Operação Carnaval com saldo positivo, afinal, foram apenas 129 ocorrências num universo que contou com a presença superior a 160 mil pessoas”, afirmou o Major.

Fonte: Ascom/AE

PM recupera veículos, prende suspeitos e apreende armas em Itabuna

Armas_Itabuna

Armas_Itabuna

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NOTA DE PESAR

A Procuradoria Geral (Proger) do Município de Ilhéus, pelos membros que a compõem, vem a público registar seu pesar e luto pelo falecimento do dr. Aloysio da Silva Santos Filho, que prestou, como servidor e procurador municipal, relevantes serviços ao órgão e à Cidade de Ilhéus.

         Nosso sentimos à esposa Ligia,  às filhas e familiares.

 

Ilhéus, 15 de fevereiro de 2016

 

OTÁVIO AUGUSTUS CARMO

Procurador Geral do Município





















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