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:: 28/jun/2016 . 23:28

Nota de Falecimento

No dia do seu Aniversário de 482 Anos de Fundação e 135 Anos de Emancipação Política, a Cidade perde um dos Membros da Academia de Letras de Ilhéus.

DORIVAL ALIEle nasceu na cidade de Santa Inês, estado da Bahia, a 8 de dezembro de 1932, filho de Cantídio de Freitas e Julieta Leal de Freitas.

Com o falecimento de seu pai em fevereiro de 1933, sua mãe e filhos vieram residir em Ilhéus no então, arrabalde do Pontal. Portanto, podemos afirmar que Dorival é um ilheense nascido em Santo Inês. O curso primário foi realizado no Grupo Escolar Barão de Macaúbas, tradicional escola pública do município.

Em 1946, iniciou seus estudos no Seminário Central da Bahia – Humanidades, no Seminário Menor, e filosofia e teologia, no seminário Maior, ordenando-se sacerdote em 6 de dezembro de 1959, na Igreja Matriz de São Jorge.

Nos 7 anos de ministério sacerdotal, exerceu os cargos de Diretor Espiritual e Reitor do Seminário São Jorge dos Ilhéus, Secretário da Cúria Diocesana e Capelão do Hospital São José. É desse tempo que me lembro de sua bela oratória.

Mas, nem sempre, os caminhos dos homens são os caminhos de Deus; o que não impede que os novos caminhos sejam santos, também. E o caminho do amor humano tem lá suas razões, que a “própria razão desconhece”. Dorival, mesmo sendo um sacerdote dedicado a Deus, sempre foi um homem honesto e coerente com seu coração. Pediu licença do ministério Sacerdotal em 1966 para casar-se, em 1968, com Marita Maria Ocke de Freitas, e assim, dar início a uma nova caminhada. Do casamento nasceram três filhos: João Paulo, Inês Maria e Dorival Filho.

Estudou filosofia na Faculdade de Filosofia de Itabuna, concluindo o curso em 1969, sendo o orador da turma, como não podia deixar de ser. Posteriormente fez o curso de direito na Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI), concluindo-o em 1978, e foi o orador da turma.

Fez concursos para o Magistério Médio do Estado da Bahia, para Português em 1968, e Psicologia Geral em 1970, passando em 1o lugar nos dois concursos. Exerceu ainda os cargos de Diretor do Instituto Municipal de Educação, IME, Vice-diretor do Colégio Estadual de Ilhéus, diretor do Centro Integrado de Educação Rômulo Galvão, Gerente de Seleção e Orientação na UESC, chefe de Gabinete da Reitoria na UESC e diretor de Revisão da Editus, Editora da UESC.

Foi professor na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC – de História da Filosofia, Antiga e Medieval e Metafísica e Professor de Direito Constitucional; foi titular de Cosmologia do Curso de Filosofia e professor de História da Filosofia no Instituto de Teologia de Ilhéus (ITI).

O Velório está acontecendo na Paróquia São João Batista no Pontal, onde acontecerá a Missa de corpo presente às 14h00 e logo em seguida sairá o cortejo fúnebre.  O Professor foi  membro da Academia de Letras de Ilhéus, ocupando a cadeira n° 11.

FALECIMENTO / DORIVAL DE FREITAS

LOCAL DO SEPULTAMENTO INFORMAREMOS AQUI.

LOCAL DO SEPULTAMENTO INFORMAREMOS AQUI.

IPAC entrega imagens restauradas e abre programa ‘Narrativas’ em Ilhéus

O programa ‘Narrativas Patrimoniais’, promovido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), chega agora no território de identidade Litoral Sul da Bahia, em Ilhéus. A data do encontro confirmada para esta sexta-feira (dia 1º de julho), conta com extensa programação integrando o I Seminário de Museologia e Patrimônio de Ilhéus, promovido pelo Instituto Nossa Senhora da Piedade em comemoração aos seus 100 anos de criação e aos 25 anos de construção do Museu da Piedade de Ilhéus.

O seminário acontece na Biblioteca Municipal Adonias Filho, na Praça Castro Alves, no centro da cidade, e conta com a parceria do IPAC, da Rede de Museus e Pontos de Memória do Sul da Bahia, da Prefeitura Municipal de Ilhéus, da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), da Secretaria Municipal de Cultura e apoio do Fundo de Cultura da Bahia.

IMAGENS DAS SANTASO roteiro de visitas do IPAC começa às 8h, com entrega de 18 imagens sacras restauradas no Instituto Nossa Senhora da Piedade. Dentre as obras de arte entregues totalmente restauradas no Museu da Piedade de Ilhéus estão as imagens das santas Joana D’Arc, Ângela, Teresinha de Lisieux e de Nossa Senhora da Piedade. Fundada em 1916 e concluída em 1928, a Igreja de Nossa Senhora da Piedade, fica no Alto da Piedade, próxima a Baía do Pontal, na cidade de Ilhéus, região sul da Bahia.

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Falecimento de MÁRIO BUNCHAFT

Rabat, Boa Tarde!
É com pesar que informo o falecimento nesta madrugada em São Paulo, do empresário e agricultor sr. MÁRIO BUNCHAF.
A filha do primeiro casal é que nos avisou por intermédio do whatsApp,
No mês passado ela estava aqui em Ilhéus quando o Mario estava internado no Hospital de Ilhéus.
O corpo vai vir para Ilhéus, mas não sei informar o dia e a hora.
Um abraço e fique com Deus.
Zinho

O CARTÓRIO DA RUA

Boca torta, zoio de siri, sapo seco, japonês preto, turuja, cacique, nelore, perna podre, boca de siri, Calça frouxa, meleca, cara de xibiu, preá, pinico, cascavel, pé de pano, lampião, kokar, pé de cana, caveirinha, peninha, goguento, puxerrento, galego, galego, paudefumo, zoio pro cú, china, cú melado, janú, fubá (preto e branco), boca de vaca etc.etc.etc. chamativos carinhosos que fazem parte da nossa vida; identificam nossos amigos, e às vezes alguém que a gente não ia com a cara, nesse caso, pejorativamente.  Aqueles que se sentiam ofendidos se arrobavam, e era definitivamente batizada vida inteira. Era o cartório da rua, tendo como escrivão a criatividade da galera.

Sérgios, Antonios, Freds, Gilenos, Gilbertos, Raimundos, Sandivaos, Sarafas, Vasington, Walmirs, Eduardos, Águidos, Josés, Cesars etc., etc, solenemente batizados pelos pais, se projetaram na vida a serviço da comunidade, como servidores, esportistas, fotógrafos, escritores, policiais, médicos, engenheiros, árbitros de futebol (um deles salvo por um primo distante de tomar muita bolacha), e mais, etc. etc., etc., foi no cartório de rua, onde a galera os batizou que os apelidos estreitaram essa longa relação e como muita paz, vivem e convivem até que a morte os separe.
Muito dos apelidos que fazem parte da minha vida alguns problemáticos, eram ditos e ouvidos em ambientes privativos, extrapolava quando da labuta, uma partida de futebol. Imagina, você chamar o Duí,(policial militar), de cú melado no meio da rua, seria uma catástrofe. Duí, era um  cent half, de muito valor e em jogos onde o campo estava enlameado em função de chuvas, ele dava muito carrinho, conseqüentemente sujava a bunda, a galera não o perdoou.Salve os amigos e irmãos que eu ajudei a colocar nomes.
TONHODEMACUCO
JUNHO/2016

Luiz Castro em: DECOLORES

DORIVAL DE FREITAS 

OITO DÉCADAS

SAUDADES!

Lembro-me de Dorival de Freitas desde a década de sessenta. Gostava muito de ouvi-lo falar, da emoção que colocava na voz, quando discursava. Mas me aproximei dele, quando se tornou meu professor de Cosmologia, na antiga Fespi. Hoje somos amigos e participamos da mesma confraria, a Academia de Letras de Ilhéus.

Dorival de Freitas nasceu na cidade de Santa Inês, estado da Bahia, a 8 de dezembro de 1932, filho de Cantídio de Freitas e Julieta Leal de Freitas.

Com o falecimento de seu pai em fevereiro de 1933, sua mãe e filhos vieram residir em Ilhéus no então, arrabalde do Pontal. Portanto, podemos afirmar que Dorival é um ilheense nascido em Santo Inês. O curso primário foi realizado no Grupo Escolar Barão de Macaúbas, tradicional escola pública do município.

Em 1946, iniciou seus estudos no Seminário Central da Bahia – Humanidades, no Seminário Menor, e filosofia e teologia, no seminário Maior, ordenando-se sacerdote em 6 de dezembro de 1959, na Igreja Matriz de São Jorge.

Nos 7 anos de ministério sacerdotal, exerceu os cargos de Diretor Espiritual e Reitor do Seminário São Jorge dos Ilhéus, Secretário da Cúria Diocesana e Capelão do Hospital São José. É desse tempo que me lembro de sua bela oratória.

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ILHÉUS / MOMENTOS / DIA DA CIDADE (2016)

O 1004

Por Guilherme Albagli

No final do Século XIX inaugurou-se a Intendência Municipal, hoje pomposamente chamado “Palácio Paranaguá”, desenhado no estilo neoclássico, com todos os detalhes que caracterizam este estilo: simetria bi-lateral, colunas apostas na parede frontal, um frontão na parte alta, encimado pelo escudo republicano; acrotério com estátuas alusivas à agricultura e grifos nas suas quatro extremidades; paredes em “pedra-rocha” – nosso conhecido granito -, assoalhos de madeira negra e amarela do Pará; escadarias de madeira com corre-mãos apoiados em delicados colunelos torneados; paredes adornadas por “pinturas de chapa” executadas pelo italiano Oreste Sarcelli; cortinas, sanefas e móveis do mais alto estilo, em jacarandá.
 
Antes de iniciada a sua construção, um bate-boca jornalístico acerca da conveniência da sua edificação: 
 
“Porque construir tal obra suntuosa na periferia do núcleo, ao lado de um charco cheio de mosquitos, cobras e jacarés?” 

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Luiz Castro em: DECOLORES

 História de Ilhéus

A história de Ilhéus remonta a época das capitanias hereditárias, quando D. João III doou vasta extensão de terra, 50 léguas de largura, ao donatário Jorge de Figueiredo Correia, escrivão da corte real. Instalada em 1535 na Ilha de Tinharé, antigo domínio da Capitania de Ilhéus, a sede administrativa logo se mudou para a região da Foz do Rio Cachoeira, a chamada Baía de Ilhéus. Ainda que se falasse da terra as maiores maravilhas, o donatário da Capitania preferiu o luxo e o fausto da corte, enviando o déspota espanhol Francisco Romero para representá-lo na admini- stração da capitania, ademais, enfrentar e depois pacificar a bravura dos índios tupinambás.

Vila de São Jorge dos Ilhéus Logo, a amizade dos colonizadores com os nativos tornou possível a fundação cultural da Vila de São Jorge dos Ilhéus, que se transformou em freguesia em 1556 por ordem de D. Pero Fernandes Sardinha. Considerada por Tomé de Sousa como “a melhor coisa desta costa, para fazenda” a região se tornou produtora de cana-de-açúcar e ganhou muitas construções. Mas, com a chegada dos ferozes índios Aimorés, que passaram a atacar as plantações, Ilhéus sofreu o declínio econômico que resultou em decadência. No século XVIII com a importação de mudas de cacaueiros da Amazônia e sua notável adaptação à condições climáticas da região, Ilhéus viu brilhar diante de si um novo eldorado. O cultivo do cacau passou a gerar um número sem fim de histórias, receadas de cobiça, amores e lutas pelo poder, formando um terreno fértil para os romances de Adonias Filho e Jorge Amado, onde narram as paixões desenfreadas dos coronéis por dinheiro, mulheres e terras.

Doação da Capitania de Ilhéus – 1534

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No GOTAS DE PAZ

Superação de algo

A vida as vezes pode parecer difícil,
mas nunca devemos deixar nos abater.
Devemos sempre procurar ser forte e capaz de lutar,
procurando sempre superar todas as dificuldade.
Buscar sempre apoio nos nossos amigos espirituais queridos.
Não vamos querer ser solitários e orgulhosos e iremos buscar ajuda,
porque só assim nós conseguiremos a superação de algo.
Tudo que nos aflige que não nos deixa galgar um degrau superior
do aprendizado, e por isso devemos nos lembrar sempre
que para nos superar precisamos estar em equipe
e isso temos que confiar.

http://www.gotasdepaz.com.br/superacao-de-algo/





















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