WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
embasa secom bahia secom bahia secom bahia secom bahia secom bahia


janeiro 2022
D S T Q Q S S
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  






:: ‘DECOLORES’

SETEMBRO É O MÊS DA BIBLIA

Este mês foi escolhido pela Igreja porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu no ano de 340 e faleceu em 420 dC). São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja.

A Bíblia é hoje o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e que está em quase todas as casas. Serve de “alimento espiritual” para a Igreja e para as pessoas e ajuda o povo de Deus na sua caminhada em busca de construir um mundo melhor.

“Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça ” (2Tm 3,16). A Bíblia foi escrita por pessoas chamadas e escolhidas por Deus e que foram inspiradas através do Espírito Santo. Ela revela o projeto de Deus para o mundo; serve para que todos possamos crescer na fé e levar uma vida de acordo com o projeto de Deus. Por isso, ela é a grande “Carta de Amor” de Deus à Humanidade.

A Palavra de Deus nos revela o rosto de Deus e seu mistério. Ela é a história do Deus que caminhou com seu povo e do povo que caminhou com seu Deus. A Bíblia tem uma longa história, desde nossos pais e mães da fé (Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó Lia e Raquel) passando por Moisés, pelos Profetas, até a vinda do Messias, e por fim a morte do último dos Doze Apóstolos quando foi escrito o último livro da Bíblia (o

Apocalipse, escrito no final do I século). A Palavra de Deus demorou em torno de dois mil anos para ser escrita. Muitas pessoas fizeram parte desta história: homens, mulheres, crianças, jovens, anciãos… Por isso, podemos dizer que a Bíblia é um livro feito em mutirão.

Passaram-se os tempos, os anos, mudaram muitas coisas, impérios cresceram e caíram, tantas idéias foram superadas, mas a Palavra de Deus continua “viva e eficaz” (Hb 4,12), pois “ela permanece para sempre” (1Pd 1,25). Embora o mundo busca outros caminhos, sempre existiram pessoas e comunidades que foram fiéis, que buscaram nas Palavras Sagradas a fonte para sua inspiração, para continuar vivendo e realizando o projeto de Deus.

Mais do que história, a Bíblia é portadora de uma mensagem. Ela é capaz de denunciar e anunciar. Ela denuncia as injustiças, os pecados, as situações desumanas, de pobreza, exploração e exclusão em que vivem tantos irmãos nossos. Foi isso que fizeram os Profetas e também Jesus Cristo em algumas ocasiões, pois toda situação de injustiça e pecado é contrária ao projeto de Deus. Mas a Bíblia é, sobretudo, um livro de anúncio. Ela proclama a boa notícia vinda de Deus: Ele nos ama e nos quer bem! Ele é o Deus que caminha conosco, que está ao nosso lado e nos dá força e coragem! Foi Deus que enviou ao mundo seu Filho Jesus Cristo. Ele veio nos trazer a Boa Notícia do Reino; veio nos trazer a Salvação, o perdão dos pecados. É através da fé em Jesus Cristo que nos tornamos filhos de Deus.

Na Bíblia encontramos textos para as diversas situações da vida. Ela ajuda a fortalecer a nossa fé; é útil na nossa formação, nos momentos de crises e dificuldades, na dor, na doença ou na alegria… Para todas as realidades encontramos textos apropriados.

Todos podemos e devemos ler, estudar e conhecer a Palavra de Deus. É certo que na Bíblia encontramos alguns textos difíceis. A Bíblia mesmo diz isso (veja 2Pd 3,16¸ At 8,30-31; Dn 9,2; etc). Certas passagens foram escritas dentro de uma realidade diferente da nossa. Precisam ser interpretadas e atualizadas. Por isso, quando não entendemos um texto, é melhor passar adiante, buscar outra passagem. O Pe. Zezinho nos ensina cantando: “Dai-me a palavra certa, na hora certa, do jeito certo e pra pessoa certa”. É recomendável fazer um curso, uma Escola Bíblica ou estudar em grupos. Tudo isso ajuda a entender melhor a Bíblia.

Na verdade, todo mês devia ser Mês da Bíblia; todo dia devia ser Dia da Bíblia. Por isso, a Bíblia não pode ser apenas um ornamento em nossa casa. A Palavra de Deus deve ser o nosso alimento de cada dia e buscar nela o sustento para a nossa vida.

.

Termino lembrando um texto bonito de São Paulo: “Tudo o que se escreveu no passado foi para o nosso ensinamento que foi escrito, afim de que, pela perseverança e consolação, que nos dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15,4). Que neste mês da Bíblia, a Palavra que vem da boca de Deus nos anime, dê força e coragem e com isso sejamos cristãos da Esperança!

Alguns conselhos práticos para quem quer ler, conhecer e viver segundo a Bíblia:

1) Pedir sempre ajuda ao Espírito Santo, isto é, iniciar sempre com uma oração;

2) Começar pelos livros e textos mais fáceis, ou seja, os Evangelhos, Atos dos Apóstolos…;

3) Ler e meditar um texto por dia (não é a quantidade que importa, mas a qualidade);

4) Procurar descobrir o contexto em que o texto foi escrito, ou seja: por que e para quem o texto foi escrito;

5) Anotar na sua Bíblia os textos que mais chamam a atenção;

6) Quando encontrar textos difíceis, passar adiante, deixar estes textos para quando participar de um curso ou quando encontrar pessoas que podem ajudar a explicar;

7) Atualizar o texto para hoje: colocá-lo em prática na vida. Celebrar e rezar a Bíblia e a vida. Viver a Palavra!

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES

FALOU, TÁ FALADO DOUTOR – Ainda jovem aos nove anos de idade, meu pai me falava sempre sobre Doutor Henrique Cardoso, que se candidatou pela UDN e venceu as eleições em 1959.

Hoje com meus 70 anos de idade lembram-me de alguns episódios que aconteceram durante o transcorrer de seu governo municipal até 1963.

Henriquinho como era chamado, foi casado com Dona Olguinha, a qual era adorada pelos Ilheenses pela forma em que atendia a todos, principalmente os mais necessitados.

Seu governo foi impecável. Era um prefeito arrojado que sempre se posicionou diante dos acontecimentos que agradava e desagradava aos políticos da cidade com a mesma intensidade. O considero um dos mais dinâmicos prefeitos de Ilhéus.

Vale salientar que durante o seu governo, Ilhéus foi embelezada com parques e jardins públicos, várias obras foram erguidas a exemplo do Mercado Municipal na Avenida Dois de Julho, Alto do Teresópolis, Colégios Municipais no Interior do Município e a ponte da Barra de Itaípe, entre outras realizações

Conseguiu adquirir o prédio da Faculdade de Direito de Ilhéus com recursos do jogo de Bicho, semi-oficializado pelo governador da época.

O Dr. Henrique Cardoso, sendo homem de temperamento agressivo, linguagem violenta para com os inimigos políticos, contou com uma oposição muito grande na Câmara, e ele próprio alegou na época que essa oposição o impediu de fazer tudo quanto queria em beneficio da cidade. Sempre no seu discurso falava do amor que sentia por Ilhéus.

Diante de seu desempenho candidatou-se e elegeu-se a Deputado Estadual e posteriormente a Federal, sendo eleito com um número expressivo de votos e durante a sua gestão lutou pela criação de Estado de Santa Cruz, pois era um velho sonho nos tempos do apogeu da cacauicultura separar a região cacaueira do Estado da Bahia.

Meus famíliares foram eleitores de Henriquinho. Ele era por demais querido, seus carnavais eram bastante animados, com blocos, afoxés, cordões, escola de samba e batucadas, além da decoração que se estendia pela praça D. Eduardo nos tempos das três amendoeiras existentes defronte ao Bar Maron (Vesúvio) até Avenida Soares Lopes.

Lembro-me que certa vez houve um temporal muito forte em Ilhéus que afetou a população residente nos morros da cidade. Imediatamente o Prefeito decretou estado de calamidade pública e tomou várias providencias para amenizar o sofrimento da população, inclusive fez distribuição de cobertores na porta da prefeitura.

Em outra ocasião os magarefes fizeram um protesto contra o governo municipal, aumentando substancialmente o preço da carne. Diante da situação vexatória, o prefeito Henriquinho adquiriu através do município várias cabeças de gado para o abate no Banco da Vitória e mandou instalar barracas na Praça Cairú para comercialização do produto a preços mais accessíveis.

Por ocasião da ornamentação da Avenida Soares Lopes, foram construídos vários bancos de cimento em forma de S, embelezando aquela artéria. O fato interessante é que o próprio Prefeito fiscalizava a obra e dava esporro quando a coisa não ía de acordo o planejamento.

Conta a história que o querido Doutor Henriquinho como era chamado, foi atleta do Vitória Esporte Clube em Salvador – Bahia, vindo a ser Presidente do Clube após alguns anos.

Recordo-me que na minha Rua Fonte da Cruz, morava um grande jogador de futebol apelidado por Tinho, filho de Seu Jonas Almeida. E após inúmeras insistências por parte de Henriquinho, conseguiu levar o craque para capital a fim de jogar no seu clube de coração. Ocorreu, no entanto que meses depois Tinho II como era apelidado no Vitória foi acometido de um desastre automobilístico, vindo a falecer, para tristeza nossa, pois o mesmo estava sendo cogitado pela CBF para ser convocado para Seleção Brasileira.

Foi Henrique Cardoso que colocou refletores no Estádio Mario Pessoa, cuja inauguração foi entre o Vitoria Esporte Clube da Bahia e o Fluminense Futebol Clube do Rio de Janeiro.

Tive o privilégio de participar de várias inaugurações de obras realizadas pela Prefeitura, e a Filarmônica Santa Cecília se fazia presente e meu pai que era músico me levava. O Doutor Henrique Cardoso era Presidente de honra da Filarmônica.

Finalizando, quero incluir um personagem bastante importante na caminhada política desse grande lider político. Trata-se de Palangolé, que sempre estivera presente nos atos públicos do alcaide, e ao finalizar o discurso do Prefeito, ele exclamava em voz alta “Falou, tá falado Doutor!”.

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

ESTRADA DE FERRO DE ILHÉUS – DECOLORES

Recordo-me da época que a Estrada de Ferro de Ilhéus funcionava em nossa cidade. Vez em quando viajava para Pirangy com meu saudoso pai para visitar minha avó e meus tios. O horário da partida do trem era pontualmente às 7:00 horas. O Chefe da estação soava o apito anunciando a partida. A viagem era uma delícia, o trem passava por diversas estações e havia embarque e desembarque de passageiros. Existiam dois tipos de locomotivas a óleo e a lenha que costumava soltar faíscas (labaredas) que além de entrar nos olhos, provocava forte ardor como também queimava as roupas dos passageiros. Sempre aos domingos havia partida de futebol nos distritos e nas cidades de Poiri, Pirangy e Agua Preta, e as equipes de Ilhéus iam disputar a peleja amistosa. A locomotiva era ornamentada com folhas de pitanga e palhas de coqueiros. A viagem era animada com batucadas e cantarolas alegrando a todos. Em cada estação aproveitávamos para comprar cordas de caju, laranjas e beijus gostosos. Ao aproximar-se dos distritos e cidades o maquinista da locomotiva apitava anunciando a chegada do trem. .

Havia também um tipo de locomotiva conhecida por “mutriz” que fazia a linha urbana dos Bairros do Malhado, Barra e Iguape.

Na plataforma de passageiros da Estrada de Ferro existia um serviço de bar explorado pelo saudoso Garangau. Lá, os roceiros “capiais” e pequenos agricultores após fazer suas compras no comércio e na feira livre da Avenida Dois de Julho, se reuniam para trocar idéias sobre a produção de cacau e contar suas proezas no mulheril da cidade.

HISTORICO DA ESTRADA DE FERRO – A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendendo-se até Pirangy (Itajuipe) e Poiri (Ubaitaba), aonde chegou em 1934. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo pelo fato de

já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com as linhas existentes. O Governo por sua vez mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista. Em 1963 a E.F.I. já estava decadentissima e em 1965 não mais funcionava.”

Infelizmente não temos nenhuma relíquia das estações de passageiros e das locomotivas. Até mesmo a locomotiva que estava na área do Detran não existe mais devido o corrosão do tempo. Infelizmente nossos jovens não tiveram conhecimento sobre a existência em nossa cidade da Estrada Ferro que trafegava em pleno centro da cidade. Ficaram apenas lembranças de um passado histórico dos meios de transportes existente na época: Trem, lanchas marítimas e os ônibus da Sulba .

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES

50 ANOS DO CURSILHO MASCULINO DA DIOCESE DE ILHÉUS

1º CURSILHO FOI REALIZADO EM 20 A 23 DE MAIO DE 1971

PARTICIPANTES DE ILHÉUS

SACERDOTES:

D. WALFREDO TEPE – PE. JOÃO ARGOLO – PE. JORGE SARAIVA – FREI TIAGO MONFORTS

CURSILHISTAS:

ADELSON SOUZA SANTOS, JOSÉ SOBRAL FILHO,

TÉOFILO SANTA CRUZ SANTOS SILVA, ANANIAS DA SILVEIRA DOREA, ANISIO MATOS DA HORA, BARTOLOMEU MONACO DA CONCEIÇÃO, EDSON JOSÉ LOPES DE OLIVEIRA, PERINTO LUIZ RIBEIRO, GILBERTO OLIVEIRA SABOIA RIBEIRO, LINO ARNULFO VIEIRA CINTRA, JORGE OLIVEIRA LAVINSKY, IGNACIO HAYE, GERSON RAM0S, NELSON DOS SANTOS VIEIRA COSTA, SECUNDINO DARIO CARRBALHAL DACAL, HERMANO DA SILVA BOTELHO, MANOEL SANTOS LEAL, RONALDO DE JESUS SANT’ANA, MANOEL VITAL GESTEIRA, ANTONIO CARLOS PITANGA BRITO CUNHA, MIGUEL DE SOUZA GOMES, ANTONIO RIBEIRO DA SILVA, JOSÉ SILVEIRA MOTTA, LAÉRCIO PINHEIRO DAMÁSIO, ABILIO MANOEL DA SILVA, THEOFILO JOSÉ DO PATROCINIO, JOSEVANDRO RAYMUNDO FERREIRA NASCIMENTO, MARIANO DE ALMEIDA PEREIRA, SABINO SANTOS, GUILHERME JOSÉ ALVES FILHO, GUILHERME ANTONIO CAMPOS BASTOS, BOAVENTURA SANTANA ALVES, MILTON SILVA, JOSÉ RAMALHO RIBEIRO DE SOUZA E GUSTAVO MENDES DA SILVA.

Em fevereiro de 1974 fiz meu primeiro Cursilho de Cristandade, lembro-me perfeitamente que José Silveira Mota, foi o Coordenador. Foi uma experiência formidável, inesquecível, inigualável. A realização de um Cursilho-3-dias ocorre durante três dias – de sexta feira à noite a domingo – onde temos a oportunidade de ouvir a palavra de Deus, refletir e meditar, buscando meios para que possamos colocá-lo em prática. É um momento importante na vida de cada um de nós, a partir da experiência pessoal com Jesus, centro de toda mensagem do MCC, os dias que passamos lá são para uma reciclagem pessoal, espiritual e vivencial. As palestras são muito variadas à respeito da fé, numa cadência própria, que aos poucos as pessoas vão tomando consciência de suas responsabilidades como cristãos. Não se trata de lavagem cerebral como muitos dizem somente quem passa por um Cursilho tem a ideia perfeita sobre o assunto.

Durante estes 37 anos de participação no MCC, considero-me bastante consciente sobre minha tarefa em divulgar o Evangelho, bem como procuro espiritualizar-me a cada dia, bebendo desse poço inesgotável. A espiritualidade é fundamental na vida daquele que realmente faz opção de ser mensageiro.

Já participei de vários aprofundamentos e retiros de silêncio após o Cursilho, que deixaram –me impregnado de conhecimento teológico de amor que Deus nos presenteou para que possamos viver mutuamente amando-nos uns aos outros.

O nosso inesquecível Dom Tepe foi o nosso timoneiro de fé que nos proporcionou aprofundamentos e retiros com palestrantes do quilate de Carmita Overbeck, Roque Shinaider, Dom Romeo, Padre João Mohana, entre outros.

Continuo na caminhada cristã, jamais desistirei, procurando testemunhar Jesus Cristo, sempre renovando meu primeiro Cursilho, aumentando meu amor por Jesus Cristo, através da meditação diária e participando da Eucaristia.

È importante que reconheçamos que devemos conhecer e reconhecer o que Deus depositou em nós. Tudo isso, porém, não para nos vangloriar, mas para assumir a responsabilidade de fazer frutificar essas qualidades para o nosso bem, para nossos familiares e de toda a comunidade.

Disse Jesus: “ Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai, que está nos céus”. Mt. 5,16

Luiz Castro

Participante do Movimento de Cursilhos de Cristandade

Diocese de Ilhéus – Bahia

DECOLORES: HISTÓRIA DE ILHÉUS NA PENSÃO VASCO

Sempre tive a curiosidade de ouvir dos mais experientes as estórias e histórias ocorridas em nossa cidade nos tempos áureos do cacau.

Além do saudoso Sá Barretto, tive outros informantes de primeira linha que considerei na época os verdadeiros imortais: Moreia, Popoff e Venicius Dias, que conheceram estórias que até Deus duvida.

Durante minha convivência com o saudoso escritor Hélio Pólvora, então Presidente da Fundação Cultural de Ilhéus, fui enriquecido com preciosas historias grapiunas, através de suas obras literárias, entre elas refiro-me sobre “O Boiadeiro da Pensão Vasco” .

“Ocorreu que o dono da Pensão Vasco, Pedro Duarte, chamado de Pedro Corró, viu sem maior interesse o novo hóspede sentar-se à mesa. Sujeito baixo, forte, de bigode grosso, botas com esporas, chapelão que teve a lembrança de tirar e pendurar no cabide. Devia ser vaqueiro. Pecuarista, nem imaginar.

Mas, terminando o repasto, o boiadeiro mostrou quem era.

– Menino – chamou ele, puxando um maço grande de cédula de alto valor – , vá me comprar um sorvete.

– A quem tenho a honra? – disse então Corró, com uma mesura.

– Pode me chamar de Cavalcanti.

– Caro Senhor Cavalcanti, além do sorvete não lhe apetece um docinho caseiro?

O rolo de cédula continuava na mão do boiadeiro.

– Rodelas de banana? É o doce preferido da clientela. Carambola? Caju em caldas? – ofereceu Madame Carmen, mulher de Corró, que acompanhava a conversa e armou um sorriso cativante.

Sorvete tomado, docinho saboreado. Corró, que era de Belmonte. Levou Cavalcanti para conhecer os pontos principais da cidade.

Voltaram tarde à Pensão Vasco. Mas de dez da noite. Cavalcanti soltou um bocejo de desgovernar queixo e preparou-se para se recolher. :: LEIA MAIS »

DECOLORES: DECADENCIA CULTURAL

O Município de Ilhéus sempre foi considerado a princesinha do sul, berço da cultura regional, terra de Adonias Filho e Jorge Amado.

A Câmara Municipal de Ilhéus já teve a honra de ter edis de grande quilate intelectual, a exemplo de Henrique Cardoso, Ariston Cardoso, Sá Barretto, Afro Leal, Luiz Amaral Carneiro, João Alfredo Amorim de Almeida, Álvaro Alves da Silva, Amilton Inácio de Castro, João Adonias Aguiar, Gilberto Fialho, entre outras personalidades de renome, os quais trabalharam em prol do desenvolvimento do Município em todas áreas principalmente na área cultural homenageando grandes vultos intelectuais e por serviços prestados. Podemos citar a Praça Ruy Barbosa, Praça Castro Alves, JJ Seabra, General Câmara, Salomão da Silveira, Soares Lopes, Lomanto Junior, Dom Eduardo, Dom Walfredo Tepe, entre outros.

Supreendentemente nos deparamos com um Projeto de Lei apresentado por um determinado edil alterando o nome da Praça Castro Alves para Praça da Irene.

Não quero com isso desmerecer a imagem da nossa saudosa Irene, que tive o privilégio de conhecê-la desde minha tenra idade quando estudava no Colégio General Osório, onde ela vendia na porta do colégio, seus abaras e acarajés, além do bolinho de tapioca, que denominávamos de outro nome. Inclusive Irene foi minha cliente em Oduque Veiculos onde eu trabalhava na revenda de automóvel.

O mesmo protesto sobre esse projeto de lei é desmerecer a figura do poeta Castro Alves, considerado o maior poeta brasileiro, lírico e épico, autor de clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador. Castro Alves foi também considerado o poeta dos escravos, o maior representante da poesia da nossa literatura.

Acredito que todos Municípios que se preza prestou homenagem ao nosso maior poeta e que infelizmente estamos excluindo o nome da nossa Praça Castro Alves por Praça da Irene.

Faz até lembrar uma musica que diz “ Na casa de Irene, de noite e de dia, tem gente que entra, tem gente que sai”

Como diz o cantor Caetano Veloso “ Irene rir, Irene rir, Irene rir. Quero vê Irene dar a sua risada…

Seria de bom alvitre que os confrades da Academia de Letras de Ilhéus, intercedessem junto ao Alcaide, para não sancionar este maldito projeto de Lei.

Tenho certeza que Irene vai dá sua risada…

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: CONSELHO DO SÁBIO

Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.

Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobre viver na pobreza e longe de tudo.

– O senhor vê aquela vaca? – disse o homem. Dela tiramos o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo:

– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.

-Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

– Vá lá e empurre a vaquinha.

Indignado, porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído de culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família , pedir desculpas, ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com arvore, piscina, carro importado, antena

parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela forme, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.

Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.

Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia do paradeiro da família que havia morado lá.

– Claro que sei. Você está olhando para ela.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:

– Mas o que aconteceu? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu: :: LEIA MAIS »

DECOLORES : Confiar em Deus

O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nEle deve ter o homem, diz:

“Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31

É muito singular que o Profeta compare os que confiam no Senhor às águias. É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol.

Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta, brilha o sol, e o sol elas buscam.

Na morte, as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um cadáver de águia.

Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam naquela direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias. :: LEIA MAIS »

DECOLORES: ESTRADA DE FERRO DE ILHÉUS

Recordo-me da época que a Estrada de Ferro de Ilhéus funcionava em nossa cidade. Vez em quando viajava para Pirangy com meu saudoso pai para visitar minha avó e meus tios. O horário da partida do trem era pontualmente às 7:00 horas. O Chefe da estação soava o apito anunciando a partida. A viagem era uma delícia, o trem passava por diversas estações e havia embarque e desembarque de passageiros. Existiam dois tipos de locomotivas a óleo e a lenha que costumava soltar faíscas (labaredas) que além de entrar nos olhos, provocava forte ardor como também queimava as roupas dos passageiros. Sempre aos domingos havia partida de futebol nos distritos e nas cidades de Poiri, Pirangy e Agua Preta, e as equipes de Ilhéus iam disputar a peleja amistosa. A locomotiva era ornamentada com folhas de pitanga e palhas de coqueiros. A viagem era animada com batucadas e cantarolas alegrando a todos. Em cada estação aproveitávamos para comprar cordas de caju, laranjas e beijus gostosos. Ao aproximar-se dos distritos e cidades o maquinista da locomotiva apitava anunciando a chegada do trem. .

Havia também um tipo de locomotiva conhecida por “mutriz” que fazia a linha urbana dos Bairros do Malhado, Barra e Iguape.

Na plataforma de passageiros da Estrada de Ferro existia um serviço de bar explorado pelo saudoso Garangau. Lá, os roceiros “capiais” e pequenos agricultores após fazer suas compras no comércio e na feira livre da Avenida Dois de Julho, se reuniam para trocar idéias sobre a produção de cacau e contar suas proezas no mulheril da cidade.

HISTORICO DA ESTRADA DE FERRO – A linha-tronco Ilhéus-Itabuna foi aberta em 1910 em seu primeiro trecho, por investidores ingleses da The State Of Bahia South Western Railway Company Limited, com a idéia de alcançar Conquista (Vitória da Conquista). O primeiro ramal, o de Água Preta (Uruçuca), que partia da estação de Rio do Braço, foi aberto ao tráfego em 1914 e estendendo-se até Pirangy (Itajuipe) e Poiri (Ubaitaba), aonde chegou em

1934. Em 1950, os ingleses repassaram a estrada ao Governo pelo fato de já estarem satisfeitos com o que arrecadavam somente com as linhas existentes. O Governo por sua vez mudou o nome para E. F. de Ilhéus. A estrada jamais chegou a Conquista. Em 1963 a E.F.I. já estava decadentissima e em 1965 não mais funcionava.”

Infelizmente não temos nenhuma relíquia das estações de passageiros e das locomotivas. Até mesmo a locomotiva que estava na área do Detran não existe mais devido o corrosão do tempo. Infelizmente nossos jovens não tiveram conhecimento sobre a existência em nossa cidade da Estrada Ferro que trafegava em pleno centro da cidade. Ficaram apenas lembranças de um passado histórico dos meios de transportes existente na época: Trem, lanchas marítimas e os ônibus da Sulba .

Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: Significado de Obsceno

Adjetivo Que se opõe ao pudor; que vai contra o pudor; grosseiro ou vulgar.

Sem moral ou decência; que provoca indignação pela falta de moral; pornográfico.

Diz-se da pessoa que se comporta de modo devasso; quem compõe ou escreve obscenidades.

Que demonstra obscenidade; que contém obscenidades: comportamento obsceno; sorriso obsceno.

Etimologia (origem da palavra obsceno). Do latim abscenus.

Sinônimos de Obsceno

Obsceno é sinônimo de: imoral, impudico

Antônimos de Obsceno

Obsceno é o contrário de: pudico, cândido

Em fim todos significados apresentados estão inseridos na programação da TV que é considerada “poderosa”

Graças a Deus hoje temos opções diversas para se livrar dessa maldita emissora. A exemplo da Rede Vida (família), Canção Nova (formação cristã), Bandeirantes (esportes), Record (novelas bíblicas), SBT (Programas de humor), Tv Aparecida (evangelização), Cnt (conscientização evangélica), Rede Tv (programas pegadinhas divertidas), Rede Brasil (programação variada), Tv Cultura (músicas clássicas e programas sugestivos), entre outras.

Quem quiser salvar sua família elimine essa maldita emissora maldita Globolixo.

Essa é minha opinião. Respeito quem não concordar …

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: VELHOS CARNAVAIS DE ILHÉUS

Por ser próxima a Rua Fonte da Cruz, onde resido até hoje, desde cedo frequento a Avenida Soares Lopes. Lembro-me perfeitamente de sua beleza exuberante, totalmente arborizada, com inúmeros canteiros no meio, sendo ornamentados por postes de bronze tipo colonial, sinalizando mão e contra mão.

No período carnavalesco, os Jipes e as camionetes, trafegavam pela Avenida, enfeitados de confetes e serpentinas.

Os foliões demonstravam total alegria, cantarolando a música da época: “O vovô ia a cavalo/ para visitar vovó/ o papai ia de bicicleta / ora vejam só/ Hoje tudo ta mudado/ ta mudado sim senhor/ pois eu tenho minha lambreta/ para ver o meu amor. Corre corre lambretinha/ pela estrada além/ corre corre lambretinha/ pra ver meu bem.

Toda orla era iluminada e decorada de adereços, para receber os foliões, blocos, escolas de samba, pirrôs e colombinas, batucadas e afoxés.

No período carnavalesco, costumava-se fazer homenagem ao então Prefeito Herval Soledade, em frente a sua residência , cantarolando aquela musiqueta: Herval é o maior/ Herval é que é o tal/ que coisa louca/ que coisa rara/ Herval não respeita a cara.

Ou então cantavam aquela marchinha: Viva Zé Pereira….. Diferente da letra original cantavam assim: Viva Sá Pereira/Viva o carnaval/ Viva Sá Pereira/ No cenário nacional.

Sá Pereira, era um homem ilustre que residia em nossa cidade, tratava-se de um ser humano caridoso, muito bom , que trabalhava em prol dos mais necessitados. Chegou fundar um Banco denominado Banco Sá Pereira. Além de emprestar dinheiro aos pobres, Sá Pereira cedeu vários patrimônios de sua propriedade. Era muito religioso,e sua assinatura era interessante, pois afirmava ser o 1º Servente da Virgem Santíssima. Certa época teve uma pequena divergência com o então Bispo Diocesano Dom Caetano, que chegou a lhe excomungar , contudo depois voltaram a

normalidade, por ordem do Vaticano. Ilhéus deve muitas homenagens a essa figura humana extraordinária.

Após as homenagens, o então saudoso Prefeito aparecia na janela, acenando para os carnavalescos, e a batucada de Torôco rufava os tambores, gritando: Viva Herval, Viva Ilhéus, Viva o carnaval.

Era tradição também ir aos Clubes e os bailes iniciavam exatamente às 22:00 horas e terminavam às 04:00 horas, o clube mais freqüentado pela elite da época era o Social de Ilhéus; O clube dos Bancários era dos intermediários e o Clube dos Comerciários era freqüentado pela classe comerciária. Tive o privilégio de freqüentar todos os clubes, inclusive o Clube Social do Pontal, embora gostasse mais dos Comerciários, pois o carnaval era mais alegre e participativo.

Quando terminava a noitada era hora de fazer o rango e como eu tinha pouca grana, íamos à Padaria Luso Brasileiro, saborear aquele pão comum bem quentinho com mortadela e manteiga, despachado pelo tradicional Seu Pereira, que nos dizia: “Que beleza, eu trabalhando e vocês dançando”.

Contudo quando a grana era gorda, íamos ao Restaurante Jangadeiro , de propriedade do Ministro da Educação Walter, que não aceitava nenhuma reclamação por parte do freguês. Certo dia, alguém pediu um filé a cavalo e o filé foi servido sem o ovo estrelado. Após a reclamação , o Ministro da educação aproximou-se da mesa e recolheu os pratos dizendo: “O meu filé sirvo da minha maneira, pode sair e não precisa pagar nada” e deu aquela baforada com seu cigarro mata rato.

Também era muito comum caminhar tranquilamente pelas ruas da cidade, na madrugada, muitos amigos moravam no pontal e tinham que aguardar a primeira lancha, outros moravam na Conquista ou no Malhado e aguardavam o horário dos primeiros coletivos. Eu e outros que residiam no centro, íamos para Avenida, contemplar nosso maravilhoso mar.

Após o carnaval, a cidade voltava sua normalidade, e a avenida passava a ser o palco da juventude e dos casais de namorados. Era bom demais,

quando marcávamos encontro com as namoradas na avenida, e íamos para o Cine Santa Clara. Depois do cinema era tradição desfilar com a namorada , de mãos dadas e lutar para conseguir aquele beijinho, e pontualmente àss 21:30 , era hora de deixar a namorada em casa, senão perdia a média com o pai da garota, pois o compromisso era muito sério.

Depois, era a vez de encontrar-se com os amigos para fazer farra no Bar Santa Clara , na Boate Lido, nos Búzios ou nos Velhos Marinheiros, ou visitar “as meninas” no Carneiro da Rocha ou na Rua do Dendê.

Hoje não temos aqueles carnavais de outrora, Herval , Seu Pereira e outros conhecidos, foram morar no céu, os clubes Bancários, Social do Pontal e os Comerciários não existem mais, as ruas estão desertas, a rua do Dendê e Carneiro da Rocha passaram a ser comerciais e residenciais, a Avenida encontra-se vazia sem os casais de namorados, pois a população teme ser assaltada .

Colaboração de Luiz Castro

Bacharel Administração de Empresa

DECOLORES: A situação do povo

A situação do povo, não só do Brasil, mas de todo o mundo, esta desoladora. As enormes dificuldades que aparecem dia após dia, com o desemprego, a fome, a miséria, a falta de perspectiva, o aumento da desigualdade social, prenunciam uma catástrofes sem precedentes para a humanidade, conforme nos está sendo revelado e mostrado pelos veículos de comunicação.

A globalização imposta pelos donos do poder como um acontecimento definitivo, vem mostrando que está aí para promover o enriquecimento cada vez maior das mais poderosas fortunas, com a conseqüente e crescente miséria, provocando o desequilíbrio moral da família.

A globalização esta mostrando o que realmente ocorre: uma usurpação, uma exploração desumana.

Nós cristãos, devemos considerar como nossa obrigação, refletir sobre os fatos calamitosos que estão acontecendo em toda a escala social e tomarmos consciência do nosso dever cristã de transformar o mundo com os nossos exemplos de vida.

DECALOGO DOS EXEMPLOS:

Exemplo de cidadania:

Os Diretores do CEAMEV Joilson e JorgeNey administradores natos, não somente na parte organizacional do Colégio, bem como sempre conseguindo recursos para restaurar as instalações internas e externas do colégio.

Exemplo de Fé:

O amigo e irmão em Cristo, Joílson Reis, Diácono da Igreja Católica em Ilhéus, demonstra muita fé e perseverança em Cristo Jesus, promovendo semanalmente as quartas feira na Catedral São Sebastião, a partir dàs 19h Adoração ao Santíssimo, com a participação de grande numero de fieis.

Exemplo de Solidariedade

A Irmã Raimunda do Abrigo S. Vicente de Paulo e equipe de trabalho, cuidando com muito amor dos nossos anciões.

Exemplo de Família:

É bonito ver o casal Walkirio Ventura Cardoso e Gilda, eternos namorados, sempre solidários em quaisquer circunstancia da vida.

Exemplo de Perseverança: :: LEIA MAIS »





















WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia