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Letra de Crédito do Desenvolvimento para impulsionar a indústria

Assim como LCA e LCI financiam o agro e o setor imobiliário, a poderá fornecer crédito com taxas atrativas, diz José Maurício Caldeira, da Asperbras

Historicamente, o crédito é muito caro no Brasil. Os juros, estruturalmente altos, e os spreads muito elevados dificultam o acesso das empresas a linhas de financiamento com taxas competitivas. O resultado é que, em função do alto custo, muitos empresários desistem de realizar investimentos, prejudicando o crescimento das companhias, a geração de empregos e o desenvolvimento do Brasil.

Para melhorar este cenário para o agronegócio e o setor imobiliário, foram criadas, há 20 anos, as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e as Letras de Crédito Imobiliárias (LCI). São papéis destinados ao financiamento desses setores e, para incentivar a aplicação, contam com benefício fiscal. Esses papéis, ao longo do tempo, se tornaram queridinhos do mercado, com grande procura também por pessoas físicas, e viraram uma alternativa importante para o financiamento desses setores. Seguindo o exemplo do sucesso da LCA e da LCI, o governo está lançando agora a LCD, a Letra de Crédito do Desenvolvimento que poderá ajudar no processo de reindustrialização do Brasil.

O governo enviou um projeto de lei ao Congresso criando o papel, que será destinado a bancos de fomento, como o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco da Amazônia (BASA) e, sobretudo, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As estimativas são de que o BNDES possa captar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões por ano com este papel.

“Os recursos captados com a emissão de LCDs poderão estimular investimentos na indústria e em infraestrutura, setores que o BNDES tradicionalmente apoia”, diz José Maurício Caldeira, sócio acionista e membro do conselho da Asperbras Brasil, que atua em diversos segmentos da indústria, agronegócio e serviços. “É mais um instrumento para ampliar a oferta de crédito e com um custo mais barato para o tomador”, conclui Caldeira.

Uma vez aprovada pelo Congresso, a expectativa é que a LCD tenha boa aceitação no mercado porque é um papel de baixo risco por estar vinculado a bancos públicos. Só o BNDES, por exemplo, teve um lucro líquido de R$ 41,7 bilhões em 2022, um avanço de 22,5% em relação ao ano anterior.

Além disso, o papel conta com incentivo fiscal via redução do Imposto de Renda (IR) sobre ganho de capital, da mesma forma que ocorre com a LCA e a LCI. Pessoas físicas deverão ficar isentas de IR e pessoas jurídicas deverão ter alíquota fixa de 15%.

Esses recursos deverão ser aplicados pelo BNDES na implementação da nova política industrial, que tem como objetivo fomentar a reindustrialização do país, em projetos de transição energética e em obras do PAC, entre outros. “A indústria, que hoje não tem os mesmos mecanismos de financiamento que a agricultura e o setor imobiliário, poderá se beneficiar deste novo instrumento”, acredita José Maurício Caldeira. “Será um funding importante, sobretudo, para pequenas e médias empresas que têm mais dificuldade de conseguir crédito no mercado com taxas atrativas.”

O mercado de letras de crédito no Brasil tem se mostrado forte, o que joga a favor da LCD. Segundo dados da B3, no ano passado, a LCI foi o produto de renda fixa que registrou o maior crescimento de captação bancária, chegou a R$ 360 bilhões de estoque. No mesmo período, o estoque de LCA alcançou R$ 458 bilhões. No total, as letras de crédito alcançaram R$ 819 bilhões em estoque de captação.

“As economias desenvolvidas voltaram a colocar a indústria no centro da estratégia de crescimento e estão lançando mão de todo tipo de ferramentas para estimular o setor”, diz José Maurício Caldeira. “O Brasil não pode ficar para trás”.

 

Estão abertas as inscrições para o EDITAL PROPPG Nº 01/2024 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES, CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO, COM INGRESSO NO SEGUNDO SEMESTRE DO ANO LETIVO DE 2024.

Estão abertas as inscrições para o EDITAL PROPPG Nº 01/2024 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES, CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO, COM INGRESSO NO SEGUNDO SEMESTRE DO ANO LETIVO DE 2024.

Trata-se da 1° seletiva para o curso de Mestrado em Artes da UFSB, aprovado pela CAPES no ano passado. Serão disponibilizadas 20 (vinte) vagas regulares.

A área de concentração do Mestrado é em Estudos Contemporâneos em Artes, com três linhas de pesquisa: 1) Dramaturgias do Corpo e da Cena, 2) Pedagogia das Artes, e 3) Processos Artísticos e Comunidades.

O Mestrado em Artes tem como objetivo oferecer formação acadêmica de excelência para a pesquisa, a docência e as práticas artísticas, junto às ações desenvolvidas pelo Centro de Formação em Artes e Comunicação da UFSB, sediado no Campus Sosígenes Costa, em Porto Seguro, onde o curso será ofertado.

O período de inscrições começa no dia 12/03/2024 e vai até o dia 12/04/2024 e devem ser realizadas, exclusivamente via internet, no endereço eletrônico do SIGAA:
https://sig.ufsb.edu.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?nivel=S&aba=p-stricto.

A 1ª etapa (Prova Escrita) poderá ser realizada em qualquer um dos 3 campus da UFSB (CSC/Porto Seguro, CPF/Teixeira de Freitas e CJA/Itabuna, e também na UFBA (Salvador) e UFRB (Campus Cachoeira).

O Edital do Processo Seletivo pode ser acessado por meio do link: https://ufsb.edu.br/cfartes/documentos/editais/411-selecao-de-mestrado-para-2024-edital-n-01-2024

Maiores informações pelo email: selecao.ppgartes.ufsb@gmail.com

Email do PPGArtes: ppgartes@ufsb.edu.br

Empresárias se unem para fortalecer a cadeia do cacau no sul da Bahia

Grupo Mulheres da Terra reúne nove marcas produtoras de chocolate que têm liderança feminina

“Se a gente não se abraçar, a gente não alcança o que deseja”. A certeza da empresária Márcia Torres, da La Lis Chocolateria, mostra como a união é fundamental para o sucesso das empreendedoras, especialmente as de pequeno porte. E foi com este pensamento que um grupo formado por nove empresas produtoras de chocolate do Sul da Bahia, que têm liderança feminina, se uniu para fortalecer a cadeia do cacau na região.

O passo inicial foi a criação do coletivo Mulheres da Terra, há quase um ano, em junho de 2023. Desde então, as marcas La Lis Chocolateria, Benevides Chocolates, Cacau Do Céu, Modaka Cacau de Origem, Luzz Cacau, Mestiço, Cruzeiro Do Sul, Belo Chocolates e Jú Arleo Chocolates atuam conjuntamente em ações promocionais para divulgar suas marcas. Além disso, a partir da criação do grupo, elas visam acessar iniciativas voltadas especificamente para mulheres empresárias, promovidas por diferentes instituições.

A ideia surgiu nas ações do Projeto Origem Bahia, realizado em parceria pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e pelo Sebrae-BA, do qual as empresas fazem parte. Gratuito, o projeto tem como público-alvo pequenas e médias empresas que atuam ou querem ingressar em mercados internacionais. “O propósito da criação do grupo teve como objetivo motivar o empreendedorismo feminino e construir um conceito mais amplo de cooperativismo, de associativismo e de união de forças”, conta a Gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEB, Patrícia Orrico.

Ela destaca que, uma das primeiras ações realizadas pelo CIN para apoiar a iniciativa foi a criação da identidade visual do Mulheres da Terra, além da inclusão das empresas em atividades de promoção comercial, como ocorreu no Festival do Chocolate do ano passado, quando elas tiveram um estande com a identidade visual para apresentar seus produtos. :: LEIA MAIS »

Museu de eletrônicos reúne relíquias que a Geração Z desconhece

Nascidos entre 1995 e 2010, a GenZ sabe tudo de internet mas não sabe usar computador de mesa, CD-ROM e outros avanços que já se tornaram passado

Parece pegadinha, mas os modernos computadores já se tornaram antiguidade para a Geração Z. Dados da pesquisa TIC Domicílios de 2023 mostram que, embora imersa em um mundo conectado, os nascidos entre 1995 e 2010, dominam os dispositivos móveis, mas não os computadores e os softwares profissionais utilizados nas empresas. O fato é que a tendência ilustra uma questão simples: toda novidade um dia se torna obsoleta.

Em São Paulo, a cooperativa de lixo eletrônico, Coopermiti mantêm um museu de antiguidades tecnológicas, para ensinar às novas gerações e reviver com as gerações passadas, um pouco da história do consumo de bens eletroeletrônicos, cultura digital, e, principalmente, sobre a importância do descarte consciente destes aparelhos que, um dia, já foram sonho de consumo para muitas famílias, assim como os smartphones são hoje.

Diariamente, a Coopermiti recebe diversos aparelhos descartados e, entre eles, muitas vezes encontram verdadeiros tesouros que ajudam a remontar a história da tecnologia – tanto que viraram peça de museu. Atari 2600, Telejogo, Máquina de Datilografia e Telefone Telesp, são velhos conhecidos de quem viveu os anos 80, mas para as crianças e adolescentes são novidades. Todo o acervo fica localizado no galpão da Coopermiti, em São Paulo. A cooperativa leva a exposição itinerante para escolas, eventos e empresas, para alertar sobre as práticas de descarte consciente

“Muitas pessoas se assustam em como a tecnologia se transforma rapidamente, mas queremos destacar que essa velocidade significa mais lixo eletrônico. A cada lançamento, os modelos antigos são descartados, mas o real problema é que isso raramente é feito de maneira regular e sustentável. O e-lixo é nocivo à natureza e não deve ser jogado no lixo comum, tem local certo para o descarte”, afirma Alex Pereira, presidente da Coopermiti.

Tecnologias do passado

Para Alex Pereira, o mais surpreendente é perceber que as crianças e adolescentes quando têm acesso às peças do museu não fazem ideia do que são alguns aparelhos, mas assim que descobrem para que servem, acham a tecnologia supermoderna. “Elas entendem o funcionamento de um programa digital de música, mas é difícil explicar como a agulha da vitrola faz tocar a música de um disco de vinil”, conta.

A garotada entende que toda tecnologia vira passado em determinado momento, e, por isso, é importante conscientizar toda a família que componentes eletrônicos expostos em aterros sanitários ou mesmo em pontos de descarte irregular podem liberar substâncias tóxicas no solo e impedir o reaproveitamento de materiais pela indústria, o que diminuiria o impacto ambiental e a extração de elementos, como ferro, alumínio, ouro, utilizados nos sistemas eletrônicos.

Museu Itinerante

Para conhecer as relíquias guardadas no museu, a Coopermiti oferece o Museu Itinerante que passeia por creches, escolas, feiras e eventos, promovendo a conscientização sobre a importância de descartar corretamente eletrônicos – que não podem se misturar ao lixo comum. “O legal é que os visitantes acabam se tornando agentes de transformação em casa e na vizinhança, aliados de um futuro sustentável”, aponta o presidente da cooperativa que atua na cidade de São Paulo desde 2010.

O serviço oferecido pela Coopermiti ainda utiliza a arte para sensibilizar sobre a importância dos temas da sustentabilidade e reciclagem. Através de uma oficina com materiais que antes iriam parar no lixo, a Cooperativa ensina que com um pouco de atenção e cuidado, os objetos podem ser reaproveitados.

A Coopermiti também disponibiliza fotos das peças no Museu em seu site: https://coopermiti.com.br/museu-menu/

 

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 64 ANOS DE JOSÉ LEITE EM ILHÉUS.

2) TRÊS DATAS IMPORTANTES QUE ACONTECERÁ EM ILHÉUS ESSE ANO.

3) FAMÍLIAS TRADICIONAIS DE ILHÉUS (PARTE 21).

4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

Pesquisadores da UFSB se empenham em descobrir segredos geológicos submersos no Sul da Bahia

As riquezas geológicas do Banco de Royal Charlotte, uma das áreas mais extensas e desconhecidas da plataforma marinha brasileira, estão sendo desveladas pelo Grupo de Pesquisas em Geologia e Geofísica, do Centro de Formação em Ciências Ambientais da UFSB.

“Em pouco mais de três anos de pesquisas na região, já conseguimos informações valiosas sobre a origem do banco, suas características geológicas e do relevo submarino”, diz o coordenador do grupo, professor Caio Vinícius Gabrig Turbay, que conta também com a participação de docentes da UFSB, pesquisadores de instituições parceiras e diversos estudantes do Bacharelado em Oceanologia e do Bacharelado Interdisciplinar em Ciências da UFSB. A equipe de cientistas é composta por Caio Turbay (UFSB), nas áreas Geologia, geoquímica e mapeamento geológico; Andresa Oliva (UFSB), Geologia, geofísica; Juliana Quadros (UFSB), nas áreas de Oceanografia geológica e Paleontologia; Tatiana Dadalto (UFSB), Oceanografia geológica e Oceanografia física; Carlos Lacerda, Fábio Negrão, Flávia Guebert e Miguel Miers (Rede de Pesquisas do Coral-Vivo): Biologia marinha e ecologia; Ramilla Vieira de Assunção (Laboratório de Ensino Flutuante / Navio Oceanográfico Ciências do Mar IV): Oceanografia física.

As pesquisas iniciaram com o apoio do ICMBio e da Conservação Internacional em 2018, ao norte do banco. Entre outras instituições que apoiam o grupo, destacam-se o MEC, através do navio Ciências do Mar IV, o Instituto Coral-Vivo e a sua rede de pesquisas, além da Universidade Federal do Espírito Santo e da Universidade Federal de Pernambuco.

Segundo Caio Turbay, o coroamento dos esforços veio na expedição de setembro de 2023, à bordo do Ciências do Mar IV:  “com o auxílio da oceanógrafa Ramila Vieira de Assunção e da tripulação do navio, conseguimos cobrir toda a extensão do banco. Como resultados diretos da expedição, confirmamos a existência de uma rede de canais submarinos formados durante a última era glacial, quando o nível do mar estava muito mais baixo e os rios corriam sobre Royal Charlotte. Além disso, identificamos o que possivelmente são antigas costas, que foram submersas quando o nível dos oceanos no mundo começou a se elevar, há cerca de 8 mil anos”. :: LEIA MAIS »

SESI Bahia tem mais de 4 mil vagas gratuitas para Educação de Jovens e Adultos

Distribuídas em nove cidades baianas, oportunidades são voltadas para quem tem mais de 18 anos e não concluiu o ensino fundamental e médio

O Serviço Social da Indústria (SESI Bahia) tem mais de 4 mil vagas gratuitas abertas para Educação de Jovens e Adultos (EJA) em oito cidades baianas. As oportunidades são voltadas para jovens 18 anos que não concluíram o Ensino Fundamental Anos Finais (6º ao 9º ano) e o Ensino Médio (1º ao 3º ano). As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do SESI Bahia (www.sesibahia.com.br).

As vagas são oferecidas nos polos da Educação de Jovens e Adultos do SESI Bahia, nas cidades de Camaçari (400), Feira de Santana (390), Ilhéus (435), Jequié (200), Juazeiro (415), Luís Eduardo Magalhães (230), Salvador (1.100), Teixeira de Freitas (440), Vitória da Conquista (400).

As aulas são na modalidade semipresencial, sendo 80% a distância, pela plataforma de ensino do SESI, e 20% presencial. Por isso, os candidatos precisam ter acesso à internet.

Liderança 

O SESI Bahia é líder na oferta de vagas de educação de jovens e adultos em toda a Bahia, com cerca de 10 mil alunos matriculados anualmente em diversas modalidades. A instituição trabalha com a Metodologia de Reconhecimento de Saberes, que identifica, valida e certifica as competências e habilidades desenvolvidas nas experiências de vida e trabalho do estudante. A principal vantagem é que o reconhecimento dos conhecimentos prévios dos estudantes pode diminuir o tempo de curso, ao focar nas competências essenciais que o estudante precisa dominar para concluir o ensino fundamental ou médio.

O curso de EJA do SESI Bahia é reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação e pelo Ministério da Educação.

Confira as vagas disponíveis nos Polos da EJA do SESI Bahia: :: LEIA MAIS »

Apicultora quilombola se torna a 1ª mulher apta a fazer inseminação instrumental de abelhas na Bahia

Janete Neves, da comunidade de Piaçava, em Esplanada, lidera associação com forte presença de mulheres locais

Pequena no tamanho, mas gigante na importância para a polinização de frutas, legumes e grãos, as abelhas entraram na vida de Janete Neves em 2021, com a criação de espécies com ferrão na comunidade quilombola de Piaçava, no município de Esplanada, no Litoral Norte da Bahia, onde preside, atualmente, a Associação dos Jovens Remanescentes Quilombolas da Bahia (Ajarquiba). Na época, afirma ela, “não tinha os conhecimentos necessários” para desempenhar a atividade como desejava.

Para sanar essa lacuna, buscou se qualificar para adquirir as técnicas e melhorar a produção das colmeias. Um dos treinamentos foi o de inseminação instrumental de abelhas-rainhas, que pode ser usada em abelhas com ferrão, oferecido pela DVM Consultoria Apícola, parceira técnica da Bracell no projeto Polinizadores. Realizado em Ilhéus, o curso teve a participação de oito produtores, apenas Janete era baiana, o que fez com que ela se tornasse a primeira mulher no estado apta para a atividade.

Segundo o professor Ediney Magalhães, que ministrou o curso, a inseminação instrumental de abelhas é um procedimento demorado, muito delicado e difícil de ser realizado, porque depende de equipamentos modernos e de alto custo. A técnica consiste em depositar a abelha-princesa em uma lâmina, anestesiá-la com dióxido de carbono (CO2), abrir sua vulva com pinças e injetar cinco microlitros de sêmen para fecundá-la antes de devolver à colmeia. A técnica permite ao apicultor obter matrizes de alta qualidade para o desenvolvimento de colmeias mais produtivas e com crias livres de doenças. As abelhas utilizadas para a inseminação, tanto fêmeas quanto machos, são selecionadas considerando sua origem e qualidade das colmeias. :: LEIA MAIS »

Mulheres no artesanato: principal força motriz dessa área da economia criativa ainda busca reconhecimento

Mulheres representam mais de 70% do número total de artesãos no país, e atuam como provedoras de suas famílias e comunidades, a partir do trabalho que desenvolvem 

São Paulo, março de 2024 – No Brasil, cerca de 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios (34% do total), segundo dados do IBGE de 2018, sendo a maioria deles associada à setores da economia criativa, como publicidade, arquitetura, moda, design, serviços de informática, comunicação, artes cênicas, e artesanato. 

Em março, mês em que se celebra tanto o Dia Internacional da Mulher (8), quanto o Dia Nacional do Artesão (19), a Artesol, organização sem fins lucrativos que atua há 25 anos no universo artesanal, também comemora a chegada da 6ª edição da Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro (redeartesol.org.br). A iniciativa pioneira é a maior plataforma digital do setor, integrando mais de 10 mil artesãos de todo o território nacional, com o objetivo de facilitar o contato e as trocas com os agendes da cadeia do artesanato, constituída, na grande maioria, por mulheres. Segundo levantamento do Relatório Anual da Artesol de 2022, mais de 89% das pessoas compunham a Rede eram do sexo feminino, e quase 65% registrou ter algum dependente. No Brasil, o público feminino representa 77% do total de artesãos, de acordo com pesquisa realizada pelo SEBRAE em 2018.

Apesar do artesanato cultural brasileiro ser considerado um patrimônio imaterial nacional, ainda falta reconhecimento e visibilidade para as artesãs, que se dedicam ao processo artesanal e fazem dele sua principal fonte de renda. A missão da Rede Artesol é mudar essa realidade, aproximando essas mulheres de programas de fomento, lojas e espaços culturais, onde possam expor seus trabalhos e obter uma remuneração justa por eles”, comenta a Coordenadora da Rede Artesol, Helena Kussik.  :: LEIA MAIS »

Com cabines esgotadas, ‘Navio Maiara & Maraisa’ inicia com grandes shows da dupla, Dennis DJ e Simone Mendes

O ‘Navio Maiara & Maraisa’ saiu do Porto de Santos na última sexta-feira (08), e deu início a festa dos próximos dias com muita alegria, em parceria com a PromoAção – maior produtora de cruzeiros temáticos do mundo. Logo nos primeiros momentos, as irmãs surpreenderam os fãs com uma aparição na parte central do navio para um pocket show cantando os maiores sucessos. Com fãs em todo redor, a dupla já mostrou a potência que serão os próximos dias de festa, deixando o público ainda mais animado.
Abrindo o primeiro show da noite, Simone Mendes iniciou a festa ‘220 V’ e embalou o público com hits como “Erro Gostoso”, “Dois Fugitivos”, “Daqui Para Sempre” e muitos outros. Na sequência, as anfitriãs Maiara & Maraisa levaram o público a loucura com seu primeiro show, ao som dos maiores sucessos como “Bebaça”, “A Culpa É Nossa” e “Narcisista”, as irmãs comemoram o sucesso do primeiro navio da dupla que desembarcou com cabines esgotadas. No meio do show, a cantora Simone Mendes retornou ao palpo para cantar ao lado das gêmeas.
Fechando a noite, Dennis DJ não deixou ninguém parado. Os tripulantes foram até o amanhecer com novos hits como “RAM TCHUM” e alguns antigos sucessos como “Sou Teu Fã”.
Neste sábado, sobem ao palco do “Maiara & Maraisa em Alto Mar”, Mari Fernandez e João Gomes, além da segunda apresentação da dupla de irmãs.

DO FUNDO DO BAÚ DE JOSÉ LEITE.

1) 64 ANOS DE JOSÉ LEITE E ILHÉUS.
2) FAMÍLIAS TRADICIONAIS DE ILHÉUS (PARTE 20).
3) HOMENS QUE FORAM DESTAQUE NA CIDADE DE ILHÉUS HÁ 60 ANOS ATRÁS.
4) AS FOTOS DESTAQUES DA SEMANA. :: LEIA MAIS »

NOTÍCIAS DA AVEP


EQUIPES DOS CAPITÃES ROGERIO E VITÃO EMPATAM NA 2ª RODADA
Domingo (25/2) pela manhã a Associação dos Veteranos de Esporte Praiano-AVEP, entidade de baba de praia quase centenária de Ilhéus, realizou sua 2ª rodada da mencionada atividade esportiva praiana da Temporada 2024. A rodada por ausência de associados presentes ao evento só permitiu a realização de um baba, e neste as equipes dos capitães Rogerio e Vitão empataram por 4 a 4 com gols do próprio capitão Rogerio(2), Isaque(1) e Dudu(1) para a primeira e Airton Badungo(2), Fabio Alan(1) e Luís Claudio Fofão(1) para a segunda. O baba foi marcado pelo árbitro Ronivon com boa atuação, conforme os analistas avepianos de babas. Levaram Cartão Amarelo: Robson e Galletti da Rio de Engenho. A rodada esteve sob a coordenação, como Diretor do Dia, de Robertão, também vice-presidente avepiano. :: LEIA MAIS »





















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