{"id":103317,"date":"2016-09-19T20:51:25","date_gmt":"2016-09-19T23:51:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=103317"},"modified":"2016-09-19T20:51:25","modified_gmt":"2016-09-19T23:51:25","slug":"luiz-castro-em-decolores-250","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2016\/09\/19\/luiz-castro-em-decolores-250\/","title":{"rendered":"Luiz Castro em: DECOLORES"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>!!!LENDAS DO RIO S\u00c3O FRANCISCO!!!<\/strong><\/span><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>NEGO D\u00c1GUA OU NEGRO D\u00c1GUA<\/strong><\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/luiz-castro_novo-emaIL.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"118\" \/>Diz a lenda que o <strong>Negro D&#8217;\u00e1gua<\/strong> ou <strong>Nego D&#8217;\u00e1gua<\/strong> habita diversos rios tais como o rio Tocantins, Rio Grande e o rio S\u00e3o Francisco onde possui um monumento do escultor juazeirense Ledo Ivo Gomes de Oliveira, obra com mais de doze metros de altura e que foi constru\u00edda dentro do leito do rio S\u00e3o Francisco, em sua homenagem, na cidade de Juazeiro (Bahia).<br \/>\nManifestando-se com suas gargalhadas, preto, careca e m\u00e3os e p\u00e9s de pato, o Negro D&#8217;\u00e1gua derruba a canoa os pescadores, se eles se lhe recusarem dar um peixe.<\/p>\n<p>Em alguns locais do Brasil, ainda existem pescadores que, ao sair para pescar, levam uma garrafa de cacha\u00e7a e a atiram para dentro do rio, para que n\u00e3o tenham sua embarca\u00e7\u00e3o virada.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a Hist\u00f3ria bastante comum entre pessoas ribeirinhas, principalmente na Regi\u00e3o Centro-Oeste do Brasil, muito difundida entre os pescadores, dos quais muitos dizem j\u00e1 ter o visto.<\/p>\n<p>Segundo a Lenda do Negro D&#8217;\u00c1gua, ele costuma aparecer para pescadores e outras pessoas que est\u00e3o em algum rio.<\/p>\n<p>N\u00e3o se h\u00e1 evid\u00eancias de como surgiu esta Lenda, o que se sabe \u00e9 que o Negro D&#8217;\u00c1gua s\u00f3 habita os rios e raramente sai dele, sua fun\u00e7\u00e3o seria como amedrontar as pessoas que por ali passam, como partindo anz\u00f3is de pesca, furando redes dando sustos em pessoas a barco,etc.<\/p>\n<p>Suas caracter\u00edsticas s\u00e3o muito peculiares, ele seria a fus\u00e3o de homem negro alto e forte, com um anf\u00edbio. Apresenta nadadeiras como de um anf\u00edbio, corpo coberto de escamas mistas com pele.<\/p>\n<p><strong>TR\u00caS MARIAS<\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Conta a gente mais velha da terra que, h\u00e1 muitos e muitos anos, vivia \u00e0s margens do Rio S\u00e3o Francisco e do Rio Borrachudo, a fam\u00edlia do Sr. Miguelim e D. Helena. Da varanda da casa, avistavam-se as tr\u00eas ilhas, onde a flora e fauna eram exuberantes. Ao lado viam-se as \u00e1guas cristalinas dos rios que passavam dia e noite. Da uni\u00e3o do Sr. Miguelim e D. Helena, nasceram muitos filhos: Tico, Neco, Tunico, G\u00ea, Ti\u00e3ozinho, Chiquinho, Zezinho, Juninho, Zuza, Pop\u00f3, Zinho, Dunga, D\u00e3o, Nana, Duda, Iam, Niquinha, Lica e as trig\u00eameas J\u00e1 (Maria Loredo), Lia (Maria \u2018Teresa), Tita (Maria Am\u00f4nia). As trig\u00eaineas eram lindas mo\u00e7as de longos cabelos negros, corpo esbelto, sorriso alegre. Encantavam as pessoas, irradiando uma beleza suave. Elas gostavam de nadar no Rio S\u00e3o Francisco. j Eram sereias sob as \u00e1guas. Mais pareciam cristais moles, confundindo-se com a \u00e1gua pela transpar\u00eancia da cor azulada. As Marias eram religiosas. Iam sempre \u00e0 missa, uma vez por m\u00eas, por cortesia. Elas tinham por talento a voz. Gostavam de cantar, principalmente \u00e0 noite, ap\u00f3s o p\u00f4r-do-sol, naquele momento m\u00e1gico, quando o rio se mistura com a noite. Nas margens do Rio S\u00e3o Francisco, em um certo trecho, havia muitas pedras que formavam uma esp\u00e9cie de cadeiras, poltronas com bra\u00e7os tamb\u00e9m de pedras. Assim como um encosto de uma muralha \u00edngreme. Naquela cadeira que a natureza esculpiu com o tempo, as Marias gostavam de se sentar e ali permanecer por longo tempo vendo o rio caminhar devagar, os pescadores, os viajantes.., e sentir o afago da brisa. Certo dia, como de costume, as Marias foram para o seu esconderijo no rega\u00e7o das pedras e nunca mais foram vistas. Depois que as Marias desapareceram, os moradores da regi\u00e3o, barranqueiros, viajantes, navegantes e pescadores passaram a chamar as tr\u00eas ilhas de Tr\u00eas Marias. As<\/p>\n<p>ilhas desapareceram um dia com a constru\u00e7\u00e3o da Barragem, ficando a regi\u00e3o conhecida como Tr\u00eas Marias em homenagem \u00e0s belas sertanejas.<\/p>\n<p><strong>Lendas e Mist\u00e9rios do Velho Chico<\/strong><\/p>\n<p>A carranca nos barcos n\u00e3o \u00e9 uma escultura de um animal conhecido. \u00c9 um monstro, um ser fant\u00e1stico capaz de assustar o \u201cNegro d\u2019\u00c1gua\u201d. Existe uma cren\u00e7a entre os barqueiros que, antes de o barco afundar por qualquer acidente, a carranca d\u00e1 o aviso. Ouvem-se claramente tr\u00eas gemidos. Debaixo dos barcos do Rio S\u00e3o Francisco \u00e9 costume tra\u00e7ar, em baixo relevo, um signo de Salom\u00e3o. Dizem ser preciso que fique bem escondido, debaixo d\u2019\u00e1gua, para que ningu\u00e9m o veja. Este signo serve para afastar o \u201cNegro d\u2019\u00e1gua\u201d, virador de canoas.<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>Colabora\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Luiz Castro<\/p>\n<p>Bacharel Administra\u00e7\u00e3o de Empresa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>!!!LENDAS DO RIO S\u00c3O FRANCISCO!!! 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