{"id":104499,"date":"2016-11-11T15:18:18","date_gmt":"2016-11-11T18:18:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=104499"},"modified":"2016-11-11T15:18:18","modified_gmt":"2016-11-11T18:18:18","slug":"bahia-mantem-investimentos-e-salarios-em-dia-destaca-levantamento-nacional-do-g1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2016\/11\/11\/bahia-mantem-investimentos-e-salarios-em-dia-destaca-levantamento-nacional-do-g1\/","title":{"rendered":"Bahia mant\u00e9m investimentos e sal\u00e1rios em dia, destaca levantamento nacional do G1"},"content":{"rendered":"<div>Mesmo enfrentando os efeitos da crise econ\u00f4mica e da queda nas transfer\u00eancias da Uni\u00e3o, a Bahia est\u00e1 entre os estados brasileiros com melhor desempenho na gest\u00e3o de suas contas p\u00fablicas, de acordo com painel nacional (<a id=\"LPlnk951436\" href=\"https:\/\/goo.gl\/MOVgZD\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer\">https:\/\/goo.gl\/MOVgZD<\/a>) publicado pelo portal G1 nesta sexta-feira (11). O governo baiano e o do Mato Grosso do Sul s\u00e3o os \u00fanicos, no conjunto dos 27 estados do pa\u00eds, a apresentar desempenho satisfat\u00f3rio em todos os itens de um question\u00e1rio reunindo sete efeitos negativos da crise econ\u00f4mica sobre as finan\u00e7as estaduais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com a tabela, a Bahia n\u00e3o cortou investimentos, n\u00e3o parou ou atrasou obras, n\u00e3o atrasou sal\u00e1rios, n\u00e3o tem problemas de caixa para o pagamento do d\u00e9cimo terceiro sal\u00e1rio, n\u00e3o atrasou o pagamento dos fornecedores, n\u00e3o decretou e nem avalia decretar calamidade no curto prazo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;A Bahia n\u00e3o apresentou suspens\u00e3o de obras, problemas de pagamento a fornecedores, nem atraso de sal\u00e1rios aos servidores p\u00fablicos. Al\u00e9m disso, j\u00e1 pagou 50% do 13\u00b0 sal\u00e1rio de 2016&#8221;, diz a reportagem. O Estado, entretanto, apresentou um d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 65 milh\u00f5es no primeiro semestre.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ouvido pelo G1, o economista Paulo Dantas, ex-presidente do Conselho Federal de Economia, afirma que a diferen\u00e7a entre o d\u00e9ficit atual e o super\u00e1vit prim\u00e1rio de R$ 1 bilh\u00e3o em 2015 \u00e9 relevante e demonstra o impacto da crise nas finan\u00e7as do Estado. &#8220;Apesar disso, a Bahia tem uma das finan\u00e7as mais equilibradas e o estado ainda tem o que podemos chamar de boa situa\u00e7\u00e3o fiscal&#8221;, diz o economista ao portal.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ao comentar a reportagem, o secret\u00e1rio estadual da Fazenda, Manoel Vit\u00f3rio, ressalta que a estrat\u00e9gia do governo baiano para enfrentar a crise envolve a ado\u00e7\u00e3o, desde 2015, de medidas para a conten\u00e7\u00e3o de gastos e a amplia\u00e7\u00e3o das receitas pr\u00f3prias. &#8220;Temos agido com extrema cautela, sob a lideran\u00e7a do governador Rui Costa, para manter a operacionaliza\u00e7\u00e3o do Estado, preservando o papel do setor p\u00fablico como gerador de emprego e renda em um momento dif\u00edcil para a economia, como acontece com os muitos empregos gerados pelas obras do metr\u00f4 em Salvador&#8221;.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O secret\u00e1rio faz quest\u00e3o de ressaltar que o Estado n\u00e3o est\u00e1 a salvo dos efeitos da crise, que ainda n\u00e3o d\u00e1 sinais de arrefecer. A regularidade no pagamento dos sal\u00e1rios, por exemplo, tem sido um desafio, pois a Bahia deixou de receber em 2016, R$ 509,3 milh\u00f5es do Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Estados (FPE).<\/div>\n<div id=\"Signature\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo enfrentando os efeitos da crise econ\u00f4mica e da queda nas transfer\u00eancias da Uni\u00e3o, a Bahia est\u00e1 entre os estados brasileiros com melhor desempenho na gest\u00e3o de suas contas p\u00fablicas, de acordo com painel nacional (https:\/\/goo.gl\/MOVgZD) publicado pelo portal G1 nesta sexta-feira (11). 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