{"id":111670,"date":"2017-08-02T18:30:17","date_gmt":"2017-08-02T21:30:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=111670"},"modified":"2017-08-02T18:43:33","modified_gmt":"2017-08-02T21:43:33","slug":"luiz-ferreira-novo-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2017\/08\/02\/luiz-ferreira-novo-livro\/","title":{"rendered":"LUIZ FERREIRA \/ NOVO LIVRO"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>MANEJO DOS SOLOS DE TABULEIROS<\/strong><\/span><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008000;\"><strong>\u00a0DA MATA ATL\u00c2NTICA DO SUL DA BAHIA<\/strong><\/span><\/h2>\n<div id=\"attachment_111671\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-111671\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-111671 size-full\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/NOVO-LIVRO-LUIZ-FERREIRA-SOLOS.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"487\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/NOVO-LIVRO-LUIZ-FERREIRA-SOLOS.jpg 400w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/NOVO-LIVRO-LUIZ-FERREIRA-SOLOS-246x300.jpg 246w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><p id=\"caption-attachment-111671\" class=\"wp-caption-text\"><em><strong>LF<\/strong><\/em><\/p><\/div>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-111673\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/luiz-ferreira-azul-cortado.jpg\" alt=\"\" width=\"276\" height=\"367\" \/>Acabei de concluir este livro, com 120 p\u00e1ginas (A-4) que preenche uma lacuna de conhecimentos de uma regi\u00e3o, sobretudo neste momento em que despontam grandes projetos agropecu\u00e1rios que, certamente, v\u00e3o promover o desenvolvimento rural equilibrado, bem diferente da regi\u00e3o do cacau \u2013 monocultura &#8211; por se tratar de cultivos diversificados.<\/p>\n<p>Sempre pugnamos pela diversifica\u00e7\u00e3o da economia do cacau com os olhos voltados para os mais de 2 milh\u00f5es de hectares de solos de tabuleiros, antevendo uma agricultura com alta tecnologia, pela sua topografia plana a suave ondulada, a exemplo do que aconteceu com os cerrados.<\/p>\n<p>Procuramos colocar o solo no contexto da Mata Atl\u00e2ntica, abrangendo aspectos pedol\u00f3gicos, ecol\u00f3gicos, fitot\u00e9cnicos e Manejo, de modo a satisfazer v\u00e1rios interesses &#8211; Pesquisadores, T\u00e9cnicos, Professores, Empreendedores Rurais, Estudantes.<\/p>\n<p>Insiro o sum\u00e1rio e t\u00f3picos (contracapa) para dar \u00a0uma ideia do conte\u00fado do livro:<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2><strong>SUM\u00c1RIO<\/strong><\/h2>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>POR QUE E PARA QUEM ESCREVI ESTE LIVRO?<\/p>\n<p>\u01c0. VIS\u00c3O DIVERSIFICADA DA MONOCULTURA DO CACAU<\/p>\n<ol>\n<li>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES SOBRE O MEIO AMBIENTE<\/li>\n<\/ol>\n<p>&#8211; CLIMA<\/p>\n<p>&#8211; RELEVO<\/p>\n<p>&#8211; VEGETA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>&#8211; MATERIAL DE ORIGEM<\/p>\n<p>&#8211; HIDROLOGIA<\/p>\n<p>III. CLASSES DOS SOLOS DE TABULEIROS<\/p>\n<ol>\n<li>ASPECTOS RELACIONADOS \u00c1 INTERA\u00c7\u00c3O GEO-PEDOG\u00caNESE<\/li>\n<li>CARACTERIZA\u00c7\u00c3O F\u00cdSICA, QU\u00cdMICA E MINERAL\u00d3GICA.<\/li>\n<li>ALTERA\u00c7\u00d5ES ECOL\u00d3GICAS NO DESBRAVAMENTO E NO USO AGR\u00cdCOLA.<\/li>\n<\/ol>\n<p>VII. DESMATAMENTO E MAU USO DO ECOSSISTEMA DA MATA ATL\u00c2NTICA<\/p>\n<p>VIII. INTERA\u00c7\u00c3O SOLO-VEGETA\u00c7\u00c3O NO ECOSSISTEMA DOS SOLOS DE TABULEIROS<\/p>\n<ol>\n<li>PESQUISAS PIONEIRAS EM SOLOS DE TABUELIRO<\/li>\n<li>APTID\u00c3O AGR\u00cdCOLA DOS SOLOS DE TABULEIROS<\/li>\n<li>POLOS AGROPECU\u00c1RIOS DE DESENVOLVIMENTO RURAL.<\/li>\n<\/ol>\n<p>XII. MANEJO E USO SUSTENT\u00c1VEL DOS SOLOS DE TABULEIROS<\/p>\n<p>XIII. COMO UTILIZAR SEM DEGRADAR OS SOLOS DE TABULEIRO?<\/p>\n<p>XIV. CONCLUS\u00d5ES.<\/p>\n<ol>\n<li>LITERATURA CITADA<\/li>\n<\/ol>\n<p>GLOSS\u00c1RIO<\/p>\n<p>OBRAS DO AUTOR.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>T\u00d3PICOS (CONTRACAPA)<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u047a<\/strong>. Tratava-se das famosas terras avistadas por Cabral e que mereceu empolga\u00e7\u00e3o do Pero Vaz de Caminha, quando escreveu: &#8211; \u201caqui, em se plantando tudo d\u00e1\u201d. Ent\u00e3o, dois a acreditar no potencial daquelas terras, praticamente em desuso, agredidas pelo desmatamento e pela implanta\u00e7\u00e3o de pastagens sem o devido manejo, deteriorando o solo. <strong>(Cap\u00edtulo I)<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u047a. <\/strong>O ecossistema dominante \u00e9 o da denominada mata atl\u00e2ntica que<strong>,<\/strong> pela sua exuber\u00e2ncia florestal e diversos extratos fision\u00f4micos e biodiversidade, atua como reposit\u00f3rio de mat\u00e9ria org\u00e2nica para o solo e como carreadora de nutrientes das capas inferiores para as superiores, sendo importante na forma\u00e7\u00e3o dos solos. (<strong>Cap\u00edtulo II<\/strong>)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u047a<\/strong>.\u00a0 No Sul da Bahia, os tabuleiros se estendem da linha da costa at\u00e9 cerca de 150 km a oeste, apresentando varia\u00e7\u00f5es de clima, altitude, relevo e vegeta\u00e7\u00e3o. (<strong>Cap\u00edtulo III<\/strong>)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u047a<\/strong>. Em condi\u00e7\u00f5es naturais, como se verificou em perfis sob a floresta, s\u00e3o solos bem drenados, mesmo os de elevado gradiente textural, \u00a0porosos, perme\u00e1veis, podendo apresentar impedimentos f\u00edsicos \u2013 presen\u00e7a de laterita &#8211; compactos ou soltos \u2013 dentro do perfil, sobretudo em posi\u00e7\u00f5es de contato com outras forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas. (<strong>Cap\u00edtulo V<\/strong>).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u047a<\/strong>. A mata atl\u00e2ntica, no Sul da Bahia, sofreu um processo de deteriora\u00e7\u00e3o do seu ecossistema, motivado pelo desmatamento indiscriminado, queima e inadequado manejo agr\u00edcola, afetando n\u00e3o s\u00f3 o acervo gen\u00e9tico de suas esp\u00e9cies, mas a fisiografia, de um modo geral e, particularmente, o recurso-solo. Calcula-se que, nessa regi\u00e3o, apenas 5% da cobertura vegetal permanece (<strong>Cap\u00edtulo VII)<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u047a<\/strong>. Que mist\u00e9rios existem no ecossistema tropical que fazem as plantas crescerem em solos \u00e1cidos e inf\u00e9rteis? E por que ainda n\u00e3o foram desenvolvidos sistemas de agricultura sustent\u00e1vel, assemelhados \u00e0 floresta? (<strong>Cap\u00edtulo IX).<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u047a<\/strong>. Em s\u00edntese, o Extremo Sul da Bahia possui voca\u00e7\u00e3o para a implanta\u00e7\u00e3o de polos de desenvolvimento rural, de cunho empresarial, sem se alijar a pequena produ\u00e7\u00e3o que, no caso, estaria configurada em n\u00facleos associativos. (<strong>Cap\u00edtulo XI<\/strong>).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>______________________<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AQUISI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O livro deve estar sendo disponibilizado em in\u00edcio de outubro pela VIA LITERARUM. Estamos vendendo \u201cpr\u00e9-print\u201d ao pre\u00e7o <strong><u>de R$30,00<\/u><\/strong> (incluindo porte registrado), para angariar fundos face aos custos de impress\u00e3o. Os interessados (pr\u00e9-print) devem transferir para minha conta <strong><u>(BB): <\/u><\/strong><strong><u>Ag. 1864-3;<\/u><\/strong> <strong><u>cc<\/u><\/strong><strong><u>: <\/u><\/strong><strong><u>23245-9 (CPF. 002754685-34),<\/u><\/strong> comunicando-me a transa\u00e7\u00e3o (luizferreira1937@gmail.com).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Luiz Ferreira da Silva<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Whatsapper: 5582993131030<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>luizferreira1937@gmail.com<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MANEJO DOS SOLOS DE TABULEIROS \u00a0DA MATA ATL\u00c2NTICA DO SUL DA BAHIA Acabei de concluir este livro, com 120 p\u00e1ginas (A-4) que preenche uma lacuna de conhecimentos de uma regi\u00e3o, sobretudo neste momento em que despontam grandes projetos agropecu\u00e1rios que, certamente, v\u00e3o promover o desenvolvimento rural equilibrado, bem diferente da regi\u00e3o do cacau \u2013 monocultura [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[5,10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/111670"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=111670"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/111670\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":111678,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/111670\/revisions\/111678"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=111670"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=111670"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=111670"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}