{"id":113822,"date":"2018-02-07T19:56:35","date_gmt":"2018-02-07T22:56:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=113822"},"modified":"2018-02-07T19:56:35","modified_gmt":"2018-02-07T22:56:35","slug":"luiz-castro-em-decolores-308","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/02\/07\/luiz-castro-em-decolores-308\/","title":{"rendered":"LUIZ CASTRO EM: DECOLORES"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Sabar\u00e1 &#8211; O Grande Baterista<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/IMG-20171222-WA0010.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-112809 alignleft\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/IMG-20171222-WA0010.jpg\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"312\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/IMG-20171222-WA0010.jpg 521w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/IMG-20171222-WA0010-208x300.jpg 208w\" sizes=\"(max-width: 216px) 100vw, 216px\" \/><\/a>O escritor Itabunense Cyro de Matos em um dos seus escritos descreveu muito bem sobre a pessoa querida conhecida por todos com o apelido de Sabar\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cQuem n\u00e3o conhece na cidade o baterista Sabar\u00e1, lenda da m\u00fasica popular brasileira em terras grapi\u00fanas? Um dos fundadores do conjunto musical Ritmo Lord, atualmente Lord\u00e3o, Sabar\u00e1 \u00e9 o mesmo cidad\u00e3o negro de nome Adalmiro Le\u00f4ncio da Silva, nascido, em 3 de abril de 1934, em Ilh\u00e9us. Primeiro foi batuqueiro em escola de samba. Quando era adolescente, j\u00e1 tocava caixa em Ilh\u00e9us, na escola de samba \u201cEu Sou o Maior\u201d, de Augusto Fidelis, jogador de futebol apelidado de Augustinho. Sabar\u00e1 viu pela primeira vez uma bateria sendo tocada em Realengo, no Rio de Janeiro. O baterista era o habilidoso percussionista Djalma. Gostou. Mais tarde viu em Ilh\u00e9us o percussionista Carlito tocando bateria. Gostou ainda mais. Cheio de ritmos, sentimentos e sonhos tocou pela primeira vez uma bateria aos dezesseis anos de idade quando ent\u00e3o integrou o grupo musical que se apresentava na boate Okay Night Club, de seu Maron, em Ilh\u00e9us. O grupo era formado com o professor Nivaldo no trompete, Florisvaldo Gouveia no piano, Francisco Augusto no sax e Antenor era a voz. Tempos depois, em Itabuna, participou do conjunto Os Diamantes, da R\u00e1dio Difusora Sul da Bahia, nos anos 1950 e 1960. O conjunto era integrado por Mimidi na guitarra, Jo\u00e3o Santos como baixista e \u00c9lson no sax. Para quem n\u00e3o sabe, Sabar\u00e1 fez curso de aperfei\u00e7oamento de bateria com os professores Jorge Sacramento e Jorge Startery Sampaio, da Universidade Federal da Bahia. Aperfei\u00e7oou-se em ritmos brasileiros com o professor Martinelli Filho, da USP, e participou do curso de inicia\u00e7\u00e3o musical ministrado pelo maestro Florisvaldo Santos, da Filarm\u00f4nica de Ilh\u00e9us. De aluno talentoso passou a professor competente de m\u00fasica, dando aulas de bateria em institui\u00e7\u00f5es sociais e culturais. Na Funda\u00e7\u00e3o Itabunense de Cultura e Cidadania,<!--more--><\/p>\n<p>Escola Beethoven, S\u00edtio do Menor Trabalhador, bem como aos integrantes do Grupo Musical Cacau com Leite e Mel de Cacau. Por sua atua\u00e7\u00e3o profissional expressiva, como baterista e professor musical em terras grapi\u00fanas, Sabar\u00e1 recebeu, entre outros, o Trof\u00e9u Mandacaru de Ouro, Trof\u00e9u Jorge Amado da Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Ilh\u00e9us, Trof\u00e9u Jupar\u00e1 da R\u00e1dio Morena FM e Trof\u00e9u Terravista. Participou como jurado em dezenas de festivais de m\u00fasica. Como baterista de conjuntos musicais, \u00e9 bom saber que integrou o Grupo Encontros, Grupo Novos e Usados Jazz Band e Grupo Bahia 4, citando aqui apenas alguns. Acompanhou trinta e dois artistas de express\u00e3o nacional, de 1960 a 2001, como Dalva de Oliveira, Emilinha Borba, Caubi Peixoto, An\u00edsio Silva, Greg\u00f3rio Barrios, Elen de Lima, Booker Pitman, Eliana Pitman, Wanderley Cardoso, Miltinho, Trio Nag\u00f4, Nelson Ned, Tito Madi e Wando. No plano regional, para a nossa sorte, \u00e9 dif\u00edcil um artista de express\u00e3o em nosso cancioneiro n\u00e3o ter sido acompanhado do ritmo que Sabar\u00e1 consegue extrair quando toca bateria. Esse cidad\u00e3o , de jeito amigo, sincero e gestos generosos, que pensa e sente o mundo atrav\u00e9s do som, com uma impress\u00e3o digital como percussionista t\u00e3o dele, possui uma habilidade incr\u00edvel para espalhar e reunir diamantes em cima de uma membrana esticada quando toca bateria. Com ligeireza nas m\u00e3os, firmeza nos punhos e trepida\u00e7\u00e3o nas veias, se a m\u00fasica pede alegria. Mas se for para embalar a tristeza, sabe fazer como poucos com que a caixa repercuta o abra\u00e7o afetivo da noite, em car\u00edcia de len\u00e7o. Entre lamentos que deslizam e fluem da alma, dizendo segredos\u201d.<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Ilh\u00e9us sob a Presid\u00eancia da saudosa Eugenia Silva, fez na \u00e9poca uma parceria com Sabar\u00e1 para o mesmo administrar uma oficina de percuss\u00e3o de bateria. Foi um grande sucesso devido o numero inscri\u00e7\u00f5es de alunos. Recentemente Sabar\u00e1 ministrava aulas no Circo Gabriela. A regi\u00e3o Costa do Cacau deve muito a esse maravilhoso m\u00fasico que continua na m\u00eddia, sempre sorridente e disposto a incentivar a m\u00fasica atrav\u00e9s de sua maestria na bateria.<\/p>\n<p>Colabora\u00e7\u00e3o de Luiz Castro<\/p>\n<p>Bacharel Administra\u00e7\u00e3o de Empresa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sabar\u00e1 &#8211; O Grande Baterista O escritor Itabunense Cyro de Matos em um dos seus escritos descreveu muito bem sobre a pessoa querida conhecida por todos com o apelido de Sabar\u00e1. \u201cQuem n\u00e3o conhece na cidade o baterista Sabar\u00e1, lenda da m\u00fasica popular brasileira em terras grapi\u00fanas? 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