{"id":115207,"date":"2018-04-19T15:06:14","date_gmt":"2018-04-19T18:06:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=115207"},"modified":"2018-04-19T15:07:29","modified_gmt":"2018-04-19T18:07:29","slug":"agrissenior-noticias-no-34-24-de-abril-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/04\/19\/agrissenior-noticias-no-34-24-de-abril-de-2018\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOT\u00cdCIAS &#8211; N\u00ba 34 \u2013 24 de abril de 2018"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-114867\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" alt=\"\" width=\"521\" height=\"194\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png 688w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737-300x112.png 300w\" sizes=\"(max-width: 521px) 100vw, 521px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>MORTE DO VELHO CHICO AMEA\u00c7A A CONVIV\u00caNCIA COM O SEMI\u00c1RIDO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>ASA Brasil \u2013 Articula\u00e7\u00e3o Semi\u00e1rido Brasileiro<\/em><\/strong><!--more--><\/p>\n<p>A Articula\u00e7\u00e3o Semi\u00e1rido Brasileiro (ASA) soma-se \u00e0s muitas vozes das lideran\u00e7as, comunidades ribeirinhas, povos tradicionais, movimentos sociais, comit\u00eas de bacias, pastorais sociais e especialistas para denunciar a morte do Rio S\u00e3o Francisco e exigir do Estado brasileiro a\u00e7\u00f5es imediatas para reverter tal quadro de pen\u00faria, abandono, explora\u00e7\u00e3o, descaso e privatiza\u00e7\u00e3o de suas \u00e1guas.<\/p>\n<p>O rio totalmente brasileiro sustenta milhares de ribeirinhos nos 160 munic\u00edpios que banha, ao longo dos cinco Estados que percorre: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O rio \u00e9 fonte de vida e renda para quem vive em seu entorno e garante vida digna para muita gente que vive no Semi\u00e1rido. Passa, no entanto, por um dos piores momentos de sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Ao analisar todos os n\u00fameros de vaz\u00e3o do rio desde 1931, constata-se que, atualmente, o Velho Chico apresenta seus piores \u00edndices: menor quantidade de \u00e1gua no seu leito; menor quantidade de \u00e1gua no conjunto dos reservat\u00f3rios (em torno de 5% do volume \u00fatil); menores vaz\u00f5es praticadas, com destaque para Sobradinho, que foi constru\u00edda para garantir uma vaz\u00e3o segura de 2.100 m\u00b3\/s e hoje n\u00e3o garante sequer 590 m\u00b3\/s.<\/p>\n<p>Na foz, a vaz\u00e3o m\u00e9dia que antes era de 2.943 m\u00b3\/s, n\u00e3o ultrapassa os 554 m\u00b3\/s. Como consequ\u00eancia, o mar avan\u00e7a \u201crio adentro\u201d por mais de 50Km e j\u00e1 causa um colapso no abastecimento de \u00e1gua pot\u00e1vel para as popula\u00e7\u00f5es rural e urbana e aumento dos casos de hipertens\u00e3o dos moradores por conta da alta taxa de salinidade da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Esta situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 resultado apenas dos seis anos prolongados de estiagem que passa a regi\u00e3o, mas, sobretudo, do desmatamento do Cerrado e dos usos ligados \u00e0 irriga\u00e7\u00e3o, minera\u00e7\u00e3o e transposi\u00e7\u00e3o de \u00e1guas.<\/p>\n<p>Quando se amplia o olhar para a Bacia do S\u00e3o Francisco, a situa\u00e7\u00e3o parece ainda mais grave. O rio e seus afluentes ocupam uma \u00e1rea de 641.000Km\u00b2, ou seja, 7,5% do territ\u00f3rio brasileiro. Neste percurso que abrange o Distrito Federal e os Estados de Goi\u00e1s, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, o manancial contava com mais de 150 afluentes ou rios tribut\u00e1rios. Muitos destes n\u00e3o existem mais ou est\u00e3o em vias de extin\u00e7\u00e3o. Sua diversidade biol\u00f3gica \u00e9 formada em grande parte pelo Cerrado e pela Caatinga, e nestes espa\u00e7os vivem mais de 16,5 milh\u00f5es de pessoas, entre povos origin\u00e1rios, povos negros e europeus, espalhados pelos campos e cidades.<\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o degradante da Bacia teve in\u00edcio com a chegada dos colonizadores por volta de 1.500 e se prolonga e se mant\u00e9m at\u00e9 os nossos dias, com a minera\u00e7\u00e3o, os v\u00e1rios projetos de barragens, derrubada da Caatinga e do Cerrado. Com essas constru\u00e7\u00f5es, todo ciclo biol\u00f3gico foi alterado, com duas finalidades principais: gerar energia e seguran\u00e7a h\u00eddrica para grandes per\u00edmetros irrigados. Instala-se na Bacia o Projeto Desenvolvimentista lastreado pelas grandes obras de infraestrutura. <strong>(Semi\u00e1rido Brasileiro, 20 de novembro de 2017. Coordena\u00e7\u00e3o Executiva da ASA Brasil).<\/strong><\/p>\n<p><strong>A DEGRADA\u00c7\u00c3O DO ECOSSISTEMA DO SEMI\u00c1RIDO<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Luiz Ferreira da Silva<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o maior, em termos de degrada\u00e7\u00e3o dos ecossistemas brasileiros, recai na Mata Atl\u00e2ntica, no Tr\u00f3pico \u00damido da Amaz\u00f4nia e no Cerrado, sobretudo do planalto central.<\/p>\n<p>Os \u201colhares\u201d pouco se voltam \u00e0s matas do semi\u00e1rido, notadamente as Caatingas, justamente a regi\u00e3o mais deteriorada e, por suas condi\u00e7\u00f5es fisiogr\u00e1ficas aliadas ao clima, est\u00e1 sujeita \u00e0 desertifica\u00e7\u00e3o, em termos de degrada\u00e7\u00e3o do trin\u00f4mio \u2013 solo, \u00e1gua, vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Isso porque se trata de um ecossistema fr\u00e1gil, sobre o qual se insere a energia solar intensa, com 300 dias de sol pleno, resultando uma evapora\u00e7\u00e3o avassaladora. Em outras palavras, a chuva que cai, grande parte \u00e9 devolvida para o espa\u00e7o. Tal fen\u00f4meno adv\u00e9m concentra\u00e7\u00e3o de sais, tanto h\u00eddrica, quanto no solo.<\/p>\n<p>Adicionalmente, a insola\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m provoca forte transpira\u00e7\u00e3o das plantas com perda de umidade. No semi\u00e1rido 1m<sup>2<\/sup> de folha verde transpira cerca de 2 litros de \u00e1gua por dia.<\/p>\n<p>Neste complexo, inere-se o solo, geralmente raso, que exposto \u00e0 energia solar, rapidamente se degrada pela peptiza\u00e7\u00e3o de suas part\u00edculas, ademais de sofrer saliniza\u00e7\u00e3o de suas camadas, pela invers\u00e3o do fluxo de \u00e1gua em seu perfil pedol\u00f3gico.<\/p>\n<p>E, tamb\u00e9m, os recursos h\u00eddricos pelos fatores referidos, est\u00e3o merc\u00ea a um processo de assoreamento, sobretudo pela elimina\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o ciliar e n\u00e3o perenidade dos afluentes e subafluentes dos grandes rios.<\/p>\n<p>Neste contexto, sobressai o Rio S\u00e3o Francisco, necessitando urgente revitaliza\u00e7\u00e3o das suas matas ribeirinhas.<\/p>\n<p>Conhecido como o \u201crio da integra\u00e7\u00e3o nacional\u201d, o S\u00e3o Francisco \u00e9 a bacia hidrogr\u00e1fica mais importante do Nordeste. Na regi\u00e3o de seu curso, foram constru\u00eddas nove usinas hidrel\u00e9tricas, que n\u00e3o trouxeram o desenvolvimento necess\u00e1rio \u00e0s comunidades que vivem \u00e0s margens do rio.<\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o, a monocultura e a atividade pecu\u00e1ria s\u00e3o os fatores respons\u00e1veis pela deteriora\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco e de seus afluentes. Isso porque o desmatamento das matas ciliares faz com que aumente o n\u00famero de sedimentos que se depositam no fundo dos rios. Quando acumulados, os res\u00edduos interferem no fluxo das \u00e1guas, secando as nascentes.<\/p>\n<p>A caatinga \u00e9 a vegeta\u00e7\u00e3o nativa t\u00edpica. Aprendendo com a natureza e respeitando seus recursos naturais antigamente era poss\u00edvel viver e conviver com o semi\u00e1rido. No sert\u00e3o, milhares de fam\u00edlias viviam do trabalho na agricultura e na pecu\u00e1ria cultivando sua cultura e suas tradi\u00e7\u00f5es em harmonia com o meio ambiente. No entanto, com a degrada\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, essa realidade se foi por terra.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da import\u00e2ncia biol\u00f3gica, a caatinga apresenta um potencial econ\u00f4mico ainda pouco valorizado. Em termos forrageiros, apresenta esp\u00e9cies como o pau-ferro, a catingueira verdadeira, a catingueira rasteira, a cana f\u00edstula, o moror\u00f3 e o juazeiro que poderiam ser utilizadas como op\u00e7\u00e3o alimentar para caprinos, ovinos, bovinos e muares. Entre as de potencialidade frut\u00edfera, destacam-se o umbu, o araticum, o jatob\u00e1, o murici e o licuri e, entre as esp\u00e9cies medicinais, encontram-se a aroeira, a bra\u00fana, o quatro-patacas, o pinh\u00e3o, o velame, o marmeleiro, o angico, o sabi\u00e1, o jeric\u00f3, entre outras.<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas e atos irracionais \u2013 mau uso do solo, desmatamento criminoso e inadequa\u00e7\u00e3o de cultivos \u2013 destru\u00edram mais de 50% dessa floresta e comunidades afins, havendo a necessidade de recompor as \u00e1reas em processo de deteriora\u00e7\u00e3o solo\/vegeta\u00e7\u00e3o, sobretudo a mata ciliar.<\/p>\n<p><strong>A ALIAN\u00c7A<\/strong><\/p>\n<h4><em>Luis Fernando Verissimo<\/em><\/h4>\n<h4>Esta \u00e9 uma hist\u00f3ria exemplar, s\u00f3 n\u00e3o est\u00e1 muito claro qual \u00e9 o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crian\u00e7as. Tamb\u00e9m n\u00e3o tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Central ou no Oriente M\u00e9dio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas afli\u00e7\u00f5es da classe m\u00e9dia. Enfim. Aconteceu com um amigo meu. Fict\u00edcio, claro.<\/h4>\n<p>Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias \u00e0 mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que j\u00e1 sabe que nunca ser\u00e1 o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu.<\/p>\n<p>Com dificuldade ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, n\u00e3o um dos grandes macacos que o desafiavam no j\u00e2ngal dos seus sonhos de inf\u00e2ncia, mas o macaco do seu carro tamanho m\u00e9dio, que provavelmente n\u00e3o funcionaria, resigna\u00e7\u00e3o e retic\u00eancias\u2026 Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e j\u00e1 estava fechando o porta-malas quando a sua alian\u00e7a escorregou pelo dedo sujo de \u00f3leo e caiu no ch\u00e3o. Ele deu um passo para pegar a alian\u00e7a do asfalto, mas sem querer a chutou.<\/p>\n<p>A alian\u00e7a bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro. Onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as m\u00e3os o melhor que p\u00f4de, entrou no carro e seguiu para casa. Come\u00e7ou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo \u00e0s perguntas da mulher antes de ela faz\u00ea-las.<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea n\u00e3o sabe o que me aconteceu!<\/p>\n<p>\u2014 O qu\u00ea?<\/p>\n<p>\u2014 Uma coisa incr\u00edvel.<\/p>\n<p>\u2014 O qu\u00ea?<\/p>\n<p>\u2014 Contando ningu\u00e9m acredita.<\/p>\n<p>\u2014 Conta!<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea n\u00e3o nota nada de diferente em mim? N\u00e3o est\u00e1 faltando nada?<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2014 Olhe.<\/p>\n<p>E ele mostraria o dedo da alian\u00e7a, sem a alian\u00e7a.<\/p>\n<p>\u2014 O que aconteceu?<\/p>\n<p>E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O \u00f3leo. A alian\u00e7a no asfalto. O chute involunt\u00e1rio. E a alian\u00e7a voando para o bueiro e desaparecendo.<\/p>\n<p>\u2014 Que coisa \u2013 diria a mulher, calmamente.<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil de acreditar?<\/p>\n<p>\u2014 N\u00e3o. \u00c9 perfeitamente poss\u00edvel.<\/p>\n<p>\u2014 Pois \u00e9. Eu\u2026<\/p>\n<p>\u2014 SEU CRETINO!<\/p>\n<p>\u2014 Meu bem\u2026<\/p>\n<p>\u2014 Est\u00e1 me achando com cara de boba? De palha\u00e7a? Eu sei o que aconteceu com essa alian\u00e7a.<\/p>\n<p>Voc\u00ea tirou do dedo para namorar. \u00c9 ou n\u00e3o \u00e9? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara-de-pau de inventar uma hist\u00f3ria em que s\u00f3 um imbecil acreditaria.<\/p>\n<p>\u2014 Mas, meu bem\u2026<\/p>\n<p>\u2014 Eu sei onde est\u00e1 essa alian\u00e7a. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!<\/p>\n<p>E ela sairia de casa, com as crian\u00e7as, sem querer ouvir explica\u00e7\u00f5es. Ele chegou em casa sem dizer nada. Por que o atraso? Muito tr\u00e2nsito. Por que essa cara? Nada, nada. E, finalmente:<\/p>\n<p>\u2014 Que fim levou a sua alian\u00e7a? E ele disse:<\/p>\n<p>\u2014 Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. N\u00e3o tenho desculpas. Se voc\u00ea quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.<\/p>\n<p>Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom-senso, a venceriam.<\/p>\n<p>\u2014 O mais importante \u00e9 que voc\u00ea n\u00e3o mentiu pra mim.<\/p>\n<p>E foi tratar do jantar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CURIOSIDADES<\/strong><\/p>\n<p>A coroa\u00e7\u00e3o da rainha Elizabeth II foi marcada para o dia 2 de junho de 1953, em parte porque os meteorologistas diziam que, no ano inteiro, esse era o dia com mais probabilidades de ser ensolarado. Mas choveu\u2026<\/p>\n<p>A Disney World, na Florida abriu ao p\u00fablico em 1971. O parque de divers\u00f5es era o maior do mundo. Custou 400 milh\u00f5es de Euros e durante o primeiro ano o n\u00famero de visitantes n\u00e3o foi o esperado. Apenas 10.000 pessoas visitaram o parque nesse ano. Hoje em dia, o parque recebe 10.000 visitantes por dia.<\/p>\n<p>A express\u00e3o \u201cbarreira do som\u201d nasceu da id\u00e9ia (errada) de que a velocidade do som era o limite da velocidade de v\u00f4o de um avi\u00e3o. Esta id\u00e9ia mudou completamente quando o primeiro avi\u00e3o atingiu uma velocidade \u201csupers\u00f4nica\u201d (acima da barreira do som). A primeira vez que se atravessou a barreira do som foi no dia 13 de Fevereiro de 1947. Quem o fez foi um piloto de ensaios de nome Chuck Yeagen, no avi\u00e3o foguete Bell X-1.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.naosalvo.com.br\"><strong><em>https:\/\/www.naosalvo.com.br<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>S\u00f3 tens certeza que est\u00e1s no caminho certo quando n\u00e3o mais olhares para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A MAIS CHEIROSA DAS FLORES<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nenita Madero<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&#8211; \u00c1 minha m\u00e3e \u2013<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Das a\u00e7ucenas mimosas,<\/p>\n<p>Dos cravos, l\u00edrios, das rosas,<\/p>\n<p>Que exalam doces odores.<\/p>\n<p>\u00c9s, minha m\u00e3e, a mais bela,<\/p>\n<p>A mais bonita e singela,<\/p>\n<p>A mais cheirosa das flores!<\/p>\n<p>Dos canteiros bem cuidados,<\/p>\n<p>Dos bogaris perfumados,<\/p>\n<p>Que nunca mudam de cores.<\/p>\n<p>\u00c9s, minha m\u00e3e, a mais pura,<\/p>\n<p>A flor de maior candura,<\/p>\n<p>A mais cheirosa das flores!<\/p>\n<p>Dos grandes caramanch\u00f5es,<\/p>\n<p>Em que nascem as paix\u00f5es,<\/p>\n<p>Os sonhos&#8230;Doces amores&#8230;<\/p>\n<p>\u00c9s, minha m\u00e3e, a mais pura,<\/p>\n<p>A flor de maior candura,<\/p>\n<p>A mais cheirosa das flores!<\/p>\n<p>Dos nossos verg\u00e9is dourados,<\/p>\n<p>Dos prados enfeiti\u00e7ados,<\/p>\n<p>Por florezinhas multicores.<\/p>\n<p>\u00c9s, minha m\u00e3e, a ess\u00eancia,<\/p>\n<p>Mais suave da exist\u00eancia,<\/p>\n<p>A MAIS CHEIROSA DAS FLORES!<\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>O sujeito bate \u00e0 porta de uma casa e, assim que um homem abre, ele diz:<\/p>\n<p>-O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?<\/p>\n<p>-Claro! Espere um pouco, que vou buscar minha sogra!<\/p>\n<p>(<a href=\"http:\/\/www.piadas.com.br\/\">http:\/\/www.piadas.com.br\/<\/a>)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Acessar:<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.facebook.com.br\/agrisseniores.57\"><strong><em>www.facebook.com.br\/agrisseniores.57<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>www.r2cpress.com.br<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MORTE DO VELHO CHICO AMEA\u00c7A A CONVIV\u00caNCIA COM O SEMI\u00c1RIDO ASA Brasil \u2013 Articula\u00e7\u00e3o Semi\u00e1rido Brasileiro<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115207"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=115207"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115207\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":115209,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115207\/revisions\/115209"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=115207"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=115207"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=115207"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}