{"id":115724,"date":"2018-05-25T12:19:19","date_gmt":"2018-05-25T15:19:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=115724"},"modified":"2018-05-25T12:19:19","modified_gmt":"2018-05-25T15:19:19","slug":"agrissenior-noticias-edicao-669-ano-xiv-maio-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/05\/25\/agrissenior-noticias-edicao-669-ano-xiv-maio-2018\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOTICIAS-Edi\u00e7\u00e3o 669 \u2013 ANO XIV-MAIO 2018"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-114867\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" alt=\"\" width=\"610\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png 688w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737-300x112.png 300w\" sizes=\"(max-width: 610px) 100vw, 610px\" \/><\/a><!--more--><\/p>\n<p><strong>Marx, o marxismo e a esquerda brasileira<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Zander Navarro<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Soci\u00f3logo e pesquisador em Ci\u00eancias Sociais<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O Estado de S\u00e3o Paulo, 17-05-2018)<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Eis uma tarefa de alto risco. S\u00e3o temas vast\u00edssimos, associados a uma literatura oce\u00e2nica. Uma biblioteca dedicada a esses assuntos seria gigantesca, 200 anos ap\u00f3s o nascimento de Karl Marx. Ao propor uma sociedade radicalmente diferente em nome do socialismo, essa foi uma tradi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que estimulou amor e \u00f3dio, ideologias sacrossantas e tamb\u00e9m guerras e exterm\u00ednios. E foi um ide\u00e1rio dominante durante quase meio s\u00e9culo, pois entre 1949, a chegada de Mao ao poder na China, e 1989, com a queda do Muro, quatro em cada dez cidad\u00e3os do mundo viveram sob governos que se diziam marxistas.<\/p>\n<p>Li tudo o que foi escrito por Marx, desde que me apaixonei pelas aparentes certezas defendidas pelos marxistas brasileiros na lend\u00e1ria revista Encontros com a Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, na d\u00e9cada de 1960. Jovem, quem n\u00e3o seria magnetizado por promessas de igualdade e uma sociedade justa? N\u00e3o consegui concluir apenas os tr\u00eas volumes das \u00e1ridas Teorias da Mais-Valia, que o autor alem\u00e3o escreveu disciplinadamente entre 1861 e 1863 na biblioteca do Museu Brit\u00e2nico, em Londres. Eram os volumes preparat\u00f3rios para sua maior obra, O Capital, cujo primeiro volume veio a lume em 1867.<\/p>\n<p>No doutoramento, tamb\u00e9m na Inglaterra, continuei estudando essa tradi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. S\u00e3o quase cinco d\u00e9cadas de pesquisa. Assim, submeto curtas e simplificadas formula\u00e7\u00f5es sobre os tr\u00eas temas principais deste coment\u00e1rio.<\/p>\n<p>Sobre Marx: um autor genial, um dos maiores pensadores de todos os tempos. Febrilmente criativo e capaz de interpretar a sociedade humana como um todo, Marx foi leitor insaci\u00e1vel, movido por rar\u00edssima intelig\u00eancia.<\/p>\n<p>percebeu como nenhum outro autor a chegada de um novo modo de vida, o capitalismo. Ainda que sua obra contenha in\u00fameros erros, ningu\u00e9m, antes ou depois, identificou t\u00e3o claramente os mecanismos essenciais desse regime econ\u00f4mico, em especial a sua intr\u00ednseca instabilidade, o que produz crises c\u00edclicas. Causa perplexidade a sua capacidade anal\u00edtica, considerando que escreveu quando inexistiam dados factuais adequados. A leitura de Marx, se feita desapaixonadamente, \u00e9 essencial para todos os que desejarem entender o mundo dos humanos.<\/p>\n<p>A maior insufici\u00eancia, n\u00e3o exatamente uma falha, desse modelo reside na sua teoria do valor trabalho. \u00c9 uma tese l\u00f3gica e irresistivelmente sedutora. Afirmada simplificadamente: o valor dos bens e mercadorias produzidos decorre do trabalho dos humanos, mas estes s\u00e3o remunerados apenas em parte. Por isso o capitalismo embute um veio de explora\u00e7\u00e3o social e, como resultado, um processo de acumula\u00e7\u00e3o da riqueza por uma minoria. Da\u00ed decorreriam a luta de classes e outras implica\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas que prop\u00f4s em sua copiosa produ\u00e7\u00e3o. O problema: a teoria jamais foi provada empiricamente, sen\u00e3o de forma indireta. Competindo com outras explica\u00e7\u00f5es capazes de quantificar seus conceitos, a teoria de Marx foi se enfraquecendo com o tempo. Num mundo cada vez mais matematizado, a teoria, sem irrefut\u00e1vel comprova\u00e7\u00e3o quantitativa, foi sendo marginalizada pelos economistas e estudiosos. Tornou-se apenas uma curiosidade do pensamento social.<\/p>\n<p>O marxismo \u00e9 o outro tema de imensas propor\u00e7\u00f5es. Marx legou uma obra de interpreta\u00e7\u00e3o, mas o marxismo n\u00e3o cresceu como ci\u00eancia, e sim como a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1970, n\u00e3o fazendo parte de universidades e centros de investiga\u00e7\u00e3o. Somente nessa d\u00e9cada, especialmente na Fran\u00e7a, \u00e9 que houve a tentativa de transformar aquele arcabou\u00e7o numa \u201cci\u00eancia\u201d. Ou seja, ao contr\u00e1rio de teorias suas competidoras (a economia neocl\u00e1ssica, por exemplo), ao adentrar o mundo da pesquisa universit\u00e1ria o marxismo j\u00e1 encontrou seus opositores entrincheirados e foi incapaz de oferecer uma rota alternativa convincente para desaloj\u00e1-los. Adicionalmente, no mundo real, os anos de expans\u00e3o capitalista do p\u00f3s-Guerra j\u00e1 haviam moldado a mentalidade dos cidad\u00e3os. A utopia do novo para\u00edso societ\u00e1rio, \u00e0 luz do chamado socialismo real que ent\u00e3o existia na antiga Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, n\u00e3o atraiu maiorias sociais para empurrar as sociedades para outro modo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por fim, as chamadas \u201cesquerdas\u201d, os agrupamentos sociais assim intitulados porque s\u00e3o motivados por uma orienta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica cujo epicentro conceitual retornaria a Marx e ao marxismo. O coment\u00e1rio, desesperadamente breve, nos remete apenas a dois aspectos da esquerda brasileira, tal como a conheci durante este longo per\u00edodo. Primeiro, a r\u00edgida convic\u00e7\u00e3o daqueles que tomam posi\u00e7\u00e3o \u00e0 esquerda, sobre a categ\u00f3rica seguran\u00e7a acerca da transforma\u00e7\u00e3o social. Foi o que me atraiu quando jovem, mas posteriormente quis entender as origens dessas inquebrant\u00e1veis certezas sobre o mundo e seu destino hist\u00f3rico. N\u00e3o precisei estudar muito para entender que inexistiam raz\u00f5es bem fundamentadas para manter essa proposi\u00e7\u00e3o, como se dogma fosse. Por que meus amigos marxistas insistiam em apregoar a inevit\u00e1vel ruptura do capitalismo, com repetidas e cansativas loas sobre uma vaga \u201ccrise iminente\u201d que nunca chegava?<\/p>\n<p>Ap\u00f3s essa decep\u00e7\u00e3o te\u00f3rica, veio outra, por\u00e9m mais mundana. Foi perceber que a maioria dos marxistas brasileiros lia pouco, discutia menos ainda e, mais grave, no geral apenas repetia um monoc\u00f3rdio ros\u00e1rio de frases feitas, com escassa e insuficiente comprova\u00e7\u00e3o. De fato, um credo. At\u00e9 meados dos anos 1980, por exemplo, a maior<\/p>\n<p>parte da obra de Marx nem sequer era conhecida pela maioria da esquerda brasileira, pois n\u00e3o fora traduzida do alem\u00e3o ou do russo. Mas, ainda assim, prosseguiam as vis\u00f5es religiosas sobre a derrocada pr\u00f3xima do regime capitalista.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel. Marx e o marxismo s\u00e3o encantadores como um movimento de ideias, mas deixaram de ser a arquitetura poss\u00edvel de uma nova sociedade. As esquerdas, em geral, n\u00e3o souberam manter aberto esse roteiro hist\u00f3rico<\/p>\n<p><strong>GEISEL E A EMBRAPA: reparos<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>TC AMAN\/MatBel-1963 \u2013 IME\/Eletr\u00f4nica-1971<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Autor do livro \u201cOs militares e a guerra social\u201d, Ed. Artes e Oficio, 1994<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Vou colaborar com o texto do coronel Jo\u00e3o Batista Pinheiro, \u201cPara ativar a mem\u00f3ria do povo brasileiro\u201d, escrito como um desagravo pela divulga\u00e7\u00e3o do tal memorando da CIA que ataca o governo Geisel e os militares.<\/p>\n<p>Tenho dois reparos a fazer j\u00e1 que o foco \u00e9 o governo do presidente Geisel, mas para n\u00e3o ser cansativo vou deixar o segundo para um pr\u00f3ximo texto por ser, a meu ver, mais indigesto.<\/p>\n<p><strong>O relato, transcrito pelo coronel, que atribui ao governo Geisel, na figura do seu ministro da Agricultura Alisson Paulinelli, a autoria da &#8220;<\/strong><strong>maior revolu\u00e7\u00e3o na agricultura j\u00e1 realizada na Am\u00e9rica Latina<\/strong><strong>&#8220;, <\/strong>merece reparos, por uma quest\u00e3o de justi\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o se discute se Geisel, antes de assumir, chamou Paulinelli e lhe afirmou que \u201ca agricultura brasileira s\u00f3 sairia da mesmice de cinco s\u00e9culos de extrativismo se sofresse uma revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica\u201d e que tenha, ao convid\u00e1-lo, dito que \u201cvamos fazer essa revolu\u00e7\u00e3o\u201d e que o futuro ministro tenha topado.<\/strong><\/p>\n<p><strong>O que aconteceu, depois, \u00e9 que merece reparos, para que a \u201c<\/strong><strong>relapsa mem\u00f3ria do povo brasileiro\u201d n\u00e3o fique ainda mais confusa.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u201c<\/strong><strong>Paulinelli topou. <\/strong><strong>CHAMOU O PRESIDENTE DA ADORMECIDA EMBRAPA<\/strong><strong>, E ESTABELECERAM<\/strong><strong> O RUMO DAS A\u00c7\u00d5ES\u201d<\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n<p>Quem iniciou esta revolu\u00e7\u00e3o que transformou o agroneg\u00f3cio no motor-chefe da economia brasileira e o Brasil em um dos mais importantes players do mercado mundial de commodities foi o jovem ministro ga\u00facho do governo M\u00e9dici que, aos 36 anos, assumiu minist\u00e9rio da Agricultura: Luiz Fernando Cirne Lima. Foi ele que montou e deu apoio ao grupo de trabalho que deu origem a Embrapa, cuja diretoria, basicamente, se manteve durante o governo Geisel.<\/p>\n<p>Foi Cirne Lima que mandou a primeira leva de brasileiros para se especializar no Exterior, J. Irineu Cabral, primeiro presidente da Embrapa, registrou em seu livro \u201cO sol da manh\u00e3\u201d, \u201ca cultura de vanguarda come\u00e7ou a ser forjada j\u00e1 nos primeiros meses, quando mais de mil profissionais seguiram para treinamento no exterior, em uma iniciativa que produziu forte impacto na \u00e9poca\u201d.<\/p>\n<p>Sobre a import\u00e2ncia de Cirne Lima, o pr\u00f3prio J. Irineu Cabral registra em seu livro, quando foi se despedir do ministro que pedira demiss\u00e3o porque rompera com Delfim Neto, na briga para que a Agricultura n\u00e3o pagasse sozinha pelas medidas de restri\u00e7\u00e3o para conter a infla\u00e7\u00e3o: \u201cSa\u00ed do Gabinete com uma sensa\u00e7\u00e3o de l\u00e1stima, <strong>POIS PERD\u00cdAMOS<\/strong>, <strong>SEM D\u00daVIDA, A NOSSA MAIOR LIDERAN\u00c7A E O VERDADEIRO PROMOTOR DE TODO O PROCESSO DE<\/strong> <strong>CRIA\u00c7\u00c3O DA EMBRAPA<\/strong><strong>\u201d. \u201cN\u00c3O S\u00c3O POUCAS AS PESSOAS QUE ME PERGUNTAM QUEM, AFINAL DAS CONTAS, FOI O VERDADEIRO CRIADOR DA EMBRAPA\u201d, MAS \u201cA DECIS\u00c3O POL\u00cdTICA DO MINISTRO CIRNE LIMA DE SEGUIR ADOTANDO AS RECOMENDA\u00c7\u00d5ES DO GRUPO FOI, SEM D\u00daVIDA, DECISIVA\u201d.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Outro reparo<\/strong>: durante o governo Geisel o protagonista da continua\u00e7\u00e3o desta revolu\u00e7\u00e3o foi o pr\u00f3prio presidente tendo Paulinelli como um competente executor.<\/p>\n<ol>\n<li>Irineu Cabral conta em seu livro que Geisel foi, realmente, um grande estimulador da Embrapa. No seu primeiro m\u00eas de governo foi para dentro da Embrapa, em reuni\u00e3o com pauta aberta, passou 4 horas se inteirando sobre a empresa. Registra que \u201co Presidente escutou, atentamente, anotando pontos sobre os quais iria comentar, questionar e fazer recomenda\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ele tinha muito clara a prioridade da agricultura e o papel da pesquisa no seu desenvolvimento. Foram dezessete as interven\u00e7\u00f5es do Presidente, entre as quais destacamos: <strong>SUA SATISFA\u00c7\u00c3O POR ENCONTRAR A DIRETORIA DA EMBRAPA CONSCIENTE E SEGURA SOBRE COMO CONDUZIR A SUA IMPLANTA\u00c7\u00c3O<\/strong>. Felicitou-nos pela clareza das nossas exposi\u00e7\u00f5es sobre as quest\u00f5es ligadas \u00e0s pol\u00edticas de recursos humanos, os procedimentos e crit\u00e9rios da implanta\u00e7\u00e3o do novo Modelo e assuntos relacionados \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de recursos financeiros. Alegou, de pronto, algumas preocupa\u00e7\u00f5es sobre a capacidade da Embrapa em apoiar a autossufici\u00eancia de alimentos de consumo popular no pa\u00eds. Foi seco e direto ao tema. Como Chefe da Na\u00e7\u00e3o e em um pa\u00eds como o nosso, n\u00e3o admitia a importa\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o, arroz, trigo, milho e leite. Para ele, a Embrapa s\u00f3 tinha sentido existir se, via pesquisa e a ajuda direta de cr\u00e9dito e assist\u00eancia t\u00e9cnica, resolvesse o atendimento \u00e0 demanda de alimentos essenciais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o brasileira. Lan\u00e7ava um desafio \u00e0 Diretoria da Empresa para que cumprisse metas de autossufici\u00eancia e sustentabilidade na produ\u00e7\u00e3o desses alimentos. Daria todo apoio, irrestrito e imediato para a consecu\u00e7\u00e3o desses objetivos. E iria cobrar resultados\u201d.<\/p>\n<p>E concluiu, o presidente Geisel: \u201c<strong>N\u00c3O MUDEM A ROTA POIS O CAMINHO \u00c9 ESTE QUE FOI TRA\u00c7ADO<\/strong>\u201d. E, reconhece, o primeiro presidente da Embrapa: \u201cO Presidente cumpriu tudo que prometeu nos cinco anos que se seguiram\u201d.<\/p>\n<p><em>(<strong>Enviada por Al\u00edcio Rocha)<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong><em><br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>CURIOSIDADES DO MUNDO ANIMAL<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel mandar uma vaca subir escadas, mas descer \u00e9 imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Os elefantes n\u00e3o conseguem saltar. qualquer outro mam\u00edfero consegue.<\/p>\n<p>O olho de uma avestruz \u00e9 maior do que o seu c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>Estudos provaram que se um gato cair de um 7\u00ba andar, tem menos 30% de hip\u00f3teses de sobreviver do que se cair de um 12\u00ba andar. Geralmente demora uns oito andares para o gato se aperceber do que est\u00e1 a acontecer, para se relaxar e corrigir a sua posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A lula gigante tem os maiores olhos do mundo.<\/p>\n<p>A urina do gato brilha com luz ultravioleta.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais possibilidades de se morrer com uma rolha de champanhe do que com uma aranha venenosa.<\/p>\n<p>O crocodilo n\u00e3o pode p\u00f4r a l\u00edngua para fora.<\/p>\n<p>As borboletas sentem o gosto com os p\u00e9s e n\u00e3o com a l\u00edngua.<\/p>\n<p>Os ratos n\u00e3o vomitam.<\/p>\n<p>Quando as cobras nascem com duas cabe\u00e7as, as cabe\u00e7as lutam entre si por comida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>Foi-se o TEMPO que eu perdia TEMPO, pois possu\u00eda TEMPO. Hoje, n\u00e3o tenho mais TEMPO para perder TEMPO com quem vive no contratempo da vida<em>. (<strong>Luiz Ferreira,05\/18)<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong>AO CAIR DA TARDE<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nenita Madero<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A Natureza bela desfalece,<\/p>\n<p>Nost\u00e1lgica, calma e fria, a noite desce.<\/p>\n<p>A passarada amoita-se a seu ninho.<\/p>\n<p>Pirilampos vagueiam os espa\u00e7os,<\/p>\n<p>Grilos pissitam em voos e abra\u00e7os,<\/p>\n<p>A noite que nos beija de mansinho!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Eis chegada a solene hora da prece.<\/p>\n<p>Quanta mudez, tristeza e qu\u00e3o langor?<\/p>\n<p>A todos o viver nos enternece,<\/p>\n<p>Acalenta-nos o olhar do Criador!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao escutar os trinados t\u00e3o pungentes,<\/p>\n<p>E o cantar das cigarras estridentes,<\/p>\n<p>A meditar eu fico, em grande pausa<\/p>\n<p>A vida \u00e9 bela! O viver lago ameno,<\/p>\n<p>De esperan\u00e7as. E o ser doce e sereno,<\/p>\n<p>O O\u00e1sis do bem que s\u00f3 prazer nos causa!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, vivamos sem que a n\u00f3s destrua,<\/p>\n<p>Tudo aquilo que a todos faz chorar<\/p>\n<p>Sorrir \u00e9 existir&#8230;E sempre continua<\/p>\n<p>O nada que haveremos de chegar!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>E no Ocaso sombrio que descerra,<\/p>\n<p>Plenitude, dever e o todo encerra.<\/p>\n<p>De um viver verberante e natural.<\/p>\n<p>Eu s\u00f3 tenho de aos c\u00e9us agradecer<\/p>\n<p>A paz intima que sinto ao entardecer,<\/p>\n<p>E perdoar os que me fazem mal!<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>O garoto, ao acordar pela manh\u00e3, perguntou meio espantado: &#8211; m\u00e3e, papai faz coc\u00f4 na cama?<\/p>\n<p>\u2013 Que conversa mais besta \u00e9 essa, menino?!<\/p>\n<p>\u2013 \u00c9 que ontem passei em frente ao seu quarto e ouvi claramente a senhora falando: &#8211; l\u00e1 vem voc\u00ea com esta merda mole outra vez.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Acessar<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>www.r2cpress.com.br<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115724"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=115724"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115724\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":115725,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115724\/revisions\/115725"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=115724"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=115724"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=115724"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}