{"id":115939,"date":"2018-06-07T20:42:44","date_gmt":"2018-06-07T23:42:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=115939"},"modified":"2018-06-07T20:42:44","modified_gmt":"2018-06-07T23:42:44","slug":"agrissenior-noticias-edicao-671-ano-xiv-no-41-junho-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/06\/07\/agrissenior-noticias-edicao-671-ano-xiv-no-41-junho-de-2018\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOT\u00cdCIAS &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 671 \u2013 ANO XIV -N\u00ba 41 \u2013  junho de 2018"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-114867\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" alt=\"\" width=\"559\" height=\"208\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png 688w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737-300x112.png 300w\" sizes=\"(max-width: 559px) 100vw, 559px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O IMORTAL MARCELO C\u00c2MARA<\/strong><\/p>\n<p>Informamos, com orgulho, a ascens\u00e3o do colega Marcelo C\u00e2mara ao mundo das letras. Parab\u00e9ns dos Editores e demais Ceplaqueanos que conviveram com ele em sua passagem prof\u00edcua pela CEPLAC, Bras\u00edlia.<!--more--><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/AG.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-115940\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/AG.jpg\" alt=\"\" width=\"626\" height=\"439\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/AG.jpg 626w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/AG-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 626px) 100vw, 626px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DIA DO MEIO AMBIENTE<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ewerton Almeida<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ontem foi o DIA DO MEIO AMBIENTE!<\/p>\n<p>Algu\u00e9m viu algum Movimento dos Ambientalistas sobre o TERRORISMO BIOL\u00d3GICO que foi a introdu\u00e7\u00e3o criminosa da Vassoura de Bruxa, acobertado pelos governos petistas no Sul da Bahia?<\/p>\n<p>TERRORISMO BIOL\u00d3GICO que tem nome e endere\u00e7o e que gerou 300 mil desempregos diretos, que promoveu a fuga do campo (fen\u00f4meno do \u00eaxodo rural) de quase um milh\u00e3o de pessoas e que mergulhou a regi\u00e3o num caos ambiental, social, econ\u00f4mico e financeiro!<\/p>\n<p>Algu\u00e9m viu algum time de &#8220;ambientalistas&#8221; em campo a reclamar da situa\u00e7\u00e3o de mananciais desaparecendo, manguezais ultra polu\u00eddos, riachos e c\u00f3rregos j\u00e1 em extin\u00e7\u00e3o, rios d&#8217;antes piscosos e volumosos virando riachos ou dep\u00f3sitos de esgotos ou dejetos outros, devidos a introdu\u00e7\u00e3o criminosa da terr\u00edvel praga da vassoura de bruxa &#8211; TERRORISMO BIOL\u00d3GICO?<\/p>\n<p>A maioria dos movimentos ambientalistas, \u00e9 na verdade, UMA MENTIRA S\u00d3!<\/p>\n<p><strong>VIS\u00c3O DIVERSIFICADA DA MONOCULTURA DO CACAU<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Luiz Ferreira da Silva<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Atrav\u00e9s dos estudos pedol\u00f3gicos, na d\u00e9cada de 1960, quando iniciei a minha carreira profissional na CEPLAC, dentre as paisagens fisiogr\u00e1ficas e respectivos solos, chamou-me a aten\u00e7\u00e3o uma expressiva plan\u00edcie que margeia toda costa do sul da Bahia, discrepando da zona do cacau, sobretudo pela sua topografia praticamente plana.<\/p>\n<p>Tratava-se das famosas terras avistadas por Cabral e que mereceu empolga\u00e7\u00e3o do Pero Vaz Caminha, quando escreveu: &#8211; \u201caqui, em se plantando tudo d\u00e1\u201d. Ent\u00e3o, \u00e9ramos dois a creditar no potencial daquelas terras, praticamente em desuso, agredidas pelo desmatamento e pela implanta\u00e7\u00e3o de pastagens sem o devido manejo, deteriorando o solo.<\/p>\n<p>Se naquele momento o mote era as terras que serviam para plantar cacau \u2013 solos com fertilidade m\u00e9dia a alta; relevo de colinas e morros, presen\u00e7a de \u201cboulders\u201d; declives acentuados e \u201ccovoados\u201d \u00famidos, compat\u00edveis \u00e0quela agricultura n\u00e3o mecanizada, os solos de tabuleiros poderiam contemplar outro tipo de agricultura, a que preconizava o uso de m\u00e1quinas agr\u00edcolas, na vis\u00e3o de quebrar o estigma da monocultura cacaueira, diversificando a economia da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>E foi com esse intuito que a CEPLAC e, com base nas pesquisas de solos, investiu num programa de diversifica\u00e7\u00e3o de culturas, na expectativa de quebrar a depend\u00eancia exclusiva do cacau e promover novos polos de desenvolvimento agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Primeiramente, instalando em Barrol\u00e2ndia (Santa Cruz de Cabr\u00e1lia) a Esta\u00e7\u00e3o Experimental Greg\u00f3rio Bondar, visando desenvolver pesquisas com cultivos indicados, como dend\u00ea, seringueira, guaran\u00e1, cana-de-a\u00e7\u00facar, citrus, mandioca, dentre outros. Seria como qu\u00ea um Jardim Tropical.<\/p>\n<p>Para impulsion\u00e1-la, sob a orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Kozen Igue (im), conduzi o Projeto Tabuleiro, que conseguiu angariar fundos junto \u00e0 SUDENE e ao FINEP. Mais tarde, a coopta\u00e7\u00e3o da Secretaria de Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio do Governo Federal, via o Professor Bautista Vidal, interessado no desenvolvimento de uma matriz energ\u00e9tica. Em raz\u00e3o do mau uso dos solos com as pastagens de baixo desfrute, a CEPLAC instalou a Esta\u00e7\u00e3o Zoot\u00e9cnica de Itabela, atrelado a um conv\u00eanio com o CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropica) que vinha desenvolvendo pesquisas com gram\u00edneas e leguminosas em regi\u00f5es assemelhadas da Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>Com a preocupa\u00e7\u00e3o da conserva\u00e7\u00e3o florestal, foi adquirida a Esta\u00e7\u00e3o de Pau Brasil em Porto Seguro, tamb\u00e9m para estudos com esp\u00e9cies florestais.<\/p>\n<p>Ademais, a Esta\u00e7\u00e3o de Una (Esta\u00e7\u00e3o Experimental Lemos Maia) para palm\u00e1ceas, sobretudo coco e dend\u00ea, importando-se matrizes de ambos os cultivos da Costa do Marfim.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, a CEPLAC lan\u00e7ou o PROCACAU, um plano de expans\u00e3o da cacauicultura e replanta\u00e7\u00e3o dos cacauais velhos, programa eivado de recursos e incentivos que, logicamente, atraiu aos empreendedores da regi\u00e3o, al\u00e9m da sua arraigada tradi\u00e7\u00e3o com a lavoura.<\/p>\n<p>E, tamb\u00e9m, havia certa resist\u00eancia dos cacauicultores, pois argumentavam que a CEPLAC estava desviando dinheiro do cacau para outros cultivos. E os tabuleiros ficaram no \u201cregra tr\u00eas\u201d.<\/p>\n<p>O tempo passou, veio o debacle da cacauicultura com a introdu\u00e7\u00e3o da vassoura-de-bruxa e novos empreendedores, sobretudo de Estados cont\u00edguos, Minas e Esp\u00edrito Santo, passaram a mirar os tabuleiros com outros olhos. Talvez em fun\u00e7\u00e3o do \u201cboom\u201d dos cerrados, solos pobres como os tabuleiros, que eram considerados imprest\u00e1veis para a agricultura e, que de repente, com as pesquisas da EMBRAPA, passou a colocar o Brasil no epicentro da produtividade de gr\u00e3os no mundo.<\/p>\n<p>Com satisfa\u00e7\u00e3o, vejo hoje o Extremo Sul da Bahia, no mesmo caminho, \u00a0resgatando o desmatamento irracional procedido em \u00e9pocas passadas, com a implanta\u00e7\u00e3o de grandes projetos agropecu\u00e1rios com alta tecnologia, auferindo excelentes produtividades, a exemplo do eucalipto, cacau irrigado, caf\u00e9 e cana-de-a\u00e7\u00facar, suplantando a regi\u00e3o do cacau que j\u00e1 fora o sustent\u00e1culo de todo o sudeste da Bahia.<\/p>\n<p><strong>O DIAMANTE <\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Cr\u00f4nica de Fernando Sabino<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali n\u00e3o havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da m\u00e3o pra boca, Jovelino j\u00e1 n\u00e3o via jeito de conseguir com que prover o sustento da fam\u00edlia. E resolveu se mandar para Goi\u00e1s, onde An\u00e1polis, a nova terra da promiss\u00e3o, atra\u00eda a cobi\u00e7a dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo \u00e0 flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o p\u00e9 na estrada.<\/p>\n<p>Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andan\u00e7a com a sua tribo, pernoitando em pai\u00f3is de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.<\/p>\n<p>Vai da\u00ed Jovelino chegou aos arredores de An\u00e1polis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que n\u00e3o eram diamantes. Daqui para ali, dali para l\u00e1, ano vai, ano vem, Jovelino existia de n\u00f4made com seu povinho cada vez mais minguando de fome.\u00a0Comia\u00a0como podia \u2014 e n\u00e3o podia. Vivia ao deus- dar\u00e1 \u2014 e Deus n\u00e3o dava. Quem me conta \u00e9 o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:<\/p>\n<p>\u2014 Ao fim de dez anos ele concluiu que n\u00e3o encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua fam\u00edlia para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. N\u00e3o dava diamante n\u00e3o, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.<\/p>\n<p>Jovelino reuniu a fam\u00edlia e botou p\u00e9 na estrada, de volta \u00e0 terra de nascen\u00e7a, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obriga\u00e7\u00e3o, de vez em quando perdendo um, que isso de filho \u00e9 cria\u00e7\u00e3o que morre muito. Foi nos idos de 43:<\/p>\n<p>\u2014 Chegou l\u00e1 e se instalou no mesmo lugar de onde havia sa\u00eddo. Governo deu emprego n\u00e3o. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. At\u00e9 que um dia\u2026<\/p>\n<p>At\u00e9 que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu\u2026 A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no c\u00e9u \u2014 como uma estrela no c\u00e9u? Como o pr\u00f3prio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em An\u00e1polis, no mesmo s\u00edtio em que tinha desenterrado a sua desilus\u00e3o.<\/p>\n<p>E para l\u00e1 partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta \u00e9 o filho do fazendeiro:<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goi\u00e1s ficou para sempre revolvida, gra\u00e7as \u00e0 enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, n\u00e3o era um diamante, era um calhau. At\u00e9 que um dia\u2026<\/p>\n<p>\u2014 Encontrou? \u2014 perguntei, j\u00e1 aflito.<\/p>\n<p>\u2014 Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher j\u00e1 morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles \u00e9 coletor em Goi\u00e2nia.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia n\u00e3o resistiu: passou a m\u00e3o na sua enxada, e sem avisar ningu\u00e9m, o olhar reluzente de esperan\u00e7a, partiu \u00e0 procura do imposs\u00edvel, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>As pessoas felizes lembram o passado com gratid\u00e3o, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo. <em>\u201c<\/em><a href=\"https:\/\/www.pensador.com\/autor\/epicuro\/\"><em>Epicuro<\/em><\/a>\u201d<\/p>\n<p><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong>QUASE<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>M\u00e1rio de S\u00e1-Carneiro<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Um pouco mais de sol &#8211; eu era brasa,<\/p>\n<p>Um pouco mais de azul &#8211; eu era al\u00e9m.<\/p>\n<p>Para atingir, faltou-me um golpe de asa&#8230;<\/p>\n<p>Se ao menos eu permanecesse aqu\u00e9m&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assombro ou paz? Em v\u00e3o&#8230; Tudo esva\u00eddo<\/p>\n<p>Num grande mar enganador de espuma;<\/p>\n<p>E o grande sonho despertado em bruma,<\/p>\n<p>O grande sonho &#8211; \u00f3 dor! &#8211; quase vivido&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quase o amor, quase o triunfo e a chama,<\/p>\n<p>Quase o princ\u00edpio e o fim &#8211; quase a expans\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>Mas na minh&#8217;alma tudo se derrama&#8230;<\/p>\n<p>Entanto nada foi s\u00f3 ilus\u00e3o!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De tudo houve um come\u00e7o &#8230; e tudo errou&#8230;<\/p>\n<p>\u2014 Ai a dor de ser \u2014 quase, dor sem fim&#8230;<\/p>\n<p>Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,<\/p>\n<p>Asa que se elan\u00e7ou mas n\u00e3o voou&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Momentos de alma que, desbaratei&#8230;<\/p>\n<p>Templos aonde nunca pus um altar&#8230;<\/p>\n<p>Rios que perdi sem os levar ao mar&#8230;<\/p>\n<p>\u00c2nsias que foram mas que n\u00e3o fixei&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se me vagueio, encontro s\u00f3 ind\u00edcios&#8230;<\/p>\n<p>Ogivas para o sol \u2014 vejo-as cerradas;<\/p>\n<p>E m\u00e3os de her\u00f3i, sem f\u00e9, acobardadas,<\/p>\n<p>Puseram grades sobre os precip\u00edcios&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Num \u00edmpeto difuso de quebranto,<\/p>\n<p>Tudo encetei e nada possu\u00ed&#8230;<\/p>\n<p>Hoje, de mim, s\u00f3 resta o desencanto<\/p>\n<p>Das coisas que beijei mas n\u00e3o vivi&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um pouco mais de sol \u2014 e fora brasa,<\/p>\n<p>Um pouco mais de azul \u2014 e fora al\u00e9m.<\/p>\n<p>Para atingir faltou-me um golpe de asa&#8230;<\/p>\n<p>Se ao menos eu permanecesse aqu\u00e9m&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>Um brasileiro est\u00e1 calmamente tomando o caf\u00e9 da manha quando um americano t\u00edpico, mascando chicletes, senta-se ao lado dele. O brasileiro ignora o americano que, n\u00e3o se conformando, come\u00e7a a puxar conversa: &#8211; Americano: Voc\u00ea come esse p\u00e3o inteirinho? &#8211; Brasileiro (de mau humor): Claro. &#8211; Americano: N\u00f3s n\u00e3o. N\u00f3s comemos s\u00f3 o miolo, a casca nos vamos juntando num container, depois processamos, transformamos em croissant e vendemos para o Brasil. O brasileiro ouve calado. &#8211; O Americano insiste: Voc\u00ea come esta geleia com o p\u00e3o? &#8211; Brasileiro: Claro. &#8211; Americano: N\u00f3s, n\u00e3o. N\u00f3s comemos frutas frescas no caf\u00e9 da manha, jogamos todas as cascas, sementes e baga\u00e7os em containers, depois processamos, transformamos em geleia e vendemos para o Brasil. &#8211; Brasileiro: E o que voc\u00eas fazem com as camisinhas depois de usadas? &#8211; Americano: Jogamos fora, claro! &#8211; Brasileiro: N\u00f3s, n\u00e3o. Vamos guardando tudo em containers, processamos, transformamos em chicletes e vendemos para os Estados Unidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Acessar<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\"><strong><em>www.r2cpress.com.br<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O IMORTAL MARCELO C\u00c2MARA Informamos, com orgulho, a ascens\u00e3o do colega Marcelo C\u00e2mara ao mundo das letras. 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