{"id":116784,"date":"2018-07-27T16:21:56","date_gmt":"2018-07-27T19:21:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=116784"},"modified":"2018-07-27T16:21:56","modified_gmt":"2018-07-27T19:21:56","slug":"agrissenior-noticias-edicao-678-ano-xv-no-02-julho-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/07\/27\/agrissenior-noticias-edicao-678-ano-xv-no-02-julho-de-2018\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOTICIAS &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 678 \u2013 ANO XV &#8211; N\u00ba 02 \u2013  julho de 2018"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" width=\"688\" height=\"256\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A SOLIDARIEDADE ECOL\u00d3GICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Luiz Ferreira da Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>(Cap\u00edtulo VIII do livro \u2013 A M\u00e3e Natureza nos ensinando os caminhos do bem)<\/strong><\/p>\n<p>O milho, produto que alimenta bilh\u00f5es de pessoas em suas diversas formas de guloseimas, fatalmente n\u00e3o sobreviveria se n\u00e3o fosse a solidariedade de animais, sobretudo dos p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>Suas sementes s\u00e3o distribu\u00eddas atrav\u00e9s de espigas, aderidas fortemente, imposs\u00edveis de ca\u00edrem ao solo para sua germina\u00e7\u00e3o, produzindo novos p\u00e9s de milho. Ent\u00e3o, a deisc\u00eancia da espiga provoca a germina\u00e7\u00e3o de todas as suas sementes, cuja concorr\u00eancia inviabilizaria a reprodu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>A\u00ed entra o periquito, que adora comer milho in natura, distribuindo as sementes alhures, evitando a morte de t\u00e3o importante alimento.<\/p>\n<p>O cacaueiro, por outro lado, apresenta o fen\u00f4meno da incompatibilidade sexuada, que se manifesta quando o p\u00f3len de uma flor em uma planta n\u00e3o consegue fecundar os \u00f3vulos das flores da mesma planta<\/p>\n<p>(autoincompatibilidade) ou de outras plantas (Inter incompatibilidade).<\/p>\n<p>Assim, o cacaueiro necessita de autopoliniza\u00e7\u00e3o ou de poliniza\u00e7\u00e3o cruzada, que \u00e9 realizada por mosquinhas chamadas \u201cforcipomyas\u201d, e n\u00e3o havendo poliniza\u00e7\u00e3o adequada, a lavoura n\u00e3o produz satisfatoriamente.<\/p>\n<p>E nesse contexto, a jaca tamb\u00e9m participa ao propiciar meios de cultura ao inseto, trav\u00e9s de seu liquido doce impregnado nas cascas em decomposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outras vezes as plantas precisam de se reproduzir mais al\u00e9m de seu habitat, como acontece com os ip\u00eas. Para isso, suas sementes s\u00e3o aladas para que o vento as transporte.<\/p>\n<p>Da mesma forma, o urubu \u00e9 um grande plantador de dend\u00ea, bem como o jupar\u00e1 do cacau.<\/p>\n<p>Digno de registro \u00e9 a solidariedade dos roedores nesse mister fitoecol\u00f3gico. Como exemplo, os frutos do jatob\u00e1 t\u00eam uma casca muito dura que impede a eclos\u00e3o do n\u00facleo germinativo, necessitando de uma parceria. E a cotia ou outros roedores, atra\u00eddos pelo odor dos frutos, roem a carapa\u00e7a em busca da mucilagem, colocando as sementes em condi\u00e7\u00f5es de formarem novos jatobazinhos.<!--more--><\/p>\n<p>N\u00e3o se deve esquecer o belo e aparente fr\u00e1gil beija-flor que merece destaque.<\/p>\n<p>Os beija-flores s\u00e3o aves de pequeno porte, que medem em m\u00e9dia de seis a doze cent\u00edmetros de comprimento e pesam de dois a seis gramas. O bico \u00e9 normalmente longo e sua l\u00edngua bifurcada e extens\u00edvel, usada para extrair o n\u00e9ctar das flores.<\/p>\n<p>O esqueleto e constitui\u00e7\u00e3o muscular dos beija-flores est\u00e3o adaptados de forma a permitir um voo r\u00e1pido e extremamente \u00e1gil. S\u00e3o as \u00fanicas aves capazes de voar em marcha-r\u00e9 e de permanecer im\u00f3veis no ar. O batimento das asas \u00e9 muito r\u00e1pido e as esp\u00e9cies menores podem bater as asas de 70 a 80 vezes por segundo. Em contraste, as patas dos beija-flores s\u00e3o pequenas demais para a ave caminhar sobre o solo.<\/p>\n<p>Tal como a maioria das aves, o sentido do <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Olfato\">olfato<\/a> n\u00e3o est\u00e1 muito desenvolvido nos beija-flores; a <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Vis%C3%A3o\">vis\u00e3o<\/a><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Vis%C3%A3o\">,<\/a> no entanto, \u00e9 muito apurada. Al\u00e9m de poderem identificar cores, os beija-flores s\u00e3o dos poucos <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Vertebrados\">vertebrados<\/a> capazes de detectar cores no espectro <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ultravioleta\">ultravioleta<\/a><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ultravioleta\">.<\/a><\/p>\n<p>A alimenta\u00e7\u00e3o dos beija-flores \u00e9 baseada em <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/N%C3%A9ctar\">n\u00e9ctar<\/a><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/N%C3%A9ctar\">,<\/a> necessitando de grandes quantidades diariamente, para suprir a energia necess\u00e1ria \u00e0 sua vida. Na ronda alimentar, por outro lado, o beija-flor transporta p\u00f3len entre as flores de um maior n\u00famero de indiv\u00edduos, distantes entre si, possibilitando assim maior variabilidade gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>Se por um lado, o beija-flor necessita das flores para sua pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia, pelo outro contribui na sua reprodu\u00e7\u00e3o, pois na Natureza tudo \u00e9 coparticipado.<\/p>\n<p>E, assim, h\u00e1 na Natureza diversos trabalhos comunit\u00e1rios, inclusive de microrganismos, que o homem desconhece ou n\u00e3o se apercebe da import\u00e2ncia para o bem e manuten\u00e7\u00e3o de uma sociedade, seja humana ou ecossist\u00eamica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>ENSINAMENTO.<\/u> Todos tem que cooperar e nada pode ser conseguido sem o esfor\u00e7o pr\u00f3prio, pondo em pr\u00e1tica o sentimento nobre da solidariedade. \u00c9 O famoso chegar juntos que est\u00e1 sendo negligenciado pelo homem,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>MENTIRAS VERDADEIRAS QUE OS ILUDIDOS ACREDITAM:<\/strong><\/p>\n<p>*1. ADVOGADO*: \u2013 Esse processo \u00e9 causa ganha.<\/p>\n<p>*2. AMBULANTE*: \u2013 Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.<\/p>\n<p>*3. ANFITRI\u00c3O*: \u2013 J\u00e1 vai? Ainda \u00e9 cedo!<\/p>\n<p>*4. ANIVERSARIANTE*: \u2013 Presente? Sua presen\u00e7a \u00e9 mais importante.<\/p>\n<p>*5. B\u00caBADO*: \u2013 Sei perfeitamente o que estou dizendo e fazendo.<\/p>\n<p>*6. CASAL SEM FILHOS*: \u2013 Visite-nos sempre; adoramos suas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>*7. CORRETOR DE IM\u00d3VEIS*: \u2013 Em seis meses colocar\u00e3o \u00e1gua, luz e telefone.<\/p>\n<p>*8. DENTISTA*: \u2013 N\u00e3o vai doer nada.<\/p>\n<p>*9. DESILUDIDA*: \u2013 N\u00e3o quero mais saber de homem.<\/p>\n<p>*10. DEVEDOR*: \u2013 Amanh\u00e3, sem falta!<\/p>\n<p>*11. ENCANADOR*: \u2013 \u00c9 muita press\u00e3o que vem da rua.<\/p>\n<p>*12. GAR\u00c7OM*: A demora da comida \u00e9 porque \u00e9 tudo feito na hora!<\/p>\n<p>*13. FILHA DE 17 ANOS*: \u2013 Dormi na casa de uma amiga.<\/p>\n<p>*14. FILHO DE 18 ANOS*: \u2013 Antes das onze estarei de volta.<\/p>\n<p>*15. GERENTE DE BANCO*: \u2013 Temos as taxas mais baixas do mercado.<\/p>\n<p>*16. INIMIGO DO MORTO*: \u2013 Era um bom sujeito.<\/p>\n<p>*17. JOGADOR DE FUTEBOL*: \u2013 Vamos reverter a situa\u00e7\u00e3o no pr\u00f3ximo jogo.<\/p>\n<p>*18. LADR\u00c3O*: \u2013 Isso aqui eu achei na rua.<\/p>\n<p>*19. MEC\u00c2NICO*: \u2013 \u00c9 o carburador.<\/p>\n<p>*20. MUAMBEIRO*: \u2013 Tem garantia de f\u00e1brica.<\/p>\n<p>*21. NAMORADA*: \u2013 Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.<\/p>\n<p>*22. NAMORADO*: \u2013 Voc\u00ea foi a \u00fanica mulher que eu realmente amei.<\/p>\n<p>*23. NOIVO*: \u2013Casaremos o mais breve poss\u00edvel!<\/p>\n<p>*24. ORADOR*: \u2013 Serei breve. Apenas duas palavras\u2026<\/p>\n<p>*25. POBRE*: \u2013 Se eu fosse milion\u00e1rio, ajudaria todo o mundo.<\/p>\n<p>*26. REC\u00c9M-CASADO*: \u2013 At\u00e9 que a morte nos separe.<\/p>\n<p>*27. VENDEDOR DE SAPATOS*: \u2013 Depois alarga nos p\u00e9s.<\/p>\n<p>*28. SOGRA*: \u2013 Em briga de marido e mulher n\u00e3o me meto.<\/p>\n<p>*29. VAGABUNDO*: \u2013 H\u00e1 tr\u00eas anos que procuro trabalho, mas n\u00e3o encontro.<\/p>\n<p>*30. TAXISTA*: \u2013 \u00c9 bem pertinho!<\/p>\n<p>*31. AMIGAS NO FACEBOOK*: \u2013 Linda!<\/p>\n<p>*32. M\u00c9DICO DO UPA*: \u2013 \u00c9 s\u00f3 uma virose<\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\">EM MAT\u00c9RIA DE AUTOM\u00d3VEIS<\/h1>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><em>Cr\u00f4nica de Fernando Sabino<\/em><\/h1>\n<p>Em mat\u00e9ria de autom\u00f3veis, seu racioc\u00ednio era o seguinte:<\/p>\n<p>\u2014 Para que ter autom\u00f3vel, se eu n\u00e3o sei dirigir?<\/p>\n<p>E se algu\u00e9m lhe sugeria que aprendesse:<\/p>\n<p>\u2014 Para que aprender, se n\u00e3o tenho autom\u00f3vel?<\/p>\n<p>Um dia, por\u00e9m, n\u00e3o se sabe como, escapou de seu sofism\u00e1tico racioc\u00ednio e apareceu dirigindo um autom\u00f3vel. Aprendera a dirigir, s\u00f3 Deus sabe como:<\/p>\n<p>\u2014 Fazer o carro andar eu fa\u00e7o. Mas n\u00e3o sei como funciona, nem como \u00e9 l\u00e1 dentro. Outro dia amea\u00e7ou engui\u00e7ar e ent\u00e3o me perguntaram se n\u00e3o seria o carburador. S\u00f3 ent\u00e3o fiquei sabendo que meu carro disp\u00f5e de um carburador.<\/p>\n<p>O que o encanta principalmente \u00e9 o poder sugestivo de certos nomes: carburador, embreagem, chassi. radiador, c\u00e1rter, diferencial.<\/p>\n<p>\u2014 Fala-se tamb\u00e9m numa famosa mola de seguimento, que deve ser muito importante. Para mim n\u00e3o h\u00e1 alternativa: se engui\u00e7ar, des\u00e7o e tomo um t\u00e1xi. Imagine se eu tiver de ficar dentro do carro indagando: ser\u00e1 o d\u00ednamo? a bateria, os acumuladores? falta de f\u00f4r\u00e7a no chassi? falta de \u00f3leo na bateria?<\/p>\n<p>Tive de adverti-lo de que bateria e acumuladores eram uma coisa s\u00f3, e que no radiador s\u00f3 se coloca \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u2014 Eu sei, eu sei: ali\u00e1s, o meu carro, apesar de n\u00f4vo deve estar com algum defeito no radiador, n\u00e3o gasta \u00e1gua nunca! Todas as v\u00eazes que mando botar \u00e1gua o homem diz que n\u00e3o \u00e9 preciso, j\u00e1 tem. Com o \u00f3leo \u00e9 a mesma coisa. Abrem a tampa do carro e retiram l\u00e1 de dentro, de um lugar que jamais consegui ver direito onde \u00e9. um ferrinho comprido, enxugam o ferrinho, tornam a enfiar e retiram de n\u00f4vo, me mostram a ponta pingando \u00f3leo e dizem que n\u00e3o \u00e9 preciso. Nunca \u00e9 preciso.<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea n\u00e3o costuma lubrificar o carro?<\/p>\n<p>\u2014 J\u00e1 lubrifiquei uma vez. Isso \u00e9 f\u00e1cil: basta levar o carro no posto e dizer: lubrifica\u00e7\u00e3o geral, trocar o \u00f3leo do c\u00e1rter. N\u00e3o me esque\u00e7o, por causa daquele detetive dos folhetos do meu tempo, o Nick C\u00e1rter.<\/p>\n<p>\u2014 Conv\u00e9m n\u00e3o esquecer tamb\u00e9m a \u00e1gua da bateria. Tem de ser \u00e1gua destilada.<\/p>\n<p>lsto ele tamb\u00e9m j\u00e1 sabia. Um dia o carro n\u00e3o quis pegar e algu\u00e9m lhe disse que devia ser a \u00e1gua da bateria. Foi a um posto e mandou que olhassem se tinha \u00e1gua na bateria. Tinha. Ent\u00e3o tirem, pediu. O sujeito ficou a olh\u00e1-lo como se ele fosse doido: tirar a \u00e1gua? Ent\u00e3o ele disse apenas a palavra m\u00e1gica, que resolve tudo:<\/p>\n<p>\u2014 Verifiquem.<\/p>\n<p>Verificaram, enquanto ele aguardava, meio ressabiado. O homem do posto se aproximou, misterioso:<\/p>\n<p>\u2014 Elemento seco.<\/p>\n<p>Olharam-se mutuamente, em sil\u00eancio, sem que qualquer sombra de compreens\u00e3o perpassasse entre os dois, esclarecendo os mist\u00e9rios insond\u00e1veis da mec\u00e2nica dos semoventes. Eis que impenetr\u00e1vel \u00e9 o des\u00edgnio dos motores de explos\u00e3o e trai\u00e7oeira a for\u00e7a dos acumuladores.<\/p>\n<p>\u2014 Elemento seco?<\/p>\n<p>Elemento seco! Secam-se os elementos e esot\u00e9rico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das m\u00e1quinas inertes. Num repente de inspira\u00e7\u00e3o divinat\u00f3ria, com a voz embargada do emo\u00e7\u00e3o, \u00eale sugeriu:<\/p>\n<p>\u2014 Deve ser o giguel\u00ea.<\/p>\n<p>Giguel\u00ea \u2014 palavra m\u00e1gica que ele um dia ouviu algu\u00e9m pronunciar, denunciando a exist\u00eancia de uma pe\u00e7a pequenina que n\u00e3o sabe para que serve nem onde fica, mas da qual certamente emana a energia que movimenta os autom\u00f3veis, num fluxo de divina inspira\u00e7\u00e3o como o que movimenta a dan\u00e7a religiosa em torno \u00e0 diminuta imagem de Exu e outros deuses pag\u00e3os.<\/p>\n<p>\u2014 No mais \u2014 arremata ele \u2014 tirante o giguel\u00ea, em mat\u00e9ria de autom\u00f3veis estou com as mulheres. Para elas como para mim um carro se comp\u00f5e apenas de duas coisas: buzina e volante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA <\/strong><\/p>\n<p>E como disse Charles Chaplin ao receber o Oscar aos 90 anos.<\/p>\n<p>Recebo este pr\u00eamio como incentivo a minha carreira que est\u00e1 come\u00e7ando.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Retrato de Alagoas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Nenita Madeiro Campos<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Nas dobras de uma bela e majestosa<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Bandeira que se estende ao c\u00e9u de anil.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Retrata-se uma terra gloriosa,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Um Estado bonito do Brasil!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00c9 ALAGOAS, terra valorosa<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">De Deodoro o ber\u00e7o varonil.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E minha terra tamb\u00e9m, pois, orgulhosa,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Estimo-a com amor forte e febril!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Terra querida, terra idolatrada.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Pelo vento do norte balan\u00e7ada,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">No alto mastro dos nossos cora\u00e7\u00f5es!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00c9s para n\u00f3s, retrato alvissareiro,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Do nosso torr\u00e3o lindo e brasileiro,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O mais belo de todos os torr\u00f5es!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>-Padre, eu pequei. Transei com uma mulher casada que se diz s\u00e9ria.<\/p>\n<p>-\u00c9s tu, Jo\u00e3ozinho?<\/p>\n<p>-Sim, Sr. Padre, sou eu.<\/p>\n<p>-E com quem estivestes?<\/p>\n<p>-Padre, eu j\u00e1 disse o meu pecado&#8230; Ela que confesse o dela.<\/p>\n<p>-Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim \u00e9 melhor que me digas agora!&#8230; Foi a Isabel Fonseca?<\/p>\n<p>-N\u00e3o vou dizer, continuou Jo\u00e3ozinho.<\/p>\n<p>-A Maria Gomes?<\/p>\n<p>-Por mim, jamais saber\u00e1&#8230;<\/p>\n<p>-Ah! A Maria Jos\u00e9?<\/p>\n<p>-N\u00e3o direi nunca!!!<\/p>\n<p>-A Rosa do Carmo?<\/p>\n<p>-Padre, n\u00e3o insista!!!<\/p>\n<p>-Ent\u00e3o foi a Catarina da pastelaria, n\u00e3o?<\/p>\n<p>-Padre, isto n\u00e3o faz sentido.<\/p>\n<p>O Padre r\u00f3i as unhas desesperado e diz-lhe ent\u00e3o:<\/p>\n<p>-\u00c9s um cabe\u00e7a dura, Jo\u00e3ozinho, mas no fundo do cora\u00e7\u00e3o admiro a tua reserva.<\/p>\n<p>Vai rezar vinte Pai-Nosso e dez Ave-Marias&#8230; Vai com Deus, meu filho&#8230;<\/p>\n<p>Jo\u00e3ozinho sai do confession\u00e1rio e vai para os bancos da igreja.<\/p>\n<p>O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:<\/p>\n<p>-E ent\u00e3o? Conseguiu a Lista?<\/p>\n<p>-Consegui. Tenho cinco nomes de mulheres casadas que s\u00e3o do esquema&#8230;<\/p>\n<p>*O PLANEJAMENTO ESTRAT\u00c9GICO COME\u00c7A COM A AN\u00c1LISE DO MERCADO. *<\/p>\n<p><em>(<strong>Enviada por Paulo S\u00e9rgio)<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Acessar<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\"><strong><em>www.r2cpress.com.br<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A SOLIDARIEDADE ECOL\u00d3GICA Luiz Ferreira da Silva \u00a0(Cap\u00edtulo VIII do livro \u2013 A M\u00e3e Natureza nos ensinando os caminhos do bem) O milho, produto que alimenta bilh\u00f5es de pessoas em suas diversas formas de guloseimas, fatalmente n\u00e3o sobreviveria se n\u00e3o fosse a solidariedade de animais, sobretudo dos p\u00e1ssaros. Suas sementes s\u00e3o distribu\u00eddas atrav\u00e9s de espigas, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[38,10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116784"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=116784"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116784\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":116785,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116784\/revisions\/116785"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=116784"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=116784"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=116784"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}