{"id":117074,"date":"2018-08-17T14:56:01","date_gmt":"2018-08-17T17:56:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=117074"},"modified":"2018-08-17T14:56:01","modified_gmt":"2018-08-17T17:56:01","slug":"agrissenior-noticias-edicao-681-ano-xv-de-agosto-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/08\/17\/agrissenior-noticias-edicao-681-ano-xv-de-agosto-de-2018\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOTICIAS &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 681 \u2013 ANO XV &#8211; de agosto de 2018"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone \" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" width=\"632\" height=\"235\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O PESADELO DA FOME GLOBALIZADA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Luiz Ferreira da Silva<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Os agr\u00f4nomos, h\u00e1 muito tempo, vinham incessantemente alertando sobre a deteriora\u00e7\u00e3o do solo.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o crescera-mais de 50 bilh\u00f5es de bocas naquele s\u00e9culo \u2013 e, mesmo com toda a tecnologia, n\u00e3o havia alimentos, inclusive para os ricos, quanto mais para os pobres. No caso destes, em momento algum a popula\u00e7\u00e3o rural dos pa\u00edses subdesenvolvidos teve acesso aos modernos sistemas de produ\u00e7\u00e3o.\u00a0 Enquanto que os apaniguados, as \u201cplantations\u201d, com todos os incentivos e benesses governamentais n\u00e3o souberam utilizar os fertilizantes, nem os pesticidas e, tampouco, as pr\u00e1ticas de irriga\u00e7\u00e3o, reduzindo a capacidade produtiva dos terrenos, provocando desequil\u00edbrio ambiental.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o era produtivista ou economicista, sem se ater aos problemas de deteriora\u00e7\u00e3o do solo, preocupando-se mais com o imediatismo. N\u00e3o havia a antevis\u00e3o do legado da terra \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras \u2013 usar sem depredar.<\/p>\n<p>Muitos fatores contributivos para tal desastre: inadequado uso de maquinarias agr\u00edcolas (compacta\u00e7\u00e3o e arraste da capa org\u00e2nica); plantios morro a baixo, sem curvas de n\u00edvel, ocasionando eros\u00e3o (perdas de solo e de nutrientes); cultivos monoculturas cont\u00ednuos (reposit\u00f3rio de pragas e doen\u00e7as); desmatamento com a elimina\u00e7\u00e3o da cobertura vegetal nos morros, bacias hidrogr\u00e1ficas e margens fluviais; e queimas constantes (perda da estrutura do solo e coes\u00e3o dos seus horizontes, pela iluvia\u00e7\u00e3o das part\u00edculas finas).<\/p>\n<p>N\u00e3o havia a conscientiza\u00e7\u00e3o de que o solo \u00e9 o recurso mais importante da agricultura, significando dizer que deveria ser bem trabalhado para permanecer produtivo, sem se desgastar, possibilitando ser usado de pai para filho, com um legado usufruto. Em outras palavras, ningu\u00e9m seria dono da terra, mas um \u201ctomador de conta\u201d desse bem de seus descendentes, com a responsabilidade de pass\u00e1-la para as subsequentes gera\u00e7\u00f5es de forma preservada, sadia e produtiva.<!--more--><\/p>\n<p>E, cada vez mais, as culturas reduziam a sua produtividade, por maiores que fossem as dosagens dos insumos, pois os solos se enfraqueciam e n\u00e3o reagiam. Suas propriedades f\u00edsicas, qu\u00edmicas, mineral\u00f3gicas e biol\u00f3gicas se degradavam com o seu mau manejo.<\/p>\n<p>As aduba\u00e7\u00f5es exageradas n\u00e3o mais surtiam efeito, causando malef\u00edcios ao pr\u00f3prio solo e ao ambiente, levadas pelas chuvas aos mananciais h\u00eddricos, eutrofizando-os. A irriga\u00e7\u00e3o, da mesma forma, provocava danos (eros\u00e3o e encharcamento do solo), pois o solo perdera a sua capacidade de reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Os pesticidas, aplicados em altas dosagens, pela virul\u00eancia dos insetos, fungos, bact\u00e9ria e v\u00edrus, motivada pela fragilidade dos cultivos, carentes em nutrientes (perda de resist\u00eancia), polu\u00edam o ambiente, sobretudo os recursos h\u00eddricos.<\/p>\n<p>E a\u00ed bateu o desespero! Antes n\u00e3o havia alimentos para os pobres, como s\u00f3i acontecer presentemente. Agora, era diferente: os ricos, a elite burra, ressentiam-se da sua falta. A coisa pegou!<\/p>\n<p>As na\u00e7\u00f5es do chamado primeiro mundo passaram a invadir os pa\u00edses tropicais, destruindo com avidez, as suas \u00fanicas reservas florestais dispon\u00edveis no mundo, em busca de comida gerada por aquela terra dadivosa, mas insuficiente para saciar a fome dos poucos sobreviventes, que n\u00e3o tinham mais for\u00e7a para cuidar das planta\u00e7\u00f5es, criando um caos, eivado pelo pouco de cereais, ra\u00edzes, tub\u00e9rculos e frutas existentes.<\/p>\n<p>Tudo destru\u00eddo. Com o mau uso do solo, a eros\u00e3o se encarregou de assorear os rios, levando polui\u00e7\u00e3o e desequil\u00edbrio ambiental, afetando os cursos de \u00e1gua e o mar, numa cadeia destrutiva sempre crescente, destruindo a sua ictiologia.<\/p>\n<p>Os \u00c1rabes e outros povos produtores de petr\u00f3leo se deram conta, tarde demais, de que os seus produtos, antes valorizados, n\u00e3o lhes serviam para nada, pois a energia carente era a alimentar, obrigando-os a trocar os barris de \u00f3leos f\u00f3sseis por gramas de trigo, arroz, milho ou batata doce.<\/p>\n<p>Por outro lado, os povos americanos e europeus, que dominavam o mundo sentiam-se \u00e0 beira do abismo, vendo a fome dizimar a sua gente, a despeito do ac\u00famulo de bilh\u00f5es de d\u00f3lares e da sua pujan\u00e7a industrial, antes base do poder via investimentos em armas at\u00f4micas e corridas espaciais, fragilizados ante o roncar do est\u00f4mago. Um prato de comida teria maior serventia. Trocariam tudo por alimentos.<\/p>\n<p>De que valiam as roupas de grifes famosas que as madames ostentavam com emp\u00e1fia, dependuradas em cabides importados de jacarand\u00e1; os carr\u00f5es de tecnologia avan\u00e7ada apinhados nas garagens; as contas polpudas banc\u00e1rias; e tantos outros sup\u00e9rfluos? Nada disso poderia encher a barriga, sen\u00e3o o sustento brotado do duro ch\u00e3o, laborado pelo humilde homem rural!<\/p>\n<p>O planeta dominado pelo primeiro mundo se encaminhava para os quintos dos infernos, reduzindo a sua popula\u00e7\u00e3o a cada dia pela car\u00eancia alimentar, antevendo-se n\u00e3o sobrar ningu\u00e9m para escrever o epit\u00e1fio.<\/p>\n<p>E, agora? As profecias n\u00e3o falavam do final do mundo dessa maneira e, tampouco, Nostradamus, havia percebido esse final t\u00e3o tr\u00e1gico.<\/p>\n<p>No entanto, os simples homens do campo, na sua labuta de sol a sol, sempre alertaram para o valor da agricultura, sobretudo os pequenos agricultores, a exemplo dos nordestinos do semi\u00e1rido, clamando pelo reconhecimento e apoio ao seu trabalho, negligenciado pelos pol\u00edticos incompetentes.<\/p>\n<p>De repente, de um pulo s\u00f3, Alfred Cate, norte-americano arquimilion\u00e1rio, ergue-se da cama, suando em bica, de olhos arregalados, balbuciando palavras desconexas, desmaiando logo a seguir, sem que sua fam\u00edlia entendesse o que estava acontecendo.<\/p>\n<p>Ao acordar num hospital na Calif\u00f3rnia, ante aos espantados m\u00e9dicos que nada de anormal encontraram nos sofisticados exames efetuados, de olhos fixos e lacrimejantes perguntava pelo feij\u00e3o, pelo arroz, pela batata, pelo bife. Todos se entreolhavam e nada entendiam. Endoidara o Alfred?<\/p>\n<p>Nada disso. Fora um pesadelo, depois de uma noitada regada a vinhos finos franceses, caviar russo e queijo su\u00ed\u00e7o. Talvez um pren\u00fancio de um mundo visto 50 anos \u201cprafrentemente\u201d.<\/p>\n<p><strong>BOM MESMO<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pensador.com\/autor\/luis_fernando_verissimo\/\"><strong><em>Luis Fernando Verissimo<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>Tem uma cr\u00f4nica do Paulo Mendes Campos em que ele conta de um amigo que sofria de press\u00e3o alta e era obrigado a fazer uma dieta rigorosa. Certa vez, no meio de uma conversa animada de um grupo, durante a qual mantivera um sil\u00eancio triste, ele suspirou fundo e declarou:<\/p>\n<p>&#8211; Voc\u00eas ficam ai dizendo que bom mesmo \u00e9 mulher. Bom mesmo \u00e9 sal!<\/p>\n<p>O que realmente diferencia os est\u00e1gios da experi\u00eancia humana nesta Terra \u00e9 o que o homem, a cada idade, considera bom mesmo. N\u00e3o apenas bom. Melhor do que tudo. Bom MESMO.<\/p>\n<p>Um rec\u00e9m-nascido, se pudesse participar articuladamente de uma conversa com homens de outras idades, ouviria pacientemente a opini\u00e3o de cada um sobre as melhores coisas do mundo e no fim decretaria:<\/p>\n<p>&#8211; Conversa. Bom mesmo \u00e9 m\u00e3e.<\/p>\n<p>Depois de uma certa idade, a escolha do melhor de tudo passa a ser mais dif\u00edcil. A inf\u00e2ncia \u00e9 um viveiro de prazeres. Como comparar, por exemplo, o orgulho de um pi\u00e3o bem lan\u00e7ado, o volume voluptuoso de uma bola de gude daquelas boas entre os dedos, o cheiro da terra \u00famida e o cheiro de caderno novo?<\/p>\n<p>&#8211; Bom mesmo \u00e9 o cheiro de Vick VapoRub.<\/p>\n<p>Mas acho que, tirando-se uma m\u00e9dia das opini\u00f5es de pr\u00e9-adolescentes normais brasileiros, se chegaria fatalmente \u00e0 conclus\u00e3o de que nesta fase bom mesmo, melhor do que tudo, melhor at\u00e9 do que fazer xixi na piscina, \u00e9 passe de calcanhar que d\u00e1 certo.<\/p>\n<p>Mais tarde a gente se sente na obriga\u00e7\u00e3o de pensar que bom mesmo \u00e9 mulher (ou prima, que \u00e9 parecido com mulher), mas no fundo ainda acha que bom mesmo \u00e9 acordar na segunda-feira com febre e n\u00e3o precisar ir \u00e0 aula.<\/p>\n<p>Depois, sim, vem a fase em que n\u00e3o tem conversa. Bom mesmo \u00e9 sexo!<\/p>\n<p>Esta fase dura geralmente at\u00e9 o fim da vida, mesmo quando o sexo precisa disputar a prefer\u00eancia com outras coisas boas (\u201cPra mim \u00e9 sexo em primeiro e romance policial em segundo, mas longe\u201d). Quando algu\u00e9m diz que bom mesmo \u00e9 outra coisa, est\u00e1 sendo exemplarmente honesto ou desconcertantemente original.<\/p>\n<p>&#8211; Bom mesmo \u00e9 figada com queijo.<\/p>\n<p>&#8211; Melhor do que sexo?<\/p>\n<p>&#8211; Bom&#8230; Cada coisa na sua hora.<\/p>\n<p>Com a chamada idade madura, embora persista o consenso de que nada se iguala ao prazer, mesmo te\u00f3rico, do sexo, as necessidades do conforto e os pequenos prazeres da vida pr\u00e1tica v\u00e3o se impondo.<\/p>\n<p>&#8211; Meu filho, eu sei que voc\u00ea a\u00ed, t\u00e3o cheio de vida e de entusiasmo, n\u00e3o vai compreender isto. Mas tome nota do que eu digo porque um dia voc\u00ea concordar\u00e1 comigo: bom mesmo \u00e9 escada rolante.<\/p>\n<p>E esta \u00e9 a trajet\u00f3ria do homem e seu gosto inconstante sobre a Terra, do colo da m\u00e3e, que parece que nada, jamais, substituir\u00e1, \u00e0 descoberta final de que uma boa poltrona reclin\u00e1vel, se n\u00e3o \u00e9 igual, \u00e9 parecido. E que bom, mas bom MESMO, \u00e9 nunca mais ser obrigado a ir a lugar nenhum, mesmo sem febre.<\/p>\n<p><strong>O PRE\u00c7O DAS M\u00c1S ESCOLHAS<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ilh\u00e9us era a terceira cidade baiana na d\u00e9cada de 70 e Itabuna era a quarta. J\u00e1 na d\u00e9cada de 80, essas posi\u00e7\u00f5es se inverteram e Itabuna passou a se tornar maior que Ilh\u00e9us. Essa posi\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m inalterada at\u00e9 os tempos atuais, no que diz respeito \u00e0s duas cidades. Entretanto, Itabuna n\u00e3o \u00e9 mais a terceira cidade da Bahia.<\/p>\n<p>Perdeu ranking para Vit\u00f3ria da Conquista, Cama\u00e7ari, Juazeiro e Lauro de Freitas. Itabuna \u00e9 hoje a s\u00e9tima cidade baiana e ilh\u00e9us \u00e9 a oitava. Ambas est\u00e3o na imin\u00eancia de perderem as referidas posi\u00e7\u00f5es, para Barreiras, Eun\u00e1polis, Teixeira de Freitas e Porto Seguro. Quando Ilh\u00e9us e Itabuna, estavam entre as quatro maiores e mais ricas cidades da Bahia, os Prefeitos eram pessoas humildes.<\/p>\n<p>Atualmente, as prefeituras, os Itabunenses e os Ilheenses est\u00e3o pobres, enquanto muitos pol\u00edticos ficaram milion\u00e1rios. Corja de calhordas, que prosperaram sobre os escombros de eleitores est\u00fapidos, ignorantes, imediatistas, invejosos, parasitas e oportunistas.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria n\u00e3o perdoa maus l\u00edderes e p\u00e9ssimos gestores, bem como povos amantes da pregui\u00e7a e do oportunismo, amantes dos v\u00edcios e da esb\u00f3rnia, que n\u00e3o valorizam o trabalho e a educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pobres cidades outrora ricas e pr\u00f3speras, hoje falidas e decadentes. (Enviada por G. Carletto).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CURIOSIDADES<\/strong><\/p>\n<p>Sabia que uma tonelada de papel reciclado poupa cerca de 22 \u00e1rvores, economiza 71% de energia el\u00e9trica e polui o ar 74% menos do que se fosse produzido de novo?<\/p>\n<p>Sabia que para fabricar 1 tonelada de papel novo \u00e9 preciso 10 a 20 \u00e1rvores, 10 000 litros de \u00e1gua e 5 Mw\/hora de energia, enquanto para 1 tonelada de papel reciclado apenas \u00e9 preciso 1,2 toneladas de papel velho, 2000 litros de \u00e1gua e 2,5 Mw\/hora de energia?<\/p>\n<p>Sabia que, para se decompor na natureza, o vidro leva milhares de anos? Sendo 100% reaproveitado, e parte pode ser recicl\u00e1vel, o vidro n\u00e3o produz res\u00edduos na hora da reciclagem e economiza 30% de energia el\u00e9trica. O vidro nunca acaba, pode ser reciclado indefinidamente.<\/p>\n<p>Sabia que, por cada tonelada de vidro reciclado, poupa-se em m\u00e9dia, mais de uma tonelada de recursos (603 Kg de areia, 196 Kg de carbonato de s\u00f3dio, 196 Kg de calc\u00e1rio e 68 Kg de feldspato)? Al\u00e9m disso, por cada tonelada de vidro novo produzido, s\u00e3o gerados 12,6 Kg de polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, pelo que, o vidro reciclado reduz em 15 a 20% essa polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><em>http:\/\/mverdesustentavel.blogspot.com\/2011\/09\/curiosidades.html<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>A Natureza p\u00f5e e o homem disp\u00f5e. Recebe de gra\u00e7a e vai pagar caro mais tarde, ao provocar altera\u00e7\u00f5es inconsequentes amea\u00e7ando \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras (Luiz Ferreira)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>NOSSA SENHORA \u00a0DOS \u00a0PRAZERES<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nenita Madeiro<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Num altar sacrossanto da Capela,<\/p>\n<p>Da nossa Catedral. Enternecida<\/p>\n<p>Est\u00e1s, oh! M\u00e3e divina.M\u00e3e t\u00e3o bela !<\/p>\n<p>Vivendo a nossa vida e a Tua vida !<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Olhando para n\u00f3s, tal uma donzela,<\/p>\n<p>Im\u00e1cula, pura, santa, estremecida.<\/p>\n<p>Por Alagoas, nossa terra, vela<\/p>\n<p>E velas por teus filhos M\u00e3e querida !<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Oh! M\u00e3e dos C\u00e9us, encerras s\u00f3 bondade,<\/p>\n<p>\u00c9s Padroeira da nossa cidade,<\/p>\n<p>\u00c9s a M\u00e3e das do\u00e7uras, dos sofreres !<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9s do Brasil. \u00c9s nossa. \u00c9s tamb\u00e9m minha ,<\/p>\n<p>Do povo de Alagoas \u00e9s Rainha,<\/p>\n<p>Salve NOSSA \u00a0SENHORA \u00a0DOS \u00a0PRAZERES !<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Era manh\u00e3 na cidadezinha no interior do Piau\u00ed. Em frente ao Minist\u00e9rio P\u00fablico passava o pequeno menino conduzindo umas cinco cabras. Com esfor\u00e7o o menino fazia caminhar o pequeno rebanho. Uma promotora observava a cena. Come\u00e7ou a imaginar que aquilo era um caso de explora\u00e7\u00e3o de trabalho infantil e foi conversar com o menino.<\/p>\n<p>&#8211; Ol\u00e1, meu jovem. Qual \u00e9 o seu nome?<\/p>\n<p>&#8211; Tiago, dona.<\/p>\n<p>&#8211; E o que voc\u00ea est\u00e1 fazendo com essas cabras, Tiago?<\/p>\n<p>&#8211; \u00c9 pro bode, dona. T\u00f4 levando elas l\u00e1 pro s\u00edtio de seu Jo\u00e3o pra elas cruzar&#8230;<\/p>\n<p>&#8211; Me diga uma coisa, Tiago. Seu pai ou seu irm\u00e3o mais velho n\u00e3o podia fazer isso? &#8211; J\u00e1 fiz\u00e9ro, at\u00e9 eu j\u00e1 fiz, mas num d\u00e1 cria&#8230; Tem que ser o bode mermo!<\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p><strong><em><br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Acessar:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\"><strong><em>www.r2cpress.com.br<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O PESADELO DA FOME GLOBALIZADA Luiz Ferreira da Silva Os agr\u00f4nomos, h\u00e1 muito tempo, vinham incessantemente alertando sobre a deteriora\u00e7\u00e3o do solo. A popula\u00e7\u00e3o crescera-mais de 50 bilh\u00f5es de bocas naquele s\u00e9culo \u2013 e, mesmo com toda a tecnologia, n\u00e3o havia alimentos, inclusive para os ricos, quanto mais para os pobres. 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