{"id":117415,"date":"2018-09-13T18:01:35","date_gmt":"2018-09-13T21:01:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=117415"},"modified":"2018-09-13T18:01:35","modified_gmt":"2018-09-13T21:01:35","slug":"agrissenior-noticias-edicao-685-ano-xv-no-09-setembro-de-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/09\/13\/agrissenior-noticias-edicao-685-ano-xv-no-09-setembro-de-2018\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOTICIAS-Edi\u00e7\u00e3o 685 \u2013 ANO XV &#8211; N\u00ba 09 \u2013 setembro de 2018"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone \" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" width=\"556\" height=\"207\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O CARIMBO DO MESTRE VON STEISLOF<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Luiz Ferreira da Silva<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/op2.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-117416\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/op2.png\" alt=\"\" width=\"218\" height=\"348\" \/><\/a><\/p>\n<p>Acabo de esbo\u00e7ar um livro explorando um tema que me aflige \u2013 A FOME &#8211; que considero um crime hediondo, sobretudo no nosso pa\u00eds, celeiro mundial de produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Paradoxo cruel. Recorri a um grande escritor, colega agr\u00f4nomo mais vivido que eu (87 anos), permanentemente produtivo, que al\u00e9m do est\u00e1gio nordestino em sua adolesc\u00eancia, possui alta sensibilidade humanit\u00e1ria. Refiro-me a: Amaur\u00ed Rodrigues, 1931 (Escritor: Von Steisloff). Engenheiro Agr\u00f4nomo (ENA\/1957) MSc-Ci\u00eancia da Informa\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (UnB\/1979) Auditor Fiscal Federal Agropecu\u00e1rio-Aposentado<\/p>\n<p>Insiro aqui a sua an\u00e1lise, em raz\u00e3o de se constituir num valoroso aval, fundamental \u00e0 minha decis\u00e3o de submeter o pretenso livro a uma Editora.<\/p>\n<p><em>APRESENTA\u00c7\u00c3O.<\/em><\/p>\n<p>Este apresentar causou-me surpresas e, ao mesmo tempo, alegrias. Por que isso? Ora, eu o Luiz temos algumas coisas importantes em comum. Desde longa data mantemos o ardente desejo de escrever; fantasias do mundo liter\u00e1rio t\u00e3o \u00e1rduo. Entretanto, por absurdo que possa ser, o que mais nos aproxima s\u00e3o nossas origens t\u00e3o diferenciadas. Eu, mineiro das montanhas fr\u00edgidas de S\u00e3o Jo\u00e3o dei Rei, e Luiz da calorosa Cururipe, das Alagoas. Mas tudo tem seu tempo e as justificativas. O moleque das Minas Gerais, nos distantes anos de 40, foi levado por raz\u00f5es da Segunda Mundial, arrastado bem dizer venturoso, para as praias do litoral do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p>Com o passar dos anos, tive a ventura de frequentar um dos maiores centros de excel\u00eancia no ensino agron\u00f4mico, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Brasil. E n\u00e3o \u00e9 que o outro moleque de Cururipe, j\u00e1 crescidinho, parrudo, ousado e de extremas exig\u00eancias pessoais, tamb\u00e9m foi para a mesma Universidade Federal Rural? Eu, um pouco antes e Luiz, logo depois. Por pouco n\u00e3o nos encontramos por l\u00e1. Dizem os s\u00e1bios que tudo tem o seu tempo. At\u00e9 hoje n\u00e3o tivemos a felicidade de um encontro pessoal. S\u00f3 mesmo gra\u00e7as \u00e0s facilidades da comunica\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica e os mesmos ideais humanit\u00e1rios, nos tornamos conhecidos e amigos fraternais.<\/p>\n<p>Eu labutei por mais de quarenta e seis anos na profiss\u00e3o de engenheiro agr\u00f4nomo, seja junto, e diretamente com o agricultor e sua fam\u00edlia aqui pelo Brasil ou em diversos pa\u00edses. Luiz, com objetividade definida, de mais sorte e persist\u00eancias pr\u00f3prias de um leg\u00edtimo nordestino, foi mais longe; invejosamente muito mais longe! Aceitou o desafio do destino e entrou, de cara, em uma institui\u00e7\u00e3o das mais nobres. A j\u00e1 famos\u00edssima CEPLAC. Depois de aperfei\u00e7oar-se nas Ci\u00eancias do Solo, o tamb\u00e9m engenheiro agr\u00f4nomo, mergulhou nas complexas tarefas desafiadoras, mudando de Seca \u00e0 Meca, com as malas nas costas, mourejando at\u00e9 na in\u00f3spita Amaz\u00f4nia para gerenciar e \u201cvender\u201d muito bem, a moda dos cacauais. Sucesso foi sua vida profissional, sobretudo, produtiva e invejosa.<!--more--><\/p>\n<p>O Luiz \u00e9 incans\u00e1vel! Teimoso, como este que faz apresenta\u00e7\u00e3o, mantemos a capacidade de indignar com a mania do brasileiro <em>\u201c&#8230;deixar tudo como est\u00e1 para ver como \u00e9 que fica..\u201d.<\/em> Por isso, os nossos escritos e, com certeza, tamb\u00e9m, por essa raz\u00e3o da nossa insatisfa\u00e7\u00e3o com a \u201ccoisa\u201d que a\u00ed est\u00e1, o Luiz me honrou com o privil\u00e9gio de apresentar uma das suas obras t\u00edpicas de alerta e protesto. S\u00e3o muitos os escritos do colega Luiz sempre reprovando a rota da insensibilidade para com a Natureza.<\/p>\n<p>Entretanto, no presente texto-fic\u00e7\u00e3o folga-se notar que o escritor Luiz n\u00e3o se presta fugir da sua ideologia altru\u00edsta ao se valer de personagens do bem.<\/p>\n<p>Ainda bem que, a Literatura tem os pr\u00f3prios modos, caminhos e segredos. Ent\u00e3o, Luiz opta pela quintess\u00eancia da modalidade liter\u00e1ria; a fic\u00e7\u00e3o! Foi buscar, desta forma, um personagem heroico, mister Alfred Cate. Tipo raro de mecenas que substitui os desgovernos com li\u00e7\u00f5es, exemplos e ideias de como salvar o globo do desastre ecol\u00f3gico anunciado. Ah! Se todo bilion\u00e1rio fosse t\u00e3o \u201cm\u00e3o aberta\u201d com mister Alfred!<\/p>\n<p>Os alagoanos, sobretudo, os moradores de Macei\u00f3, j\u00e1 devem ter se surpreendido com o octogen\u00e1rio Luiz Ferreira da Silva a \u201cdialogar\u201d e reverenciar os frondosos exemplares e magnificas \u00e1rvores al\u00f3ctones ou aut\u00f3ctones. S\u00e3o as respeit\u00e1veis \u2013 ainda sobreviventes \u2013 da orla da cidade e da nem t\u00e3o distante Barra de S\u00e3o Miguel. S\u00f3 o engenheiro agr\u00f4nomo, misto de poeta cientista e sonhador incorrig\u00edvel, descobriu maneiras de \u201cconversar\u201d com as \u00e1rvores! \u00c9 o que Luiz informa pela sua descoberta da \u201ctelepatia fito-delirante\u201d. Quem coisa mais formid\u00e1vel para os dias de hoje!<\/p>\n<p>O livro de agora, \u00e9 como algo bem diferente que Luiz lan\u00e7a. O escritor n\u00e3o consegue s\u00f3 ficar imaginado aquilo que o mister Alfred Cate e seus filhos dizem ou observam. Quando em vez, entre um capitulo e outro, a tend\u00eancia incontida do experimentado t\u00e9cnico e especialista, interrompe a pr\u00f3pria criatura e inicia \u201cgritar\u201d as suas li\u00e7\u00f5es preciosas; aquelas verdades para a ambi\u00eancia nordestina.<\/p>\n<p>O Pesadelo da Fome Globalizada se transforma em um catecismo recomendado para orienta\u00e7\u00e3o de quem se aventure nos horizontes sombrios e incertos das lides do campo.<\/p>\n<p>Digo mais, nesses tempos de esperan\u00e7as c\u00edvicas, quando se renovariam os gestores das coisas p\u00fablicas, o livro, despretensioso que seja considerado pelo autor, bem serviria para ser distribu\u00eddo \u00e0s m\u00e3os cheias aos noveis candidatos como b\u00edblias ou mesmo simples catecismo.<\/p>\n<p>O contato mais s\u00e9rio e atencioso com este texto de agora do Luiz, me faz confessar \u2013 envergonhado \u2013 das minhas gastan\u00e7as bestas quando do lan\u00e7amento dos meus livros por Bras\u00edlia nas salas chiques, ou no Amarelinho no Rio de Janeiro. Nas noites e tardes, brindava os meus convidados com canap\u00e9s e vinhos de bom gosto em ta\u00e7as de cristal. \u00c0s vezes, os lan\u00e7amentos eram acompanhados de m\u00fasica erudita e associada a um vernissage! Quantas veadagens!<\/p>\n<p>Ah! Se este escritor pudesse agora comparecer ao lan\u00e7amento de <em><u>\u201cO pesadelo<\/u><\/em> <em><u>da fome globalizada<\/u><\/em>\u201d e o querido Luiz Ferreira da Silva aceitasse a sugest\u00e3o, ousaria como local a Barra de S\u00e3o Miguel, \u00e0 sombra convidativa da magnifica Ma\u00e7arandubeira do Bahama! Os drinques? Pequenos c\u00e1lices da leg\u00edtima cacha\u00e7a das Alagoas s\u00f3 para animar. Canap\u00e9s? Nada de frescuras! Para empurrar os nacos de tapioca ou cuscuz, canequinhas de \u00e1gata em fartos goles de alu\u00e1. M\u00fasica de fundo? Sim! Entretanto s\u00f3 xaxado animado por bandinha onde n\u00e3o falte sanfona, zabumba e tri\u00e2ngulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SOBRE O BRASIL IMPERIAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>FATOS CURIOSOS QUE N\u00c3O SABEMOS SOBRE A HIST\u00d3RIA DO BRASIL IMPERIAL E, QUE NINGU\u00c9M FAZ QUEST\u00c3O DE LEMBRAR!<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Por <\/em><\/strong><a href=\"https:\/\/www.blogger.com\/profile\/13205022052440568045\"><strong><em>Dimitri Ganzelevitch<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong><em>In <\/em><\/strong><a href=\"http:\/\/novoblogdodimitri.blogspot.com\/\"><strong><em>http:\/\/novoblogdodimitri.blogspot.com\/<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/dd.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-117417\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/dd-287x300.jpg\" alt=\"\" width=\"287\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/dd-287x300.jpg 287w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/dd.jpg 492w\" sizes=\"(max-width: 287px) 100vw, 287px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Quando D. Pedro II do Brasil subiu ao trono, em 1840, 92% da popula\u00e7\u00e3o brasileira era analfabeta. Em seu \u00faltimo ano de reinado, em 1889, essa porcentagem era de 56%, devido ao seu grande incentivo a educa\u00e7\u00e3o, a constru\u00e7\u00e3o de faculdades e, principalmente, de in\u00fameras escolas que tinham como modelo o excelente Col\u00e9gio Pedro II.<\/p>\n<p>A Imperatriz Teresa Cristina cozinhava as pr\u00f3prias refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias da fam\u00edlia imperial apenas com a ajuda de uma empregada (paga com o sal\u00e1rio de Pedro II). (1880)<\/p>\n<p>O Brasil era a 4\u00ba economia do Mundo e o 9\u00ba maior Imp\u00e9rio da hist\u00f3ria. (1860-1889) A m\u00e9dia do crescimento econ\u00f4mico foi de 8,81% ao ano. (1880)<\/p>\n<p>Eram 14 impostos, atualmente s\u00e3o 98. (1850-1889) A m\u00e9dia da infla\u00e7\u00e3o foi de 1,08% ao ano. (1880) A moeda brasileira tinha o mesmo valor do d\u00f3lar e da libra esterlina.(1880)<\/p>\n<p>O Brasil tinha a segunda maior e melhor marinha do Mundo, perdendo apenas para a da Inglaterra. (1860-1889) O Brasil foi o primeiro pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais. (1880) O Brasil foi o maior construtor de estradas de ferro do Mundo, com mais de 26 mil km.<\/p>\n<p>A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros conta o historiador Jos\u00e9 Murilo de Carvalho.<\/p>\n<p>Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. &#8220;Imprensa se combate com imprensa&#8221;, dizia.<\/p>\n<p>O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de \u201cO Guarani\u201d foi sustentado por Pedro II at\u00e9 atingir grande sucesso mundial.<\/p>\n<p>Pedro II mandou acabar com a guarda chamada Drag\u00f5es da Independ\u00eancia por achar desperd\u00edcio de dinheiro p\u00fablico. Com a rep\u00fablica a guarda voltou a existir.<\/p>\n<p>Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honor\u00e1rios de Bot\u00e2nica e Astronomia pela Universidade de Cambridge. D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que 17 era fluente. A primeira tradu\u00e7\u00e3o do cl\u00e1ssico \u00e1rabe \u201cMil e uma noites\u201d foi feita por D. Pedro II, do \u00e1rabe arcaico para o portugu\u00eas do Brasil.<\/p>\n<ol>\n<li>Pedro II doava 50% de sua dota\u00e7\u00e3o anual para institui\u00e7\u00f5es de caridade e incentivos para educa\u00e7\u00e3o com \u00eanfase nas ci\u00eancias e artes. Pedro II fez um empr\u00e9stimo pessoal a um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma \u00e9poca que ningu\u00e9m pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de caf\u00e9 com mata atl\u00e2ntica nativa. A m\u00eddia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manuten\u00e7\u00e3o dos pal\u00e1cios da Quinta da Boa Vista e Petr\u00f3polis. Pedro II n\u00e3o admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase di\u00e1rias nos jornais, mantinha a total liberdade de express\u00e3o e nenhuma censura. D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu ex\u00edlio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele. (Fonte: Biblioteca Nacional RJ, IMS RJ, Di\u00e1rio de Pedro II, Acervo Museu Imperial de Petr\u00f3polis RJ, IHGB, FGV, Museu Nacional RJ, Bibliografia de Jos\u00e9 Murilo De Carvalho).<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DE HOMEM PARA HOMEM<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Fernando Sabino<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u2014 Ateu, n\u00e3o; agn\u00f3stico<\/p>\n<p>\u2014 Pois eu te dou quinhentas pratas se voc\u00ea me disser o que quer dizer essa palavra.<\/p>\n<p>\u2014 Ora, para come\u00e7ar voc\u00ea n\u00e3o tem quinhentas pratas. Estou conversando a s\u00e9rio e voc\u00ea me vem com molecagem. Acho que Deus \u00e9 uma coisa, os padres outra. O ran\u00e7o das sacristias me enoja. Tenho horror ao bafo clerical dos confession\u00e1rios! O bem que a confiss\u00e3o pode nos fazer \u00e9 o de uma catarse, um extravasamento, que a psican\u00e1lise tamb\u00e9m faz, e com mais sucesso. Estou mesmo com vontade de me especializar em psiquiatria.<\/p>\n<p>\u2014 S\u00f3 mesmo um doido te procuraria.<\/p>\n<p>Mauro n\u00e3o p\u00f4de deixar de rir. Eduardo acrescentou:<\/p>\n<p>\u2014 Voc\u00ea vai ter de se curar para depois curar os outros.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 isso mesmo \u2013 concordou o outro, s\u00e9rio \u2013 Estou exatamente preocupado com o meu pr\u00f3prio caso. J\u00e1 iniciei o que eu chamo de \u201ca minha liberta\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u2014 E o que eu chamo de \u201ca sua imbeciliza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u2014 Vista pela sua, que j\u00e1 \u00e9 completa. O que eu chamo de liberta\u00e7\u00e3o \u00e9 a possibilidade de me afirmar integralmente, como homem. O homem \u00e9 que interessa. Se Deus existe, posso vir a me entender com ele, mas h\u00e1 de ser de homem para homem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>O sil\u00eancio \u00e9 um amigo que nunca trai (Conf\u00facio)<\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>MEU SONHO<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Luiz Bonf\u00e1<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Eu vi<\/p>\n<p>A \u00e1gua do rio correr<\/p>\n<p>Canoa do nego passar<\/p>\n<p>A chuva e o vento chegar<\/p>\n<p>Eu vi sem poder reclamar<\/p>\n<p>Acendi meu cachimbo, fumei<\/p>\n<p>Lembrei do passado e chorei<\/p>\n<p>Peguei na viola e pontiei<\/p>\n<p>Tirei um cochilo e sonhei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sonhei com voc\u00ea junto a mim<\/p>\n<p>Transando o cabelo a sorrir<\/p>\n<p>Que grande alegria senti<\/p>\n<p>Em tela ao meu lado a cantar<\/p>\n<p>Fiquei em silencio a ouvir<\/p>\n<p>Seu canto saudoso a chamar<\/p>\n<p>Seus l\u00e1bios t\u00e3o doces beijei<\/p>\n<p>Do sonho bonito acordei.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A mulher entra no confession\u00e1rio de uma igreja, em Hollywood.<\/p>\n<p>&#8211; Padre, quero me confessar!<\/p>\n<p>&#8211; Pois n\u00e3o, minha filha. Quais s\u00e3o seus pecados?<\/p>\n<p>&#8211; Fui infiel ao meu marido, padre. Sou maquiadora de artistas e h\u00e1 2 semanas dormi com Leonardo DiCaprio. Na semana passada, dormi com o Brad Pitt, e esta semana, dormi com o Richard Gere.<\/p>\n<p>&#8211; Lamento, filha, mas n\u00e3o posso dar-lhe a absolvi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211; Porque? A miseric\u00f3rdia do Senhor n\u00e3o \u00e9 infinita?<\/p>\n<p>&#8211; Sim, filha, a Miseric\u00f3rdia de Deus \u00e9 infinita. Mas Ele jamais vai acreditar que voc\u00ea esteja arrependida&#8230;!<\/p>\n<p>Piadas:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.piadas.com.br\/\"><strong><em>http:\/\/www.piadas.com.br\/<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Acessar:<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\"><strong><em>www.r2cpress.com.br<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O CARIMBO DO MESTRE VON STEISLOF Luiz Ferreira da Silva Acabo de esbo\u00e7ar um livro explorando um tema que me aflige \u2013 A FOME &#8211; que considero um crime hediondo, sobretudo no nosso pa\u00eds, celeiro mundial de produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Paradoxo cruel. 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