{"id":117879,"date":"2018-10-19T11:21:15","date_gmt":"2018-10-19T14:21:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=117879"},"modified":"2018-10-19T11:22:56","modified_gmt":"2018-10-19T14:22:56","slug":"117879","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2018\/10\/19\/117879\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOTICIAS &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 690\u2013 ANO XV &#8211; N\u00ba 14 \u2013 Outubro de 2018"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" width=\"564\" height=\"210\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>UM NOVO BRASIL para o bem do seu povo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Luiz Ferreira da Silva<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O problema do pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 na quest\u00e3o pol\u00edtica e, tampouco, no sistema em si. O atual, o distrital, o misto, ou o que for n\u00e3o tem a m\u00ednima import\u00e2ncia, pois o buraco \u00e9 mais embaixo: corrup\u00e7\u00e3o, nepotismo, malandragem, sinecuras, assessores de porra nenhuma, m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o, ignor\u00e2ncia na aplica\u00e7\u00e3o dos recursos p\u00fablicos e ger\u00eancias incompetentes. Enfim; custo estratosf\u00e9rico para a sociedade. Isso abrange n\u00e3o s\u00f3 a C\u00e2mara Federal, o Senado e as Assembleias Legislativas, mas os demais poderes. Urge uma reforma global, pois, a ser enfrentada com coragem e destemor.<\/p>\n<p>Como \u00e9 poss\u00edvel sermos a oitava economia do mundo e, ao mesmo tempo, subdesenvolvidos, com mais de 50 milh\u00f5es de brasileiros abaixo da linha da pobreza?! E produzirmos mais de 220 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os em contraste com a fome end\u00eamica, consubstanciando-se um paradoxo cruel?!<\/p>\n<p>Imaginemos 5.570 munic\u00edpios com Prefeitos, Vereadores, parentes, aderentes, sugando o dinheiro p\u00fablico, ou com m\u00e1 f\u00e9 ou por incompet\u00eancia administrativa, incluindo obras desnecess\u00e1rias e a falta de planejamento!<\/p>\n<p>Mas isso n\u00e3o acontece no Legislativo. No Executivo e, com aspectos diferencias, no Judici\u00e1rio, tamb\u00e9m. \u00c9 um pool de Institui\u00e7\u00f5es pesadas, caras e pouco produtivas. S\u00e3o ralos que j\u00e1 n\u00e3o podem ficar mais abertos, raz\u00e3o fundamental das injusti\u00e7as e da mis\u00e9ria de milh\u00f5es de brasileiros, tapeados pelas bolsas e pelas cotas.<\/p>\n<p>Que pontos deveriam ser atacados?<\/p>\n<ol>\n<li>Com respeito \u00e0 estrutura pol\u00edtica, o mote \u00e9 economizar, evitar desperd\u00edcios, alijar os corruptos e selecionar pessoas competentes.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Algumas ideias:<\/p>\n<p>(1) As cidades com menos de 100 mil habitantes n\u00e3o teriam Prefeitos e nem Vereadores. Imaginemos o quanto o pa\u00eds economizaria com tantos inaptos e ineptos!<\/p>\n<p>O governo federal formaria gestores p\u00fablicos, com treinamentos na FGV, que administrariam esses Munic\u00edpios, com base em um programa articulado pela Uni\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o do governo estadual.<\/p>\n<p>(2) Uma reformula\u00e7\u00e3o radical na C\u00e2mara Federal e no Senado \u00e9 urgente, reduzindo os exageros, pois \u00e9 inconceb\u00edvel se sangrar os cofres p\u00fablicos para pagamento de mordomias a uma turma privilegiada, dominada por incompetentes e pregui\u00e7osos pol\u00edticos, sem quaisquer retornos \u00e0 Na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Eles passariam \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de servidor p\u00fablico, seguindo os seus estatutos e tabela salarial. O Senador se enquadraria no teto: R$ 33.700,00; e o Deputado, 90% deste. Para ambos, uma ajuda de custo de 20% para cobrir aluguel e outras despesas por estarem fora de seu domic\u00edlio. <u>Somente isso e mais nada<\/u>.<\/p>\n<p>Por outro lado, nada de assessores, carro oficial privativo, passagens de avi\u00e3o, telefone e gabinetes suntuosos. Assim, como o governo formou gestores p\u00fablicos, disporia de um pool de competentes consultores, aos quais os Senadores e Deputados poderiam recorrer em aux\u00edlio quando da elabora\u00e7\u00e3o de seus projetos.<\/p>\n<p>O gabinete seria uma sala de, no m\u00e1ximo 16,00 m<sup>2<\/sup>, com uma secret\u00e1ria apenas. <u>S\u00f3, somente s\u00f3!<\/u> Com o tempo, depois de um freio de arruma\u00e7\u00e3o, apenas os competentes e comprometidos com a causa p\u00fablica sobreviveriam.<\/p>\n<p>Imaginemos a economia, quando hoje um deputado custa anualmente R$ 2.150.000,00 e convivendo numa estrutura de alto luxo!. Isso sem se contar com os alt\u00edssimos sal\u00e1rios do excessivo n\u00famero de servidores!.<\/p>\n<p>(3) Quanto \u00e0s Assembleias Legislativas e C\u00e2mara de Vereadores, a mesma vassourada, sem pena e nem d\u00f3. <u>Que dinheirama n\u00e3o sobraria para os Estados e Munic\u00edpios?<\/u><\/p>\n<ol>\n<li>Tamb\u00e9m o Poder Executivo entraria nessa nova concep\u00e7\u00e3o de Estado competente, apesar de ser o primo pobre com menos ralos, pois h\u00e1 certo gerenciamento e forma\u00e7\u00e3o de jovens competentes com a cria\u00e7\u00e3o das chamadas carreiras do Estado. O gargalo maior est\u00e1 nos cargos comissionados, preenchidos por pol\u00edticos incompetentes que causam elevados \u00f4nus ao pa\u00eds.<\/li>\n<\/ol>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Uma Empresa Privada, como exemplo, jamais vai colocar na sua Diretoria e outros cargos relevantes pessoas inabilitadas. Desgra\u00e7adamente, no Servi\u00e7o P\u00fablico dos tr\u00eas n\u00edveis isso acontece frequentemente.<\/p>\n<p>O Governo acabaria com todos esses cargos, preenchendo-os com o pessoal competente da casa, formado no dia a dia da fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Apenas uma gratifica\u00e7\u00e3o, nunca superior a 20% do sal\u00e1rio b\u00e1sico.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>III. N\u00e3o ficaria de fora o Judici\u00e1rio, que teria que se enquadrar aos novos paradigmas, acabando com as mordomias, assessores, sedes suntuosas e unidades que s\u00f3 servem para procrastina\u00e7\u00e3o, tornando uma justi\u00e7a lenta e elitista, sem o devido acesso igualit\u00e1rio aos pobres.<\/p>\n<p>Os custos s\u00e3o alt\u00edssimos para pouco trabalho. Felizmente vem surgindo uma luz no horizonte emanada da turma jovem de competentes concursados ju\u00edzes.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Que resultados teria o nosso pa\u00eds?<\/p>\n<p>(1) Em mat\u00e9ria de redu\u00e7\u00e3o de gastos, estaria na casa de muitos bilh\u00f5es (o leitor que calcule, ora essa!), dinheiro este para se implantar uma educa\u00e7\u00e3o de qualidade, uma sa\u00fade plena e a\u00e7\u00f5es compensat\u00f3rias de cunho social;<\/p>\n<p>(2) Efici\u00eancia e efic\u00e1cia da m\u00e1quina p\u00fablica, alavancando o pa\u00eds com o aumento da sua produtividade, acabando com o custo-Brasil e os famosos jeitinhos;<\/p>\n<p>(3) Controle da corrup\u00e7\u00e3o; e<\/p>\n<p>(4) O mais importante: cria\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia cidad\u00e3, sobretudo para os jovens respirarem um ar sem \u201cpolui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 outra sa\u00edda e nem milagres. \u00c9 insustent\u00e1vel se manter um Pa\u00eds rico com apenas <em>duas classes: os que nada tem do que reclamar (10%) e os que n\u00e3o tem a quem reclamar<\/em> (90%), num apartheid social, econ\u00f4mico, cultural sem precedente, aumentando o fosso entre ricos e pobres. At\u00e9 quando? (Macei\u00f3, Al, maio\/2018)<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>CASTRO ALVES<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/castro-alves.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-117880 alignleft\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/castro-alves.jpg\" alt=\"\" width=\"153\" height=\"212\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Castro Alves (Ant\u00f4nio Frederico), nasceu em Muritiba, BA, em 14 de mar\u00e7o de 1847, e faleceu em Salvador, BA, em 6 de julho de 1871. \u00c9 o patrono da cadeira n. 7, por escolha do fundador Valentim Magalh\u00e3es.<\/p>\n<p>Era filho do m\u00e9dico Ant\u00f4nio Jos\u00e9 Alves, mais tarde professor na Faculdade de Medicina de Salvador, e de Cl\u00e9lia Bras\u00edlia da Silva Castro, falecida quando o poeta tinha 12 anos, e, por esta, neto de um dos grandes her\u00f3is da Independ\u00eancia da Bahia. Por volta de 1853, ao mudar-se com a fam\u00edlia para a capital, estudou no col\u00e9gio de Ab\u00edlio C\u00e9sar Borges, futuro Bar\u00e3o de Maca\u00fabas, onde foi colega de Rui Barbosa, demonstrando voca\u00e7\u00e3o apaixonada e precoce para a poesia. Mudou-se em 1862 para o Recife, onde concluiu os preparat\u00f3rios e, depois de duas vezes reprovado, matriculou-se finalmente na Faculdade de Direito em 1864. Cursou o 1\u00ba ano em 1865, na mesma turma que Tobias Barreto. Logo integrado na vida liter\u00e1ria acad\u00eamica e admirado gra\u00e7as aos seus versos, cuidou mais deles e dos amores que dos estudos. Em 1866, perdeu o pai e, pouco depois, iniciou apaixonada liga\u00e7\u00e3o amorosa com atriz portuguesa Eug\u00eania C\u00e2mara, dez anos mais velha, que desempenhou importante papel em sua l\u00edrica e em sua vida.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca Castro Alves entrou numa fase de grande inspira\u00e7\u00e3o e tomou consci\u00eancia do seu papel de poeta social. Escreveu o drama <em>Gonzaga <\/em>e, em 1868, transferiu-se para o sul do pa\u00eds em companhia da amada, matriculando-se no 3\u00ba ano da Faculdade de Direito de S\u00e3o Paulo, na mesma turma de Rui Barbosa. No fim do ano o drama \u00e9 representado com \u00eaxito enorme, mas o seu esp\u00edrito se abate pela ruptura com Eug\u00eania C\u00e2mara. Durante uma ca\u00e7ada, a descarga acidental de uma espingarda lhe feriu o p\u00e9 esquerdo, que, sob amea\u00e7a de gangrena, foi, afinal, amputado no Rio, em meados de 1869. Sua sa\u00fade, que j\u00e1 se ressentira de hemoptises desde os dezessete anos, quando escreveu \u201cMocidade e Morte\u201d, cujo primeiro t\u00edtulo original era \u201cO t\u00edsico\u201d, ficou definitivamente comprometida. De volta \u00e0 Bahia, passou grande parte do ano de 1870 em fazendas de parentes, \u00e0 busca de melhoras para a tuberculose. Em novembro, saiu seu primeiro livro, <em>Espumas flutuantes<\/em>, \u00fanico que chegou a publicar em vida, recebido muito favoravelmente pelos leitores.<\/p>\n<p>Da\u00ed por diante, apesar do decl\u00ednio f\u00edsico, produziu alguns dos seus mais belos versos, animado por um derradeiro amor, este plat\u00f4nico, pela cantora italiana Agnese Trinci Murri. Faleceu em 1871, aos 24 anos, sem ter podido acabar a maior empresa a que se propusera, o poema <em>Os escravos<\/em>, uma s\u00e9rie de poesias em torno do tema da escravid\u00e3o. Ainda em 1870, numa das fazendas em que repousava, havia completado A Cachoeira de Paulo Afonso, que saiu em 1876, e que \u00e9 parte do empreendimento, como se v\u00ea pelo esclarecimento do poeta: \u201cContinua\u00e7\u00e3o do poema <em>Os escravos<\/em>, sob t\u00edtulo de <em>Manuscritos de St\u00eanio<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>Duas vertentes se distinguem na poesia de Castro Alves: a fei\u00e7\u00e3o l\u00edrico-amorosa, mesclada de forte sensualidade, e a fei\u00e7\u00e3o social e humanit\u00e1ria, em que alcan\u00e7a momentos de fulgurante eloqu\u00eancia \u00e9pica. Como poeta l\u00edrico, caracteriza-se pelo vigor da paix\u00e3o, a intensidade com que exprime o amor, como desejo, fr\u00eamito, encantamento da alma e do corpo, superando o negaceio de Casimiro de Abreu, a esquivan\u00e7a de \u00c1lvares de Azevedo, o desespero acuado de Junqueira Freire. A grande e fecundante paix\u00e3o por Eug\u00eania C\u00e2mara percorreu-o como corrente el\u00e9trica, reorganizando-lhe a personalidade, inspirando alguns dos seus mais belos poemas de esperan\u00e7a, euforia, desespero, saudade. Outros amores e encantamentos constituem o ponto de partida igualmente concreto de outros poemas.<\/p>\n<p>Enquanto poeta social, extremamente sens\u00edvel \u00e0s inspira\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias e liberais do s\u00e9culo XIX, Castro Alves, na linhagem de Victor Hugo, um dos seus mestres, viveu com intensidade os grandes epis\u00f3dios hist\u00f3ricos do seu tempo e foi, no Brasil, o anunciador da Aboli\u00e7\u00e3o e da Rep\u00fablica, devotando-se apaixonadamente \u00e0 causa abolicionista, o que lhe valeu a antonom\u00e1sia de \u201cCantor dos escravos\u201d. A sua poesia se aproxima da ret\u00f3rica, incorporando a \u00eanfase orat\u00f3ria \u00e0 sua magia. No seu tempo, mais do que hoje, o orador exprimia o gosto ambiente, cujas necessidades est\u00e9ticas e espirituais se encontram na eloqu\u00eancia dos poetas. Em Castro Alves, a embriaguez verbal encontra o apogeu, dando \u00e0 sua poesia poder excepcional de comunicabilidade.<\/p>\n<p>Dele ressalta a figura do bardo que fulmina a escravid\u00e3o e a injusti\u00e7a, de cabeleira ao vento. A dial\u00e9tica da sua poesia implica menos a vis\u00e3o do escravo como realidade presente do que como epis\u00f3dio de um drama mais amplo e abstrato: o do pr\u00f3prio destino humano, presa dos desajustamentos da Hist\u00f3ria. Encarna as tend\u00eancias messi\u00e2nicas do Romantismo e a utopia libert\u00e1ria do s\u00e9culo. O negro, escravizado, misturado \u00e0 vida cotidiana em posi\u00e7\u00e3o de inferioridade, dificilmente se podia elevar a objeto est\u00e9tico, o que ele alcan\u00e7ou, no entanto, numerosas vezes. Surgiu primeiro \u00e0 consci\u00eancia liter\u00e1ria como problema social, e o abolicionismo era visto apenas como sentimento humanit\u00e1rio pela maioria dos escritores que at\u00e9 ent\u00e3o trataram desse tema. S\u00f3 Castro Alves estenderia sobre o negro o manto redentor da poesia, tratando-o como her\u00f3i, como ser integralmente humano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SIGNIFICADO DA PALAVRA FAMILIA<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nessynha Gon\u00e7alves<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em><br \/>\n<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Parei para pesquisar o significado de fam\u00edlia&#8230;<\/p>\n<p>No dicion\u00e1rio diz que: fam\u00edlia \u00e9 um conjunto de ascendentes, descendentes, colaterais e afins de uma linhagem. Grupo de indiv\u00edduos, constitu\u00eddo pelo mesmo sangue.<\/p>\n<p>E n\u00e3o \u00e9 bem assim.<\/p>\n<p>Fam\u00edlia \u00e9 um grupo de pessoas, que divide o mesmo gosto pela vida.<\/p>\n<p>Que divide o mesmo sentimento.<\/p>\n<p>Que n\u00e3o importa n\u00e3o dividir o mesmo sangue.<\/p>\n<p>Mas consegue tornar-se um para o outro mais que isso&#8230;<\/p>\n<p>Ajudando, dando apoio&#8230; Sendo como dizemos&#8230; irm\u00e3os<\/p>\n<p>Tem pessoas que s\u00e3o t\u00e3o parecidas&#8230; Que n\u00e3o precisa ter a mesma descend\u00eancia<\/p>\n<p>Sabe quando \u00e9 necess\u00e1rio seu conselho&#8230; Quando \u00e9 preciso rir e se divertir<\/p>\n<p>Ou ate mesmo dividir as mesmas l\u00e1grimas&#8230;<\/p>\n<p>Pois a fam\u00edlia somos n\u00f3s que escolhemos&#8230;<\/p>\n<p>As pessoas que amamos, que passamos a conhecer&#8230;<\/p>\n<p>Que percebemos que tem mais em comum que apenas la\u00e7os de sangue&#8230;<\/p>\n<p>S\u00e3o essas pessoas que passam a se tornar essencial em nossas vidas.<\/p>\n<p>Maninhas&#8230; Irm\u00e3os&#8230; Primos&#8230; Primas&#8230;<\/p>\n<p>Apenas por dividir os mesmos sentimentos&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>Para uma gera\u00e7\u00e3o sem limites, obedecer a regras torna-se ditadura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>SONETO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<strong><em>Nenita MadeiroCampos<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Correndo vai o tempo bem ligeiro,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Atr\u00e1s da imensid\u00e3o da vida ignota.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E nas caladas do Universo inteiro,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Segues tamb\u00e9m atr\u00e1s de estranha rota!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E na desconhecida encruzilhada,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Do declinar do teu viver risonho,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Os teus caminhos nesta nova estrada,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Cruzam-se ingentes como um leve sonho!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E tal fantasma ante o esplendor do mundo,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que tu povoas em sono profundo,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Sem acordares para a apercebida;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8221; Raz\u00e3o de ser &#8221; de uma exist\u00eancia airosa,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Hoje desfolhas a p\u00e9tala cheirosa,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Da descida feliz da tua vida!<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>Numa festa uma madame \u00e9 apresentada a um pol\u00edtico. \u2013 Muito prazer, minha senhora. \u2013 O prazer \u00e9 todo meu, pois tenho ouvido falar muito do Senhor. \u2013 \u00c9 poss\u00edvel, minha Senhora, mas ningu\u00e9m tem provas.<\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Acessar:<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\"><strong><em>www.r2cpress.com.br<\/em><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>UM NOVO BRASIL para o bem do seu povo Luiz Ferreira da Silva O problema do pa\u00eds n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 na quest\u00e3o pol\u00edtica e, tampouco, no sistema em si. 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