{"id":121980,"date":"2020-04-11T17:43:36","date_gmt":"2020-04-11T20:43:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=121980"},"modified":"2020-04-11T17:43:36","modified_gmt":"2020-04-11T20:43:36","slug":"pesquisador-baiano-recupera-fosseis-de-plantas-e-animais-do-periodo-cretaceo-na-ilha-de-itaparica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2020\/04\/11\/pesquisador-baiano-recupera-fosseis-de-plantas-e-animais-do-periodo-cretaceo-na-ilha-de-itaparica\/","title":{"rendered":"Pesquisador baiano recupera f\u00f3sseis de plantas e animais do per\u00edodo Cret\u00e1ceo na Ilha de Itaparica"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/20.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-121982 alignleft\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/20.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"192\" \/><\/a><\/p>\n<div id=\"x_gmail-story_text\">\n<div>Trabalho pode recuperar esp\u00e9cies ainda n\u00e3o descobertas que viveram na regi\u00e3o h\u00e1 130 milh\u00f5es de anos<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O per\u00edodo Cret\u00e1ceo, que marcou a separa\u00e7\u00e3o de continentes como \u00c1frica e Am\u00e9rica do Sul, consagrou o desenvolvimento de esp\u00e9cies e criou novos habitats. Entretanto, muitos mist\u00e9rios ainda cercam um dos per\u00edodos mais transformadores da hist\u00f3ria da Terra, sendo inclusive respons\u00e1vel pela extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros. Em busca de investigar como este per\u00edodo ocorreu na realidade local, o pesquisador da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), T\u00e9o Oliveira, estuda fosseis desta \u00e9poca na Bahia, em espec\u00edfico na Ilha de Itaparica. Segundo ele, o projeto, que come\u00e7ou em 2017, aborda desde a coleta at\u00e9 a descri\u00e7\u00e3o de f\u00f3sseis de 130 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, localizados nas rochas da Ilha. O objetivo \u00e9 conhecer mais sobre os organismos que viveram no este per\u00edodo na regi\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>T\u00e9o conta que a maioria dos exemplares s\u00e3o esp\u00e9cies de peixes, tendo inclusive descoberto algumas esp\u00e9cies possivelmente novas durante a coleta. \u201cTive a ideia de desenvolver este estudo pois minha especializa\u00e7\u00e3o no mestrado e no doutorado foi com paleontologia, que consiste no estudo dos f\u00f3sseis, e seria impens\u00e1vel n\u00e3o fazer pesquisa numa localidade t\u00e3o importante para esta \u00e1rea do conhecimento quanto a Ilha de Itaparica\u201d, ressaltou. Ele afirma que, embora, os f\u00f3sseis j\u00e1 tenham sido coletados por outros pesquisadores, estas coletas eram mais espor\u00e1dicas, enquanto agora ele realiza o trabalho com regularidade, nas visitas aos afloramentos de rocha na Ilha de Itaparica.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Atualmente, os f\u00f3sseis coletados s\u00e3o estudados para categoriza\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o. O pesquisador afirma que o projeto tem grande impacto no setor acad\u00eamico por abrir espa\u00e7o para que outros estudiosos do mesmo tema possam ter mais informa\u00e7\u00f5es acerca do per\u00edodo. \u201cO estudo permite que tenhamos um conhecimento mais completo sobre as faunas e floras que habitavam a regi\u00e3o que vir\u00edamos a chamar de Ilha de Itaparica em um passado bastante remoto, e assim podemos compreender mais sobre nosso territ\u00f3rio e sua hist\u00f3ria\u201d, destacou.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A pesquisa recebeu apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa da Bahia (Fapesb), al\u00e9m do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e da Uefs. Al\u00e9m disso, contou com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB) e da Universidade Federal do Sergipe (UFS).<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>Bahia Faz Ci\u00eancia<\/b><\/div>\n<div><\/div>\n<div>A Secretaria Estadual de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (Secti) e a Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa da Bahia (Fapesb) estrearam, no dia 8 de julho, o Bahia Faz Ci\u00eancia, uma s\u00e9rie de reportagens sobre como pesquisadores e cientistas baianos desenvolvem trabalhos em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o de forma a contribuir com a melhoria de vida da popula\u00e7\u00e3o em temas importantes como sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a, dentre outros. As mat\u00e9rias ser\u00e3o divulgadas semanalmente, sempre \u00e0s segundas-feiras, para a m\u00eddia baiana, e estar\u00e3o dispon\u00edveis no site e redes sociais da Secretaria. Se voc\u00ea conhece algum assunto que poderia virar pauta deste projeto, as recomenda\u00e7\u00f5es podem ser feitas atrav\u00e9s do e-mail\u00a0<a id=\"LPlnk182489\" href=\"mailto:comunicacao.secti@secti.ba.gov.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-auth=\"NotApplicable\">comunicacao.secti@secti.ba.gov.br<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trabalho pode recuperar esp\u00e9cies ainda n\u00e3o descobertas que viveram na regi\u00e3o h\u00e1 130 milh\u00f5es de anos O per\u00edodo Cret\u00e1ceo, que marcou a separa\u00e7\u00e3o de continentes como \u00c1frica e Am\u00e9rica do Sul, consagrou o desenvolvimento de esp\u00e9cies e criou novos habitats. 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