{"id":122391,"date":"2020-06-26T21:29:01","date_gmt":"2020-06-27T00:29:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=122391"},"modified":"2020-06-26T21:29:01","modified_gmt":"2020-06-27T00:29:01","slug":"agrissenior-noticias-edicao-769-ano-xvi-no-45-29-de-junho-de-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2020\/06\/26\/agrissenior-noticias-edicao-769-ano-xvi-no-45-29-de-junho-de-2020\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOT\u00cdCIAS &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 769 \u2013 ANO XVI N\u00ba 45 \u2013 29 de junho de 2020"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" width=\"688\" height=\"256\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O QUE EST\u00c1 ACONTECENDO COM OS BRASILEIROS?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Manoel Moacir Costa Mac\u00eado e Manoel Malheiros Tourinho<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Acad\u00eamicos e PhD respectivamente pela University of Sussex, Inglaterra e University of Wisconsin, Estados Unidos<\/p>\n<p>.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 simples entender o comportamento da sociedade brasileira na atual conjuntura social. Desconhecer a sua complexidade levar\u00e1 \u00e0 simplifica\u00e7\u00e3o. N\u00e3o s\u00e3o recentes e nem in\u00e9ditas as contribui\u00e7\u00f5es sobre a sociabilidade brasileira. As ci\u00eancias sociais debitam \u00e0s rela\u00e7\u00f5es humanas fatos decorrentes das transforma\u00e7\u00f5es sociais. A hist\u00f3ria registra os fatos sociais, com os vieses de vencidos ou vencedores. Argumentos s\u00e3o amparados nos paradigmas vigentes da comportada \u201cci\u00eancia normal\u201d. Outros ser\u00e3o chamados \u00e0 complexidade, a exemplo do paradigma por vir da p\u00f3s-materialidade, uma \u201cespiritualidade laica\u201d no dizer do fil\u00f3sofo franc\u00eas Luc Ferry.<\/p>\n<p>Para o positivismo, as sociedades foram constru\u00eddas em etapas por disputas e conquistas. Os \u00eaxitos eram contabilizados por amplia\u00e7\u00e3o de fronteiras, bens, servi\u00e7os, honrarias, linhagens familiares, predestina\u00e7\u00f5es e explora\u00e7\u00e3o de semelhantes. A supremacia se valia da acumula\u00e7\u00e3o de riqueza e poder. Registros na cultura, na arte, na ci\u00eancia e no humanismo foram prendas de \u00edmpares civiliza\u00e7\u00f5es. As eras, \u00e9pocas e idades s\u00e3o relatos da humanidade em m\u00faltiplas dimens\u00f5es. O Homos sapiens, tradu\u00e7\u00e3o de \u201chomem s\u00e1bio\u201d, esp\u00e9cie superior da exist\u00eancia, n\u00e3o evoluiu por consensos e harmonias, mas por genoc\u00eddios do Homos, a exemplo do Homo ergaster, o \u201chomem trabalhador\u201d. N\u00e3o evolu\u00edmos do pensar, acolher e proteger, mas do guerrear, abater e destruir. Evid\u00eancias incutidas na atualidade como seres assim\u00e9tricos e desagregadores.<\/p>\n<p>Adiante, vencida a pr\u00e9-hist\u00f3ria, os imp\u00e9rios foram constru\u00eddos seguindo as preda\u00e7\u00f5es sucessivas da supremacia do Homo sapiens. O confucionismo oferecia uma teoria moral paternalista para unir povos guiados pela unicidade do Imperador. Guerras sanguin\u00e1rias e cru\u00e9is duelos impuseram a superioridade de imp\u00e9rios na Antiguidade, seguindo as rupturas nos Estados-na\u00e7\u00f5es, at\u00e9 \u00e0 Contemporaneidade. A identidade p\u00e1tria, agregou as heran\u00e7as da esp\u00e9cie e agruras imperiais \u00e0s perturba\u00e7\u00f5es atuais. Transferidos o \u00f3dio, a desigualdade, a insensatez, o materialismo, o racismo, a intoler\u00e2ncia e a indiferen\u00e7a aos \u201chumanos-brasileiros\u201d, nascidos simples e ignorantes, acess\u00edveis a educa\u00e7\u00e3o e valores civilizat\u00f3rios, mas negados \u00e0 maioria, como apartados da humanidade civilizada. Rea\u00e7\u00f5es tem acontecido, ineficazes em alterar a ess\u00eancia do status quo. Louvores \u00e0 rebeldia da \u201cPrimavera \u00c1rabe\u201d, sufocada, aprisionada e silenciada. A inusitada Occupy, ofuscada pelas luzes de Wall street. Os corajosos \u201cIndignados\u201d esquecidos no surrealismo de Gualdi. As manifesta\u00e7\u00f5es brasileiras, \u201cas<\/p>\n<p>ruas em disputa\u201d, gestadas como armadilhas extempor\u00e2neas e determinantes do presente obscurantismo governamental.<\/p>\n<p>Crises econ\u00f4micas, pol\u00edticas, sociais, sanit\u00e1rias e morais. Sobrepostas e incapazes de arrombar os muros humanit\u00e1rios do bem-viver. A religiosidade crist\u00e3, tal Cristo no seu tempo, n\u00e3o subverteu a ordem, n\u00e3o freou os arroubos violentos, nem as b\u00ean\u00e7\u00e3os pentecostais. Controles est\u00e3o postos \u00e0 submiss\u00e3o hier\u00e1rquica, obedi\u00eancia e parcim\u00f4nia. O \u201cjeitinho brasileiro\u201d, corrup\u00e7\u00e3o e privil\u00e9gios consentidos, escamoteia a legalidade e santifica o \u201cdando que se recebe\u201d, que n\u00e3o voltou, pois nunca saiu. Cientistas sociais em \u201censaios da identidade social, nacionalidade e cultura\u201d, em \u201cBrasil, Brasileiros. Por que somos assim?\u201d, n\u00e3o contaminaram com for\u00e7a a explos\u00e3o de uma \u201cprimavera tropical\u201d. \u201cA elite do atraso\u201d descreveu a desigualdade e acumula\u00e7\u00e3o criminosa. \u201cOs linchamentos\u201d de vulner\u00e1veis mostram a face cruel da justi\u00e7a com as pr\u00f3prias m\u00e3os. A \u201cescravid\u00e3o estrutural\u201d, holocausto da nossa hist\u00f3ria, mistificada na ut\u00f3pica \u201cdemocracia racial\u201d. O \u201cCavaleiro da Esperan\u00e7a\u201d profetizou o sonho revolucion\u00e1rio. Persistem em formas renovadas a desigualdade, a viol\u00eancia e a hipocrisia. O \u201ccontrato social\u201d em ruinas.<\/p>\n<p>Amea\u00e7as \u00e0s liberdades civis, apologia ao armamento civil, desprezo \u00e0 coes\u00e3o social, nojo a democracia e est\u00edmulo ao \u00f3dio n\u00e3o s\u00e3o futurologias, estrat\u00e9gias e planejamentos de curto prazo. Como explicar o seu acolhimento por brasileiros, ditos pac\u00edficos, crist\u00e3os e tolerantes \u00e0 diversidade? N\u00e3o cabe uma resposta conclusiva, para n\u00e3o simplificar o complexo. Uma pista, pode estar na assertiva do cientista social Zander Navarro: \u201cdecorr\u00eancia da nossa hist\u00f3rica complac\u00eancia ou, de fato, muito mais a covardia de um povo que n\u00e3o sabe rebelar-se\u201d. No sentir do soci\u00f3logo Jos\u00e9 de Souza Martins, \u201cas nossas transforma\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas n\u00e3o foram o resultado de grandes revolu\u00e7\u00f5es, mas de reformas que n\u00e3o comprometeram a tradi\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio, garantiram a conviv\u00eancia entre o moderno e os modos de vida tradicionais\u201d. O tempo ou \u201cquem sabe faz a hora n\u00e3o espera acontecer\u201d, dir\u00e1 se vir\u00e3o as rupturas de fora para dentro, continuar\u00e1 a acomoda\u00e7\u00e3o interna, despertar\u00e1 as consci\u00eancias c\u00edvicas ou reproduzir\u00e1 a hist\u00f3ria do Homo sapiens em esp\u00e9cies transg\u00eanicas, como respostas aos atuais pesadelos.<!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/IMAGEM-G-ESPANHOLA-OK.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-122392\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/IMAGEM-G-ESPANHOLA-OK-300x206.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/IMAGEM-G-ESPANHOLA-OK-300x206.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/IMAGEM-G-ESPANHOLA-OK.jpg 617w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>GRANDES EPIDEMIAS DA HIST\u00d3RIA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Gripe espanhola (1918-1919)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Os primeiros casos de gripe espanhola foram registrados nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Acredita-se que essa doen\u00e7a matou, pelo menos, 50 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>O come\u00e7o do s\u00e9culo XX tamb\u00e9m ficou marcado por uma pandemia que atingiu todos os continentes do planeta e causou a morte de, pelo menos, 50 milh\u00f5es de pessoas. Essa doen\u00e7a ficou conhecida como gripe espanhola, sendo causada por uma muta\u00e7\u00e3o do v\u00edrus influenza, e afetou, inclusive, o Brasil.<\/p>\n<p>Apesar do nome, a gripe espanhola n\u00e3o surgiu na Espanha. Acredita-se que ela tenha surgido na China ou nos Estados Unidos. De toda forma, os primeiros casos foram registrados em um acampamento militar chamado Fort Riley, que estava instalado no estado do Kansas (EUA). O primeiro paciente de que se tem conhecimento foi o soldado Albert Gitchell. A doen\u00e7a surgiu no contexto da Primeira Guerra Mundial e aproveitou-se do grande deslocamento de soldados e das aglomera\u00e7\u00f5es causadas pela guerra para se disseminar pelo mundo. Houve tr\u00eas ondas de cont\u00e1gio, que se estenderam de 1918 a 1919. A segunda onda ficou conhecida como a de maior capacidade de contamina\u00e7\u00e3o e foi a mais mortal.<\/p>\n<p>A gripe espanhola espalhou-se por todos os continentes do planeta. A medicina do come\u00e7o do s\u00e9culo XX n\u00e3o sabia o que a causava, porque a tecnologia da \u00e9poca n\u00e3o permitia que os microsc\u00f3pios enxergassem o v\u00edrus respons\u00e1vel pela enfermidade. Usava-se aspirina para combater alguns dos sintomas, mas o exagero no uso dessa medica\u00e7\u00e3o mostrou-se nocivo. A doen\u00e7a causava infec\u00e7\u00f5es que atingiam \u00f3rg\u00e3os como o pulm\u00e3o, mas n\u00e3o existiam antibi\u00f3ticos na \u00e9poca para combat\u00ea-las.<\/p>\n<p>Os sintomas da gripe espanhola eram os de uma gripe comum, como febre, tosse, coriza, dores de cabe\u00e7a e dores no corpo. Os casos mais complicados, como mencionado, causavam infec\u00e7\u00f5es nos pulm\u00f5es, levando os pacientes a desenvolverem pneumonia.<\/p>\n<p>Como era causada por um v\u00edrus, a doen\u00e7a era transmitida pela via respirat\u00f3ria facilmente. Locais que implantaram medidas de preven\u00e7\u00e3o baseadas no isolamento social conseguiram passar pela gripe espanhola com efeitos reduzidos. J\u00e1 os que n\u00e3o seguiram as medidas de isolamento acabaram sofrendo duramente com a doen\u00e7a e acumulando mortos todos os dias.<\/p>\n<p>Aqui no Brasil a gripe espanhola chegou em setembro de 1918, por meio dos passageiros de uma embarca\u00e7\u00e3o inglesa que atracou em tr\u00eas cidades: Recife, Salvador e Rio de Janeiro. Grandes cidades, como S\u00e3o Paulo, sofreram bastante com a doen\u00e7a. Acredita-se que ela tenha contaminado, pelo menos, metade da popula\u00e7\u00e3o paulistana.<\/p>\n<p>No Brasil, como em outras partes do mundo, medidas de isolamento foram tomadas com o decreto do fechamento de escolas, reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e alguns tipos de com\u00e9rcio. Ao todo, 35 mil pessoas morreram de gripe espanhola no Brasil. https:\/\/brasilescola.uol.com.br\/curiosidades\/grandes-epidemias-da-historia.htm<\/p>\n<p>DEFINITIVO<\/p>\n<p>Martha Medeiros<\/p>\n<p>Definitivo, como tudo o que \u00e9 simples. Nossa dor n\u00e3o adv\u00e9m das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e n\u00e3o se cumpriram.<\/p>\n<p>Sofremos por qu\u00ea? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas proje\u00e7\u00f5es irrealizadas, por todas as cidades que gostar\u00edamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e n\u00e3o conhecemos, por todos os filhos que gostar\u00edamos de ter tido junto e n\u00e3o tivemos,por todos os shows e livros e sil\u00eancios que gostar\u00edamos de ter compartilhado, e n\u00e3o compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.<\/p>\n<p>Sofremos n\u00e3o porque nosso trabalho \u00e9 desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.<\/p>\n<p>Sofremos n\u00e3o porque nossa m\u00e3e \u00e9 impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poder\u00edamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas ang\u00fastias se ela estivesse interessada em nos compreender.<\/p>\n<p>Sofremos n\u00e3o porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.<\/p>\n<p>Sofremos n\u00e3o porque envelhecemos, mas porque o futuro est\u00e1 sendo confiscado de n\u00f3s, impedindo assim que mil aventuras nos aconte\u00e7am, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.<\/p>\n<p>Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente n\u00e3o sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa t\u00e3o bacana, que gerou em n\u00f3s um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razo\u00e1vel,um tempo feliz.<\/p>\n<p>Como aliviar a dor do que n\u00e3o foi vivido? A resposta \u00e9 simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!<\/p>\n<p>A cada dia que vivo, mais me conven\u00e7o de que o desperd\u00edcio da vida est\u00e1 no amor que n\u00e3o damos, nas for\u00e7as que n\u00e3o usamos, na prud\u00eancia ego\u00edsta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos tamb\u00e9m a felicidade.<\/p>\n<p>A dor \u00e9 inevit\u00e1vel. O sofrimento \u00e9 opcional&#8230;<\/p>\n<p>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental ao desenvolvimento de uma sociedade, provendo-a de instrumentos para enfrentar os novos desafios. No entanto, que seja sempre para melhor, na busca do bem-comum compartilhado (Do livro, no prelo, VIVER EM DOIS S\u00c9CULOS, L. Ferreira)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A POESIA DA SEMANA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">S\u00d3 A LEMBRAN\u00c7A<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Leonel Alberto Furtado<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">In Contos e poesias para quem gosta<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Haver\u00e1 sentimentos em extin\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que queiram respirar, mas n\u00e3o os deixam,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Sufocados por outros, em profus\u00e3o,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E que de malef\u00edcios n\u00e3o se queixam?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Onde andais, alegria, contentamento,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">H\u00e1 que tempos, que eu, j\u00e1, n\u00e3o vos sinto,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que por vezes, tenho o pressentimento,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Que sois, j\u00e1, dois sentimentos extintos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E se, l\u00e1 bem ao fundo, a luz vislumbro,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Sinto em minha alma o desassombro,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">De quem tem uma r\u00e9stia de esperan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Olhai-me por entre as trevas e a escurid\u00e3o,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Mostrai-vos ao meu triste cora\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Porque de v\u00f3s, s\u00f3, j\u00e1 tenho a lembran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A PIADA DA SEMANA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Um cara chegou no trabalho todo de porre e trocando as pernas, o chefe dele chegou e falou pra ele: Droga que est\u00f3ria \u00e9 esta que te aconteceu pra voc\u00ea estar neste estado?&#8230; E o b\u00eabado respondia: &#8211; A culpa \u00e9 do Doutor&#8230; Foi o Doutor que fez isso&#8230; &#8211; Mas como assim? o medico? &#8211; Eu fui no doutor, e ele me examinou, e disse pra eu comprar uns neg\u00f3cios&#8230; Escreveu num papel&#8230; Eu n\u00e3o entendi muita coisa&#8230; era uma letra ruim&#8230; Mas li l\u00e1 embaixo&#8230; dos garranchos&#8230; E pinga 3 vezes ao dia&#8230;.. Antes de ir embora ele pede um ma\u00e7o de cigarros, que traz escrito na lateral: &#8216;O MINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE ADVERTE: Cigarro pode causar impot\u00eancia sexual&#8217;. Assustado, gritou pro gar\u00e7om: -N\u00c3O. Esse aqui n\u00e3o!!! Me d\u00e1 aquele que causa c\u00e2ncer..<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">oOo<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Acessar:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">www.r2cpress.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O QUE EST\u00c1 ACONTECENDO COM OS BRASILEIROS? Manoel Moacir Costa Mac\u00eado e Manoel Malheiros Tourinho Acad\u00eamicos e PhD respectivamente pela University of Sussex, Inglaterra e University of Wisconsin, Estados Unidos . N\u00e3o \u00e9 simples entender o comportamento da sociedade brasileira na atual conjuntura social. Desconhecer a sua complexidade levar\u00e1 \u00e0 simplifica\u00e7\u00e3o. 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