{"id":122430,"date":"2020-07-03T14:11:04","date_gmt":"2020-07-03T17:11:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=122430"},"modified":"2020-09-21T14:08:59","modified_gmt":"2020-09-21T17:08:59","slug":"agrissenior-noticias-edicao-770-ano-xvi-no-46-06-de-julho-de-202","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2020\/07\/03\/agrissenior-noticias-edicao-770-ano-xvi-no-46-06-de-julho-de-202\/","title":{"rendered":"AGRISS\u00caNIOR NOT\u00cdCIAS &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 770 \u2013 ANO XVI N\u00ba 46 \u2013 06 de julho de 202"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/20180330_130737.png\" width=\"688\" height=\"256\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">QUALIDADE DE VIDA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Altenides Caldeira Moreau<\/p>\n<p>T\u00eam-se falado muito na qualidade de vida. Principalmente nas condi\u00e7\u00f5es de vida das pessoas das grandes cidades em que h\u00e1 problemas de habita\u00e7\u00e3o, de saneamento b\u00e1sico, de mobilidade urbana, de sa\u00fade, de educa\u00e7\u00e3o, de emprego, de polui\u00e7\u00e3o do ar e da \u00e1gua, de alimenta\u00e7\u00e3o e de higiene, como tamb\u00e9m no dom\u00ednio da sa\u00fade mental, envolvendo depress\u00e3o, estresse, aliena\u00e7\u00e3o e uso de drogas, do alcoolismo e da criminalidade.<\/p>\n<p>Qualidade de vida se refere ao bem estar f\u00edsico, mental, psicofisiol\u00f3gico, emocional e espiritual, al\u00e9m de relacionamentos sociais, como familiares e de amigos e ainda condi\u00e7\u00f5es dignas de viv\u00eancia e de trabalho e remunera\u00e7\u00e3o. \u00c9 a realiza\u00e7\u00e3o profissional e financeira; \u00e9 usufruir do lazer; \u00e9 ter cultura e educa\u00e7\u00e3o; \u00e9 ter servi\u00e7os de qualidade; ter transporte, seguran\u00e7a e condi\u00e7\u00f5es ambientais saud\u00e1veis, morar bem, ter conforto; \u00e9 amar a si pr\u00f3prio, as pessoas, a natureza e a vida.<\/p>\n<p>Uma melhor qualidade de vida requer o suprimento de necessidades e de h\u00e1bitos de funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, aprimoramento das habilidades atrav\u00e9s do trin\u00f4mio: boa alimenta\u00e7\u00e3o, boa forma f\u00edsica e boa cabe\u00e7a. \u00c9 tornar a exist\u00eancia descomplicada; \u00e9 fazer o que lhe d\u00e1 prazer, com alegria, sa\u00fade e bom humor.<\/p>\n<p>A qualidade de vida pode ser definida como sensa\u00e7\u00e3o \u00edntima de conforto, bem-estar e felicidade em situa\u00e7\u00f5es de continuidade na vida. Os recursos econ\u00f4micos e financeiros s\u00e3o b\u00e1sicos e indispens\u00e1veis para a qualidade de vida, sem desprezar outros fatores que se conjugam integrantes e integrados para compor o que se chama de bem-estar. Estes fatores est\u00e3o ligados as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade f\u00edsica e mental, ao trabalho, ao emocional, a idade das pessoas, ao meio ambiente, enfim, ao contexto social, econ\u00f4mico e pol\u00edtico em que as pessoas est\u00e3o inseridas.<\/p>\n<p>Nas condi\u00e7\u00f5es atuais de vida de milh\u00f5es de brasileiros, a qualidade de vida est\u00e1 longe de ser alcan\u00e7ada. Diante da falta de planejamento e de administra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas capazes de aproveitar e de distribuir adequadamente os recursos naturais e os produzidos em nosso Pa\u00eds. A concentra\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o e da riqueza, da industrializa\u00e7\u00e3o, dos bens e dos servi\u00e7os e a falta de emprego e renda para esta popula\u00e7\u00e3o, avoluma o contingente de marginalizados do trabalho e dos benef\u00edcios do progresso. A gan\u00e2ncia dos empres\u00e1rios aliados aos pol\u00edticos administradores e legisladores, subestimando o valor do trabalho, com sal\u00e1rios m\u00ednimos insuficientes para a sobreviv\u00eancia e para a busca da independ\u00eancia financeira pelos trabalhadores, distancia cada vez mais os pobres dos ricos, criando cidades-favelas e periferias de desempregados em todas as cidades do Brasil.<\/p>\n<p>Somente uma radical mudan\u00e7a na organiza\u00e7\u00e3o geral das sociedades para reorientar o desenvolvimento do Brasil, poder\u00e1 dar in\u00edcio a um novo direcionamento do nosso futuro.<\/p>\n<p><strong>GOLPE DO BA\u00da<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gilberto Carvalho Pereira<\/strong><\/p>\n<p>Durante a d\u00e9cada de ouro do fruto do cacaueiro, que criava fortuna para os que acreditavam na lavoura, as filhas dos fazendeiros eram classificadas para casamento, pela quantidade de arrobas que o pai colhia. A cota\u00e7\u00e3o come\u00e7ava com dez mil arrobas anuais, mas que n\u00e3o despertava grande interesse. Muitos rapazes atra\u00eddos pela cobi\u00e7a cortejavam a Regi\u00e3o Sul da Bahia em busca de um melhor destino. Os que iam chegando de outras plagas, propagavam para os parentes e amigos o solo f\u00e9rtil da regi\u00e3o.<!--more--><\/p>\n<p>Assim aconteceu com Carlos Alberto, mineiro que j\u00e1 contava com alguns primos morando na cidade de Itabuna, centro difusor das riquezas da regi\u00e3o. Belo mo\u00e7o, alto, cabelos castanhos e vastos, olhos verdes, corpo atl\u00e9tico, 22 anos de idade, tudo o que as mo\u00e7as das ro\u00e7as de cacau do Sul da Bahia sonhavam para ter como namorado. Sua chegada convulsionou os rapazes do local, o mo\u00e7o era hostilizado continuadamente, mas sempre defendido pelas garotas da cidade. O seu modo de vestir, nada discreto, recebia cr\u00edtica da rapaziada, que o taxava de afeminado. Ele n\u00e3o era nada disso, s\u00f3 queria chamar a aten\u00e7\u00e3o das mo\u00e7oilas que rodopiavam pelas cal\u00e7adas da Pra\u00e7a da Prefeitura, em busca de classifica\u00e7\u00e3o para um bom casamento.<\/p>\n<p>Uma das barbaridades que fizeram com o rapaz foi jogar pedra em seu velho fusca, adquirido com o dinheiro ganho em desfiles de moda promovidos na regi\u00e3o. Desfilava tamb\u00e9m em troca de roupas fornecidas pelas boutiques locais, vindo da\u00ed a extravag\u00e2ncia de seus modelitos. Ele n\u00e3o se importava, sabia que um dia seria recompensado pela insist\u00eancia em buscar um casamento acima de 50 mil arrobas, foi uma aposta que fez com um amigo.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o prosperava, o cacau vendia bem, e em d\u00f3lares, a lavoura respondia ao trato que lhe era dado, a produtividade aumentava e com isso a produ\u00e7\u00e3o. Carlos Alberto tamb\u00e9m prosperava, passou a ser aceito pela sociedade local. Era sempre convidado a ser padrinho de festa de 15 anos, a dan\u00e7ar com a aniversariante. Um rico cacauicultor o convidou para trabalhar em sua empresa, que al\u00e9m das fazendas, constru\u00eda pr\u00e9dios, era dono de uma concession\u00e1ria de carros, tinha hotel, era exportador de cacau, e tinha fortes liga\u00e7\u00f5es pol\u00edticas locais e no estado. Tinha voz entre os representantes dos cacauicultores<\/p>\n<p>N\u00e3o poderia ser diferente, com um padrinho como esse, as coisas estavam andando muito bem. O padrinho tinha uma filha, n\u00e3o era bonita, mas cabia nos planos do mineiro, casar-se com uma mo\u00e7a rica, mais do que rica, uma mo\u00e7a cheia do cacau, como se dizia nas cidades da regi\u00e3o sobre aqueles que detinham muito dinheiro, proveniente do cultivo do fruto ouro.<\/p>\n<p>O casamento n\u00e3o tardou, a cidade engalanou-se, pol\u00edticos de toda a regi\u00e3o foram convidados, o governador tamb\u00e9m. N\u00e3o se falava em outra coisa, muitos n\u00e3o conheciam o noivo, que ficou encoberto at\u00e9 os colunistas sociais locais revelarem o nome do misterioso pretendente \u00e0 m\u00e3o da princesa do cacau. Mesmo depois da divulga\u00e7\u00e3o do nome do afortunado, muitos se perguntavam quem seria ele, seu curr\u00edculo jamais conseguiu atravessar \u00e0s fronteiras da cidade. Boatos e cochichos corriam pelas esquinas das principais ruas da cidade. Para uns a pergunta era: qual o motivo de t\u00e3o inesperado casamento? Outros j\u00e1 tinham a resposta na ponta da l\u00edngua, gravidez sempre apressa casamento!<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o dos pol\u00edticos era se esse homem estava sendo preparado pelo seu mentor, para ser candidato a algum mandato, talvez prefeito, as elei\u00e7\u00f5es estavam pr\u00f3ximas. Os pol\u00edticos mais cismados estavam preocupados com o seu amanh\u00e3, quem o chef\u00e3o botaria para escanteio, para colocar o apadrinhado? Durante a missa, eles j\u00e1 marcaram uma reuni\u00e3o da bancada regional para segunda-feira, j\u00e1 queriam discutir esse assunto.<\/p>\n<p>O casamento, com muita pompa aconteceu, cozinheiro vindo da capital foi o respons\u00e1vel pelo Buffet para 500 convidados, a mesa de frios, como entrada, contou com damascos com queijo<\/p>\n<p>brie, carpaccio de salm\u00e3o defumado, end\u00edvias com pat\u00ea de foie e zuchinni (abobrinha) flambada ao azeite extra virgem com mozzarela de b\u00fafala e grana padano. Rolou whisky importado, v\u00e1rias proced\u00eancias, vinho branco e tinto \u201cde 1\u00aa linha\u201d e espumante importado. O jantar foi deslumbrante, o chef n\u00e3o divulgou a ementa, mas todos sa\u00edram satisfeit\u00edssimos.<\/p>\n<p>Dois meses depois o casamento deu com os burros n\u2019\u00e1guas. A noiva viajou para a Europa, o noivo perdeu o emprego e fugiu da cidade, correndo dos cobradores de d\u00edvidas e da pol\u00edcia, pelo baita desfalque que o meliante deu nas empresas do sogro. A recompensa oferecida pelo ex-sogro movimentou a cidade por duas semanas, depois disso o povo cansou e n\u00e3o se falou mais no bonit\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O NASCIMENTO DACR\u00d4NICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Machado de Assis<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 um meio certo de come\u00e7ar a cr\u00f4nica por uma trivialidade. \u00c9 dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do len\u00e7o, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fen\u00f4menos atmosf\u00e9ricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petr\u00f3polis, e La glace est rompue; est\u00e1 come\u00e7ada a cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Mas, leitor amigo, esse meio \u00e9 mais velho ainda do que as cr\u00f4nicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Mois\u00e9s, antes de Abra\u00e3o, Isaque e Jac\u00f3, antes mesmo de No\u00e9, houve calor e cr\u00f4nicas. No para\u00edso \u00e9 prov\u00e1vel, \u00e9 certo que o calor era mediano, e n\u00e3o \u00e9 prova do contr\u00e1rio o fato de Ad\u00e3o andar nu. Ad\u00e3o andava nu por duas raz\u00f5es, uma capital e outra provincial. A primeira \u00e9 que n\u00e3o havia alfaiates, n\u00e3o havia sequer casimiras; a segunda \u00e9 que, ainda havendo-os, Ad\u00e3o andava baldo ao naipe. Digo que esta raz\u00e3o \u00e9 provincial, porque as nossas prov\u00edncias est\u00e3o nas circunst\u00e2ncias do primeiro homem.<\/p>\n<p>Quando a fatal curiosidade de Eva fez-lhes perder o para\u00edso, cessou, com essa degrada\u00e7\u00e3o, a vantagem de uma temperatura igual e agrad\u00e1vel. Nasceu o calor e o inverno; vieram as neves, os tuf\u00f5es, as secas, todo o cortejo de males, distribu\u00eddos pelos doze meses do ano.<\/p>\n<p>N\u00e3o posso dizer positivamente em que ano nasceu a cr\u00f4nica; mas h\u00e1 toda a probabilidade de crer que foi coet\u00e2nea das primeiras duas vizinhas. Essas vizinhas, entre o jantar e a merenda, sentaram-se \u00e0 porta, para debicar os sucessos do dia. Provavelmente come\u00e7aram a lastimar-se do calor. Uma dia que n\u00e3o pudera comer ao jantar, outra que tinha a camisa mais ensopando que as ervas que comera. Passar das ervas \u00e0s planta\u00e7\u00f5es do morador fronteiro, e logo \u00e0s tropelias amat\u00f3rias do dito morador, e ao resto, era a coisa mais f\u00e1cil, natural e poss\u00edvel do mundo. Eis a origem da cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Que eu, sabedor ou conjeturador de t\u00e3o alta pros\u00e1pia, queira repetir o meio de que lan\u00e7aram m\u00e3os as duas av\u00f3s do cronista, \u00e9 realmente cometer uma trivialidade; e contudo, leitor, seria dif\u00edcil falar desta quinzena sem dar \u00e0 can\u00edcula o lugar de honra que lhe compete. Seria; mas eu dispensarei esse meio quase t\u00e3o velho como o mundo, para somente dizer que a verdade mais incontest\u00e1vel que achei debaixo do sol \u00e9 que ningu\u00e9m se deve queixar, porque cada pessoa \u00e9 sempre mais feliz do que outra.<\/p>\n<p>N\u00e3o afirmo sem prova.<\/p>\n<p>Fui h\u00e1 dias a um cemit\u00e9rio, a um enterro, logo de manh\u00e3, num dia ardente como todos os diabos e suas respectivas habita\u00e7\u00f5es. Em volta de mim ouvia o estribilho geral: que calor! Que sol! \u00c9 de rachar passarinho! \u00c9 de fazer um homem doido!<\/p>\n<p>\u00cdamos em carros! Apeamo-nos \u00e0 porta do cemit\u00e9rio e caminhamos um longo peda\u00e7o. O sol das onze horas batia de chapa em todos n\u00f3s; mas sem tirarmos os chap\u00e9us, abr\u00edamos os de sol e segu\u00edamos a suar at\u00e9 o lugar onde devia verificar-se o enterramento. Naquele lugar esbarramos com seis ou oito homens ocupados em abrir covas: estavam de cabe\u00e7a descoberta, a erguer e fazer cair a enxada. N\u00f3s enterramos o morto, voltamos nos carros, e da\u00ed \u00e0s<\/p>\n<p>nossas casas ou reparti\u00e7\u00f5es. E eles? L\u00e1 os achamos, l\u00e1 os deixamos, ao sol, de cabe\u00e7a descoberta, a trabalhar com a enxada. Se o sol nos fazia mal, que n\u00e3o faria \u00e0queles pobres-diabos, durante todas as horas quentes do dia?<\/p>\n<p>O texto de Machado de Assis foi publicado no livro \u201cCr\u00f4nicas escolhidas\u201d (S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 1994. p. 13-15) e extra\u00eddo da obra \u201cAs Cem Melhores Cr\u00f4nicas Brasileiras\u201d, organizada por Joaquim Ferreira dos Santos (Rio de Janeiro: Objetiva, 2007, p. 25-26).<\/p>\n<p><strong>O PENSAMENTO DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>E conhecereis a verdade e a verdade vos libertar\u00e1. Jo\u00e3o, 8:32. Assim falam os pol\u00edticos em sua posse.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>A POESIA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">TRES MESES DE QUARENTENA<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(COVID 19)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Luiz Ferreira da Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O tempo urge<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O v\u00edrus ruge<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O impaciente muge<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A ignor\u00e2ncia turge<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">E a desaven\u00e7a surge<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A mulher se dana<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A filha se estabana<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A empregada espana<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A gurizada, sacana<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O pai d\u00e1 uma tapona<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A guerra detona<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O Chefe emburra<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A patroa se segura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Ningu\u00e9m se atura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">O fel se apura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Isolamento sem cura<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Parar para organizar<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Assim, n\u00e3o vai dar<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A covid 19 vai nos pegar<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Meditar e rezar<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Temos que repensar!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Cada qual na sua<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Esquecer da rua<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Limpeza que sua<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Sentar a pua<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Realidade nua e crua<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">(27\/06\/2.000)<\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>Dois amigos se encontram depois de muitos anos. &#8211; Casei-me, separei e j\u00e1 fizemos a partilha dos bens.<\/p>\n<p>&#8211; E as crian\u00e7as? &#8211; O juiz decidiu que ficariam com aquele que mais bens recebeu.<\/p>\n<p>&#8211; Ent\u00e3o ficaram com a m\u00e3e?<\/p>\n<p>&#8211; N\u00e3o, ficaram com nosso advogado.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>oOo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Acessar:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong> www.r2cpress.com.br<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>QUALIDADE DE VIDA Altenides Caldeira Moreau T\u00eam-se falado muito na qualidade de vida. 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