{"id":126501,"date":"2022-11-26T08:22:39","date_gmt":"2022-11-26T11:22:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=126501"},"modified":"2022-11-26T08:22:39","modified_gmt":"2022-11-26T11:22:39","slug":"cientistas-da-ufsb-defendem-que-projetos-de-recuperacao-da-mata-atlantica-incluam-atencao-com-fauna-dispersora-de-sementes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2022\/11\/26\/cientistas-da-ufsb-defendem-que-projetos-de-recuperacao-da-mata-atlantica-incluam-atencao-com-fauna-dispersora-de-sementes\/","title":{"rendered":"Cientistas da UFSB defendem que projetos de recupera\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica incluam aten\u00e7\u00e3o com fauna dispersora de sementes"},"content":{"rendered":"<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-126502\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora-768x767.jpg 768w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/aracari-fauna-dispersora.jpg 1079w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A maior parte das 34 esp\u00e9cies arb\u00f3reas no planeta, tendo mais de 500 esp\u00e9cies de \u00e1rvores end\u00eamicas. Conforme os autores, sabe-se que cerca de 75% das esp\u00e9cies arb\u00f3reas da regi\u00e3o dependem da fauna local para a dispers\u00e3o das sementes. \u00c9 por isso que a ruptura das intera\u00e7\u00f5es entre os vegetais e os animais que ajudam a espalhar as sementes, causada pelo fen\u00f4meno da defauna\u00e7\u00e3o (extirpa\u00e7\u00e3o de animais em diferentes escalas de espa\u00e7o), pode levar \u00e0 extin\u00e7\u00e3o local ou regional de esp\u00e9cies de \u00e1rvores, no longo prazo.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Devido ao alto grau de endemismo, com muitas esp\u00e9cies vegetais que s\u00f3 existem ali, e aos altos n\u00edveis de fragmenta\u00e7\u00e3o e desmatamento, diversas esp\u00e9cies arb\u00f3reas encontradas na regi\u00e3o sul da Bahia est\u00e3o sob algum grau de amea\u00e7a. Esse fator, aliado \u00e0 perda de animais dispersores de frutos e sementes, compromete e aumenta o risco de extin\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Os autores explicam que ainda h\u00e1 poucos estudos sobre a ecologia da intera\u00e7\u00e3o planta-animal entre as esp\u00e9cies arb\u00f3reas end\u00eamicas amea\u00e7adas e a fauna do Sul da Bahia. Por isso, para a pesquisa descrita no artigo, os cientistas mediram o di\u00e2metro das sementes e estudaram o tipo de dispers\u00e3o (se s\u00e3o sementes dispersas pela fauna ou dispersas de maneira \u00e1biotica \u2013 por exemplo, pelo vento) de 38 esp\u00e9cies arb\u00f3reas amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o. \u201cEsses dados do tamanho das sementes e seu tipo de dispers\u00e3o s\u00e3o cruciais para entender as possiveis rela\u00e7\u00f5es mutual\u00edsticas entre esp\u00e9cies arb\u00f3reas com seus dispersores&#8221;, explica Beatriz Lins.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Os resultados encontrados apontam que 82% das esp\u00e9cies arb\u00f3reas encontradas na regi\u00e3o s\u00e3o dispersas por animais, com sementes de di\u00e2metro m\u00e9dio de 16,89 mil\u00edmetros e que os principais dispersores s\u00e3o aves, como o ara\u00e7ari, primatas e roedores, como as pacas. H\u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre o tamanho da sementes e a dimens\u00e3o m\u00e1xima de uma esp\u00e9cie de \u00e1rvore, assim, sementes maiores geram vegetais maiores. Por sua vez, sementes maiores tendem a ser dispersas por animais de certo porte, cujas gargantas permitam a ingest\u00e3o da semente durante a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Assim, as an\u00e1lises revelaram forte rela\u00e7\u00e3o entre esp\u00e9cies de \u00e1rvores amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o no Sul da Bahia e esp\u00e9cies animais dispersoras de sementes. Os autores afirmam que a defauna\u00e7\u00e3o de grandes dispersores de sementes \u00e9 mais um fator a ser agregado \u00e0s amea\u00e7as que j\u00e1 s\u00e3o ligadas \u00e0s esp\u00e9cies da Mata Atl\u00e2ntica na regi\u00e3o. A pesquisadora Beatriz Lins ressalta que \u201cna aus\u00eancia dos dispersores, estas esp\u00e9cies arb\u00f3reas, j\u00e1 amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, podem reduzir o seu recrutamento nas florestas, causando ainda maiores decl\u00ednios populacionais ao longo do tempo&#8221;.<\/span><!--more--><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; font-size: 1em !important;\">\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 12pt; font-family: verdana, geneva;\"><strong style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-weight: bold;\">Resultados e desdobramentos da pesquisa<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Os autores do artigo sugerem que as intera\u00e7\u00f5es entre essas esp\u00e9cies de \u00e1rvores e animais sejam consideradas nas tomadas de decis\u00f5es sobre manejo e conserva\u00e7\u00e3o, principalmente para elevar o grau de amea\u00e7a de esp\u00e9cies arb\u00f3reas. Desta forma, os autores do estudo ressaltam que al\u00e9m de focar na produ\u00e7\u00e3o de mudas para projetos de restaura\u00e7\u00e3o florestal, tem que se pensar no grau de\u00a0 defauna\u00e7\u00e3o das \u00e1reas em que essas esp\u00e9cies est\u00e3o sendo plantadas, para que assim o sucesso futuro dessas esp\u00e9cies seja garantido.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">O professor Luiz Fernando Silva Magnago, um dos autores do artigo, explica que em termos de pol\u00edticas, essa inclus\u00e3o do cuidado com a fauna j\u00e1 encontra previs\u00f5es em documentos internacionais e requer aten\u00e7\u00e3o para o que se sabe dos processos. &#8220;Um dos objetivos da Conven\u00e7\u00e3o da Diversidade Biol\u00f3gica \u00e9 o de aumentar, em planos de restaura\u00e7\u00e3o florestal, o uso de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. O nosso estudo mostrou que, sem a intera\u00e7\u00e3o com a fauna, a maior parte dessas esp\u00e9cies n\u00e3o se autossustentaria ao longo do tempo. Como a reintrodu\u00e7\u00e3o da fauna \u00e9 ainda um processo pouco conhecido, devemos priorizar o plantio dessas esp\u00e9cies em \u00e1reas pr\u00f3ximas a florestas j\u00e1 existentes e com a presen\u00e7a de esp\u00e9cies da fauna dispersora de sementes&#8221;, detalha o professor Magnago.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Para a doutoranda Rute Maria Gon\u00e7alves, co-autora do artigo, uma medida \u00fatil para incluir o cuidado com o desfaunamento na recupera\u00e7\u00e3o florestal consiste em aprimorar as listas de esp\u00e9cies arb\u00f3reas amea\u00e7adas: &#8220;A ideia \u00e9 que essas esp\u00e9cies amea\u00e7adas, que dependem dos animais para sua dispers\u00e3o, tenham seus nomes inclu\u00eddos nas listas voltadas para restaura\u00e7\u00e3o e sejam divulgadas. E que, em grau de prioridade, se d\u00ea maior aten\u00e7\u00e3o \u00e0quelas esp\u00e9cies com as maiores sementes&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">Para a continuidade do processo formativo de Beatriz, o rumo de pesquisas na Engenharia Florestal est\u00e1 j\u00e1 direcionado para essa linha de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Com a renova\u00e7\u00e3o da bolsa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica do CNPq, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 aprofundar ainda mais no tema.\u00a0&#8220;Vou trabalhar com dados de invent\u00e1rios florestais realizados ao longo de 3 anos nas \u00e1reas da empresa Veracel. Com esses dados vou pesquisar a estabilidade da diversidade funcional (diversidade de fun\u00e7\u00f5es que as esp\u00e9cies possuem em seus ecossistemas) com as esp\u00e9cies arb\u00f3reas da Mata Atl\u00e2ntica, assim como a import\u00e2ncia dessa diversidade na manuten\u00e7\u00e3o dos estoques de carbono das florestas. Com essa pesquisa conseguiremos aprofundar sobre a quest\u00e3o da import\u00e2ncia das intera\u00e7\u00f5es planta-animal, pois agora trataremos tamb\u00e9m com um tema de interesse mundial, o estoque de carbono. Acreditamos que esse resultado poder\u00e1 contribuir significativamente para os projetos de conserva\u00e7\u00e3o e reflorestamento que visam participar dos programas de cr\u00e9dito de carbono&#8221;, avalia Beatriz.<\/span><\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">O estudo publicado traz dados relevantes para dois projetos aos quais a equipe do professor Luiz Fernando Magnago est\u00e1 vinculada. Ele conta que se trata dos projetos\u00a0<strong style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-weight: bold;\"><em style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-style: italic;\">Conservation of Atlantic Forest&#8217;s endangered tree species in southern Bahia, Brazil<\/em><\/strong>\u00a0(Financiado pela Franklinia Foundation) e\u00a0<em style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-style: italic;\"><strong style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-weight: bold;\">Quantifica\u00e7\u00e3o e monitoramento dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos em \u00e1reas de restaura\u00e7\u00e3o da RRPN Esta\u00e7\u00e3o Veracel<\/strong><\/em>\u00a0(Financiado pelo CNPq\/Veracel). &#8220;Os resultados desse artigo s\u00e3o essenciais para os dois projetos, j\u00e1 que para o primeiro, temos que entender a ecologia das esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o para seu uso apropriado em planos de restaura\u00e7\u00e3o. Para o segundo, \u00e9 imprescind\u00edvel entender os processos de dispers\u00e3o para melhor valorar os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos providos por ecossistemas florestais na regi\u00e3o Sul da Bahia&#8221;<\/span>.<\/p>\n<p style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; line-height: 1.75em; text-align: justify; font-size: 1em !important;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\">No caso do projeto relacionado \u00e0 Veracel, a cientista Rute Maria Gon\u00e7alves conta que sua tese no doutorado segue o mesmo escopo: &#8220;Em um dos cap\u00edtulos da tese estamos investigando qual a rela\u00e7\u00e3o das caracteristicas das esp\u00e9cies arb\u00f3reas (tipo de dispers\u00e3o, tipo de fruto) com o estoque de carbono junto \u00e0s florestas restauradas pela Veracel. Precisamos ressaltar tamanha \u00e9 a import\u00e2ncia da conex\u00e3o entre plantas e animais para que os mais diversos atores da sociedade, inclusive pequenos produtores, assentados, crian\u00e7as e outros contribuam para a sua manuten\u00e7\u00e3o. O impacto da pesquisa cient\u00edfica nos permitir\u00e1 levar at\u00e9 a base da sociedade essas inform\u00e7\u00f5es com qualidade&#8221;, detalha a pesquisadora.<\/span><\/p>\n<div style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px;\">\n<div style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px;\">\n<div style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px;\"><\/div>\n<div style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px;\"><span style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-size: 10pt; font-family: verdana, geneva;\"><em style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-style: italic;\"><strong style=\"list-style: none; vertical-align: baseline; margin: 0px; padding: 0px; font-weight: bold;\">Com fotos por Luiz Fernando Silva Magnago e Rodrigo Rosa<\/strong><\/em><\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maior parte das 34 esp\u00e9cies arb\u00f3reas no planeta, tendo mais de 500 esp\u00e9cies de \u00e1rvores end\u00eamicas. 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