{"id":131576,"date":"2025-12-19T17:32:14","date_gmt":"2025-12-19T20:32:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=131576"},"modified":"2025-12-19T17:32:14","modified_gmt":"2025-12-19T20:32:14","slug":"bahia-e-industria-baiana-crescem-acima-da-media-nacional-em-2025-mas-ritmo-deve-desacelerar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2025\/12\/19\/bahia-e-industria-baiana-crescem-acima-da-media-nacional-em-2025-mas-ritmo-deve-desacelerar\/","title":{"rendered":"Bahia e ind\u00fastria baiana crescem acima da m\u00e9dia nacional em 2025, mas ritmo deve desacelerar"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 40px;\"><a href=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1000494152.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-131577\" src=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1000494152-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1000494152-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1000494152.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O superintendente da FIEB, Vladson Menezes, apresnetou os dados econ\u00f4micos e as perspectivas para 2026. Fotos: Valter Pontes\/Coperphoto\/Sistema FIEB<\/p>\n<p>\u00a0Mesmo em um cen\u00e1rio econ\u00f4mico marcado por incertezas, a Bahia mant\u00e9m posi\u00e7\u00e3o de destaque no contexto nacional e regional. Os indicadores econ\u00f4micos apontam para um crescimento de 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia em 2025, segundo estimativas do Observat\u00f3rio da Ind\u00fastria da FIEB. Com esse resultado, o estado alcan\u00e7a o quinto ano consecutivo de expans\u00e3o econ\u00f4mica, superando o desempenho m\u00e9dio do pa\u00eds, projetado para 2,25%.<\/p>\n<p>O estado segue como a s\u00e9tima maior economia do pa\u00eds, responde por 29% do PIB do Nordeste e lidera a ind\u00fastria regional, concentrando 33,4% do Valor da Transforma\u00e7\u00e3o Industrial (VTI) da regi\u00e3o. A relev\u00e2ncia baiana tamb\u00e9m se reflete no com\u00e9rcio exterior: no primeiro semestre de 2025, a Bahia foi respons\u00e1vel por 45,2% das exporta\u00e7\u00f5es nordestinas, consolidando-se como o principal polo exportador do Nordeste.<\/p>\n<p>De acordo com o superintendente da FIEB, Vladson Menezes, o desempenho da economia baiana chama aten\u00e7\u00e3o por se manter acima do cen\u00e1rio nacional. \u201cA varia\u00e7\u00e3o do PIB da Bahia deve se confirmar maior do que o brasileiro, assim como a varia\u00e7\u00e3o do PIB industrial do estado (1,5%)\u201d, destacou. Ele ressalta ainda que o emprego industrial tamb\u00e9m apresenta um resultado expressivo, com crescimento de 1,1%, o maior n\u00edvel j\u00e1 registrado, impulsionado principalmente pela constru\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>O mercado de trabalho acompanha essa trajet\u00f3ria positiva. No terceiro trimestre de 2025, a taxa de desemprego na Bahia caiu para 8,5%, a menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2012, refletindo a gera\u00e7\u00e3o l\u00edquida de empregos e o aumento da massa salarial, fatores que sustentam a demanda interna. Ainda assim, Vladson Menezes alerta que o bom desempenho n\u00e3o elimina os desafios estruturais enfrentados pela ind\u00fastria local. Segundo ele, a competitividade da ind\u00fastria baiana segue pressionada por altos custos, gargalos de infraestrutura e pela crescente concorr\u00eancia de produtos importados, sobretudo da China. \u201cA China se tornou o maior exportador de produtos do mundo, inundando mercados planeta afora, o que tamb\u00e9m atinge o Brasil\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise setorial de 2025 mostra que a agropecu\u00e1ria deve apresentar o melhor desempenho entre os grandes setores, com crescimento estimado de 8,1%, impulsionado pelo recorde na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, que deve avan\u00e7ar 12,3% ao longo do ano. O resultado refor\u00e7a o peso do agroneg\u00f3cio na din\u00e2mica econ\u00f4mica do estado. A ind\u00fastria, por sua vez, deve crescer 1,5%, com destaque para a constru\u00e7\u00e3o civil, que tende a avan\u00e7ar 3,9%, refletindo tanto a expans\u00e3o do mercado de habita\u00e7\u00e3o de interesse social quanto a realiza\u00e7\u00e3o de investimentos em infraestrutura. A ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o deve crescer 1,1%, enquanto os Servi\u00e7os Industriais de Utilidade P\u00fablica devem avan\u00e7ar 2,6%. Em contrapartida, a ind\u00fastria extrativa deve registrar retra\u00e7\u00e3o, influenciada pela queda na produ\u00e7\u00e3o de magnesita, cobre e pedras britadas.<\/p>\n<p>O setor de servi\u00e7os segue em processo de recupera\u00e7\u00e3o, ainda que de forma moderada. O com\u00e9rcio deve permanecer praticamente est\u00e1vel, com crescimento estimado em 0,8%, enquanto segmentos como transportes, comunica\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os prestados \u00e0s fam\u00edlias tendem a apresentar desempenho mais favor\u00e1vel. Com isso, a expectativa \u00e9 de crescimento de 2,0% do setor de servi\u00e7os em 2025. Esse cen\u00e1rio positivo, no entanto, convive com restri\u00e7\u00f5es importantes, sobretudo a pol\u00edtica monet\u00e1ria ainda apertada, com juros elevados, que limita uma retomada mais robusta da atividade econ\u00f4mica.<!--more--><\/p>\n<p>Para o presidente da FIEB, Carlos Henrique Passos, o principal ponto de aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 justamente nas empresas que enfrentam essas dificuldades para se manter competitivas. \u201cO que mais preocupa a FIEB s\u00e3o as empresas que t\u00eam dificuldades para competir no mercado. Institui\u00e7\u00f5es como a nossa existem para apoiar a ind\u00fastria, que \u00e9 o setor que mais contribui para o desenvolvimento econ\u00f4mico quando um novo empreendimento chega a uma regi\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O superintendente da FIEB, Vladson Menezes, apresnetou os dados econ\u00f4micos e as perspectivas para 2026. Fotos: Valter Pontes\/Coperphoto\/Sistema FIEB \u00a0Mesmo em um cen\u00e1rio econ\u00f4mico marcado por incertezas, a Bahia mant\u00e9m posi\u00e7\u00e3o de destaque no contexto nacional e regional. 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