{"id":16449,"date":"2011-05-30T17:20:45","date_gmt":"2011-05-30T20:20:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=16449"},"modified":"2011-05-30T17:22:10","modified_gmt":"2011-05-30T20:22:10","slug":"oh-que-fedor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2011\/05\/30\/oh-que-fedor\/","title":{"rendered":"Oh! Que fedor!"},"content":{"rendered":"<p>De: Mohammad <mohmed .ibnfaisal@gmail.com><br \/>\nAssunto: Cr\u00f4nica cr\u00edtica.<\/p>\n<p>Corpo da mensagem:<br \/>\n<strong>Oh! Que fedor!<\/strong><\/p>\n<p>Toda a\u00e7\u00e3o gera uma rea\u00e7\u00e3o; isso \u00e9 inevit\u00e1vel porquanto est\u00e1 impl\u00edcito tanto nas propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas da mat\u00e9ria quanto no campo abstrato das rea\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas e aquelas racionais de fundo cognitivo-comportamentais.<\/p>\n<p>\u201cToda a\u00e7\u00e3o gera uma rea\u00e7\u00e3o\u201d essa premissa est\u00e1 ligada incontestavelmente aos paradigmas que d\u00e3o suporte \u00e0 matem\u00e1tica, \u00e0 f\u00edsica, a qu\u00edmica e ate \u00e0s ci\u00eancias que estudam o homem social, como a psicologia e a medicina de modo geral, inclusive a psiquiatria no campo das rea\u00e7\u00f5es comportamentais como influidores do psiquismo sob os par\u00e2metros do comportamento social, bem como, dos conceitos que definem as patologias psiqui\u00e1tricas como doen\u00e7as.<br \/>\n\u201cCausa e efeito\u201d.  A Felicidade do outro \u00e9 fundamental para a nossa felicidade e a nossa sobreviv\u00eancia. Ou n\u00e3o? Sempre tive certa antipatia com os conceitos iniciados pelas palavras suficiente e nunca. <\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Creio que as coisas s\u00e3o feitas em n\u00edvel ou etapa e s\u00e3o infinitas. O grande desafio \u00e9 transformar em melhor o que j\u00e1 \u00e9 bom, pois arrumar ou dar um \u201ctrato\u201d no que est\u00e1 errado \u00e9 relativamente f\u00e1cil. Se aprofundarmos ainda mais essa an\u00e1lise vamos concluir que deixar o que est\u00e1 ruim permanecer ruim como se encontra; \u00e9 t\u00e3o tr\u00e1gico, nefasto e adverso quanto pior\u00e1-lo com inser\u00e7\u00f5es infelizes e atos falhos.<br \/>\nA eros\u00e3o do barranco junto \u00e0 casa do meu vizinho, sem alternativas ou adjut\u00f3rias, certamente vai faz\u00ea-lo t\u00e3o infeliz quanto a mim, se n\u00e3o interrompida e afastada a tempo a amea\u00e7a advinda da eros\u00e3o cont\u00ednua!  Esse fen\u00f4meno erosivo que amea\u00e7a as estruturas da casa do meu vizinho tende, com o tempo, amea\u00e7ar tamb\u00e9m a minha casa.  Posso ajudar a remover uma infelicidade iminente com uma a\u00e7\u00e3o reformuladora mutualista?  Sim! Uso racionalmente o conceito em que; cada a\u00e7\u00e3o gera uma rea\u00e7\u00e3o. Nesse caso, previno-me contra incid\u00eancia dum efeito negativo sobre mim, caso haja omiss\u00e3o da mutualidade. Eu ajudo o meu visinho e, indiretamente, a mim mesmo. Uma rela\u00e7\u00e3o construtivista m\u00fatua para um bem comum<br \/>\nEssa premissa toma corpo e volume territoriais e coletivos quando cabem a um ou a poucos os poderes decis\u00f3rios que resultem positivos ou negativos; que causam felicidade ou infelicidade a muitos; alegria ou dor; sorrisos ou l\u00e1grimas por sofrimento. Tudo uma decorr\u00eancia de duas a\u00e7\u00f5es distintas: o agir ou o omitir de empreender a\u00e7\u00f5es definidas. Deixar como est\u00e1; piorando o que j\u00e1 \u00e9 ruim, incluindo-se inevitavelmente entre as resultantes que tornam os seres infelizes, mais infelizes; ou empreendendo a\u00e7\u00f5es positivas para tornar felic\u00edssimos aqueles que, por hora, s\u00e3o apenas felizes.<br \/>\n\u00c9 a remo\u00e7\u00e3o do objeto causador da patologia para a inser\u00e7\u00e3o concomitante da eubi\u00f3tica necess\u00e1ria, que nos remete \u00e0 antropologia social, onde o conceito refletido em \u201ccada a\u00e7\u00e3o gera uma rea\u00e7\u00e3o\u201d, positiva ou negativa \u00e9 fato. Sedo que a omiss\u00e3o, nesse caso, \u00e9 constatada como a\u00e7\u00e3o negativa, delet\u00e9ria e impr\u00f3pria; constatamos.<br \/>\nSe eu fosse m\u00e9dico, acometido como o sou por esse pragmatismo filos\u00f3fico; pouco ou quase nenhum analg\u00e9sico eu prescreveria aos meus clientes. Excetuando-se, \u00e9 claro, naqueles casos de p\u00f3s-operat\u00f3rios ou nas dores intrat\u00e1veis das doen\u00e7as terminais. Antes de qualquer coisa, quando um cliente me procurasse pedindo a prescri\u00e7\u00e3o de um analg\u00e9sico para sua dor de cabe\u00e7a, eu buscaria a origem da sua dor de cabe\u00e7a; procuraria os fatores respons\u00e1veis pelo desencadear da dor e o trataria como causa a ser solucionada. Em tempo algum mascararia com maquiagem analg\u00e9sica, tempor\u00e1ria, algo que seria recorrente, porquanto racionalmente trat\u00e1vel em definitivo ou amputado.<br \/>\nEsse pragmatismo irrecorr\u00edvel \u00e9 que me faz n\u00e3o reclamar ou protestar criticamente de forma discut\u00edvel e insipiente, solu\u00e7\u00f5es para o encaminhamento do lixo; sobre os esgotos a c\u00e9u aberto; a desordem e caos nas ruas do com\u00e9rcio; as constru\u00e7\u00f5es particulares em terrenos p\u00fablicos; a inexist\u00eancia de medicamentos e m\u00e9dicos nos postos de sa\u00fade; o sucateamento dos hospitais; os buracos nas ruas; a assist\u00eancia social inoperante; a falta de crit\u00e9rios e de planejamento na administra\u00e7\u00e3o da cidade, e mais et ceteras e etc.<br \/>\nSe a coleta de lixo est\u00e1 ruim, n\u00e3o me cabe repreender o secret\u00e1rio pelos servi\u00e7os mal feitos ou sua omiss\u00e3o; isso cabe ao seu superior faz\u00ea-lo, portanto, a inaptid\u00e3o n\u00e3o \u00e9 do secret\u00e1rio, mas de quem o selecionou e manteve para esses servi\u00e7os. O inabilitado, nesse caso, \u00e9 o chefe do executivo. Ou n\u00e3o? Se particulares est\u00e3o construindo sobre o patrim\u00f4nio publico sob as vistas da Secretaria de Obras e o antigo Col\u00e9gio General Os\u00f3rio cai em ru\u00edna; a culpa n\u00e3o \u00e9 do secret\u00e1rio de obras ou educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 do prefeito que \u00e9 in\u00e1bil em gest\u00e3o p\u00fablica e paga sal\u00e1rios a lenientes incompetentes ou convenientemente omissos \u00e0s suas responsabilidades b\u00e1sicas da fun\u00e7\u00e3o.<br \/>\nN\u00e3o vamos falar dos defuntos, vamos identificar a causa mortis: doen\u00e7a, acidente, assassinato.  N\u00e3o vamos falar dos roubos; vamos identificar o ladr\u00e3o para recuperarmos o recuper\u00e1vel. N\u00e3o vamos falar em trai\u00e7\u00e3o; mas vamos identificar os \u201ccalabares\u201d os ad\u00falteros. N\u00e3o vamos falar em falta de recursos financeiros; vamos mostrar qual s\u00e3o os \u201cburacos negros\u201d que os consome ou a fonte que os sonegam ou desviam e, levar ao conhecimento p\u00fablico. N\u00e3o vamos aceitar que lavem rio acima, em segredo e \u00e0 revelia de todos nos; as roupas contaminadas que infectar\u00e3o a muitos. Vamos mostrar onde a est\u00e3o lavando, se \u00e9 que o fazem e; por precau\u00e7\u00e3o, ningu\u00e9m bebera dessa \u00e1gua rio a baixo sen\u00e3o fervida.<br \/>\nH\u00e1 um prov\u00e9rbio mu\u00e7ulmano que diz textualmente: \u201cA mentira \u00e9 a trincheira dos medrosos. Constru\u00edda em areia ela n\u00e3o resiste ao cutelo duma espada nem a oitiva de um mul\u00e1h (juiz)\u201d<br \/>\nEsse pragmatismo herdado do meu pai e aprendido no Isl\u00e3 me fez abominar a dissimula\u00e7\u00e3o e a mentira infamantes assim como as transposi\u00e7\u00f5es de responsabilidades para terceiros como o faziam os antigos judeus em cerim\u00f4nias seculares do Bode Expiat\u00f3rio. Contava-se aos ouvidos do caprino todos os erros e pecados que se lhes afligiam as consci\u00eancias, e sacrificavam \u201cportador involunt\u00e1rio\u201d em seguida, pela expia\u00e7\u00e3o dos pecados de outrem, que n\u00e3o do inocente e casto caprino.<br \/>\nO meu pragmatismo \u00e9 direto, objetivo, seletivo e sem sofismas ou ambig\u00fcidades que dissipam ou maquiam a imagem do rei que, por incontrolada diarr\u00e9ia, cagou nas cal\u00e7as na sala do trono.<br \/>\nO inevit\u00e1vel ser\u00e1 inadi\u00e1vel. Primeiro, o rei n\u00e3o poder\u00e1 continuar com a cal\u00e7a cheia de coc\u00f4 mole; segundo, o fedor exalado chega aos confins do reino, e incomoda a todos. Terceiro, algu\u00e9m, inevitavelmente, dever\u00e1 por a m\u00e3o na merda; nesse caso, claro, o pr\u00f3prio rei; se n\u00e3o quiser sair por a\u00ed sendo apontado por como um sovina fedorento que, n\u00e3o obstante os tantos bens valiosos que dizem, amealhou em seu reinado, nem a merda aceita partilhar com seus s\u00faditos.<\/p>\n<p>Por: Mohammad.<br \/>\n30\/05\/2011 17:02:16<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\nEsta mensagem foi enviada atrav\u00e9s do formul\u00e1rio de contato do site R2CPRESS | A Letra Fria da Verdade http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1<\/mohmed><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De: Mohammad Assunto: Cr\u00f4nica cr\u00edtica. Corpo da mensagem: Oh! Que fedor! 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