{"id":19753,"date":"2011-07-13T07:44:03","date_gmt":"2011-07-13T10:44:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=19753"},"modified":"2011-07-13T07:44:03","modified_gmt":"2011-07-13T10:44:03","slug":"gastronomia-curiosidades-e-surpresas-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2011\/07\/13\/gastronomia-curiosidades-e-surpresas-parte-ii\/","title":{"rendered":"GASTRONOMIA: CURIOSIDADES E SURPRESAS PARTE II"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Aline-Fidelman_11.jpg\" class=\"alignleft\" width=\"300\" height=\"161\" \/><strong>FONDUE <\/strong><\/p>\n<p>Antes de tudo, fique claro: a Fondue, e n\u00e3o o Fondue. Como outros pr\u00eamios da gastronomia, nasceu da necessidade! Cerca de dois s\u00e9culos atr\u00e1s, alguns povos dos Alpes da Su\u00ed\u00e7a produziram mais queijo do que conseguiam vender e consumir. Veio o inverno e o produto se enrijeceu a ponto de ter que jog\u00e1-los no lixo. Na temporada seguinte, novamente diante de um estoque superlativo, a comunidade se reuniu e algu\u00e9m, brilhantemente, exp\u00f4s a sua id\u00e9ia excepcional: o exagero seria derretido e para sua maior conserva\u00e7\u00e3o, \u00e0 massa se acrescentaria algum \u00e1lcool, vinho e\/ou aguardente, foi usado \u2018Kirsh\u2019, destilado local de cerejas. A mistura se endureceria de novo com o frio e n\u00e3o mais se estragaria. Depois, bastaria derret\u00ea-la novamente.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o inaugural aconteceu em um gigantesco caldeir\u00e3o. A fim de experimentar o sabor, um cidad\u00e3o mergulhou no queijo derretido, um espeto com um peda\u00e7o de p\u00e3o nas pontas, e assim surgiu o prato nacional da Helv\u00e9cia.<\/p>\n<p><center><div id=\"attachment_19754\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura119.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-19754\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-19754\" title=\"Figura1\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura119-300x237.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"237\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura119-300x237.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura119.jpg 477w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-19754\" class=\"wp-caption-text\">Clique para AMPLIAR.<\/p><\/div><\/center><\/p>\n<p><strong>ORIGEM DO SUSHI <\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1 na antiga China onde, mais do que um prato, foi um m\u00e9todo de preserva\u00e7\u00e3o de peixes. Cozido o arroz, colocava-se no seu interior peda\u00e7os de peixe e sal. O peixe assim &#8220;embrulhado&#8221; fermentava por meses, e s\u00f3 ele servia de alimento.<\/p>\n<p>Tal m\u00e9todo chegou ao Jap\u00e3o h\u00e1 2 mil anos, e l\u00e1, o per\u00edodo de fermenta\u00e7\u00e3o foi alterado e adicionou-se vinagre de arroz ao sushi. Com o passar do tempo, o arroz passou a ser consumido tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><center><div id=\"attachment_19755\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura220.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-19755\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-19755\" title=\"Figura2\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura220-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura220-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura220-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura220.jpg 353w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-19755\" class=\"wp-caption-text\">Clique para AMPLIAR.<\/p><\/div><\/center><\/p>\n<p><strong>ESCALOPE<\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Substantivo proveniente do gaul\u00eas arcaico eschalope, denomina\u00e7\u00e3o de um molusco, primo do ingl\u00eas scallop e aparentado com as vieiras do Brasil. Ao se fritarem as lascas de carne muito finas, elas se enrodilhavam e assumiam um formato equivalente ao do molusco.<\/p>\n<p>Fonte: &#8220;A cozinha Cl\u00e1ssica&#8221; de Silvio Lancellotti.<\/p>\n<p><strong>ORIGEM DO NOME SALVIA<\/strong><\/p>\n<p>O nome S\u00e1lvia, erva originaria do Mediterr\u00e2neo, vem da palavra salvar, pois era utilizada na Idade M\u00e9dia como planta medicinal, com propiedades digestivas.<\/p>\n<p>\u00c9 tempero para pratos \u00e0 base de carne, peixe de carne rija e queijos de sabor forte. Pode tamb\u00e9m aromatizar p\u00e3es.<\/p>\n<p><center><div id=\"attachment_19756\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura317.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-19756\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-19756\" title=\"Figura3\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura317-300x202.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"202\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura317-300x202.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura317.jpg 530w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-19756\" class=\"wp-caption-text\">Clique para AMPLIAR.<\/p><\/div><\/center><\/p>\n<p><strong>ORIGEM DA PIZZA<\/strong><\/p>\n<p>Do Egito \u00e0 Gr\u00e9cia Cl\u00e1ssica, at\u00e9 Roma e Pomp\u00e9ia, estiveram presentes alimentos que nos fazem recordar o preparo e o cozimento de nossa atual pizza. No antigo Egito, era costume celebrar o anivers\u00e1rio do Fara\u00f3, comendo uma massa achatada e condimentada com ervas arom\u00e1ticas. Tamb\u00e9m, t\u00eam-se registro de relatos de algumas receitas Babilonesas e, no s\u00e9culo VII a.C, um poeta soldado, em seus versos, nos informa que possu\u00eda uma massa achatada junto \u00e0 sua lan\u00e7a &#8211; base principal da alimenta\u00e7\u00e3o de um soldado naqueles tempos.<\/p>\n<p>Muitos consideram a pizza atual como uma inven\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria italiana, que come\u00e7ou na sulina cidade de N\u00e1poles. De fato, a pizza \u00e9 vista com aten\u00e7\u00e3o especial pelos napolitanos como o seu tesouro culin\u00e1rio, uma reflex\u00e3o da Hist\u00f3ria popular: os Lombardos, chegados no sul da It\u00e1lia depois da queda do Imp\u00e9rio Romano, trouxeram suas b\u00fafalas que, encontrando ambiente ideal na regi\u00e3o do L\u00e1zio, abasteceram-se de leite para a cria\u00e7\u00e3o da &#8220;mozzarella&#8221; e posteriormente, com a descoberta da Am\u00e9rica, chegaria \u00e0 Europa o elemento fundamental para a pizza, sem o qual esta jamais poderia existir: o TOMATE. Depois de algumas desconfian\u00e7as iniciais (achavam que o fruto era venenoso e o faziam de decora\u00e7\u00e3o nas casas), o tomate acaba por ingressar triunfalmente na culin\u00e1ria napolitana e a pizza se beneficiar\u00e1 disto, aproximando-se ainda mais do formato com a qual \u00e9 conhecida na atualidade.<\/p>\n<p>Por volta de 1700 e 1800, a pizza se consolida como um dos pratos da culin\u00e1ria napolitana mais tradicionais e preferidos pelo p\u00fablico. A ent\u00e3o Rainha da It\u00e1lia e Sav\u00f3ia, Margherita (origin\u00e1ria da \u00c1ustria), esposa de Umberto I, elevou a pizza de suas origens humildes, quando um pizzaiolo, fez tr\u00eas pizzas diferentes para a Rainha. Ela gostou de uma coberta com tomates, mussarela e manjeric\u00e3o. Foi quando a &#8220;Pizza Margherita&#8221; ganhou o seu nome.<\/p>\n<p><center><div id=\"attachment_19757\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura413.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-19757\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-19757\" title=\"Figura4\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura413-300x282.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"282\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura413-300x282.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura413.jpg 552w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-19757\" class=\"wp-caption-text\">Clique para AMPLIAR.<\/p><\/div><\/center><\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DO MACARR\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A palavra &#8220;macarr\u00e3o&#8221; vem do grego mak\u00e0ria (caldo de carne enriquecido por pelotinhas de farinha de trigo e por cereais, cerca de 25 s\u00e9culos atr\u00e1s). A palavra pasta (massa dos italianos) vem do grego pastillos (pastillos \u00e9 citado nos textos do poeta Hor\u00e1cio, especialista em versos culin\u00e1rios). Textos antigos relatam que os ass\u00edrios e babil\u00f4nios, por volta de 2.500 a.C., j\u00e1 conheciam uma pasta cozida \u00e0 base de cereais e \u00e1gua, que pode ser considerado o av\u00f4 do nosso atual macarr\u00e3o.<\/p>\n<p>A primeira refer\u00eancia e mais pr\u00f3xima ao Ocidente do macarr\u00e3o cozido est\u00e1 no Talmud de Jerusal\u00e9m, o livro que traz as leis judaicas, do s\u00e9culo V a.C. O itriyah dos antigos hebreus era uma esp\u00e9cie de massa chata usada em cerim\u00f4nias religiosas.<\/p>\n<p>Na Roma antiga, s\u00e9culo VII a.C., comia-se uma papa de farinha cozida em \u00e1gua, chamada pultes. Com legumes e carne eram chamadas de puls p\u00fanica. Com queijo fresco e mel, puls Julia.<\/p>\n<p>Finalmente, os latinos contempor\u00e2neos de Cristo j\u00e1 se deliciavam com um prato batizado de macco (caldo de favas e massas de trigo e \u00e1gua). Entretanto, na It\u00e1lia, j\u00e1 em 1279, 16 anos antes do retorno de Marco P\u00f3lo foi registrada uma cesta de massas no invent\u00e1rio de bens de um soldado genov\u00eas. A palavra maccaronis, usada no invent\u00e1rio, seria derivada de maccari, de um antigo dialeto da Sic\u00edlia, que significa achatar ou esmagar com for\u00e7a, que vem do grego makar, que quer dizer sagrado.<\/p>\n<p><center><div id=\"attachment_19758\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura58.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-19758\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-19758\" title=\"Figura5\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura58-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura58-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura58.jpg 566w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-19758\" class=\"wp-caption-text\">Clique para AMPLIAR.<\/p><\/div><\/center><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 l\u00e1! Au revoir!<\/strong><\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> http:\/\/www.abaga.com.br\/modules.php?name=Content&amp;pa=showpage&amp;pid=33<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura66.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-19759\" title=\"Figura6\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Figura66.jpg\" alt=\"\" width=\"139\" height=\"207\" \/><\/a>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Aline Fidelman\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>34 anos, Ilh\u00e9us-Ba.<\/p>\n<p>Gastr\u00f4noma diplomada pela Universidade Anhembi Morumbi \u2013 S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Especializada em doc\u00eancia pela Leiths School of Food &amp; Wine \u2013 Londres<\/p>\n<p>Perfil Profissional: 3 anos de experi\u00eancia de em Buffet e Catering e 6 meses como assistente de chef de cozinha, \u00e1rea de Garde Manger, na empresa KUDOS Hospitality, Londres.<\/p>\n<p><strong>Contato: fidelman.a@gmail.com<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FONDUE Antes de tudo, fique claro: a Fondue, e n\u00e3o o Fondue. 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