{"id":30412,"date":"2011-12-09T09:52:47","date_gmt":"2011-12-09T11:52:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=30412"},"modified":"2011-12-09T09:52:47","modified_gmt":"2011-12-09T11:52:47","slug":"alfredo-amorim-da-silveira-em-10taques-31","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2011\/12\/09\/alfredo-amorim-da-silveira-em-10taques-31\/","title":{"rendered":"Alfredo Amorim da Silveira em: &#8220;10TAQUES&#8221;."},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><center><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Secundino-Dario-Carballal-Dacal.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30413\" title=\"Secundino Dario Carballal Dacal\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Secundino-Dario-Carballal-Dacal.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"262\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Secundino-Dario-Carballal-Dacal.jpg 400w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Secundino-Dario-Carballal-Dacal-300x196.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/center><\/p>\n<p align=\"center\"><em><strong>Secundino Dario Carballal Dacal<\/strong><\/em><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<br \/>\n<img loading=\"lazy\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/alfredo-amorim-nova.jpg\" class=\"alignleft\" width=\"300\" height=\"105\" \/>Natural de Pontevedra, Gal\u00edcia, Espanha, de onde veio para o Brasil em 1950, no navio Groix, de bandeira francesa, chegando ao Rio de Janeiro em 21 de novembro, seguindo dois dias depois, no navio do Lloyd Brasileiro, Duque de Caxias, para Salvador, Bahia, aonde chegou em 25 de novembro.<\/p>\n<p>Seu pai, Manoel Carballal Dacal e sua m\u00e3e, Sofia Dacal Garcia, tinham mais dois filhos, Felix e Jos\u00e9 (Pepe), na Espanha todo Jos\u00e9 \u00e9 \u201cPepe\u201d e todo Francisco \u00e9 \u201cPaco\u201d, como tamb\u00e9m o nome de fam\u00edlia que predomina \u00e9 o segundo, que \u00e9 o nome da fam\u00edlia do pai, e n\u00e3o o \u00faltimo, Secundino \u00e9 o filho mais novo, o ca\u00e7ula, nasceu em 23 de julho de 1931.<\/p>\n<p>Em 1950 o seu tio, Salustiano Dacal, dono de uma serraria e carpintaria em Salvador, mandou-lhe uma \u201ccarta de chamada\u201d, tipo um contrato de trabalho, que permitia que estrangeiros pudessem vir trabalhar no Brasil. S\u00f3 que quando chegou a Salvador foi trabalhar no com\u00e9rcio, onde trabalhou durante dois anos.<\/p>\n<p>Com o amigo e patr\u00edcio Moises Cachafeiro, que trabalhava nas Casas Fernandez, vieram a Ilh\u00e9us fazer umas cobran\u00e7as e visitar o amigo de inf\u00e2ncia Manuel (Manolo) Vidal Gesteira, pai de Eus\u00ednio Gesteira, vieram num DC3 da Nacional Transportes A\u00e9reos e ficaram hospedados no Brit\u00e2nia Hotel, gostaram tanto da cidade que resolveram vir morar e trabalhar aqui.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Alugaram um ponto comercial na Rua 7 de Setembro, n\u00ba 52, e com o apoio das Casas Fernandez montaram a Loja F\u00e1tima, moravam nos fundos do im\u00f3vel e na frente funcionava a f\u00e1brica de colch\u00f5es de capim, a funer\u00e1ria (na \u00e9poca os caix\u00f5es funer\u00e1rios eram montados com pe\u00e7as de madeira e forrados com tecidos, eles que faziam a montagem), e a venda de camas \u201cPatente\u201d. Oito meses depois, por causa de uma enchente que alagou a loja e lhes deu o maior preju\u00edzo, mudaram-se para a Pra\u00e7a Cair\u00fa, n\u00ba 48, onde hoje funciona o Bar Ilh\u00e9us, tamb\u00e9m eram representantes da \u00c1guia Central, f\u00e1brica de biscoitos e caf\u00e9, durante um ano tamb\u00e9m foi arrendat\u00e1rio do Bar e Caf\u00e9 S\u00e3o Jorge, vizinho de sua loja. Em 1956 vendeu este ponto comercial para Manoel Morales Franco, que fundou o Bar Ilh\u00e9us.<\/p>\n<p>Em 1953 mudaram a loja para o Edif\u00edcio Virg\u00edlio Amorim, atr\u00e1s da Prefeitura, rec\u00e9m inaugurado, eram representantes dos m\u00f3veis \u201c\u00cdtalo-Brasileiro\u201d, foram os primeiros inquilinos do edif\u00edcio. Em 1956 transferiram a loja para a Rua 28 de Junho, n\u00ba 49, hoje Rua Jorge Amado, fecharam a f\u00e1brica de colch\u00f5es a funer\u00e1ria e a venda de artigos religiosos, s\u00f3 ficando com a venda de m\u00f3veis. Em 1962 inaugurou uma filial da M\u00f3veis F\u00e1tima na Rua Cons. Saraiva n\u00ba 115, \u00a0hoje Rua Ant\u00f4nio Lavigne, fechando-a em 1968.<\/p>\n<p>Em 1965 comprou o pr\u00e9dio da \u201cLoja F\u00e1tima\u201d que pertencia aos herdeiros de Belina S\u00e1 Bittencourt.<\/p>\n<p>Em 1957 desfez a sociedade com Moises Cachafeiro, associando-se em 1958 a Celso Hermida Paz, sociedade esta que durou at\u00e9 1959, passando a Loja F\u00e1tima a ser firma individual, at\u00e9 o ano de 1972.<\/p>\n<p>Com o fechamento da \u201cLoja F\u00e1tima\u201d, em 1972 alugou o pr\u00e9dio para a loja \u201cSonular M\u00f3veis\u201d, de Itabuna; depois para a \u201cPadaria Para\u00edso\u201d, dos categorias (Gentil Para\u00edso); e finalmente para a \u201cLivraria Popular\u201d, de Genilton Galv\u00e3o,\u00a0 at\u00e9 o ano de 1992. Resolvendo voltar ao com\u00e9rcio abriu o \u201cBar Sancho PPan\u00e7a\u201d, que funcionou de abril de 1992 at\u00e9 abril de 2002, quando resolveu sair do com\u00e9rcio definitivamente, derrubou o velho pr\u00e9dio e construiu o Ed. Carballal, que ficou pronto em fevereiro de 2003, e finalmente \u201caposentou-se\u201d.<\/p>\n<p>Secundino morou em diversos lugares em Ilh\u00e9us, sa\u00eddo dos fundos da loja foi morar na mesma rua no n\u00ba 72, ao lado do Bar \u201cO Apertadinho\u201d, de Gileno Araujo (Ponto Chic), o bar se chamava\u00a0 \u201cO Apertadinho\u201d, tinha este nome porque era muito pequeno, t\u00e3o pequeno, que os fregueses tinham que entrar em fila, e quando o primeiro que tinha entrado queria sair\u00a0 era o maior sufoco, tinha que sair todo mundo, o \u201cBar\u201d tinha um lema \u201cSe tamanho fosse\u00a0 documento elefante seria dono de circo, assim sendo quem manda na 7 de setembro \u00e9 \u201cO Apertadinho\u201d\u201d, morou l\u00e1 de 1952 at\u00e9 1953; mudou-se para a Rua Rodolfo Vieira onde morou at\u00e9 1959; mudou-se novamente para uma rep\u00fablica no S\u00e9timo C\u00e9u, junto com o pessoal da alf\u00e2ndega at\u00e9 1965, mais uma vez mudou-se para o Edif\u00edcio Virg\u00edlio Amorim, apartamento n\u00ba 6, no segundo andar; e definitivamente mudou-se para o Jardim Sav\u00f3ia em 1977, foi o maior cigano.<\/p>\n<p>Em 1968 montou a SOCONTEL, Sociedade de Constru\u00e7\u00f5es e Terraplenagem Ltda., junto com Manoel (Manolo, tamb\u00e9m todo Manoel \u00e9 Manolo) Vidal Gesteira, que funcionou at\u00e9 1983.<\/p>\n<p>Casou-se em 1973 com Maria das Gra\u00e7as Silva, com quem teve seus \u00fanicos filhos: Felix, Promotor de Justi\u00e7a, Sophia e Nathalie. Separou-se de Maria das Gra\u00e7as em 1982. Casou-se novamente com Marilene Cruz em 1985, com quem vive at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Secundino foi o pioneiro em venda de passagens a\u00e9reas internacionais em Ilh\u00e9us, na \u00e9poca Ilh\u00e9us n\u00e3o tinha ag\u00eancia de viagens. Foi representante da \u201cAg\u00eancia de Turismo Merc\u00fario York, de Salvador; da \u201cStela Barros Turismo\u201d, do Rio de Janeiro; e da \u201cRaultur\u201d (Centro Tur\u00edstico Cultural do Rio) de 1968 at\u00e9 1970.<\/p>\n<p>Em 1979 foi criado o Vice-Consulado da Espanha em Ilh\u00e9us, abrangendo toda a regi\u00e3o sul da Bahia, sendo Secundino nomeado Vice-C\u00f4nsul da Espanha na regi\u00e3o, cargo que ocupa at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Com oitenta anos completos, foi comemorar o seu natal\u00edcio na Espanha, com seus parentes e amigos, est\u00e1 cheio de vida e certo de que fez as escolhas certas, inclusive a de vir morar em Ilh\u00e9us no Brasil, onde fez muitos amigos e ainda pretende fazer muitos mais.<\/p>\n<p>\u201cSec\u00f3\u201d, n\u00f3s, seus amigos de Ilh\u00e9us, nos orgulhamos muito de ter um amigo como voc\u00ea, e desejamos que ainda fique entre n\u00f3s por muitos e muitos\u00a0 anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Secundino Dario Carballal Dacal \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Natural de Pontevedra, Gal\u00edcia, Espanha, de onde veio para o Brasil em 1950, no navio Groix, de bandeira francesa, chegando ao Rio de Janeiro em 21 de novembro, seguindo dois dias depois, no navio do Lloyd Brasileiro, Duque de Caxias, para Salvador, Bahia, aonde chegou em 25 de novembro. 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