{"id":39467,"date":"2012-04-26T21:40:44","date_gmt":"2012-04-27T00:40:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=39467"},"modified":"2012-04-26T21:40:44","modified_gmt":"2012-04-27T00:40:44","slug":"situacao-do-saneamento-basico-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2012\/04\/26\/situacao-do-saneamento-basico-no-brasil\/","title":{"rendered":"Situa\u00e7\u00e3o do saneamento b\u00e1sico no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Decorridos 512 anos do nosso descobrimento, segue abaixo o panorama de saneamento b\u00e1sico \u2013 leia-se civiliza\u00e7\u00e3o \u2013 no nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p>N\u00e3o precisamos ir muito longe, aqui mesmo, no nosso quintal, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 alarmante e certamente a grande maioria dos habitantes n\u00e3o se d\u00e1 conta.<\/p>\n<p>A lista \u00e9 imensa e seria enfadonho relacionar todos os problemas enfrentados pela nossa cidade, de sorte que comentaremos apenas aqueles considerados mais cruciais.<\/p>\n<p>A cidade est\u00e1 repleta de liga\u00e7\u00f5es clandestinas de esgotos nas redes de drenagem e o destino \u00f3bvio disso \u00e9 o nosso mar.<\/p>\n<p>O canal da Avenida Lindolfo Collor no Malhado, transformou-se, na verdade, em num grande emiss\u00e1rio de esgotos \u00e1 c\u00e9u aberto, recebendo as contribui\u00e7\u00f5es \u00a0de todos os morros adjacentes e ao longo do seu trajeto, as liga\u00e7\u00f5es clandestinas oriundas do bairro do Malhado. Como se isso n\u00e3o bastasse, um erro prim\u00e1rio na \u00e9poca da constru\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito do Projeto Cura, fez com que a cota \u00a0de desemboque desse canal ficasse abaixo da linha de preamar. Resultado: nas mar\u00e9 mais altas, toda a vaz\u00e3o do canal \u2013 leia-se esgoto &#8211; fica represada. A Concession\u00e1ria andou realizando algumas obras no local, at\u00e9 que se prove o contr\u00e1rio, totalmente in\u00f3cuas. Enquanto isso, aquele peda\u00e7o de praia, outrora buc\u00f3lico e cheio de jangadas, tornou-se reduto de in\u00fameras esquadrilhas de urubus.<\/p>\n<p>Na zona sul, regi\u00e3o de expans\u00e3o residencial nobre da cidade, a situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 muito grave. H\u00e1 mais ou menos uma d\u00e9cada, talvez mais, foi elaborado projeto do SES para o pontal, o qual ficou no papel e hoje, em fun\u00e7\u00e3o da espetacular expans\u00e3o local ter\u00e1 de ser totalmente reformulado. O resultado disso \u00e9 que <span style=\"text-decoration: underline;\">todo <\/span>o esgotamentosanit\u00e1rio do Pontal e bairros da zona sul ou v\u00e3o para as redes de drenagem ou para fossa s\u00e9pticas, em ambas as situa\u00e7\u00f5es, seja pelo destino natural do sistema de drenagem, seja pela superficialidade do len\u00e7ol fre\u00e1tico, o destino final \u00e9 o oceano.<\/p>\n<p>\u00c9 lament\u00e1vel reconhecer, do pontal at\u00e9 a praia dos milion\u00e1rios, as praias devem estar impr\u00f3prias para banho quando consideramos a qualidade da \u00e1gua, justificando-se a pergunta: \u00a0Alguma vez, os \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1veis efetuaram an\u00e1lises e divulgaram para a popula\u00e7\u00e3o os \u00edndices de contamina\u00e7\u00e3o por coliformes fecais?<\/p>\n<p>A Ba\u00eda do Pontal, verdadeiro cart\u00e3o postal da nossa cidade, n\u00e3o passa na verdade, de uma imensa cloaca, receptora \u00a0de esgotos e \u00e1gua servidas de todo o bairro.<\/p>\n<p>Como se tudo isso n\u00e3o bastasse, o rio Cachoeira, desaguando na mesma Ba\u00eda, recebe esgotos <em>in natura<\/em> \u00a0oriundos da cidade de Itabuna. Ainda que a vaz\u00e3o do mesmo rio e a oxigena\u00e7\u00e3o proporcionada pelo curso encachoeirado contribuam para a minimiza\u00e7\u00e3o dos efeitos, eles existem e se fazem sentir no nosso litoral.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 saneamento b\u00e1sico cuja obriga\u00e7\u00e3o \u00e9 estadual, a nossa cidade est\u00e1 carente de tudo: O lixo toma conta das ruas, a ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9 relegada a um plano secund\u00e1rio, n\u00e3o se realizam obras de melhorias, por menores e mais singelas que sejam. A impress\u00e3o que se tem \u00e9 que o Munic\u00edpio nunca atingiu \u00a0ponto t\u00e3o baixo de abandono na sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>A despeito dos problemas de caixa enfrentados \u2013 costumo dizer que o Munic\u00edpio de Ilh\u00e9us possui um s\u00e9culo de erros estratificados \u2013 tenho absoluta certeza de que poder\u00edamos estar vivendo um momento bem diferente, desde que existisse vontade e coragem de efetivamente governar.<\/p>\n<p>Abra\u00e7os<\/p>\n<p>Franklin Albagli<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Situa\u00e7\u00e3o do Saneamento no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>N\u00fameros mais importantes:<\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<ul>\n<li>Apenas 44,5% da popula\u00e7\u00e3o brasileira est\u00e1 conectada a uma rede de esgotos&#8217;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>Do esgoto coletado, somente cerca de 37,9% \u00e9 tratado<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte<\/em><\/strong><em>: SNIS 2009 (Minist\u00e9rio das Cidades)<\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Cada R$ 1 investido em saneamento gera economia de R$ 4 na \u00e1rea de sa\u00fade<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade, 2004. <\/em><\/p>\n<ul>\n<li>O Brasil \u00e9 o 9\u00ba colocado no ranking mundial \u201cda vergonha\u201d com 13 milh\u00f5es de habitantes sem acesso a banheiro.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Estudo Progress on Sanitation and Drinking Water \u2013 OMS\/UNICEF, 2010. <\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Entre 2003 e 2008 houve um avan\u00e7o de 4,5% no atendimento de esgoto e de 14,1% no tratamento de esgoto das 81 maiores cidades do Pa\u00eds, com mais de 300 mil habitantes.<\/li>\n<li>72 milh\u00f5es \u00e9 o n\u00famero de habitantes dessas cidades.<\/li>\n<li>129 litros de \u00e1gua por dia \u00e9 o consumo m\u00e9dio desta popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>150 litros de \u00e1gua por dia \u00e9 o consumo m\u00e9dio do brasileiro.<\/li>\n<li>80% em m\u00e9dia da \u00e1gua consumida se transforma em esgoto.<\/li>\n<li>9,3 bilh\u00f5es de litros de esgoto \u00e9 o total gerado todos os dias por essa popula\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Essas cidades despejam, diariamente, 5,9 bilh\u00f5es de litros de esgoto sem tratamento algum, contaminando solos, rios, mananciais e praias do Pa\u00eds, com impactos diretos \u00e0 sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Em m\u00e9dia, apenas 36% do esgoto gerado nessas cidades recebem algum tipo de tratamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Ranking Trata Brasil com avalia\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de saneamento nas 81 maiores cidades do Pa\u00eds, 2010. <\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Em 2009 a participa\u00e7\u00e3o dos domic\u00edlios atendidos pelo servi\u00e7o de rede coletora ou por fossa s\u00e9ptica \u00e0 rede coletora foi de 59,1%;<\/li>\n<li>As regi\u00f5es Norte e Nordeste tiveram as menores parcelas de domic\u00edlios atendidos por este servi\u00e7o, com 13,5% e 33,8%, respectivamente, do total de domic\u00edlios da regi\u00e3o, equivalentes a, respectivamente, 555 mil e 5,2 milh\u00f5es de domic\u00edlios;<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 S\u00edntese dos Indicadores de 2009 \u2013 IBGE, 2010<\/em><\/p>\n<ul>\n<li>Investe-se muito pouco em saneamento, o que torna a universaliza\u00e7\u00e3o muito distante. Deveriam ser investidos 0,63% do PIB, mas efetivamente s\u00e3o investidos apenas 0,22%.<\/li>\n<li>Menos de 30% das obras do PAC Saneamento foram conclu\u00eddas at\u00e9 2010 (Minist\u00e9rio das Cidades).<\/li>\n<li>Estudo do Trata Brasil \u201cDe Olho no PAC\u201d, que acompanha a execu\u00e7\u00e3o de 101 grandes de saneamento em munic\u00edpios acima de 500 mil habitantes, mostra que somente 4% de obras finalizadas. Cerca de 60% destas obras est\u00e3o paralisadas, atrasadas ou ainda n\u00e3o iniciadas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte:<\/em><\/strong><em> Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios \u2013 S\u00edntese dos Indicadores de 2009 \u2013 IBGE, 2010<\/em><\/p>\n<p><strong>Impactos \u00e0 sociedade:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Por ano, 217 mil trabalhadores precisam se afastar de suas atividades devido a problemas gastrointestinais ligados a falta de saneamento. A cada afastamento perdem-se 17 horas de trabalho.<\/li>\n<li>A probabilidade de uma pessoa com acesso a rede de esgoto faltar as suas atividades normais por diarr\u00e9ia \u00e9 19,2% menor que uma pessoa que n\u00e3o tem acesso \u00e0 rede.<\/li>\n<li>Considerando o valor m\u00e9dio da hora de trabalho no Pa\u00eds de R$ 5,70 e apenas os afastamentos provocados apenas pela falta de saneamento b\u00e1sico, os custos chegam a R$ 238 milh\u00f5es por ano em horas-pagas e n\u00e3o trabalhadas.<\/li>\n<li>De acordo com o DATASUS, em 2009, dos 462 mil pacientes internados por infec\u00e7\u00f5es gastrointestinais, 2.101 faleceram no hospital.<\/li>\n<li>Cada interna\u00e7\u00e3o custa, em m\u00e9dia R$ 350,00. Com o acesso universal ao saneamento, haveria uma redu\u00e7\u00e3o de 25% no n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es e de 65% na mortalidade, ou seja, 1.277 vidas seriam salvas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Pesquisa Benef\u00edcios Econ\u00f4micos da Expans\u00e3o do Saneamento Brasileiro \u2013 Trata Brasil\/FGV, 2010. <\/em><\/p>\n<ul>\n<li>A diferen\u00e7a de aproveitamento escolar entre crian\u00e7as que t\u00eam e n\u00e3o t\u00eam acesso ao saneamento b\u00e1sico \u00e9 de 18%;<\/li>\n<li>11% das faltas do trabalhador est\u00e3o relacionadas a problemas causados por esse mesmo problema;<\/li>\n<li>Apesar do relevante aumento de arrecada\u00e7\u00e3o e renda resultantes de maior fluxo de pessoas em 20 destinos tur\u00edsticos indicados pela Embratur, essas localidades acusam ainda um subinvestimento das necessidades b\u00e1sicas;<\/li>\n<li>Cada 1 milh\u00e3o investido em obas de esgoto sanit\u00e1rio gera 30 empregos diretos e 20 indiretos, al\u00e9m dos permanentes quando o sistema entra em opera\u00e7\u00e3o. Com o investimento de R$ 11 bilh\u00f5es por ano reivindicado pelo setor de saneamento, calcula-se que sejam gerados 550 mil novos empregos no mesmo per\u00edodo;<\/li>\n<li>Se os investimentos em saneamento continuarem no mesmo ritmo, apenas em 2122 todos os brasileiros teriam acesso a esse servi\u00e7o b\u00e1sico.<\/li>\n<li>As 81 maiores cidades do pa\u00eds, com mais de 300 mil habitantes, despejam, diariamente, 5,9 bilh\u00f5es de litros de esgoto sem tratamento algum, contaminando solos, rios, mananciais e praias do pa\u00eds, com impactos diretos a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Pesquisa Saneamento, Educa\u00e7\u00e3o, Trabalho e Turismo \u2013 Trata Brasil\/FGV, 2008. <\/em><\/p>\n<p><strong>Ganhos ao cidad\u00e3o e ao pa\u00eds:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Ao ter acesso \u00e0 rede de esgoto, um trabalhador aumenta a sua produtividade em 13,3%, permitindo assim o crescimento de sua renda na mesma propor\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Com a universaliza\u00e7\u00e3o do acesso a rede de esgoto, a estimativa \u00e9 que a massa de sal\u00e1rios, que hoje gira em torno de R$ 1,1 trilh\u00e3o, se eleve em 3,8%, provocando um aumento na renda de R$ 41,5 bilh\u00f5es por ano.<\/li>\n<li>A universaliza\u00e7\u00e3o do acesso a rede de esgoto pode ainda proporcionar uma valoriza\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de at\u00e9 18% no valor dos im\u00f3veis.<\/li>\n<li>A valoriza\u00e7\u00e3o dos im\u00f3veis pode alcan\u00e7ar R$ 74 bilh\u00f5es, valor 49% maior que o custo das obras de saneamento avaliado em R$ 49,8 bilh\u00f5es (considerando apenas novas liga\u00e7\u00f5es).<\/li>\n<li>Em longo prazo, o acesso \u00e0 rede de esgoto implicaria um aumento na arrecada\u00e7\u00e3o do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) na mesma propor\u00e7\u00e3o do valor m\u00e9dio dos im\u00f3veis, um ganho estimado de R$ 385 milh\u00f5es ao ano. J\u00e1 no Imposto Sobre Transfer\u00eancia de Bens de Im\u00f3veis (ITBI) o crescimento esperado \u00e9 superior a R$ 80 milh\u00f5es por ano.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Pesquisa Benef\u00edcios Econ\u00f4micos da Expans\u00e3o do Saneamento Brasileiro \u2013 Trata Brasil\/FGV, 2010. <\/em><\/p>\n<p><strong>O Brasileiro conhece o tema do Saneamento?<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Pesquisa feita com 1008 respons\u00e1veis por domic\u00edlios nos munic\u00edpios com mais de 300 mil habitantes (79 cidades), em 2008, revelou que 31% da popula\u00e7\u00e3o desconhecem o que \u00e9 Saneamento e somente 3% relacionam \u00e0 sa\u00fade;<\/li>\n<li>Pouco mais de \u00bc dos entrevistados desconhece o destino no esgoto da sua cidade, percentual similar aos que acreditam que os res\u00edduos seguem para uma esta\u00e7\u00e3o de tratamento. Para 1\/3 dos entrevistados o esgoto segue direto para os rios;<\/li>\n<li>84% consideram sua qualidade de vida melhor ou muito melhor em fun\u00e7\u00e3o da maneiro como seu esgoto \u00e9 coletado;<\/li>\n<li>A maioria dos entrevistados, 68%, entende que a Administra\u00e7\u00e3o Municipal \u00e9 a respons\u00e1vel pelos servi\u00e7os de Saneamento B\u00e1sico;<\/li>\n<li>Quase metade dos entrevistados (41%) n\u00e3o pagaria para ter seu domic\u00edlio ligado \u00e0 rede coletora de esgotos. O julgamento em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade dos servi\u00e7os justifica este posicionamento: \u00bc est\u00e3o insatisfeitos ou muito insatisfeitos com os servi\u00e7os de coleta e de tratamento de esgoto;<\/li>\n<li>Seja na cidade ou nas escolas, a maioria dos entrevistados afirma que n\u00e3o houve campanha eleitoral para divulgar a import\u00e2ncia da coleta e do tratamento do esgoto. Entre os que n\u00e3o est\u00e3o ligados \u00e0 rede 85% e 70% n\u00e3o presenciaram as campanhas na cidade ou nas escolas, respectivamente, deflagrando a demanda por informa\u00e7\u00e3o e esclarecimento nestes \u00e2mbitos.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong><em>Fonte: <\/em><\/strong><em>Percep\u00e7\u00f5es dos Brasileiros sobre Saneamento B\u00e1sico \u2013 Trata Brasil\/Ibope , 2009.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Decorridos 512 anos do nosso descobrimento, segue abaixo o panorama de saneamento b\u00e1sico \u2013 leia-se civiliza\u00e7\u00e3o \u2013 no nosso pa\u00eds. N\u00e3o precisamos ir muito longe, aqui mesmo, no nosso quintal, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 alarmante e certamente a grande maioria dos habitantes n\u00e3o se d\u00e1 conta. A lista \u00e9 imensa e seria enfadonho relacionar todos os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39467"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39467"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39467\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39471,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39467\/revisions\/39471"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}