{"id":625,"date":"2010-10-24T07:34:56","date_gmt":"2010-10-24T10:34:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=625"},"modified":"2010-10-24T07:34:56","modified_gmt":"2010-10-24T10:34:56","slug":"agrissenior-noticias-n%c2%ba-306-27-de-outubro-2010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2010\/10\/24\/agrissenior-noticias-n%c2%ba-306-27-de-outubro-2010\/","title":{"rendered":"Agriss\u00eanior Not\u00edcias &#8211; N\u00ba 306 &#8211; 27 de Outubro 2010"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/agriss\u00eanior-not\u00edcias1.jpg\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/agriss\u00eanior-not\u00edcias1-300x101.jpg\" alt=\"\" title=\"agriss\u00eanior not\u00edcias\" width=\"300\" height=\"101\" class=\"alignnone size-medium wp-image-626\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/agriss\u00eanior-not\u00edcias1-300x101.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/agriss\u00eanior-not\u00edcias1.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\nDESPEDIDA DO TREMA<br \/>\nCOMO AGIR NO ELEVADOR EM PANE<br \/>\nQUANDO A BOCA CALA&#8230; O CORPO FALA<br \/>\nAULA DE PORTUGU\u00caS -Parte-I<br \/>\nMULHER AO ESPELHO<br \/>\n<em>Cec\u00edlia Meireles<\/em><br \/>\nPENSE NISSO<br \/>\nA PIADA DA SEMANA<br \/>\n<!--more--><\/p>\n<p><strong>DESPEDIDA DO TREMA<\/strong><\/p>\n<p>Estou indo embora. N\u00e3o h\u00e1 mais lugar para mim. Eu sou o trema. Voc\u00ea pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhang\u00fcera, nos aq\u00fcif\u00e9ros, nas ling\u00fci\u00e7as e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinq\u00fcenta anos.<br \/>\nMas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortogr\u00e1fica e eu simplesmente t\u00f4 fora. Fui expulso pra sempre do dicion\u00e1rio. Seus ingratos! Isso \u00e9 uma delinq\u00fc\u00eancia de ling\u00fcistas grandiloq\u00fcentes!<br \/>\nO resto dos pontos e o alfabeto n\u00e3o me deram o menor apoio&#8230; A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disse que eu sou um pregui\u00e7oso que trabalha deitado enquanto ele fica em p\u00e9.<br \/>\nAt\u00e9 o cedilha foi a favor da minha expuls\u00e3o, aquele C cag\u00e3o que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E tamb\u00e9m tem aquele obeso do O e o anor\u00e9xico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de retic\u00eancias, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discuss\u00f5es. Ser\u00e1 que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?A verdade \u00e9 que estou fora de moda. Quem est\u00e1 na moda s\u00e3o os estrangeiros, \u00e9 o K, o W &#8220;Kkk&#8221; pra c\u00e1, &#8220;www&#8221; pra l\u00e1.<br \/>\nAt\u00e9 o jogo da velha, que ningu\u00e9m nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que ali\u00e1s, deveria se chamar T\u00dcITER. Chega de arg\u00fci\u00e7\u00e3o, mas estejam certos, seus moderninhos: haver\u00e1 conseq\u00fc\u00eancias! Chega de piadinhas dizendo que estou &#8220;tremendo&#8221; de medo. Tudo bem, vou &#8211; me embora da l\u00edngua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alem\u00e3o, l\u00e1 eles adoram os tremas. E um dia voc\u00eas sentir\u00e3o saudades. E n\u00e3o v\u00e3o ag\u00fcentar.<br \/>\nNos vemos nos livros antigos. Saio da l\u00edngua para entrar na hist\u00f3ria. Adeus, Trema.<br \/>\n<strong>(Enviada por Geraldo Brito) <\/strong><\/p>\n<p><strong>COMO AGIR NO ELEVADOR EM PANE<\/strong><\/p>\n<p>Num programa de TV os bombeiros ensinaram como agir em caso de elevador  que trava, para e d\u00e1 pane.  Pelo menos, 76 pessoas morreram no ano passado porque confiaram no zelador no qual ele usou uma chave de fenda, abriu um certo pino e a  pessoa que estava dentro tentou sair pela metade aberta da porta do  elevador. O elevador movimentou-se e a pessoa foi cortada ao meio. Outras tiveram m\u00e3os, bra\u00e7os ou cabe\u00e7as cortadas. NUNCA tentar sair pelo buraco ou parte aberta!<br \/>\nO procedimento correto \u00e9 o seguinte:<br \/>\n1. Aperte o bot\u00e3o do alarme ou o que indica que est\u00e1 avisando algu\u00e9m.<br \/>\n2. Sente-se num canto. Em caso de descontrole emocional, abaixe a  cabe\u00e7a e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. \u00c9 uma quest\u00e3o de tempo. Procure lembrar-se que voc\u00ea est\u00e1 trocando tempo por seguran\u00e7a.<br \/>\n3. N\u00e3o aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poder\u00e1 subir ou descer repentinamente.<br \/>\n4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE M\u00c1QUINAS E TESTAR COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR EST\u00c1 PARADO MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE. Da\u00ed ele avisar\u00e1 a outro bombeiro, via r\u00e1dio, para que fa\u00e7a o  procedimento junto \u00e0 porta do elevador.e o elevador ir\u00e1 subir ou  descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro.<br \/>\n5. ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele est\u00e1 parado. ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de voc\u00ea entrar e ficar atento no n\u00famero de ocupantes, se est\u00e1 compat\u00edvel com o peso que diz na placa!  Quando muito cheio, evite entrar, pois poder\u00e1 haver problema!!!<br \/>\nOs bombeiros explicaram tamb\u00e9m que o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece prote\u00e7\u00e3o total e que jamais um elevador cai, sem mais nem menos. Portanto, a pessoa ter\u00e1 que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circula\u00e7\u00e3o de ar) e um  grupo de pessoas pode ficar ali por v\u00e1rias horas sem problemas!<br \/>\nResumindo, se ficar preso s\u00f3 saia com ajuda dos bombeiros e n\u00e3o com a do zelador do pr\u00e9dio, ou de um abelhudo que diz que tudo j\u00e1 est\u00e1 sob controle. E, em caso de Inc\u00eandio, JAMAIS use o elevador. Somente fa\u00e7a uso da escada.<br \/>\n<strong>(Enviada por C\u00edcero Milmo). <\/strong><\/p>\n<p><strong>QUANDO A BOCA CALA&#8230; O CORPO FALA<\/strong><\/p>\n<p>Prestem aten\u00e7\u00e3o neste alerta colocado na porta de um espa\u00e7o terap\u00eautico.<br \/>\nMuitas vezes:<br \/>\nO resfriado escorre quando o corpo n\u00e3o chora.<br \/>\nA dor de garganta entope quando n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel comunicar as afli\u00e7\u00f5es.<br \/>\nO est\u00f4mago arde quando as raivas n\u00e3o conseguem sair.<br \/>\nO diabetes invade quando a solid\u00e3o d\u00f3i.<br \/>\nO corpo engorda quando a insatisfa\u00e7\u00e3o aperta.<br \/>\nA dor de cabe\u00e7a deprime quando as duvidas aumentam.<br \/>\nO cora\u00e7\u00e3o desiste quando o sentido da vida parece terminar.<br \/>\nA alergia aparece quando o perfeccionismo fica intoler\u00e1vel.<br \/>\nAs unhas quebram quando as defesas ficam amea\u00e7adas.<br \/>\nO peito aperta quando o orgulho escraviza.<br \/>\nA press\u00e3o sobe quando o medo aprisiona.<br \/>\nAs neuroses paralisam quando a \u201ccrian\u00e7a interna\u201d tiraniza.<br \/>\nA febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.<br \/>\nE as tuas dores caladas? Como elas falam no teu corpo?<br \/>\nMas cuidado escolha o que falar, com quem, onde, quando e como !!!  Crian\u00e7as \u00e9 que contam tudo, para todos, a qualquer hora, de qualquer forma. Passar relat\u00f3rio \u00e9 ingenuidade. Escolha algu\u00e9m que possa te ajudar a organizar as id\u00e9ias, harmonizar as sensa\u00e7\u00f5es<br \/>\ne recuperar a alegria.Todos precisam saudavelmente de um ouvinte interessado.<br \/>\n Mas tudo depende, principalmente, do nosso esfor\u00e7o pessoal para fazer acontecer as mudan\u00e7as na nossa vida !!!<br \/>\n<strong>(Enviada por C\u00e9lia Goes)<\/strong><\/p>\n<p><strong>AULA DE PORTUGU\u00caS<br \/>\nParte-I<\/strong><\/p>\n<p>1 &#8211; &#8220;Custas s\u00f3 se usa na linguagem jur\u00eddica&#8221; para designar despesas feitas no processo. Portanto, devemos dizer: &#8220;O filho vive \u00e0 custa do pai&#8221;. No singular.<br \/>\n2 &#8211; N\u00e3o existe a express\u00e3o &#8220;\u00e0 medida em que&#8221;. Ou se usa \u00e0 medida que correspondente a \u00e0 propor\u00e7\u00e3o que, ou se usa na medida em que equivalente a tendo em vista que.<br \/>\n3 &#8211; &#8216;O certo \u00e9 &#8220;a meu ver&#8221; e n\u00e3o ao meu ver.<br \/>\n4 &#8211; &#8220;A princ\u00edpio&#8221; significa inicialmente, &#8220;antes de mais nada&#8221;: Ex: A princ\u00edpio, gostaria de dizer que estou bem. &#8220;Em princ\u00edpio&#8221; quer dizer &#8220;em tese&#8221;. Ex: Em princ\u00edpio, todos concordaram com minha sugest\u00e3o.<br \/>\n5 &#8211; &#8220;\u00c0-toa&#8221;, (com h\u00edfen), \u00e9 um adjetivo e significa &#8220;in\u00fatil&#8221;, &#8220;desprez\u00edvel&#8221;. Ex: Esse rapaz \u00e9 um sujeito \u00e0-toa. &#8220;\u00c0 toa&#8221;, (sem h\u00edfen), \u00e9 uma locu\u00e7\u00e3o adverbial e quer dizer &#8220;a esmo&#8221;, &#8220;inutilmente&#8221;. Ex: Andava \u00e0 toa na vida.<br \/>\n6 &#8211; Com a conjun\u00e7\u00e3o se, deve-se utilizar acaso, e nunca caso. O certo: &#8220;Se acaso vir meu amigo por a\u00ed, diga-lhe&#8230;&#8221; Mas podemos dizer: &#8220;Caso o veja por a\u00ed&#8230;&#8221;.<br \/>\n7 &#8211; &#8216;Acerca de&#8217; quer dizer &#8216;a respeito de&#8217;. Veja: Falei com ele acerca de um problema matem\u00e1tico. Mas h\u00e1 cerca de \u00e9 uma express\u00e3o em que o verbo haver indica tempo transcorrido, equivalente a faz. Veja: H\u00e1 cerca de um m\u00eas que n\u00e3o a vejo.<br \/>\n8 &#8211; N\u00e3o esque\u00e7a: alface \u00e9 substantivo feminino. A Alface est\u00e1 bem verdinha.<br \/>\n9 &#8211; Al\u00e9m pede sempre o h\u00edfen: &#8216;al\u00e9m-mar&#8217;, &#8216;al\u00e9m-fronteiras&#8217;, etc.<br \/>\n10 &#8211; Algures \u00e9 um adv\u00e9rbio de lugar e quer dizer &#8216;em algum lugar&#8217;. J\u00e1 alhures significa &#8216;em outro lugar&#8217;.<br \/>\n11 &#8211; Mantenha o timbre fechado do o no plural dessas palavras: &#8216;almo\u00e7os&#8217;, &#8216;bolsos&#8217;, &#8216;estojos&#8217;, &#8216;esposos&#8217;, &#8216;sogros&#8217;, &#8216;polvos&#8217;, etc.<br \/>\n12 &#8211; O certo \u00e9 &#8216;alto-falante&#8217;, e n\u00e3o auto-falante.<br \/>\n13 &#8211; O certo \u00e9 &#8216;alugam-se casas&#8217;, e n\u00e3o aluga-se casas. Mas devemos dizer precisa-se de empregados, trata-se de problemas. Observe a presen\u00e7a da preposi\u00e7\u00e3o (de) ap\u00f3s o verbo. \u00c9 a dica pra n\u00e3o errar.<br \/>\n14 &#8211; Depois de ditongo, geralmente se emprega x. Veja: &#8216;afrouxar&#8217;, &#8216;encaixe&#8217;, &#8216;feixe&#8217;, &#8216;baixa&#8217;, &#8216;faixa&#8217;, &#8216;frouxo&#8217;, &#8216;rouxinol&#8217;, &#8216;trouxa&#8217;, &#8216;peixe&#8217;, etc.<br \/>\n15 &#8211; Anci\u00e3o tem tr\u00eas plurais: &#8216;anci\u00e3os&#8217;, &#8216;anci\u00e3es&#8217;, &#8216;anci\u00f5es&#8217;.<br \/>\n16 &#8211; S\u00f3 use ao &#8216;inv\u00e9s de&#8217; para significar &#8216;ao contr\u00e1rio de&#8217;, ou seja, &#8216;com id\u00e9ia de oposi\u00e7\u00e3o&#8217;. Veja: Ela gosta de usar preto ao inv\u00e9s de branco. Ao inv\u00e9s de chorar, ela sorriu. Em vez de quer dizer em lugar de. N\u00e3o tem necessariamente a id\u00e9ia de oposi\u00e7\u00e3o. Veja: Em vez de estudar, ela foi brincar com as colegas. (Estudar n\u00e3o \u00e9 ant\u00f4nimo de brincar).<br \/>\n17 &#8211; Ainda se v\u00ea e se ouve muito aterrisar em lugar de aterrissar, com dois s. &#8216;Escreva sempre com o s dobrado&#8217;.<br \/>\n18 &#8211; &#8216;N\u00e3o existe pre\u00e7o barato ou pre\u00e7o caro&#8217;. S\u00f3 existe pre\u00e7o alto ou baixo. &#8216;O produto, sim, \u00e9 que pode ser caro ou barato&#8217;. Veja: Esse televisor \u00e9 muito caro. O pre\u00e7o desse televisor \u00e9 alto.<br \/>\n19 &#8211; Ainda se v\u00ea muito, principalmente na entrada das cidades, a express\u00e3o bem vindo (sem h\u00edfen) e at\u00e9 benvindo. As duas est\u00e3o erradas. Deve-se escrever &#8216;bem-vindo&#8217;, sempre com h\u00edfen.<br \/>\n20 &#8211; Aten\u00e7\u00e3o: &#8216;nunca empregue h\u00edfen depois de bi, tri, tetra, penta, hexa, etc&#8217;. O nome fica sempre coladinho. O Sport se tornou tetracampe\u00e3o no ano 2000. O N\u00e1utico foi hexacampe\u00e3o em 1968. O Brasil foi bicampe\u00e3o em 1962.<br \/>\n21 &#8211; Veja bem: &#8216;uma revista bimensal \u00e9 publicada duas vezes ao m\u00eas&#8217;, ou seja, &#8216;de 15 em 15 dias&#8217;. &#8216;A revista bimestral s\u00f3 sai nas bancas de dois em dois meses&#8217;. Percebeu a diferen\u00e7a?<br \/>\n22 &#8211; Hoje, tanto se diz &#8216;bo\u00eamia&#8217; como &#8216;boemia&#8217;. Nelson Gon\u00e7alves consagrou a segunda, com a tonacidade no mia.<br \/>\n23 &#8211; Cuidado: &#8216;Eu caibo&#8217; dentro daquela caixa. A primeira pessoa do presente do indicativo assim se escreve porque o verbo \u00e9 irregular.<br \/>\n24 &#8211; Preste aten\u00e7\u00e3o: &#8216;o senador Luiz Est\u00eav\u00e3o foi cassado&#8217;. Mas &#8216;o le\u00e3o foi ca\u00e7ado&#8217; e nunca foi achado. Portanto, &#8216;cassar&#8217; (com dois s) quer dizer tornar nulo, sem efeito.<br \/>\n25 &#8211; Existem palavras que &#8216;s\u00f3 devem ser empregadas no plural&#8217;. Veja: os \u00f3culos, as n\u00fapcias, as olheiras, os parab\u00e9ns, os p\u00easames, as prim\u00edcias, os v\u00edveres, os afazeres, os anais, os arredores, os escombros, as fezes, as hemorr\u00f3idas, etc.<br \/>\n26 &#8211; Pouca gente tem coragem de usar, mas o plural de car\u00e1ter \u00e9 &#8216;caracteres&#8217;. Ent\u00e3o, Carlos pode ser um bom-car\u00e1ter, mas os dois irm\u00e3os dele s\u00e3o dois maus-caracteres.<br \/>\n27 &#8211; &#8216;Cart\u00e3o de cr\u00e9dito e cart\u00e3o de visita n\u00e3o pedem h\u00edfen&#8217;. &#8216;J\u00e1 cart\u00e3o-postal exige o tracinho&#8217;.<br \/>\n28 &#8211; &#8216;Catequese se escreve com s&#8217;, mas &#8216;catequizar \u00e9 com z&#8217;. Esse portugu\u00eas&#8230;<br \/>\n29 &#8211; O exemplo acima foge de uma regrinha que diz o seguinte: os verbos derivados de palavras primitivas grafadas com s formam-se com o acr\u00e9scimo do sufixo -ar: an\u00e1lise-analisar, pesquisa-pesquisar, aviso-avisar, paralisia-paralisar, etc.<br \/>\n30 &#8211; &#8216;Censo \u00e9 de recenseamento&#8217;; &#8216;senso refere-se a ju\u00edzo&#8217;. Veja: O censo deste ano deve ser feito com senso cr\u00edtico.<br \/>\n31 &#8211; &#8216;Voc\u00ea n\u00e3o bebe a champanhe. Bebe o champanhe&#8217;. \u00c9, portanto, palavra masculina.<br \/>\n32 &#8211; &#8216;Cidad\u00e3o s\u00f3 tem um plural: cidad\u00e3os&#8217;.<br \/>\n 33 &#8211; Cincoenta n\u00e3o existe. &#8216;Escreva sempre cinquenta&#8217;.<br \/>\n34 &#8211; Ainda tem gente que erra quando vai falar gratuito e d\u00e1 tonicidade ao i, como de fosse gratu\u00edto. &#8216;O certo \u00e9 gratuito&#8217;, da mesma forma que pronunciamos intuito, circuito, fortuito, etc.<br \/>\n35 &#8211; E ainda tem gente que teima em dizer r\u00fabrica, em vez de rubrica, com a s\u00edlaba bri mais forte que as outras. &#8216;Escreva e diga sempre rubrica&#8217;.<br \/>\n36 &#8211; &#8216;Ningu\u00e9m diz eu coloro esse desenho&#8217;. D\u00f3i no ouvido. Portanto, o verbo colorir \u00e9 defectivo (defeituoso) e n\u00e3o aceita a conjuga\u00e7\u00e3o da primeira pessoa do singular do presente do indicativo. &#8216;A mesma coisa \u00e9 o verbo abolir&#8217;. Ningu\u00e9m \u00e9 doido de dizer eu abulo. Pra dar um jeitinho, diga: Eu vou colorir esse desenho. Eu vou abolir esse preconceito.<br \/>\n37 &#8211; &#8216;Outro verbo danado \u00e9 computar&#8217;. N\u00e3o podemos conjugar as tr\u00eas primeiras pessoas: eu computo, tu computas, ele computa. A gente vai entender outra coisa, n\u00e3o \u00e9 mesmo? Ent\u00e3o, para evitar esses palavr\u00f5es, decidiu-se pela proibi\u00e7\u00e3o da conjuga\u00e7\u00e3o nessas pessoas. Mas se conjugam as outras tr\u00eas do plural: computamos, computais, computam.<br \/>\n38 &#8211; Outra vez aten\u00e7\u00e3o: os verbos terminados em -uar fazem a segunda e a terceira pessoa do singular do presente do indicativo e a terceira pessoa do imperativo afirmativo em -e e n\u00e3o em -i. Observe: Eu quero que ele continue assim. Efetue essas contas, por favor. Menino, continue onde estava.<br \/>\n 39 &#8211; A prop\u00f3sito do item anterior, devemos lembrar que os verbos terminados em -uir devem ser escritos naqueles tempos com -i, e n\u00e3o -e. Veja: Ele possui muitos bens. Ela me inclui entre seus amigos de confian\u00e7a. Isso influi bastante nas minhas decis\u00f5es. Aquilo n\u00e3o contribui em nada com o progresso.<br \/>\n40 &#8211; &#8216;Coser significa costurar&#8217;. &#8216;Cozer significa cozinhar&#8217;.<br \/>\n41 &#8211; &#8216;O correto \u00e9 dizer deputado por S\u00e3o Paulo&#8217;, &#8216;senador por Pernambuco&#8217;, e n\u00e3o deputado de S\u00e3o Paulo e senador de Pernambuco.<br \/>\n42 &#8211; &#8216;Descriminar&#8217; \u00e9 absolver de crime, inocentar. &#8216;Discriminar&#8217; \u00e9 distinguir, separar. Ent\u00e3o dizemos: Alguns pol\u00edticos querem descriminar o aborto. N\u00e3o devemos discriminar os pobres.<br \/>\n43 &#8211; &#8216;Dia a dia (sem h\u00edfen) \u00e9 uma express\u00e3o adverbial que quer dizer todos os dias, dia ap\u00f3s dia&#8217;. Por exemplo: Dia a dia minha saudade vai crescendo. Enquanto que &#8216;dia-a-dia (com h\u00edfen) \u00e9 um substantivo que significa cotidiano&#8217; e admite o artigo: O dia-a-dia dessa gente rica deve ser um t\u00e9dio.<br \/>\n44 &#8211; &#8216;A pron\u00fancia certa \u00e9 disenteria&#8217;, e n\u00e3o desinteria.<br \/>\n45 &#8211; A palavra &#8216;d\u00f3 (pena) \u00e9 masculina&#8217;. Portanto, &#8216;Sentimos muito d\u00f3 daquela mo\u00e7a&#8217;.<br \/>\n46 &#8211; &#8216;Nas express\u00f5es \u00e9 muito, \u00e9 pouco, \u00e9 suficiente, o verbo ser fica sempre no singular&#8217;, sobretudo quando denota quantidade, dist\u00e2ncia, peso. Ex: Dez quilos \u00e9 muito. Dez reais \u00e9 pouco. Dois gramas \u00e9 suficiente.<br \/>\n47 &#8211; &#8216;H\u00e1 duas formas de dizer&#8217;: \u00e9 proibido entrada, e \u00e9 proibida a entrada. Observe a presen\u00e7a do artigo a na segunda locu\u00e7\u00e3o.<br \/>\n48 &#8211; J\u00e1 se disse muitas vezes, mas vale repetir: &#8216;televis\u00e3o em cores&#8217;, e n\u00e3o a cores.<br \/>\n49 &#8211; Cuidado: &#8216;emergir \u00e9 vir \u00e0 tona&#8217;, vir \u00e0 superf\u00edcie. Por exemplo: O monstro emergiu do lago. Mas &#8216;imergir \u00e9 o contr\u00e1rio&#8217;: \u00e9 mergulhar, afundar. Veja o exemplo: O navio imergiu em alto-mar.<br \/>\n50 &#8211; A confus\u00e3o \u00e9 grande, mas &#8216;se admitem as tr\u00eas grafias&#8217;: &#8216;enfarte, enfarto e infarto&#8217;.<br \/>\n<strong>(Enviada por L\u00facio Cavadas) <\/strong><\/p>\n<p><strong>MULHER AO ESPELHO<\/strong><br \/>\n<em>Cec\u00edlia Meireles<\/em><\/p>\n<p>Hoje, que seja esta ou aquela,<br \/>\npouco me importa.<br \/>\nQuero apenas parecer bela,<br \/>\npois, seja qual for, estou morta.<\/p>\n<p>J\u00e1 fui loura, j\u00e1 fui morena,<br \/>\nj\u00e1 fui Margarida e Beatriz,<br \/>\nj\u00e1 fui Maria e Madalena.<br \/>\nS\u00f3 n\u00e3o pude ser como quis.<\/p>\n<p>Que mal fez essa cor fingida<br \/>\ndo meu cabelo, e do meu rosto,<br \/>\nse \u00e9 tudo tinta: o mundo, a vida,<br \/>\no contentamento, o desgosto?<\/p>\n<p>Por fora, serei como queira,<br \/>\na moda, que vai me matando.<br \/>\nQue me levem pele e caveira<br \/>\nao nada, n\u00e3o me importa quando.<\/p>\n<p>Mas quem viu, t\u00e3o dilacerados,<br \/>\nolhos, bra\u00e7os e sonhos seus,<br \/>\ne morreu pelos seus pecados,<br \/>\nfalar\u00e1 com Deus.<\/p>\n<p>Falar\u00e1, coberta de luzes,<br \/>\ndo alto penteado ao rubro artelho.<br \/>\nPorque uns expiram sobre cruzes,<br \/>\noutros, buscando-se no espelho. <\/p>\n<p><strong>PENSE NISSO<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Enquanto suspiramos por uma vida sem dificuldades, devemos nos lembrar que o carvalho cresce forte atrav\u00e9s de ventos contr\u00e1rios e que os diamantes s\u00e3o formados sob press\u00e3o.&#8221; <strong>(Peter Marshall)<\/strong><br \/>\n&#8220;Inspira\u00e7\u00e3o vem dos outros. Motiva\u00e7\u00e3o vem de dentro de n\u00f3s.&#8221; (Autor Desconhecido)<br \/>\n&#8220;Fa\u00e7amos da interrup\u00e7\u00e3o um caminho novo. Da queda um passo de dan\u00e7a, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro!&#8221; <strong>(Fernando Sabino)<\/strong><br \/>\n&#8220;As pessoas dizem frequentemente que a motiva\u00e7\u00e3o n\u00e3o dura. Bem, nem o banho, e \u00e9 por isso que ele \u00e9 recomendado diariamente.&#8221; <strong>(Zig Ziglar) <\/strong><\/p>\n<p><strong>A PIADA DA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>Um Promotor P\u00fablico vai a uma fazenda, em Frutal, estado de Minas Gerais e diz ao dono, um velho fazendeiro: &#8220;Preciso inspecionar sua fazenda por suspeita de enriquecimento il\u00edcito e den\u00fancia de possuir planta\u00e7\u00e3o de maconha!&#8221; O fazendeiro diz: &#8220;Ok, mas n\u00e3o vai naquele campo ali.&#8221; E aponta para uma certa \u00e1rea. O Promotor, puto da vida, diz indignado: &#8220;O senhor sabe que tenho o poder do governo e da pol\u00edcia comigo?&#8221;<br \/>\nEm seguida, tira do bolso um crach\u00e1, mostra ao fazendeiro e diz: &#8220;Este crach\u00e1 me d\u00e1 a autoridade de ir onde quero&#8230;.e entrar em qualquer propriedade. N\u00e3o preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Est\u00e1 claro? me fiz entender?<br \/>\nO fazendeiro todo educado pede desculpas, diz &#8220;sim senhor&#8221; e volta para o que estava fazendo.<br \/>\nPoucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e v\u00ea o Promotor correndo para salvar sua pr\u00f3pria vida, perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior e mais bravo touro da fazenda. A cada passo, o touro vai chegando mais perto da autoridade, que parece que ser\u00e1 chifrado antes de conseguir alcan\u00e7ar um lugar seguro e mostra-se apavorado e desesperado. O fazendeiro, mineirinho, larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as for\u00e7as de seus pulm\u00f5es: &#8220;Seu Crach\u00e1, mostra o seu CRACH\u00c1!!!!!!! <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DESPEDIDA DO TREMA COMO AGIR NO ELEVADOR EM PANE QUANDO A BOCA CALA&#8230; O CORPO FALA AULA DE PORTUGU\u00caS -Parte-I MULHER AO ESPELHO Cec\u00edlia Meireles PENSE NISSO A PIADA DA SEMANA<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[28],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/625"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=625"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/625\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":628,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/625\/revisions\/628"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=625"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=625"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=625"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}