{"id":63925,"date":"2013-04-26T08:25:05","date_gmt":"2013-04-26T11:25:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=63925"},"modified":"2013-04-26T08:25:05","modified_gmt":"2013-04-26T11:25:05","slug":"psicomundo-paz-pela-compreensao-31a-parte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2013\/04\/26\/psicomundo-paz-pela-compreensao-31a-parte\/","title":{"rendered":"PSICOMUNDO &#8211; PAZ PELA COMPREENS\u00c3O (31\u00aa PARTE)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Eduardo-Afonso-_-Livro_.jpg\" width=\"291\" height=\"284\" \/>O per\u00edodo inicial da exist\u00eancia humana \u00e9 o per\u00edodo decisivo em que se desenvolve uma pessoa. A socializa\u00e7\u00e3o que se inicia na inf\u00e2ncia prossegue na adolesc\u00eancia para a aquisi\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia moral. A delinqu\u00eancia n\u00e3o pode ser considerada uma categoria homog\u00eanea, nem um crit\u00e9rio exclusivo de defini\u00e7\u00e3o de causa da transgress\u00e3o da lei. A deprava\u00e7\u00e3o ultrapassa os limites da toler\u00e2ncia dos meios sociais em que, notadamente, fica claro a falta da educa\u00e7\u00e3o na sua necessidade irrestrita, elevando a integra\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para soergu\u00ea-la na paz interior das pessoas, trazendo a cria\u00e7\u00e3o de novo rumo da exist\u00eancia humana em que surja dentro de si o respeito, o bom senso e amor aos seus semelhantes.<\/p>\n<p>Muito preocupante e que se estende em indesej\u00e1veis propor\u00e7\u00f5es \u00e9 a efetiva\u00e7\u00e3o do Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente &#8211; ECA junto \u00e0s pol\u00edticas de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia sexual de crian\u00e7as e adolescentes. A pervers\u00e3o toma conta de todas as camadas sociais e os pais perderam suas reais condi\u00e7\u00f5es de \u201ceducar as crian\u00e7as para que n\u00e3o seja preciso punir os adultos\u201d. Lamentavelmente, olhando o lado do livre arb\u00edtrio, verificamos a exist\u00eancia de adultos manipuladores de menores, ambos soltos pelas ruas do nosso pa\u00eds, amparados pelas faltas rec\u00edprocas de duras penas.<\/p>\n<p>Sem fiscaliza\u00e7\u00e3o de forma ampla e irrestrita, em suas estranhas condutas, esses seres nocivos e indesej\u00e1veis \u00e0 nossa sociedade, corrompem essas v\u00edtimas vulner\u00e1veis, levando-as ao mundo do crime. Muito complicada a imensa dificuldade de cuidados de boa conduta como mensagem para os menores, diante de aus\u00eancias de orienta\u00e7\u00f5es atribu\u00eddas \u00e0s suas fam\u00edlias e ao Estado Brasileiro com tantas propagandas pol\u00edticas de governantes e pol\u00edticos preconizando que a nossa Na\u00e7\u00e3o. Os desaparecimentos da confian\u00e7a e da afetividade m\u00fatua sumiram das pessoas que geram seres humanos, destruindo a capacidade necess\u00e1ria para a edifica\u00e7\u00e3o dos bons princ\u00edpios.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Verificando o Estatuto da Crian\u00e7a e do Adolescente, nos seus pontos que seguem \u2013 \u201cArt. 2\u00ba. Considera-se crian\u00e7a, para os efeitos desta Lei, a pessoa at\u00e9 doze anos de idade incompletos, e adolescentes aquela entre doze e dezoito anos de idade [3]. Art. 3\u00ba. A crian\u00e7a e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes \u00e0 pessoa humana [5], sem preju\u00edzo da prote\u00e7\u00e3o integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros, meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento f\u00edsico, mental, moral, espiritual e social, em condi\u00e7\u00f5es de liberdade e de dignidade [6]. Art. 4\u00ba. \u00c9 dever da fam\u00edlia, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder P\u00fablico [7] assegurar, com absoluta prioridade [8], a efetiva\u00e7\u00e3o dos direitos referentes \u00e0 vida, \u00e0 sa\u00fade, \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, ao esporte, ao lazer, \u00e0 profissionaliza\u00e7\u00e3o, \u00e0 cultura, \u00e0 dignidade, ao respeito, \u00e0 liberdade e \u00e0 conviv\u00eancia familiar e comunit\u00e1ria [9]\u201d.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o a cerca dos direitos da crian\u00e7a e do adolescente em nosso pa\u00eds, toma relev\u00e2ncia com a articula\u00e7\u00e3o da sociedade civil, e segundo se verifica a sua atua\u00e7\u00e3o, teve suas expectativas nos movimentos sociais na d\u00e9cada de 80, com o surgimento do Conselho Nacional dos Direitos da Crian\u00e7a e do Adolescente \u2013 CONANDA. Analisando os acontecimentos da quest\u00e3o da viol\u00eancia infanto-juvenil na agenda de problemas p\u00fablicos, principalmente, preconizados pela Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, pela Conven\u00e7\u00e3o Internacional de Direitos Humanos (1989) e pelo Estatuto da Crian\u00e7a e Adolescente (ECA &#8211; Lei 8069\/90). Os adolescentes precisam de uma fonte de inspira\u00e7\u00f5es para se tornarem livres de depend\u00eancias dos adultos inconsequentes que frequentemente os procuram utiliz\u00e1-los para caminhos de for\u00e7as nas praticas de a\u00e7\u00f5es criminosas.<\/p>\n<p>H\u00e1 quem diga que o menor infrator \u00e9 o fruto de uma sociedade desajustada! Quem \u00e9 afinal o menor infrator? N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil de imaginar que s\u00e3o crian\u00e7as que tiveram sua inf\u00e2ncia destru\u00edda pelas drogas, tr\u00e1fico, armas, assaltos com latroc\u00ednios e furtos, homic\u00eddios, e outros crimes previstos no C\u00f3digo Penal, t\u00e3o carente de reformas, dando margem ao exterm\u00ednio da impunidade que deve ser banida do s\u00e9rio ju\u00edzo da incontest\u00e1vel raz\u00e3o da Justi\u00e7a!!<\/p>\n<p>A pedofilia aliada com a indignidade dos adultos sexualmente pervertidos, quem sabe, pode tamb\u00e9m ter sido uma a\u00e7\u00e3o deprimente de falsas trocas de valores imorais, nesse amarfanhado de indelicados acontecimentos, causando s\u00e9rios preju\u00edzos sociais. O respeito da pessoa humana como fonte de energia para a \u00e9tica e a dignidade a servi\u00e7o da honra, devem ser duramente defendidos em benef\u00edcios das popula\u00e7\u00f5es do mundo inteiro.<\/p>\n<p>Proteger menor infrator \u00e9 proteger bandidos! Os cuidados do legislador deveriam estar em proteger o cidad\u00e3o de bem em geral e o menor n\u00e3o infrator em especial. Nos pa\u00edses desenvolvidos pesquisados, como Inglaterra, Estados Unidos, Su\u00e9cia, Noruega, Fran\u00e7a, Holanda, e muitos outros, o tratamento de dado ao menor infrator n\u00e3o tem nada a ver com o que se faz aqui no Brasil. E, hoje s\u00e3o comuns as crian\u00e7as se tornarem v\u00edtimas dos adultos nas pr\u00e1ticas de atos conden\u00e1veis, de consequ\u00eancias desagraveis para si a sociedade em que vivemos. Tem muitos adultos no Brasil que s\u00e3o ex\u00edmios indutores de forma\u00e7\u00f5es de modelados crimes, projetando suas artes malignas, com projetos bem executados por menores que se tornaram agentes de inusitadas trag\u00e9dias humanas.<\/p>\n<p>O que \u00e9 verificado no mundo atual \u00e9 perpetua\u00e7\u00e3o dos maus tratos, o abuso, a explora\u00e7\u00e3o do trabalho infantil, as ado\u00e7\u00f5es irregulares, o abandono com profunda falta de prote\u00e7\u00e3o que tragam orienta\u00e7\u00f5es sobre os ditames da vida em sociedade, os desaparecimentos, a famigerada fome, o exterm\u00ednio, a tortura e as inconsequentes pris\u00f5es arbitr\u00e1rias s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es em que vivem marcadas por nossas crian\u00e7as. Muito f\u00e1cil punir e condenar, por\u00e9m, dif\u00edcil orientar a trazer novas estruturas em que crian\u00e7as possam se transformar em homens dignos e decentes!<\/p>\n<p>Eduardo Afonso &#8211; (73) 8844-9147 &#8211; (73) 9154-6888 &#8211; Ilh\u00e9us-Bahia<\/p>\n<p>Pata ler a <strong> 30\u00aa  PARTE<\/strong> clique <a href = \"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2013\/04\/18\/psicomundo-paz-pela-compreensao-30a-parte\/\" target = \"_news\"><b>AQUI.<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O per\u00edodo inicial da exist\u00eancia humana \u00e9 o per\u00edodo decisivo em que se desenvolve uma pessoa. A socializa\u00e7\u00e3o que se inicia na inf\u00e2ncia prossegue na adolesc\u00eancia para a aquisi\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia moral. A delinqu\u00eancia n\u00e3o pode ser considerada uma categoria homog\u00eanea, nem um crit\u00e9rio exclusivo de defini\u00e7\u00e3o de causa da transgress\u00e3o da lei. 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