{"id":6636,"date":"2011-01-15T15:26:15","date_gmt":"2011-01-15T18:26:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=6636"},"modified":"2011-01-15T19:41:41","modified_gmt":"2011-01-15T22:41:41","slug":"quebrando-uma-jura-desculpe-me","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2011\/01\/15\/quebrando-uma-jura-desculpe-me\/","title":{"rendered":"QUEBRANDO UMA JURA. DESCULPE-ME!"},"content":{"rendered":"<p>Brimo Rabat. Assalamoalaykom!<br \/>\nMarab\u00e0h masah el-kayr. Bismillah.<\/p>\n<p><em>Havia me prometido n\u00e3o mais incomoda-lo com e-mail e\/ou mensagens outras que pudessem se constituir em estorvo \u00e0 sua paz e merecida tranquilidade.<br \/>\nFugi \u00e0 promessa por entender que o conte\u00fado desta n\u00e3o transporte nada alem do usual e costumeiro mister do jornalismo, da literatura contempor\u00e2nea, do exerc\u00edcio da an\u00e1lise cr\u00edtica e da terapia do escrever por escrever confessionalmente; nunca arvorando representatividade, bandeiras, ideologias, etc&#8230; Apenas amor.<\/p>\n<p>Ha aproximadamente duas semanas recebi um e-mail dum conhecido e ne\u00f3fito blogueiro, talvez caronista, &#8220;convocando-me&#8221;(?) a subscrever um abaixo-assinado para dar andamento a uma poss\u00edvel a\u00e7\u00e3o popular, suponho, para o encaminhamento dum pedido de ipeachman do Prefeito Newton. Uma id\u00e9ia para mim cagada em profusa<br \/>\ndiarr\u00e9ia.<\/p>\n<p>Com muito custo, pois tamb\u00e9m havia me prometido nunca mais falar sobre malas, duplicatas protestadas, ferros velhos, cornos, pens\u00e3o aliment\u00edcias, pol\u00edcia, pol\u00edticos, ladr\u00f5es, gente falsa, maus car\u00e1ter, tristezas, pesares, dor, etc.<\/p>\n<p>Fugi ao meu pr\u00f3prio fathwa condenat\u00f3rio e deitei a escrever sobre esse infausto e inusitado convite para anuir ao &#8220;ABAIXO ASSINADO&#8221;, t\u00e3o efetivo e prazeroso quanto o ato de fartar-me num lauto prato de merda ainda fumegando o vapor da cozinha, ou seria do cuzinho?<\/p>\n<p>Submeto os meus escritos \u00e0 sua inteligente e racional aprecia\u00e7\u00e3o sem nenhuma pretens\u00e3o de v\u00ea-los publicados, contudo sua opini\u00e3o sobre a mat\u00e9ria representa o bem maior que posso almejar, considerando o respeito, o conhecimento e a maturidade que te devoto com a sincera e declarada humildade. Aprecie com a modera\u00e7\u00e3o e condescend\u00eancia t\u00edpicas dum amigo. Obrigado.<\/em><\/p>\n<p>Fraterno e cordial abra\u00e7o.<br \/>\nMehmed<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p><strong>Saf\u00e1ri em Ilh\u00e9us para ca\u00e7a ao Prefeito: A an\u00e1lise do m\u00e9rito; o objeto e a critica na opini\u00e3o dum prolet\u00e1rio e iletrado cidad\u00e3o. Um Z\u00e9 do povo.<\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Corre pela cidade um edito convocat\u00f3rio na forma de abaixo-assinado a fim de reunir assinaturas para o encaminhamento do pedido de ipeachiman do prefeito Newton! Ora convenhamos: somos obrigados enquanto eleitores, a votar em quem quer que seja candidato haja vista, tenha o mesmo passado aprovado pelo crivo da Justi\u00e7a Eleitoral que os considerou aptos a ocuparem cargos eletivos. Agora o direito de \u201cdesvotar\u201d (desculpem-me o neologismo), de destituir, n\u00e3o se inclui entre as prerrogativas do eleitor; salvo, se por plebiscito popular legalmente institu\u00eddo por Assembl\u00e9ia Constituinte. <\/p>\n<p>Tenho respeito e admira\u00e7\u00e3o pelo blogueiro que deu conte\u00fado a essa mat\u00e9ria, entretanto, o autor desta \u201cid\u00e9ia\u201d me pareceu um tanto influenciado por fatores emocionais outros, que obnubilaram a sua coer\u00eancia e racionalidade. Explico: Tirar o prefeito Newton do cargo pra botar quem em seu lugar? N\u00e3o vejo ningu\u00e9m confi\u00e1vel e \u00e0 altura para ocupar sua vac\u00e2ncia, caso essa sandice se fizesse conclusa. Isso faz lembrar a minha criloira Edimunda: Ela adora esse neg\u00f3cio de bota, tira; bota, tira; de enfia, desenfia; enfia desenfia; ela tem l\u00e1 suas raz\u00f5es estritamente pessoais; agora quanto a generalizarmos essa \u201cdan\u00e7a do Tudo Enfiado\u201d diga-se, que deu errado para a \u201cprofessorinha lasciva\u201d e, repass\u00e1-la para o campo pol\u00edtico-eleitoral; \u00e9 uma sandice absurda; um haraquiri coletivo, uma descorna invertida.<\/p>\n<p>Raz\u00f5es percept\u00edveis existem no clamor popular que grita a plenos pulm\u00f5es pelo incremento urgente de mudan\u00e7as estruturais e pol\u00edtico-administrativas profundas por parte do nosso Prefeito flex. Digo \u201cflex\u201d com boas e justificadas raz\u00f5es. \u2013 n\u00f3s os citadinos, conhecemos dois prefeitos &#8220;Newtons&#8221; em duas eras distintas -. Um vice-prefeito Newton assumindo a vac\u00e2ncia do prefeito cassado, Valderico. E outro prefeito Newton, eleito com quase de 60% dos votos, numa n\u00edtida demonstra\u00e7\u00e3o de semi-aclama\u00e7\u00e3o por m\u00e9ritos de confian\u00e7a, capacidade e honradez presumidos pelo povo. Eu tamb\u00e9m votei com ele; n\u00e3o nego.<\/p>\n<p>Agora comparando os elementos discrepantes, as inconsist\u00eancias e o marketing utilizado quando ainda incidiam sobre n\u00f3s os efeitos delet\u00e9rios de baixa auto-estima p\u00f3s-traum\u00e1tica resultante dos respingos c\u00e1usticos do governo cassado que se abateu sobre o povo; conclu\u00edmos que foi simplesmente uma grande demonstra\u00e7\u00e3o de oportunismo pol\u00edtico. Vimos tardiamente que erramos duas vezes seguidas, por mal\u00e9vola indu\u00e7\u00e3o e merchandising enganoso.<\/p>\n<p>Do primeiro mandato, ascendendo de vice para o \u00e1pice de primeiro mandat\u00e1rio do munic\u00edpio, ainda no \u201cmodelo original\u201d b\u00e1sico; pudemos conhecer um prefeito criterioso; que tateava cuidadoso entre as contas remanescentes do ex-prefeito, enquanto economizava centavos do er\u00e1rio p\u00fablico; quando negava di\u00e1rias de R$120,00 ou as reduzia por pernoites em \u00f4nibus noturnos para viagens dos servidores de 1\u00ba e 2\u00ba escal\u00f5es que, se n\u00e3o bem explicadas e justificadas por necessidades inadi\u00e1veis para as tratativas de assuntos priorit\u00e1rios do munic\u00edpio com o Governo Estadual em Salvador, seriam solenemente negadas na integralidade. Que chegava ao Pal\u00e1cio \u00e0s sete da manh\u00e3 e sa\u00eda regularmente \u00e0s 19:30 hs ou 20:00 hs, exausto para ainda cumprir o ritual dos \u201cbeija-p\u00e9s\u201d \u00e0 porta do Pal\u00e1cio; que visitava os pontos cr\u00edticos da cidade, carentes da interfer\u00eancia e a\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina municipal; que discutia exaustivamente nas reuni\u00f5es semanais do secretariado todas as a\u00e7\u00f5es poss\u00edveis em prol da cidade, embora sabendo da inexist\u00eancia de recursos em caixa para execut\u00e1-las; que administrou sem dinheiro e, do pouco que o munic\u00edpio arrecadava, aplicava criteriosamente cada centavo com a devida auditagem nas presta\u00e7\u00f5es de contas; que era acess\u00edvel, cordial e receptivo \u00e0s boas id\u00e9ias e sugest\u00f5es de seus assessores mais pr\u00f3ximos \u00e0 \u00e9poca. Quando determinava a\u00e7\u00f5es e acompanhava par e passo o processo de execu\u00e7\u00e3o. Quando n\u00e3o admitia a livre Gest\u00e3o Participativa desassistida e desacompanhada das vistas e an\u00e1lise cr\u00edtica do gestor.  <\/p>\n<p>De grandes obras do mandato-tamp\u00e3o, lembro-me nitidamente dos meios-fios do centro da cidade pintados a cal e do quebra-pau para colocar a duras penas, a cancela eletr\u00f4nica cedida pela SUDIC e construir as guaritas, naquele furdun\u00e7o quando queriam fechar o nosso aeroporto; e mais nada que recorde a minha mem\u00f3ria recente.<\/p>\n<p>Do segundo e malfadado mandato em curso, j\u00e1 prefeito \u201cflex\u201d eleito, transmutado e experiente; nada de merit\u00f3rio me vem \u00e0 mem\u00f3ria, sen\u00e3o a decep\u00e7\u00e3o geral do povo causada pela in\u00e9rcia e in\u00e9pcia administrativa; pelo caos e abandono a que foi relegada a nossa cidade. Da tristeza que sentimos ao v\u00ea-la estiolar ag\u00f4nica na fila dos indigentes, dos carentes, dos exclu\u00eddos. Da Babel dos Secret\u00e1rios supostamente poderosos, cada um agindo e vociferando poderes irrecorr\u00edveis para si. De pict\u00f3rico, h\u00e1 pontuais esc\u00e2ndalos divulgados por blogs e sites sobre atua\u00e7\u00e3o de alguns secret\u00e1rios \u00e0 frente de setores cr\u00edticos para a municipalidade; de oitivas eloquentes eivadas de ret\u00f3rica e inconsist\u00eancias levadas no palco c\u00eanico da Casa do Povo com absoluta inocuidade, como j\u00e1 era esperado e, da tibieza das declara\u00e7\u00f5es p\u00fablicas em releases vazios, sem conte\u00fado convincente e\/ou muito menos elucidativo.<\/p>\n<p>Da pomposa Reforma Pol\u00edtico-administrativa que inversamente encharcou ainda mais as folhas salariais onerando os debilitados or\u00e7amentos e finan\u00e7as do munic\u00edpio; E da Pra\u00e7a da Disc\u00f3rdia, cen\u00e1rio do assassinato arb\u00f3reo dos f\u00edcus japoneses para dar lugar requintado projeto urbano-paisag\u00edstico em execu\u00e7\u00e3o, seguindo alinha romana das Termas de Car\u00e1cala. Uma babel onde Venus de Milo desfila entre tabuleiros de umbus, bangu\u00eas de DVDs piratas e carrinhos de m\u00e3o modelos varanasianos (1) onde assam enfuma\u00e7ados churrasquinhos de \u201cn\u00e3o-sei-o-que\u201d a um Real o espeto. Coisa de primeiro mundo. \u201cN\u00f3s estamos lascados, mas como agulh\u00f5es, nunca perdemos a linha. N\u00f3s somos chiques e refinados!\u201d Fala s\u00e9rio oh!<\/p>\n<p>Um prefeito dividido em dois mandatos incondizentes, merc\u00ea do antagonismo entre duas personalidades distintas desacordadas. Contudo, n\u00e3o se pode atribuir ao Prefeito nenhuma censura por dem\u00e9rito moral, mazela e\/ou desvio de conduta frente ao exerc\u00edcio do seu mandato. O burburinho maledicente que ouvimos em off de alguns cidad\u00e3os, n\u00e3o passam de ila\u00e7\u00f5es maldosas merc\u00ea do ressentimento nutrido pelo desencanto e pachorra deixados a d\u00e9bito pela atual gest\u00e3o, bem como pelo perfil arrogante do staff do primeiro escal\u00e3o que se arroga plenipotenci\u00e1rio. <\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 incomum que algumas pessoas quando contrariadas em suas vontades e pretens\u00f5es tornem-se vulner\u00e1veis, logo, nessa labilidade, suscept\u00edveis \u00e0 perda das no\u00e7\u00f5es racionais de car\u00e1ter \u00e9tico. Com isso, tornam-se capazes se, impossibilitadas duma ofensiva concreta em agravo ao desafeto, urdirem ofensivamente as mais abjetas inf\u00e2mias ao comportamento \u00e9tico e moral de outrem como forma de agress\u00e3o; e de dissemin\u00e1-las como supostas verdades no seio duma comunidade, n\u00e3o bastasse a interesseira e oportunista imprensa marrom e seus conhecidos achaques promocionais ou infamantes.<\/p>\n<p>Se o prefeito est\u00e1 rico ou ficou mais rico que antes; se est\u00e1 pobre n\u00e3o ou ficou mais pobre em raz\u00e3o do exerc\u00edcio do cargo; por \u00e9tica, n\u00e3o nos cabe a discuss\u00e3o do m\u00e9rito ou do fact\u00f3ide, porquanto nos faltam os elementos probat\u00f3rios para sustentar tais afirmativas. Al\u00e9m do que essa an\u00e1lise \u00e9 indevida porquanto invade aspectos exclusivos da pessoalidade. Sou um cidad\u00e3o a \u00e9tica; sempre.  <\/p>\n<p>Se os secret\u00e1rios avan\u00e7aram e\/ou malversaram verbas do er\u00e1rio p\u00fablico, cabe ao TCM e\/ou ao Minist\u00e9rio P\u00fablico investig\u00e1-los e a luz da justi\u00e7a. Deixemos para as comadres \u00e0 beira do tanque da lavanderia p\u00fablica o urdir da fuxicaria tendo por inspira\u00e7\u00e3o os fatos corriqueiros dos seus tediosos dia-a-dia da laborativa cotidiana dom\u00e9stica.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o estou satisfeito com os governos Newton. Nem com o primeiro e, muito menos com o segundo mandato em andamento. Quem est\u00e1? Esper\u00e1vamos muito e nada tivemos. Contudo, entendo como racional e condizente, n\u00e3o assinar esse abaixo-assinado. N\u00e3o vale \u00e1 pena avaliarmos negativamente a imagem p\u00fablica do prefeito, posto que o advent\u00edcio \u201cAbaixo Assinado\u201d, essa aberra\u00e7\u00e3o anacr\u00f4nica, se mostra como a \u00fanica a\u00e7\u00e3o resultante deste \u201cPedido de Ipeachmen\u201d ora publicamente formulado. N\u00f3s e Newton sabemos com quais cores o est\u00e3o desenhando pela cidade afora. \u00c9 p\u00fablico, not\u00f3rio e condizente. Cada a\u00e7\u00e3o corresponde uma rea\u00e7\u00e3o. Os pressupostos da d\u00favida s\u00e3o os elementos geradores dos atenuantes. A relatividade \u00e9 um dos elementos que desconstr\u00f3i a imutabilidade conceitual. Lembre-se que antigamente homens e mulheres eram enquadrados em Atentado Violento ao Pudor pelo simples fato de se beijarem em p\u00fablico. Hoje se beijam homens com homens, mulheres com mulheres e ate homens com mulheres numa heterogenia andr\u00f3gina consensual condescendentemente assistida, sem traumas ou recalques. Quem sabe o amanh\u00e3?<\/p>\n<p>Ainda ontem, ao conversar com um bom amigo, desses de natureza cr\u00e9dula e boa \u00edndole, tive a oportunidade de escutar a seguinte observa\u00e7\u00e3o: _ \u201c&#8230; Coitado do prefeito! Est\u00e3o fazendo tudo calado \u00e0s costas dele. Ele n\u00e3o sabe de nada do que est\u00e1 acontecendo&#8230;\u201d<\/p>\n<p>Ao que anuente; concordei: _ Voc\u00ea est\u00e1 cert\u00edssimo! Acho que ele tem uma costa muito \u201cGhandi\u201d, por isso est\u00e3o aproveitando para poucas e boas.<\/p>\n<p>Prefiro abrir a minha Caderneta de Fiados e titular uma das p\u00e1ginas em nome do Prefeito Newton. Abro-lhe um \u00faltimo e derradeiro cr\u00e9dito de dois anos, rezando para que Ilh\u00e9us sobreviva ate sua quita\u00e7\u00e3o, se ocorrer. Findo o prazo e, na omiss\u00e3o pela honra dos seus d\u00e9bitos, farei protest\u00e1-los juntamente \u00e0queles que lhe deram o cr\u00e9dito bem como o derradeiro voto.<\/p>\n<p><strong>Mehmed. <\/strong><\/p>\n<p>Varanasiano (1): feitos em Varanasi\/\u00cdndia \u00e0 beira do Bhrama Putra, local onde os corpos dos mortos s\u00e3o queimados e suas cinzas espargidas no rio Deus dos hindu\u00edstas. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brimo Rabat. Assalamoalaykom! Marab\u00e0h masah el-kayr. Bismillah. Havia me prometido n\u00e3o mais incomoda-lo com e-mail e\/ou mensagens outras que pudessem se constituir em estorvo \u00e0 sua paz e merecida tranquilidade. 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