{"id":7758,"date":"2011-01-30T09:49:52","date_gmt":"2011-01-30T12:49:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=7758"},"modified":"2011-01-30T09:49:52","modified_gmt":"2011-01-30T12:49:52","slug":"entrevista-mauricio-telles-novo-secretario-de-seguranca-fala-sobre-desafios-que-tem-pela-frente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2011\/01\/30\/entrevista-mauricio-telles-novo-secretario-de-seguranca-fala-sobre-desafios-que-tem-pela-frente\/","title":{"rendered":"Entrevista: Maur\u00edcio Telles, novo secret\u00e1rio de seguran\u00e7a, fala sobre desafios que tem pela frente"},"content":{"rendered":"<p><em><\/em><em>O secret\u00e1rio recebeu o diretor de reda\u00e7\u00e3o, Sergio Costa, e o editor-executivo Oscar Valporto, em seu gabinete. A seguir, trechos da entrevista concedida na sexta-feira<\/em><\/p>\n<p><div style=\"width: 210px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" alt=\"&quot;N\u00e3o temos tempo a perder&quot;, diz Telles (Foto: Arisson Marinho).\" src=\"http:\/\/www.correio24horas.com.br\/fileadmin\/user_upload\/tt_news\/pics\/sec_modo2.jpg\" title=\"&quot;N\u00e3o temos tempo a perder&quot;, diz Telles (Foto: Arisson Marinho).\" width=\"200\" height=\"255\" \/><p class=\"wp-caption-text\">&quot;N\u00e3o temos tempo a perder&quot;, diz Telles (Foto: Arisson Marinho).<\/p><\/div>\u00cdndice de homic\u00eddios na Bahia e, principalmente, em Salvador e sua Regi\u00e3o Metropolitana, \u00e9 muito alto; a capital baiana tem \u00e1reas controladas pelo narcotr\u00e1fico; a maior fac\u00e7\u00e3o do crime organizado de S\u00e3o Paulo tem ramifica\u00e7\u00f5es no estado e \u00e9 a principal fornecedora de drogas para os traficantes locais, inclusive de outras fac\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Autor deste diagn\u00f3stico assustador, o novo secret\u00e1rio da Seguran\u00e7a P\u00fablica,Maur\u00edcio Teles Barbosa, mostra que n\u00e3o tem medo de reconhecer o desafio que tem pela frente nem de assumir que vai precisar de ajuda de outras \u00e1reas e de outras esferas de Poder para reduzir os \u00edndices de criminalidade da Bahia. \u201cTemos que usar as experi\u00eancias que deram resultados em outros lugares e fazer as adapta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias \u00e0 realidade do nosso estado\u201d, afirma Teles, 34 anos, delegado da Pol\u00edcia Federal.<\/p>\n<p>Para enfrentar essa criminalidade com liga\u00e7\u00f5es paulistas, ele aposta no modelo carioca das ocupa\u00e7\u00f5es policiais de \u00e1reas de conflito com o tempero baiano garantido pelos seus quatro anos \u00e0 frente da Superintend\u00eancia de Intelig\u00eancia da SSP-BA. O secret\u00e1rio recebeu o diretor de reda\u00e7\u00e3o, Sergio Costa, e o editor-executivo Oscar Valporto, em seu gabinete. A seguir, trechos da entrevista concedida na sexta-feira.<\/p>\n<p><div id=\"attachment_7759\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/secretario1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-7759\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/secretario1-300x200.jpg\" alt=\"\" title=\"20110128AM\" width=\"300\" height=\"200\" class=\"size-medium wp-image-7759\" srcset=\"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/secretario1-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/secretario1.jpg 540w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-7759\" class=\"wp-caption-text\">O secret\u00e1rio recebeu o diretor de reda\u00e7\u00e3o e o editor-executivo em seu gabinete<\/p><\/div><br \/>\n<strong>O governador Jaques Wagner tem assumido a responsabilidade pela pol\u00edtica de seguran\u00e7a no Estado. Ele o nomeou secret\u00e1rio de Seguran\u00e7a para o segundo mandato, os pr\u00f3ximos quatro anos, a reta final para a Copa do Mundo. Isso n\u00e3o aumenta o peso de sua responsabilidade como executor desta pol\u00edtica?<\/strong><br \/>\nPelo contr\u00e1rio. Facilita. D\u00e1 respaldo. Ajuda a integrar todas as \u00e1reas para que a pol\u00edtica de seguran\u00e7a tenha mais recursos, contribui\u00e7\u00f5es de todas as \u00e1reas e seja bem- sucedida. O Pacto pela Vida (de redu\u00e7\u00e3o de homic\u00eddios) \u00e9 isso. Um programa de governo que integra o trabalho da Seguran\u00e7a com outras secretarias e a participa\u00e7\u00e3o da sociedade.<\/p>\n<p><strong>O crime na Bahia \u00e9 mesmo organizado?<\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>N\u00f3s temos quadrilhas organizadas que atuam hoje no tr\u00e1fico em Salvador e no interior do estado que compram suas drogas com traficantes de S\u00e3o Paulo. As rotas de entrada das drogas no pa\u00eds passam principalmente por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. S\u00e3o Paulo \u00e9 o entreposto. Uma fac\u00e7\u00e3o paulista controla a distribui\u00e7\u00e3o de drogas para o Nordeste.<\/p>\n<p><strong>O PCC?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o vou fazer propaganda de fac\u00e7\u00e3o criminosa nenhuma porque refor\u00e7a a identidade dessas fac\u00e7\u00f5es principalmente no interior do sistema prisional. A imprensa do Rio j\u00e1 entendeu essa din\u00e2mica e n\u00e3o cita mais os nomes das fac\u00e7\u00f5es. Isso incentiva a sua pr\u00e1tica e lhes d\u00e1 visibilidade.<\/p>\n<p><strong>Que fac\u00e7\u00f5es que mere\u00e7am esse nome existem na Bahia?<\/strong><br \/>\nTemos tr\u00eas grandes fac\u00e7\u00f5es em Salvador e na Bahia. Nossa preocupa\u00e7\u00e3o maior \u00e9 com a fac\u00e7\u00e3o paulista que tem um bra\u00e7o aqui e atua fortemente no fornecimento de drogas para as outras duas fac\u00e7\u00f5es. Em alguns locais, ela vende de forma direta. Em outros, abastece. \u00c9 uma l\u00f3gica empresarial que n\u00f3s temos que desestruturar no seu fluxo econ\u00f4mico. Al\u00e9m das pris\u00f5es e apreens\u00f5es, precisamos fazer o sequestro e bloqueio de bens e contas banc\u00e1rias. Cada quadrilha dessas fatura por dia, numa atividade m\u00ednima, R$ 100 mil. Se n\u00e3o cortarmos o fluxo financeiro, o trabalho n\u00e3o ter\u00e1 a efic\u00e1cia desejada.<\/p>\n<p><strong>Essa fac\u00e7\u00e3o paulista enxergou na Bahia oportunidade de expandir os neg\u00f3cios como faria uma grande empresa. \u00c9 isso?<\/strong><br \/>\nDepois de 2006, quando essa fac\u00e7\u00e3o levou p\u00e2nico a S\u00e3o Paulo com uma onda de ataques, ela preferiu adotar uma forma de a\u00e7\u00e3o muito mais oculta. A l\u00f3gica foi a de conseguir atuar na distribui\u00e7\u00e3o. Assim, eles chegam a atuar em outros pa\u00edses. O narcotr\u00e1fico cresceu muito nos \u00faltimos cinco anos e se expandiu nacionalmente.<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m de S\u00e3o Paulo e Bahia, onde mais essa fac\u00e7\u00e3o atua?<\/strong><br \/>\nPrincipalmente atrav\u00e9s dos pres\u00eddios de estados que fazem fronteira com outros pa\u00edses: Paran\u00e1, Mato Grosso do Sul. No Nordeste, em Recife e em Sergipe.<\/p>\n<p><strong>Como \u00e9 feita esta distribui\u00e7\u00e3o de drogas para c\u00e1?<\/strong><br \/>\nN\u00f3s j\u00e1 temos o diagn\u00f3stico das rotas de entrada, identificamos os maiores traficantes, suas liga\u00e7\u00f5es com S\u00e3o Paulo e onde eles atuam. As coisas come\u00e7am a se tornar mais claras para a gente. A quest\u00e3o \u00e9 como e quando agir. Tamb\u00e9m precisamos atuar no policiamento ostensivo para reprimir o tr\u00e1fico no varejo. Esta ser\u00e1 uma outra linha de atua\u00e7\u00e3o nestes quatro anos. Reduzir as disputas pelos pontos de venda de drogas que elevam os homic\u00eddios nestas regi\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>O senhor anunciou a ado\u00e7\u00e3o de um modelo que foi aplicado no Rio, o das ocupa\u00e7\u00f5es de \u00e1reas dominadas pelo tr\u00e1fico. O rem\u00e9dio \u00e9 o mesmo. D\u00e1 para fazer um paralelo da doen\u00e7a?<\/strong><br \/>\nO que ocorre no Rio \u00e9 um fen\u00f4meno praticamente mundial. Acontece principalmente nos pa\u00edses subdesenvolvidos. O dom\u00ednio da viol\u00eancia pelo tr\u00e1fico de drogas passa pela territorialidade. O M\u00e9xico vive isso. O programa de combate ao crime da Col\u00f4mbia e o que acontece no Rio partem de uma l\u00f3gica de mercado. N\u00f3s temos que tirar o territ\u00f3rio deste traficante porque \u00e9 nele que ele ganha dinheiro, finca suas bases e d\u00e1 uma cara \u00e0 sua fac\u00e7\u00e3o. O Rio partiu de uma l\u00f3gica que a Bahia tamb\u00e9m tem que adotar.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 igual. N\u00e3o h\u00e1 \u00e1reas aqui em que n\u00f3s n\u00e3o conseguimos entrar. N\u00f3s conseguimos. Mas quando entramos, isso ocorre de forma traum\u00e1tica. \u00c9 isso que a gente quer evitar. Quando o traficante reage a uma a\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia baiana, ele produz um problema para toda aquela comunidade e pessoas inocentes s\u00e3o atingidas. A situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica das duas cidades s\u00e3o parecidas. Temos que usar as experi\u00eancias que deram resultados em outros lugares e fazer as adapta\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias \u00e0 realidade do nosso estado. N\u00e3o d\u00e1 para perder tempo e ficar inventando, experimentando. A ronda nos bairros ser\u00e1 para as \u00e1reas menos cr\u00edticas e as Bases Comunit\u00e1rias de Seguran\u00e7a onde houver dom\u00ednio do tr\u00e1fico.<\/p>\n<p><strong>Antes do sucesso da UPP (Unidade de Pol\u00edcia Pacificadora) no Rio, a imagem da pol\u00edcia carioca estava muito desgastada. Aqui, ainda h\u00e1 um respeito maior pela figura do policial. Isso pode facilitar a implanta\u00e7\u00e3o das Bases Comunit\u00e1rias?<\/strong><br \/>\nA a\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia aqui \u00e9 mais eficaz no sentido de identificar e neutralizar as lideran\u00e7as que t\u00eam aparecido. Os \u00faltimos foram transferidos para Catanduvas ou foram mortos em confronto com a pol\u00edcia. Isso \u00e9 um diferencial. O grande traficante na Bahia, quando aparece, sofre a\u00e7\u00f5es muito en\u00e9rgicas e acabam isolados. Essa \u00e9 uma resposta que o tr\u00e1fico sente muito.<\/p>\n<p><strong>Qual o perfil do criminoso na Bahia? Quem e quantos s\u00e3o esses traficantes?<\/strong><br \/>\nAs quadrilhas de narcotr\u00e1fico atuam principalmente na venda de crack e o traficante que vende esta droga \u00e9 muito violento. Com as pris\u00f5es do primeiro e segundo escal\u00e3o do tr\u00e1fico, a disputa por espa\u00e7o dentro das fac\u00e7\u00f5es e por espa\u00e7o territorial tem aumentado bastante. Nossos \u00edndices de homic\u00eddios v\u00e3o diminuir quando atingirmos os traficantes do terceiro e quarto escal\u00e3o. O bandido que est\u00e1 nas ruas, que vende drogas no varejo. \u00c9 dif\u00edcil quantificar, porque al\u00e9m das quadrilhas organizadas, existe a figura do traficante independente, que tem seus pr\u00f3prios contatos em S\u00e3o Paulo e atua em alguns bairros.<\/p>\n<p><strong>E o pequeno traficante, aquele que vende crack nas ruas?<\/strong><br \/>\nNosso problema principal hoje \u00e9 o crack. Uma droga que permeou praticamente todos os munic\u00edpios no Brasil e tem um mercado consumidor (de) baixo (poder aquisitivo). Com dois, tr\u00eas reais se compra uma pedra de crack. Isso tamb\u00e9m tem a ver com o poderio b\u00e9lico das quadrilhas. Quanto menor o valor da droga, menor o poder dele de se estruturar e armar suas bases. \u00c9 uma droga que macula nossa sociedade e desagraga seus valores.<\/p>\n<p><strong>Crack n\u00e3o seria muito mais um problema de sa\u00fade p\u00fablica do que de pol\u00edcia?<\/strong><br \/>\n\u00c9 de sa\u00fade p\u00fablica e \u00e9 uma quest\u00e3o social. Quando se fala na libera\u00e7\u00e3o do uso das drogas, n\u00f3s temos que encarar n\u00e3o apenas a pr\u00e1tica da busca do prazer por quem utiliza as drogas. Mas sim todo o efeito social que isso gera. N\u00f3s temos que encarar o uso de subst\u00e2ncias entorpecentes como uma quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica, mas tamb\u00e9m saber se n\u00f3s teremos condi\u00e7\u00f5es de suportar e dar apoio a esses usu\u00e1rios. Porque o combate ao uso do crack passa pela recupera\u00e7\u00e3o desses usu\u00e1rios, que n\u00e3o encontram no poder p\u00fablico e nos meios privados, apoio para sair do v\u00edcio e acabam caindo na marginalidade.<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m do problema com o tr\u00e1fico, a Bahia sofre uma escalada de a\u00e7\u00f5es espetaculares de quadrilhas de ladr\u00f5es de banco que explodem ag\u00eancias, sequestram pessoas, tocam o terror na pequenas cidades. Com 417 munic\u00edpios, a percep\u00e7\u00e3o \u00e9 que h\u00e1 lugares desprotegidos e com a policia acuada. Qual ser\u00e1 sua pol\u00edtica para interior?<\/strong><br \/>\nA entrada da droga aumentou os \u00edndices de viol\u00eancia em cidades como Feira, Vit\u00f3ria da Conquista e Itabuna, e em locais tur\u00edsticos como Porto Seguro. A liga\u00e7\u00e3o entre o tr\u00e1fico e roubo a banco \u00e9 visceral. A maioria dos crimes no interior tem a participa\u00e7\u00e3o de gente de outros estados, principalmente de SP. Fala-se muito no Rio, mas nossa preocupa\u00e7\u00e3o principal \u00e9 com os criminosos de SP. O tr\u00e1fico de drogas paulista fornece armas e a mat\u00e9ria prima para que esses bandidos possam ir ao interior praticar o crime e voltar para suas cidades.<\/p>\n<p><strong>Em fun\u00e7\u00e3o da fragilidade de defesa destes munic\u00edpios&#8230;<\/strong><br \/>\nSim. A quest\u00e3o \u00e9 l\u00f3gica: n\u00f3s temos 417 munic\u00edpios. Somos uns dos maiores estados do Brasil. Nosso efetivo policial tem sido reposto, mas ainda n\u00e3o consegue atender a todos os munic\u00edpios. A quest\u00e3o do desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds se reflete tamb\u00e9m na vulnerabilidade de nossas ag\u00eancias. Tem certos lugares que uma agencia banc\u00e1ria centraliza o dinheiro de cinco, seis cidades e tem em caixa mais de um milh\u00e3o de reais. <\/p>\n<p>O enfrentamento ao roubo a banco passa pelo preparo na investiga\u00e7\u00e3o. Temos 120 novos policiais que foram formados agora pela Pol\u00edcia Militar que v\u00e3o servir em miss\u00f5es especiais. Um trabalho de intelig\u00eancia voltado para a troca de informa\u00e7\u00f5es com a Pol\u00edcia Federal,  Rodovi\u00e1ria e de outros estados \u00e9 fundamental. \u00c9 preciso saber quais s\u00e3o os principais assaltantes de banco, suas quadrilhas e \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o. Quem atua na Regi\u00e3o Oeste vem de Goi\u00e1s. No Norte, vem de Tocantins e Pernambuco. Eles n\u00e3o andam mais do que 400, 500 km pra praticar seu roubo.<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\nReda\u00e7\u00e3o <a href = \"http:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticias\/detalhes\/detalhes-2\/artigo\/entrevista-mauricio-telles-novo-secretario-de-seguranca-fala-sobre-desafios-que-tem-pela-frente\/\" target = \"_news\"><b>CORREIO DA BAHIA<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O secret\u00e1rio recebeu o diretor de reda\u00e7\u00e3o, Sergio Costa, e o editor-executivo Oscar Valporto, em seu gabinete. 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