{"id":78285,"date":"2014-01-27T20:33:10","date_gmt":"2014-01-27T23:33:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=78285"},"modified":"2014-01-27T21:12:49","modified_gmt":"2014-01-28T00:12:49","slug":"dinamitar-ou-dinamizar-a-ceplac-eis-a-questao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2014\/01\/27\/dinamitar-ou-dinamizar-a-ceplac-eis-a-questao\/","title":{"rendered":"DINAMITAR OU DINAMIZAR A CEPLAC? EIS A QUEST\u00c3O."},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><b>Luiz Ferreira da Silva<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>Pesquisar aposentado da CEPLAC, Ex-Diretor do CEPEC e da CEPLAC-Amaz\u00f4nia. <\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<div style=\"width: 343px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/Luiz-Ferreira-_-2012-ufrrj.jpg\" width=\"333\" height=\"250\" \/><p class=\"wp-caption-text\"><strong>Luiz Ferreira<\/strong><\/p><\/div>\n<p>Em fins de dezembro de 1962, rec\u00e9m-formado (UFRRJ\/Escola Nacional de Agronomia), fui at\u00e9 \u00e0 sede da CEPLAC, Avenida Presidente Vargas, RJ, saber detalhes da Organiza\u00e7\u00e3o, pois fora escolhido pelo Professor Marcelo Nunes Camargo (im) para se integrar a sua equipe de Pedologia (MAPA) que iria iniciar os estudos de solos na regi\u00e3o cacaueira, marco inicial das pesquisas do rec\u00e9m-criado CEPEC, contratado por aquela. Conversei um bom tempo com o Secret\u00e1rio-Geral, Carlos Brand\u00e3o, que me colocou uma s\u00e9rie de exig\u00eancias e dureza no trabalho, enfatizando por diversas vezes um tal \u201cesp\u00edrito de corpo\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei por que, preferi o desafio, mesmo com a passagem nas m\u00e3os enviada pela SUDENE que, inclusive, ficaria mais perto de casa, Macei\u00f3\/AL, minha origem.<\/p>\n<p>Cheguei \u00e0 regi\u00e3o no dia 22 de janeiro de 1963, com o furor da juventude, \u00e1vido em aprender e crescer na ci\u00eancia que escolhera, a do solo, conseguindo tal intento a expensas dos \u201cfrutos de ouro\u201d, a quem sou grato eternamente, aben\u00e7oado por esta ESCOLA-CEPLAC.<\/p>\n<p>E em pouco tempo, a Institui\u00e7\u00e3o se agigantou, abriu novos escrit\u00f3rios de extens\u00e3o, edificou o CEPEC, treinou seu pessoal e passou a prover a regi\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es e apoio, repercutindo as suas a\u00e7\u00f5es em produ\u00e7\u00e3o e produtividade para a lavoura, al\u00e9m das melhorias infraestruturais.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da disponibilidade e flexibilidade dos recursos, a CEPLAC contava com cabe\u00e7as pensantes, tanto vindas do Banco do Brasil, Organiza\u00e7\u00e3o que primava pela dec\u00eancia e \u00e9tica profissional, como os iniciantes na Casa e, sobretudo, a vinda do Dr Paulo Alvim, que estabeleceu a Doutrina da Excel\u00eancia Profissional, facultando treinamentos, viagens e congressos \u00e0queles com voca\u00e7\u00e3o para a Pesquisa.<\/p>\n<p>Dessa forma, a CEPLAC passou a ser um exemplo Institucional, que norteou a implanta\u00e7\u00e3o da EMBRAPA e at\u00e9 foi \u201ccarimbada\u201d em livro pelo IICA\/OEA.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Em 1976, veio o PROCACAU, marco da cacauicultura, tornando-a NACIONAL com os Polos Amaz\u00f4nicos. Houve certa pol\u00eamica dessa expans\u00e3o pelas terras de origem do Theobroma Cacau L) e at\u00e9 campanhas contr\u00e1rias foram feitas. No entanto, havia um argumento forte: \u201cn\u00e3o seria desej\u00e1vel se ter um cultivo centralizado numa determinada regi\u00e3o, pois qualquer turbul\u00eancia tornaria a economia \u201cespasm\u00f3dica\u201d e, num caso mais grave, comprometeria a atividade em termos de pa\u00eds\u201d. Tamb\u00e9m existia o interesse da pesquisa, at\u00e9 como salvaguarda da cacauicultura baiana, investindo em materiais gen\u00e9ticos no ber\u00e7o do cacau. Hoje, com o problema da vassoura-de-bruxa, a CEPLAC disp\u00f5e de um Banco de Germoplasma em Bel\u00e9m, com um dos mais importantes acervos gen\u00e9ticos de cacau do mundo; pesquisadores e extensionistas treinados e uma cacauicultura que deu certo, notadamente em Rond\u00f4nia e na Transamaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>Numa certa \u00e9poca, Governo Fernando Collor de Mello, dias sombrios pairaram sobre a nossa Organiza\u00e7\u00e3o, avalizados por iludidos cacauicultores, sobretudo residentes em Salvador;\u00a0 e maus funcion\u00e1rios. A meta burra era enxugar: profissionais de peso foram colocados em disponibilidade, como Frederico Afonso (im) e Jorge Vieira, t\u00e9cnicos do mais alto gabarito; e estabeleceu-se uma malfadada \u201cdemiss\u00e3o volunt\u00e1ria\u201d, acenando vantagens pecuni\u00e1rias.<\/p>\n<p>E quando chegou a vassoura-de-bruxa, a CEPLAC j\u00e1 n\u00e3o estava com aquela pujan\u00e7a anterior, bem como a regi\u00e3o se encontrava enfraquecida.<\/p>\n<p>Mas ela tem resistido e novos alentos surgem de vez em quando, como na gest\u00e3o do Dr Jay Wallace, filho da casa, amadurecido no \u201ccarbureto\u201d amaz\u00f4nico, seguindo os princ\u00edpios deixados pelo Grande Secret\u00e1rio-Geral, Jos\u00e9 Haroldo Castro Vieira (im).<\/p>\n<p>De vez em quando vem a onda de se entregar todo patrim\u00f4nio da CEPLAC \u00e0 EMBRAPA, com argumentos pr\u00f3prios daqueles que pouco raciocinam: o imediatismo e o individualismo.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso ter consci\u00eancia que o CEPEC n\u00e3o \u00e9 nenhum Centro de Produto como os dessa Empresa. Ele \u00e9 muito mais, como tentarei explicar na seguinte hip\u00f3tese. Suponhamos que um rico Chin\u00eas, assessorado por t\u00e9cnicos, deseja plantar uma determinada esp\u00e9cie (chamemos de Shiguiling) no Sudeste da Bahia. Re\u00fane-se com o t\u00e9cnicos do CEPEC, que nunca viram falar da tal planta, mas conhecem a \u00e1rea. O Ped\u00f3logo, conhecedor dos solos, com mapas e dados nas m\u00e3os, pergunta como s\u00e3o os solos l\u00e1 em Shangay e, \u00e0 medida que o Chin\u00eas vai descrevendo, o pesquisador vai identificando as caracter\u00edsticas e diz os locais apropriados para o empreendimento. Em seguida, o Climatologista solicita informa\u00e7\u00f5es concernentes e ent\u00e3o tamb\u00e9m aloca as \u00e1reas prop\u00edcias. O Edaf\u00f3logo com as informa\u00e7\u00f5es das exig\u00eancias nutricionais, tamb\u00e9m desenha uma f\u00f3rmula aproximada. O Fitopatologista e o Entomologista captam as informa\u00e7\u00f5es e definem as estrat\u00e9gias de a\u00e7\u00e3o para as doen\u00e7as e pragas informadas, pois sabem da intera\u00e7\u00e3o com as nuan\u00e7as biol\u00f3gicas dos nichos ecol\u00f3gicos. Mesma coisa o Economista e o Soci\u00f3logo, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e3o-de-obra, mercado, transporte, etc.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, tem-se um pacote para come\u00e7ar, numa \u201cOpini\u00e3o Correta\u201d, com alta capacidade de acertos. Um Centro s\u00f3 de produto (Mandioca ou de Soja ou de Caju, etc) n\u00e3o teria essa capacita\u00e7\u00e3o de conjuminar recursos com produtos. H\u00e1 outras caracter\u00edsticas que ainda tornam a nossa CEPLAC em \u201csui generis\u201d e, portanto, merecedora de investimentos em todos os sentidos e eternizada.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, n\u00e3o se tem dado o merecido m\u00e9rito aos nossos trabalhos, a exemplo do caso dos clones. Os resultados de hoje tem muito dos antigos pesquisadores, como Gustavo Carletto, Walter Magalh\u00e3es, Fernando Vello, Mariano, Paulo Machado, Geraldo Carletto, Garcia, Jorge S\u00f3ria e tantos outros. Mas aparecem \u201ccientistas\u201d alhures que nunca pisaram o duro ch\u00e3o do cacau e deitam fala\u00e7\u00e3o, denegrindo os colegas que aqui suam e at\u00e9 obtendo adeptos da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Estamos em 2014. O sentimento \u00e9 de uma est\u00fapida campanha que vem desde a Nova Rep\u00fablica, avalizada posteriormente pelo PT, de destruir todo esse patrim\u00f4nio j\u00e1 com 56 anos de servi\u00e7os prestados, haja vista o desprest\u00edgio que o MAPA lhe confere, como recentemente aconteceu n\u00e3o liberando vagas para contrata\u00e7\u00e3o de novos profissionais.<\/p>\n<p>\u00c9 uma vis\u00e3o totalmente equivocada dos pol\u00edticos, causando-me esp\u00e9cie algumas pessoas que viveram na CEPLAC e deveriam conhecer a sua magnitude, quando, ao contr\u00e1rio, a denigrem e s\u00f3 se preocupam em\u00a0 acomodar prepostos em cargos. Talvez n\u00e3o acabem com ela, pois perderiam a fonte de empregos dos incompetentes.<\/p>\n<p>Ignoram que novos desafios se apresentam para o cacau brasileiro, significando cada vez mais a necessidade do fortalecimento da CEPLAC e o apoio governamental para poder, assim como foi feito com o PROCACAU, em 1976, no Governo Ernesto Geisel, implantar o PROCACAU\u2013II, cujas estrat\u00e9gias tomo a liberdade e coragem de expor, resumidamente, a seguir. Um Grupo da pr\u00f3pria Institui\u00e7\u00e3o se encarregaria de desenvolv\u00ea-lo com maior capacita\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>Proponho, assim, a reestrutura\u00e7\u00e3o da economia cacacueira sul-baiana buscando concentrar a atividade produtora de cacau nos melhores nichos edafo-clim\u00e1ticos, menos suscept\u00edveis \u00e0 vassoura-de-bruxa, dotada da melhor infraestrutura de servi\u00e7os, utilizando clones promissores, com a aplica\u00e7\u00e3o dos recursos mais modernos da agricultura.<\/p>\n<p>A <b><i>recupera\u00e7\u00e3o de cacauais<\/i><\/b> seria feita em uma meta sugerida de 300 mil hectares, com replanta\u00e7\u00f5es em sistemas agroflorestais, como produ\u00e7\u00e3o complementar \u00e0 atividade do cacau.<\/p>\n<p>Concomitantemente a essa a\u00e7\u00e3o se implantaria um <b><i>programa de diversifica\u00e7\u00e3o <\/i><\/b>das \u00e1reas dispon\u00edveis, n\u00e3o utilizadas com o cacau, com atividades, a exemplo da dendeicultura, al\u00e9m da fruticultura, do plantio de caf\u00e9 robusta e do estabelecimento de florestas nos tabuleiros costeiros, pari passu a um programa de implanta\u00e7\u00e3o de cultivos nos pr\u00f3prios im\u00f3veis rurais cacaueiros, cobrindo os espa\u00e7os vazios deixados pela redu\u00e7\u00e3o do pol\u00edgono cacaueiro.<\/p>\n<p>Neste contexto, o produtor do sul da Bahia, ter\u00e1 que caminhar para ser um profissional da agricultura, possuir gest\u00e3o empresarial profissionalizada, adotando modernas tecnologias de cultivo e novas rela\u00e7\u00f5es de trabalho em suas fazendas, n\u00e3o havendo lugar mais para o \u201c<b>produtor absenteista\u201d.<\/b><\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, tanto no Par\u00e1 como em Rond\u00f4nia, encontra-se a grande oportunidade do Brasil vir a recuperar a posi\u00e7\u00e3o de grande produtor e exportador de cacau, antes um atributo da Bahia. Com uma imensid\u00e3o de terras mais baratas, providas de um potencial de solos f\u00e9rteis, profundos e produtivos, com um clima caracter\u00edstico, com per\u00edodo seco bem determinado, que viabiliza a conviv\u00eancia com a \u201cvassoura-de-bruxa\u201d, de forma mais econ\u00f4mica e, tendo como produtores, antigos \u201csem-terra\u201d, que operam suas propriedades com a for\u00e7a de trabalho do conjunto familiar, a Amaz\u00f4nia poderia vir a redesenhar a nova cacauicultura brasileira, com a amplia\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de plantio, bem acima dos 150 mil hectares propostos pelo Procacau, estabelecendo-se uma meta de plantio em torno de 250.000 hectares para os pr\u00f3ximos dez anos. Acrescente-se, ademais, que o plantio de novos cacauais na Amaz\u00f4nia, teria a finalidade de fazer, com o apoio do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, a recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas alteradas, ou mesmo degradadas, por via de uma cacauicultura de cunho agroflorestal, mais produtiva e mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>E, para viabilizar essa <b>retomada da cacauicultura brasileira<\/b> \u00e9 fundamental que esse novo <b>PROCACAU<\/b> seja formatado, definindo as metas e os meios operacionais, a exemplo do que fora o programa implantado em 1976, incluindo-se, desta feita, a <b><span style=\"text-decoration: underline;\">Revitaliza\u00e7\u00e3o da CEPLAC<\/span><\/b>, pela sua import\u00e2ncia na gest\u00e3o de t\u00e3o importante empreendimento agr\u00edcola nacional, em cujo contexto a pesquisa seria o epicentro do sistema.<\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio<b>, VIVENDO UM PRESENTE DE PASSADO SEM VIS\u00c3O<\/b> <b>DE FUTURO<\/b>, a tend\u00eancia sintom\u00e1tica \u00e9 a sua senilidade em m\u00e3o \u00fanica; sem retorno, o que seria um crime \u00e0 agricultura brasileira. E \u00e9 isso, ao que parece que os maus pol\u00edticos desejam.<\/p>\n<p>Est\u00e1 na hora da Regi\u00e3o se posicionar com a\u00e7\u00f5es e acabar com esse determinismo regional \u2013 s\u00edndrome destrutiva \u2013 que matou o ICB, a SULBA, a COOGRAP, dentre outras, quando em outras regi\u00f5es se luta por suas Institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u00a0Macei\u00f3, 27 de janeiro de 2014.<\/p>\n<p align=\"center\">Luiz Ferreira da Silva<\/p>\n<p align=\"center\">(luizferreira1937@gmail.com)<\/p>\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cel. 82. 9313-1030<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luiz Ferreira da Silva Pesquisar aposentado da CEPLAC, Ex-Diretor do CEPEC e da CEPLAC-Amaz\u00f4nia. \u00a0 Em fins de dezembro de 1962, rec\u00e9m-formado (UFRRJ\/Escola Nacional de Agronomia), fui at\u00e9 \u00e0 sede da CEPLAC, Avenida Presidente Vargas, RJ, saber detalhes da Organiza\u00e7\u00e3o, pois fora escolhido pelo Professor Marcelo Nunes Camargo (im) para se integrar a sua equipe [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[10],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78285"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78285"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78285\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":78288,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78285\/revisions\/78288"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78285"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78285"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78285"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}