{"id":79935,"date":"2014-03-14T08:07:32","date_gmt":"2014-03-14T11:07:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/?p=79935"},"modified":"2014-03-14T16:16:14","modified_gmt":"2014-03-14T19:16:14","slug":"jorge-vieira-ceplac-em-30-artigos-viii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2014\/03\/14\/jorge-vieira-ceplac-em-30-artigos-viii\/","title":{"rendered":"JORGE VIEIRA \/ CEPLAC EM 30 ARTIGOS (VIII)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><b>\u00a0 \u00a0<\/b><b>REALIZA\u00c7\u00d5ES E HIST\u00d3RIA DA CEPLAC \u2013 1957-2014<\/b><\/p>\n<h1 style=\"text-align: center;\"><b>\u00a0<\/b><b style=\"font-size: 14px; line-height: 1.5em;\">1985 &#8211; C E P L A C<\/b><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>\u00a0 \u00a0 \u00a0UMA\u00a0 NOVA\u00a0 ALTERNATIVA<\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<img loading=\"lazy\" class=\"alignright\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/JORGE-VIEIRA.jpg\" width=\"200\" height=\"306\" \/><\/b>Novo Governo.\u00a0 De oposi\u00e7\u00e3o ao anterior.\u00a0 A prevalecer ou\u00a0 manter-se, somente as boas ideias, as a\u00e7\u00f5es justas e ben\u00e9ficas para a sociedade.<\/p>\n<p>No mais, mudan\u00e7as!<\/p>\n<p>Altera\u00e7\u00f5es da rota, dos planos, do comportamento, das pessoas comprometidas com o passado.\u00a0 Nada de continu\u00edsmo e esquemas dominantes.\u00a0 A verdade e as a\u00e7\u00f5es devem sair do di\u00e1logo e da participa\u00e7\u00e3o, de todos os membros envolvidos na sociedade.<\/p>\n<p>E \u00e9 dentro desta \u00f3tica, de um novo Governo, que se inicia em 15 de mar\u00e7o, que vamos refletir sobre o futuro da CEPLAC.<\/p>\n<p>Temos acompanhado atentamente e com a dedica\u00e7\u00e3o e reservas, que a posi\u00e7\u00e3o nos obriga, \u00e0s d\u00e9marches do epis\u00f3dio da institucionaliza\u00e7\u00e3o.\u00a0 A ideia, os primeiros passos e discuss\u00f5es; os primeiros documentos; os enlaces com os diferentes setores, o esfor\u00e7o na busca de um consenso; os cortes, as obje\u00e7\u00f5es, as novas ideias, as preocupa\u00e7\u00f5es da dire\u00e7\u00e3o, as incompreens\u00f5es e lutas desnecess\u00e1rias, as injusti\u00e7as e os interesses pessoais, o esp\u00edrito ceplaqueano do funcionalismo, os instantes de des\u00e2nimo e as conquistas obtidas.<\/p>\n<p>Todas estas passagens e momentos, vivemos sem deixar a emo\u00e7\u00e3o dominar, levando-nos a atitudes n\u00e3o producentes, nem t\u00e3o pouco, reduzindo nossa certeza dos princ\u00edpios, que vimos defendendo, em mais de duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>E as vers\u00f5es de projeto, proposi\u00e7\u00f5es de emendas, sugest\u00f5es, ideias e escritos em jornais foram tantos que \u00e9 quase imposs\u00edvel catalogar todas estas opini\u00f5es, sinceras, especializadas e at\u00e9 interesseiras, surgidas de um simples cidad\u00e3o dependente da economia do cacau at\u00e9 as a\u00e7\u00f5es da Casa Civil da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Foi um reboli\u00e7o geral.\u00a0 O simples ato de legalizar uma institui\u00e7\u00e3o que h\u00e1 27 anos vem realizando um grande trabalho, conceituada e referendada pelos principais interessados &#8211; produtores, governo e sociedade cacaueira &#8211; levou a um acontecimento pol\u00edtico regional de tal monta, e quase, t\u00ednhamos uma guerra &#8211; a guerra do cacau.<\/p>\n<p>Nestes momentos onde as reuni\u00f5es s\u00e3o feitas, as conversas de esquinas acontecem ou os artigos de jornal proliferam, todos esquecem. Oh! Sociedade e l\u00edderes do passado, dos benef\u00edcios pessoais ou coletivos e do presente, traduzidos nos reais problemas dos produtores, como o pre\u00e7o do cacau, os impostos, a escassez do cr\u00e9dito, as dificuldades da vida, causados por outros e n\u00e3o por esta institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mobilizou-se tudo, desde manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, at\u00e9 participa\u00e7\u00e3o de autoridades, que jamais se preocuparam com a regi\u00e3o cacaueira e seus problemas, quanto mais, com esta institui\u00e7\u00e3o, lan\u00e7ada \u00e0 arena para impiedosamente ser dilacerada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Em que ponto ficou?<\/b><\/p>\n<p>Um Projeto de Lei reduzido, um Decreto que altera o Conselho Deliberativo da CEPLAC e um carrossel de candidatos ao cargo de Secretario Geral.<\/p>\n<p>Paralelamente, ideias, propostas de emendas particulares, de grupos organizados ou at\u00e9 feitas por \u201cencomenda\u201d.<\/p>\n<p>E assim, vamos entrar neste novo Governo, com linha inovadora, de mudan\u00e7as e de austeridade, especialmente com as compet\u00eancias governamentais, sem uma defini\u00e7\u00e3o para a CEPLAC.<\/p>\n<p><b>Que poder\u00e1 acontecer ent\u00e3o?<\/b><\/p>\n<p>De um lado, um projeto de Lei, sujeito a emendas as mais diversas, dado \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o considerar aspectos essenciais \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios institucionais &#8211; garantia do sucesso &#8211; nem t\u00e3o pouco, representar um consenso harmonioso entre os setores interessados na economia cacaueira nacional e regional do sul da Bahia.<\/p>\n<p>Sujeito a chuvas e trovoadas, o Projeto poder\u00e1 levar a consolida\u00e7\u00e3o de uma Lei, mutiladora dos aspectos b\u00e1sicos organizacionais, seus princ\u00edpios, objetivos e filosofia de trabalho.\u00a0 Dilacerada, a institui\u00e7\u00e3o jamais alcan\u00e7ar\u00e1 feitos semelhantes aos obtidos no passado. Deixar\u00e1 de prestar os servi\u00e7os \u00e0 sociedade, que lhe criou e a manteve, durante todos estes anos e \u00a0se transformar\u00e1\u00a0 em um \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico. Burocr\u00e1tico, sem recursos, vivendo mais de queixas e reclama\u00e7\u00f5es do que a\u00e7\u00f5es e trabalho, na solu\u00e7\u00e3o dos problemas dos produtores de cacau.<\/p>\n<p>Ao lado deste triste epis\u00f3dio, um Conselho Deliberativo, de dif\u00edcil operacionalidade, com seus 17 membros, sujeita a uma amplia\u00e7\u00e3o para dezenove.\u00a0 Um Secret\u00e1rio Geral, real respons\u00e1vel direto por todas as a\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, administrativas e financeiras, escolhido pelo Ministro da Agricultura, do qual est\u00e1 subordinado, mas dependente de um Conselho, onde o pr\u00f3prio Ministro n\u00e3o tem uma significativa presen\u00e7a.<\/p>\n<p>At\u00e9 onde ficar\u00e1 a responsabilidade do Minist\u00e9rio da Agricultura para o desempenho da CEPLAC?<\/p>\n<p>Estamos assim, \u00e0 espera de novos acontecimentos e talvez uma <b>Nova Alternativa.\u00a0 Qual? <\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Recomendar ao Novo Governo:<\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p>01 &#8211; retirar o Projeto de Lei do Congresso Nacional, que institucionaliza a<\/p>\n<p>Ceplac.<\/p>\n<p>02 &#8211; revogar o Decreto n\u00ba 90.638 de 10 de dezembro de 1984, que altera o<\/p>\n<p>Conselho Deliberativo da CEPLAC.<\/p>\n<p>03 &#8211; determinar ao Minist\u00e9rio da Agricultura que crie um Grupo de Trabalho inter-setorial, para analisar a situa\u00e7\u00e3o da CEPLAC e elaborar um novo Projeto de Lei, institucionalizando-a e que represente o consenso das classes interessadas na economia cacaueira e mantenha o modelo e os princ\u00edpios b\u00e1sicos dessa institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>04 &#8211; submeter ao Congresso Nacional este novo Projeto de Lei, institucionalizando a CEPLAC, como resultado da linha de orienta\u00e7\u00e3o do novo Governo, isto \u00e9, a associa\u00e7\u00e3o Governo e produtores de cacau.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a alternativa a ser discutida e analisada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Bras\u00edlia DF &#8211; 11-02-1985<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jorge Raymundo Vieira \u2013 Eng. Agr\u00f4nomo, MS &#8211; aposentado Ceplac.<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n<strong>PARA LER O ARTIGO N\u00ba 07 CLIQUE<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.r2cpress.com.br\/v1\/2014\/03\/12\/jorge-vieira-ceplac-em-30-artigos-vii\/\"><b>AQUI.<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0REALIZA\u00c7\u00d5ES E HIST\u00d3RIA DA CEPLAC \u2013 1957-2014 \u00a01985 &#8211; C E P L A C \u00a0 \u00a0 \u00a0UMA\u00a0 NOVA\u00a0 ALTERNATIVA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Novo Governo.\u00a0 De oposi\u00e7\u00e3o ao anterior.\u00a0 A prevalecer ou\u00a0 manter-se, somente as boas ideias, as a\u00e7\u00f5es justas e ben\u00e9ficas para a sociedade. No mais, mudan\u00e7as! 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